K-Drama
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4 casais, nenhum interessante
Pra ser sincera eu não esperava muito dessa série, e recebi o pouco que esperava... existe um risco muito alto quando se colocam vários casais numa série, e é necessário um roteiro e uma direção de milhões para fazer dar certo. Temos aqui o exemplo de roteiro e produção de centavos, além do aparente orçamento reduzido, já que as locações eram sempre os mesmos cenários, bem mal elaborados, diga-se de passagem.O plot tinha tudo para ser interessante. O casal principal tinha um grande drama, incomum e com muito potencial, porém não foi bem trabalhado. deixou várias questões em aberto, inclusive o caminho que o casal tomou, além de me deixar com ranço da família do Simai. Entre os quatro casais secundários tem de tudo, vários clichês: O primeiro é o casal de amigos onde um se apaixona e é rejeitado, porém quando decide seguir em frente o outro cai em si e do nada decide que também o ama. Tenho várias críticas a esse casal. Phob idolatrou MaiEak a vida inteira, e se ele não percebeu que era amor, mas fica claro que se aproveitou da devoção dele, afinal, pra um garoto rico e mimado ter pessoas aos seus pés era normal... ele é egoísta e sem empatia. E o Phob, que adquiriu uma gastrite por causa dele, simplesmente desiste de alguém que estava super a fim dele para ficar com esse imbecil, enfim, o amor próprio foi com Deus.
O segundo casal é o casal fofinho, Newyear e Both, que curiosamente interpretam a si mesmos, com seus próprios nomes, e são um casal real. O drama inserido entre eles foi bem desproporcional e desnecessário, seria muito melhor deixá-los in love o tempo todo, afinal, foram os únicos que deram beijos decentes na série.
O terceiro casal também é clichê, o rude e popular garoto que se apaixona por uma yag e cai aos pés dela. A história deles tinha potencial, mas nos presentearam com uma das cenas de beijo mais vergonhosa de todos os tempos.
O casal de esportista + nerd (que também queria ser esportista), nem pra dar um selinho no final e fingir que tiveram um final digno.
O fato é que eu assisti ate o fim, gostei de algumas coisas, mas se tiver que falar de forma geral, é uma série fraca... histórias que terminaram sem um fechamento, acontecimentos sem explicação, atuações ruins e algumas cenas que pareciam soltas, desconectadas da série.
Enfim, o roteiro foi escrito pelos estagiários, dirigido pela equipe de primeiro ano de uma faculdade de artes cênicas (só pode). Um monte de casais e nenhum se desenvolve de forma adequada nem tem um final decente, nem beijos tem, 100nhor!!! A atuação deixou a desejar. Tem alguns atores que desenvolveram bem, como o casal principal (Lukmo e Simai), Newyear e Both, Phob, mas o resto do elenco realmente precisa melhorar, alguns não serviam nem para fazer figuração. Já falei dos cenários fracos, e nem mesmo a paisagem da praia foi bem aproveitada. A ost não é ruim, mas também não é marcante
Um ponto que me chamou atenção nessa história foram as famílias. A família de Simai era uma bagunça... não ficou claro se ele soube que não era realmente irmão de Lukmo, mas a atitude de seus pais foi muito maldosa e vergonhosa, senti muita pena de Lukmo. O pai de Copy é um fofo, as demais famílias não apareceram, só a do Phob, muito colorida por sinal rsrsrsrsr.
Existiu uma certa tentativa de alívio cômico, quando os personagens Both e Newyear comentam sobre o diretor da série, isso também acontece com Maieak numa cena, mas não foi algo tão interessante ou engraçado. Não sei s e existia uma tentativa de segunda temporada, já que tanta coisa ficou em aberto, mas já que não veio, poderia ter tido um ep especial explicando o que ficou sem lógica.
Bem, eu assisti duas vezes e só consegui ter mais raiva, então assistir de novo está fora dos meus planos, porém se alguém pretende assistir eu não desencorajo, afinal, sua opinião pode ser diferente da minha.
