An Ultimate Fan Guide to Son Ye Jin Eun Ho era uma nadadora no ensino médio e, agora, ela é instrutora em um centro esportivo. Eun Ho e Dong Jin se apaixonaram e se casaram, mas se separaram depois de dois anos. Quando o bebê do casal nasceu morto, Dong Jin não estava perto de Eun Ho. Isso acabou com o relacionamento, levando-os ao divórcio. Seus amigos tentam uni-los novamente. Ambos ainda têm sentimentos um pelo outro, mas perdem continuamente as oportunidades de ficarem juntos de novo. Jun Pyo, um amigo de Dong Jin que é obstetra, tem um segredo sobre o dia em que o bebê faleceu. Será que esse casal que está por um fio conseguirá se reunir após a separação? (Fonte: Viki) Editar Tradução
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- Título original: 연애시대
- Também conhecido como: Solo y enamorado , Sozinho e Apaixonado , Yeonae sidae , Одиноки в любви
- Roteirista: Park Yeon Sun
- Diretor: Han Ji Seung, Lee Min Chul
- Gêneros: Comédia, Romance, Vida, Drama
Onde assistir Sozinho e Apaixonado
Elenco e Créditos
- Son Ye JinYoo Eun HoPapel Principal
- Kam Woo SungLee Dong JinPapel Principal
- Gong Hyung JinGong Jun PyoPapel Secundário
- Lee Ha NaYoo Ji Ho [Eun Ho's Sister]Papel Secundário
- Oh Yoon AhKim Mi YeonPapel Secundário
- Jin Ji HeeJo Eun Sol [Mi Yeon's Daughter]Papel Secundário
Resenhas
O Amor e a Dor de um Relacionamento Passado
Alone in Love é um dorama delicado e introspectivo que explora as nuances de um relacionamento fracassado. A trama segue a vida de Yoo Eun-ho e Lee Dong-jin, um casal divorciado que, apesar da separação, mantém um vínculo peculiar. Ao longo da série, eles tentam navegar pelas dificuldades de seguir em frente, enquanto ainda lidam com os resquícios de sentimentos não resolvidos.O grande mérito de Alone in Love está em sua abordagem madura e sensível ao amor e às complexidades emocionais que permanecem após o fim de um relacionamento. O ritmo lento e os diálogos introspectivos permitem que o público se conecte profundamente com os protagonistas, que estão sempre à beira de uma reconciliação ou de uma separação definitiva.
Para quem busca uma história realista e emocionalmente complexa sobre o fim do amor e a busca por closure, Alone in Love oferece uma narrativa comovente que questiona o que significa verdadeiramente superar alguém.
O que é o amor? Aquilo que nunca deixou de existir.
Um retrato íntimo e silencioso das cicatrizes deixadas por um relacionamento que já terminou, mas que continua existindo na memória, nos hábitos e na própria identidade de seus personagens. Melancólico, introspectivo e contemplativo, o olhar da obra se volta menos para os acontecimentos e mais para os vazios entre eles, usando o cotidiano como palco para revelar a solidão compartilhada de Eun-ho e Dong Jin, duas pessoas que já se amaram e que agora orbitam uma a outra como satélites incapazes de se reconectar por completo ou de se afastar definitivamente.O que foi vivido e o que nunca conseguiu ser deixado para trás se impõem a cada passo contido, feito mais de silêncios do que de ações. Cada reencontro carrega o peso da lembrança, e cada distanciamento expõe a incapacidade de romper com o passado. O amor, aqui, já não é um sentimento em movimento, mas um estado permanente: algo que se aceita enquanto se segue vivendo, trabalhando e se relacionando, sempre com a sensação de que algo essencial ficou suspenso no tempo, como se os personagens permanecessem imobilizados. A estagnação torna-se linguagem, assim como a introspecção, o silêncio e a melancolia. O conflito não reside no que acontece, mas no que persiste.
Os personagens secundários funcionam como contrapontos estruturais: representam diferentes maneiras de lidar com o tempo e o afeto: adaptação pragmática, substituição emocional, fuga ou aceitação serena. Ao espelharem escolhas alternativas, reforçam a percepção de que o mundo segue em movimento enquanto o núcleo central permanece preso a um ponto fixo do passado. Assim, observamos memórias que pesam, silêncios que comunicam e afetos que persistem sem encontrar forma, como uma sombra que se alonga ao entardecer, acompanhando a melancolia dos vínculos que sobrevivem ao fim e a delicadeza amarga de aceitar aquilo que, mesmo depois de tudo, nunca deixou de existir. Sólido e sensível, ainda que limitado por sua própria contenção e atitudes.
