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Um clichê gostosinho
Apesar de não ser uma grande produção, é uma história linda, fofinha, cheia de clichês e sem grandes polêmicas, porém que traz reflexões interessantes.Num primeiro momento, não gostei do personagem Takara. Ele me pareceu esquisito, arrogante, frio e distante ao extremo, desnecessariamente extremo... depois do primeiro episódio, quando eles decidiram "namorar", minha visão mudou completamente. Eles decidiram namorar sem fazer ideia do que era um namoro. Apesar de parecer maduro, Takara é apenas um adolescente sem experiência nenhuma, conhecendo o mundo e descobrindo seus próprios desejos, assim como Amagi, a única divergência entre eles é a personalidade, que em Amagi é doce e animada.
Passei a analisar dois garotos, ambos na puberdade, que já é uma época muito confusa, que de repente se veem atraídos um pelo outro e não sabem o que fazer com esse sentimento. Apesar da história ser narrada por ambos, os personagens não conhecem o pensamento um do outro, e apesar do desejo ambos temem cruzar a linha e se magoarem. Um dos casais mais saudáveis que já vi, pra eles, o sentimento do amado sempre vem primeiro, o problema é que muitas vezes eles entendem o sentimento do outro errado, ou julgam algo sem perguntar, por medo ou vergonha.
Gostei muito do amigo de Amagi, super observador e conseguiu entender tudo desde o começo sem precisar que ninguém falasse nada sobre o romance dos dois.
A atuação não foi perfeita, mas não foi ruim. A ost é linda e a fotografia da série é bem feita.
Com certeza indico essa série, são apenas 8 episódios de menos de 30 minutos, super gostosinha e aconchegante.
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Kabe-Koji-Nekoyashiki-kun Desires to Be Recognized
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Amo os plots japoneses
Uma série que gostei bastante. Já comecei gostando da abertura, que lembra a de "Absolute BL", porém num tom menos exagerado.O roteiro é bom. Os dois personagens principais são interessantes. Suas histórias de vida no presente foram moldadas pelo seu passado, mais especificamente por maus entendidos ocasionados pela falta de comunicação entre os dois quando era colegiais.
Mamoru, por sempre ter amado a arte de fazer mangás gays, se sente inferior, ou pelo menos tem muito medo de ser inferiorizado pelas outras pessoas... além de sua amiga, ele não interage com ninguém, e por isso ele acredita que o sorriso caloroso que Kazama Issei sempre lhe dá é de desprezo.
Kazama Issei é um dos garotos populares, com um sorriso encantador. Ele sempre esteve lá para Mamoru, aguardando que este desse qualquer abertura, mas o complexo de inferioridade de Mamoru nunca permitiu que ele confessasse que na verdade o que sentia era amor. A rejeição de Mamoru fez com que Kazama Issei quisesse se tornar um idol, e ele conseguiu, na verdade, ele atribui todo o seu sucesso a Momuru, e nunca viu essa rejeição como algo horrível, e sim como um obstáculo que o fez crescer como pessoa para merecer o amor dele.
Já Mamoru, depois que rejeitou Kazama Issei, mesmo dizendo exatamente o oposto do que seu coração desejava, piorou seu complexo de inferioridade e sua capacidade de expressar sentimentos e se relacionar com o mundo, fazendo com que sua vida girasse em torno de sua arte e de um lugar na "parede".
Quando sus mundos se cruzam de novo, as vidas de ambos passam por um turbilhão, suas vidas profissionais e pessoais passam a ter problemas, e de uma forma meio excêntrica eles acabam sendo o alicerce um do outro.
O plot também fala de amizade, sobre algumas dificuldades sofridas pelos idols, a ética profissional dos paparazzis e sobre tentar ser melhor a partir do exemplo de outros.
A atuação nessa série é incrível. Os atores são perfeitos para os personagens, a caracterização é bem interessante, a ost é excelente, inclusive é cantada pela banda de Kazama Issei. Com certeza recomendo essa série.
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Casal terapia+Chernobyl
Demorei muito a escrever uma resenha, aliás, terminei essa série na força do ódio, apenas pq não gosto de dropar nada. Quanta expectativa criada... desde esperando essa série, e quando finalmente ela está entre nós, vejo um dos piores roteiros já adaptados. Eu tento entender onde está o maior problema, se no roteiro, na direção péssima, na atuação ruim, nos beijos horríveis, são tantas coisas negativas que nada escapou.A série tinha tudo pra ser excelente, um plot diferente (com alguns clichês, mas diferente), um público ávido à espera, belos protagonistas... o que saiu errado?
A série já começa com situações que desagradam o público BL: traições. Fah saía com Tle, não o assumia como namorado, apesar de fazê-lo pensar que ele o era, e o traiu descaradamente com Sher, e o pior de tudo é que se apaixonou e optou por correr atrás de Sher sem resolver sua situação com Tle, tudo isso com a ajuda de seus amigos. E aproveitando o aparte, que amigo deselegante é o Ping, totalmente intrometido, invasivo, credo...
Tle por sua vez, já havia entendido que Fah era galinha e também estava traindo ele com Nont, então, por que motivo os dois optaram pela traição? Se Fah, que inclusive já sabia do caso de Tle, não tivesse pego no flagra, até onde os dois arrastariam essa situação?
Resolvido esse problema, partimos para Sher, que por motivos pessoais tem medo do amor, e todas as vezes que se vê rendido por Fah, parte para a agressão. Nunca vi um casal tão violento, terapia para Sher pelo amor de Deus, o cara não pode ser contrariado que parte para a violência, e terapia para Fah que aceita tudo isso. Outro problema de Sher é a relação tóxica com seu amigo Prince. Tóxica porque ele usa a amizade verdadeira que Prince sente, para afugentar seus possíveis pretendentes, mesmo sabendo que Gear e Prince se gostam ele fica no meio dos dois, de início fazendo todos pensarem que ele e Prince eram um casal, e depois permitindo que a amizade deles fosse um ponto de discórdia com Gear e Fah. Uma coisa era eles serem amigos e solteiros, fingirem um relacionamento e se tratarem com uma intimidade própria de casais. Outra coisa é manter esse mesmo comportamento estando os dois comprometidos. Óbvio que a amizade dele por Prince é verdadeira, não discordo disso, mas ele é egoísta o suficiente para se colocar em primeiro lugar na vida do outro, ignorando que está atrapalhando um relacionamento.
Houveram momentos em que achei que viria um plow twist bombástico para colocar fogo na série, como a aparição de gêmeo, como a paixonite de Pai por Fah, o aparecimento de Charles e o fato de Sher ficar com Apo durante a viagem de Fah, mas nada disso rendeu nada além de mais violência entre os dois.
Atuação mediana, cenas de beijo horríveis entre os protagonistas (o beijo que salvou foi o de Ping e Tap), histórias sem sentido algum aparecendo de todos os lados, ost péssima e fotografia irrelevante. Isso tudo fora o grau de toxidade da relação Chernobyl de Fah e Sher.
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Fraquinha
Preciso confessar que revi essa minissérie, pois a única coisa que eu conseguia lembrar era do Chahub e seu corpo escultural, ainda sem a tatuagem da costela. Ao revê-la me surpreendi ao ver o Best e a Aumain, que também estiveram ano passado no elenco de Check-out, mas venhamos e convenhamos que uma série de 3 episódios deveria ser muito boa pra marcar, e não foi o caso.A série não é ruim, mas é fraquinha, um roteiro sem sal que mais parece o comercial da clínica dermatológica.
O jovem Teenoi tem um problema de pele, e junto com sua irmã Beauty e sua amiga amiga Minnie (que acabou de levar um pé na bunda, ao que parece pela 6948373 vez) procuram um hospital dermatológico. Lá ele é consultado pelo Dr. James, que por coincidência mora com Win, um jovem que vende doces pela internet. O destino faz com que Teenoi encomende alguns brownies mas não esteja em casa para recebê-los, atribuindo essa função à Minnie, e a partir de então os 3 moradores dessa casa passam a fazer parte com os dois moradores da outra.
O casal principal é hétero (Aumain e Best), e não vi sentido neles fingirem ser um casal pra enganar a clínica do melhor amigo e ganharem um prêmio. A personagem Minnie serviu exclusivamente para gritar e assediar todos os homens que viu. O namoro entre Dr. James e Teenoi só foi revelado no 3º ep, apesar de ter deixado algumas pistas. Não existem locações interessantes, o elenco é minúsculo, mas gostei da ost,
A série ganhou uma segunda temporada, que também vou resenhar, mas não é algo que eu gostaria de ficar revendo, não é cativante a esse ponto em nenhum sentido, a não ser a presença do Chahub.
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Simplesmente amo
Quando essa série foi lançada eu entrei em frenesi, aliás, eu e o fandom BL inteiro. HIStory já era uma saga de muito sucesso, tanto que estava em sua terceira temporada (atualmente, em, 2023, está no ar a 5º). Blzeiros que chegaram na era KinnPorsche, nunca saberão a emoção de ver, pela primeira vez numa série de renome o relacionamento entre pessoas da máfia e da justiça. O sucesso pode ser atribuído a muitos fatores: ao sucesso que a franquia já havia feito com as temporadas anteriores, a temática adulta e totalmente diferente do que víamos habitualmente nos BL's, ao carisma dos personagens, à química entre os casais, entre várias outras coisas. Com tantos elogios, estou apenas dizendo o óbvio, não estou falando que a série foi perfeita, pois ela teve suas falhas, inclusive algumas bem graves. Porém as falhas não anularam as partes excelentes.Sobre o roteiro, ele foi muito bem construído. No primeiro episódio vimos um Tang Yi pertencente ao mundo da máfia, e Meng Shao, um policial revoltado com o sistema ineficaz que não o permitia prender o mafioso maligno que tirou a vida de sua amiga.
Gradativamente a obsessão de Meng Shao por prender seu arqui-inimigo, faz com que eles se aproximem. Essa aproximação faz com que um humanize o outro, desfaz o estereótipo de forma gradativa, e a cada episódio novo vemos o muro entre eles ser quebrado para dar espaço ao amor. Os episódios vão explicando o comportamento dos dois, a relação entre Tang Yi e o homem que o criou, seu desejo de legalizar seus negócios, e por fim as revelações sobre seu verdadeiro pai, sobre o verdadeiro assassino. A relação de amor entre eles é construída em meio ao caos e incerteza que os cerca, e na verdade, é o alívio da série, pois o Tang Yi implacável, capaz de matar por seus ideais, se derrete e se curva aos pés de Meng Shao. As cenas de amor entre eles, apesar da inicial inexperiência de Meng Shao, são de uma delicadeza sem igual, que deixou uma trama que tinha tudo para ser pesada se errassem a mão, leve, gostosa e divertida. O Tang Yi implacável, era na verdade apenas um garoto com o coração magoado pela saudade de seus pais e pelo peso de seus erros, que se transformava num amante terno nas horas de intimidade. Isso sem falar na imprevisibilidade, pois muitas coisas eu jamais poderia prever, como a culpa do capitão e a identidade do pai de Tang Yi.
O desenvolvimento do casal secundário foi uma delícia de se ver, por serem um alívio cômico e por causa da espontaneidade como eles se entregaram um ao outro.
Sobre o casal hétero, eu preferia não comentar... a irmã de Tang Yi era mimada, tratava a todos como bem queria, e o seu funcionário, de quem ela gostava, era um completo idiota. Essa personagem pra mim foi um dos furos da série, pois apesar dela ser responsável pelo tiro que atingiu Meng Shao, em seu plano com o guarda-costas traidor, ela nunca foi punida por isso, enquanto o guarda-costas sofreu sérias consequências. Aquela velha história de que o dinheiro compra tudo é bem reforçada aqui, ela termina bem, feliz e casada com o homem que ama,
Se eu tenho mais alguma crítica, é sobre as cenas de ação que achei mal coreografadas, sobre a falta de informação de como eles voltaram das montanhas . Mas com certeza minha maior crítica é ao final... nunca vou superar o fato de não ter existido um salto temporal mostrando a liberdade de Tang Yi para ele e Meng Shao viverem seu amor, nem mesmo um episódio especial, e como já fazem quase 4 anos, também não espero uma segunda temporada.
A atuação não tem defeitos, amo cada detalhe dessa série, inclusive a ost de abertura que até hoje está na minha playlist. Sempre que posso revejo essa série, que pra mim é 10/10, e além de indicar eu ainda panfleto ela.
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Digna de um Óscar
Como não leio novels com muita frequência, não estava familiarizada com a autora Sammon, mas fiquei instigada a ver a série quando soube que ela fazia parte do mesmo universo de Manner of death, que para mim foi uma das melhores séries já produzidas. Não me decepcionei em nada... Antes de assistir, procurei um curta-metragem que conta essa história para ver se me interessava, depois disso, mergulhei fundo, afinal, é gratificante ver a Tailândia quebrando os muros das universidades e criando histórias com enredos diferentes.O roteiro parece confuso no começo, e confesso que fiquei sem entender os dois primeiros episódios, mas depois disso, era impossível para mim não ficar criando teorias loucas a cada final, esperando ansiosa pela semana seguinte para ver o que aconteceria, pois se teve algo que essa série não foi, foi previsível. Existiu alívio cômico, existiram clichês, existiram vilões potenciais, existiram amizades verdadeiras e falsas, existiu relacionamento tóxico e amor familiar (ou falta dele), e todas essas histórias conseguiram ser desenvolvidas de forma a nos cativar e prender a nossa atenção. Enfim, a cada ep um surto diferente, um elenco fantástico que transmitiu de forma perfeita as emoções de cada personagem, a ponto de nos fazer odiá-lo em um ep e amá-lo e defender suas atitudes no próximo. O desenvolvimento foi feito numa construção genial, que uniu de forma brilhante o drama, o sobrenatural, o romance, e todas as situações que entrelaçaram os personagens nesse fio que parecia não ter uma ponta.
Apesar de não ter críticas ao elenco, é necessário dizer que Tae Darvid e Tee Tanapol executaram com maestria o melhor papel de suas carreiras. Eles atuaram com sentimento, segurança e realmente foram o Dr. Tim e Tol
A série é única, maravilhosa, sempre vou panfletar ela. Sempre que bater a saudade eu vou rever, e peço a cada pessoa que gosta de BL's de qualidade que vejam e se encantem.
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Uma excelente comédia românrica
Apesar de existir uma discordância sobre essa série ser BL ou bromance, eu aposto no BL. Ela é muito boa, eu ri muito mesmo, e posso reclamar apenas de seus episódios curtíssimos, claramente em 2017 a Coréia do Sul ainda não tinha se encontrado num formato de BL que agradasse aos fãs.O roteiro é interessante demais, hilário e imprevisível. Dois jovens acabam sendo vizinhos de quarto em uma pensão, sendo que eles não tem nada em comum, a começar pela personalidade. Eles tentam alguma convivência e são obrigados por um incêndio a morarem um tempo juntos, e mesmo aparentando não gostar dessa situação, eles acabam se apaixonando.
Sobre a atuação, apesar de muito afetada, eu gostei muito. Aparenta ser uma série de baixo orçamento, mas com bom roteiro e direção esse detalhe não fez tanta diferença. Senti falta de uma boa ost.
A série é excelente para quem gosta de comédias românticas, com certeza pretendo assistir de novo e indicá-la.
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Mais ou menos
Para ser honesta, o plot dessa série não me pareceu interessante. Assisti a primeira vez e não gostei, e agora que assisti a segunda vez, não posso dizer que amo a série, mas minha opinião melhorou.O roteiro dessa série não foi atraente para mim. Um jovem milionário que só tem como parente uma irmã estudante do colegial, percebe que ela é uma "otaku" e está muito absorta nesse universo, inclusive é chefe de um fã clube de uma empresa que produz esse conteúdo. Ele fica preocupado com a irmã, e decide se infiltrar na empresa da qual ela é fã para tentar destruí-la. Sinceramente, que roteiro maluco e exagerado... sem noção. Ele acaba se aproximando do dono da empresa, e apesar de uma aparente atração, surgem muitas desconfianças que o fazem pensar que o dono é um psicopata que o odeia. Quando finalmente ele deixa de pensar assim, me vem um final totalmente ambíguo, dando margem à várias interpretações ruins sobre o dono da empresa ou pessoas ligadas à ele, e termina sem explicação, dando margem para uma temporada que nunca veio.
O ponto positivo fica por conta da atuação excelente dos atores, e da análise psicológica que somos instigados a fazer. A ost poderia ser melhor, mas com certeza eu recomendo essa série.
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Esperava mais
Iniciei essa série porque procurava um casal BL, que é só o que me importa em séries. Como se trata de uma sauna gay, era óbvio que eu ia encontrar. Posso dizer que encontrei apenas A bu e Paul, esse é o único casal BL que fica junto, mas enquanto Xiao Chi estava no corpo de A bu, se envolveu com outro personagem e chegaram e se beijar. A personagem Hua Hua também teve uma experiência GL enquanto estava no corpo de Xiao Chi, quando transou com a namorada dele. Nada muito confuso, ok?Alguns pontos interessantes: a mulher representada como alguém importante na série, sem a necessidade de ser estereotipada como louca ou má. Apesar de existirem homossexuais, um deles bem extravagante, posso dizer que ele é um personagem complexo e que nos permite ver além das firulas.
A série é do gênero comédia, mas existe o drama e o suspense que envolve a troca de corpos. Muito interessante o fato de que eles tiveram que continuar levando a vida do colega de quem estavam usando o corpo como se fossem eles, talvez isso foi um fator importante para que eles se entendessem enquanto pessoas.
Atuação: Pelo menos o núcleo principal não deixou a desejar na atuação.
Ambientação, fotografia, ost, todos esses fatores foram medianos para mim.
Não tenho a intenção de rever a série, mas eu indico sim.
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Uma grande porcaria
Gente, que série péssima... eu não consigo saber onde estão os piores defeitos, se na qualidade horrível de produção, com a câmera tremendo, os ruídos, a imagem ruim, se no próprio roteiro que é , que não tem lógica nenhuma, se é na péssima atuação dos atores, se é na peruca horrorosa daquele professor... O difícil é achar uma qualidade.O roteiro começa com um professor dando aulas de forma remota na pandemia, e dois amigos, um que é ótimo aluno e o outro que é péssimo (clichê). Adivinhem, de quem o ótimo aluno gosta? Isso mesmo, do péssimo aluno, que mora sozinho e só tem como parente uma irmã que mora fora. Esse menino do nada adoece, precisa de um transplante e ninguém menos do que o professor da peruca horrorosa se dispõe a doar o órgão, e num momento de agradecimento, quando ambos se abraçam, o bom aluno apaixonado tira um foto e acusa o professor de assédio (fã ou hater?).
Em resumo, nada faz sentido, o professor que só por ser professor já deve viver lascado, e esse coitado, nem o dinheiro da peruca tinha, e agora perdeu o emprego por uma denúncia de pedofilia. O perdão vem de forma muito sem futuro, e todo mundo termina lascado.
Deus me defenderay de assistir isso de novo, e muito menos indicar.
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His: I Didn't Think I Would Fall in Love
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Um frio que aquece
Sobre o roteiro: ele é bem leve e intenso ao mesmo tempo! A leveza se deve à calma aparente, às personalidades dóceis, a forma simples como a história é contada. Mas ao mesmo tempo, existe um mundo tumultuado dentro do coração de Nagisa, que só é perceptível através de um olhar atento às suas ações, um conflito interno dentro de Shun desde o primeiro ep, que também só é perceptível se olharmos com muito cuidado cada detalhe. As personalidades das garotas também me surpreenderam pela maturidade em compreender a situação, aceitar e até incentivar, ao invés de serem vilanizadas, houve um momento em que eu achei que seria esse o desfecho delas. Outro ponto muito positivo, pra mim um dos mais importantes, foi a preocupação dos pais com a vida sexual de sua filha, num país totalmente antiquado, onde o diálogo sobre sexo entre pais e filhos não é algo confortável (isso foi dito pela personagem também, e a própria mãe deixa claro que é um costume "americano").A história traz um ar melancólico, fortalecido pelo olhar triste dos meninos, que sorriram poucas vezes. Talvez seja um artifício para nos lembrar que eles iriam se separar em breve, ou mesmo um lembrete de que a sociedade não apoiaria esse amor, enfim, funcionou muito bem.
Fiquei um pouco chateada com o final... gostaria que o colega de trabalho tivesse se declarado para a garota, e que ela tivesse dado uma chance a ele, afinal, ela foi bem altruísta e merecia um final melhor. Até entre os meninos eu queria que tivesse tido algo como um abraço, ou Shun se despedindo para voltar à sua cidade e ambos combinando seu namoro à distância, mas enfim, creio que sobre os meninos o final ficou tão frio por causa da segunda temporada em forma de filme que veio em 2020.
Sobre a atuação, achei ótima. Mesmo se tratando de um elenco principal jovem, conseguiram transmitir emoções muitas vezes apenas com o olhar, e falar com o telespectador sem usar as palavras não é algo fácil. A fotografia da série é ótima, mas sinceramente senti falta de uma boa ost. Com certeza assistirei outras vezes e sigo indicando essa série.
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Fraco
Essa proposta surgida no ano de 2021 de séries com uma história e um casal independente a cada ep, sinceramente foi um fracasso. Eu imaginei de imediato que a ideia era testar a popularidade de shipps potenciais, e continuo achando que foi essa a intenção. Assisti quando lançou, detestei, decidi rever agora e continuei sem gostar.O roteiro de todas as histórias tem vários problemas, e os únicos que eu considerei interessantes foram o 1 (Ohm Thitiwat & Fluke Pongsatorn) e o 6 (Kimmon Varodom & Copter Panuwat), e não por acaso foram essas duas histórias que ganharam uma segunda temporada, dessa vez sendo entrelaçadas uma à outra. As demais histórias são péssimas. Como me pegam Ja e First no auge da fama e me joga o plot do First ser um gato, a história nem tem lógica, nem cabimento, nem muito menos um final decente. As histórias de Max e Nat , Yoon e Talay e dos Mii2, geram uma expectativa de relacionamento que não se concretiza, essas 3 histórias terminam em aberto e isso é frustrante.
As atuações são boas, com excessão do ep 2, onde achei que Max e Nat foram muito mal dirigidos e a atuação deixou a desejar.
As osts são bacanas, as ambientações também, mas sinceramente eu não pretendo ver de novo. Não digo que não indico, mas também não panfleto essa série.
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Assista por sua conta e risco
Meu Deus, que perda da tempo terrível ver esses 3 eps. Ainda bem que são apenas 3, se fossem mais eu iria dropar.Comecemos pelo plot mais sem sentido que já vi. Um indivíduo, que aparentemente não é boa bisca, inicia um tiroteio que fere um rapaz. O rapaz estava vestido como um guarda, um policial, sei lá, mas na verdade ele é apenas um estudante do ensino médio. O cara que atirou tem uma crise de consciência e vai até a casa do ferido se oferecer para ajudá-lo, já que é o culpado por ele estar machucado e não poder fazer certas coisas. O querido que levou um tiro, ao ver o agressor, faz o que? Chama a polícia para prendê-lo? Não, faz melhor, abre as portas de sua casa para que o lindo entre e o ajude (??????).
Com o passar dos dias se apaixona por ele, gente, eu quis morrer de vergonha alheia do absurdo que foi ele praticamente convidando o atirador para o quarto dele, pelo amor de God. Enfim eles tem uma noite de sexo e o lindo some pq na verdade tem uma namorada, a tal gangue da qual ele fazia parte sumiu no ar, a polícia não o procurou, mas apareceu uma namorada que só terminou o relacionamento pq ela quis, pois ele aparentemente pretendia empurrar com a barriga. E a cereja do bolo foi vítima e agressor terminarem juntos, depois de romantizarem violência, crime, agressão, traição, mentira. Tô chocada.
A série é de baixo orçamento, de uma empresa pequena, poucos atores e locações, sem uma ost decente e a atuação é péssima. Eu não perderia meu tempo revendo, mas caso queira ver, que seja por sua conta, e vá sabendo que vai passar raiva. Sem mais.
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Tente não amar e falhe miseravelmente
Desde ontem estou revendo essa série para poder fazer a resenha, pois eu assisti ela em 2021, no lançamento, e queria ter todos os detalhes bem fresquinhos na mente antes de falar.Primeiro, lembro da sensação maravilhosa que tive quando vi um BL coreano de 16 eps, normalmente eram apenas 8 e com poucos minutos, e infelizmente eles não mantiveram esse padrão, mas de vez em quando surge uma série de 12 eps, um dia eles chegam lá. Eu não curto os webtoons, mas lembro perfeitamente dos comentários acerca da semelhança com a obra original, até mesmo nas cores, e acho o máximo quando a obra original é respeitada na adaptação.
Sobre o roteiro, temos um grupo de amigos adolescentes que estudam na mesma escola (e uma amiga chata que vem de fora) e se dão muito bem, e com a chegada de um novo membro começam a experimentar sentimentos diferentes. Há quem ache que o ponto mais interessante é o triângulo amoroso, por sinal feito de forma genial, pois até o penúltimo ep eu não adivinharia com quem Tae Gyeon iria terminar, mas no meu ponto de vista, o diferencial e ponto mais interessante da série foram as personalidades de cada um deles.
Tae Gyeon era totalmente antissocial, não tinha amigos e nem fazia questão, vivia isolado. Um dia ele decidiu se abrir para essa possibilidade e depois que a agarrou não largou mais, foi interessante o fato dele insistir pela amizade, sendo que era ela que não gostava de interagir.
Namgung é uma das personalidades mais complexas na minha opinião. Por trás da aparente atitude insolente, ele realmente "sempre sabia de tudo", entendeu os sentimentos de todos antes que eles se dessem conta, mostrando que ele tinha um lado muito sensível às necessidades e sentimentos dos outros, muita empatia, coragem para defender os amigos e era muito observador. Seu lado brincalhão fazia com que as pessoas não o levassem muito à sério, mas por fim ele era realmente o mais inteligente emocionalmente. Maior prova disso é que só ele conseguiu ver que na verdade Lee So He não amava verdadeiramente Da On, que na verdade ele sim, era mais compatível com ela, e apesar do circo estar pegando fogo ele soube esperar. Ele e Lee So He não terminaram juntos, mas com certeza a melhor leitura dos sentimentos dela foi feita por ele.
Ele também viu antes de todos que Shin Woo gostva de Tae Gyeong, mesmo com a aparente rabugice, e também percebeu os sentimentos de Da On e sua confusão mental.
Shin Woo fugia de Tae Gyeong e fingia não gostar dele. Isso deixou algumas pessoas chocadas, mas ficou claro que ele fazia isso justamente por já amá-lo. Ele confessou num ep, que já tinha gostado de um garoto antes, ele se entendia, não estava confuso sobre sua sexualidade. Mas ele experimentou a parte dura de ser LGBT, o preconceito! Quando ele falou que entendeu que esse assunto não deveria ser conversado com ninguém, partiu meu coração em mil pedaços. Entendi que ele só queria proteger Tae Gyeong da maldade das pessoas, e quando ele pensava em abrir o coração, era altruísta o suficiente para levar em conta que Tae Gyeong gostava de Da On e era recíproco, então ele preferia sacrificar sua felicidade a se colocar entre seu amor e seu amigo. Foi lindo ver o processo dele tomando coragem para agir e se abrindo, foi lindo de se ver...
Da On... eu o amei, depois o odiei, depois senti compaixão por ele. Ele era um garoto que não sabia dizer não a ninguém, exceto a ele mesmo. A necessidade de ser o filho perfeito em busca da aprovação de pais que não lhe davam a mínima, fez com que ele adquirisse uma personalidade disposta a agradar a todos e não se indispor jamais com ninguém. Quando eu percebi a pressão externa que ele sofria, que obviamente repercutia internamente, foi que entendi o porquê dele tentar anular sua sexualidade... ele tinha medo de decepcionar os outros, e preferia decepcionar a si mesmo. Fiquei sinceramente chateada quando ele decidiu se declarar, pois ele já conhecia o sentimento de Shin Woo, seu amigo que respeitou o espaço dele e só se abriu para Tae Gyeong pq ele próprio disse que não faria nada a respeito, ele se encontrou tarde demais, mas isso não justifica trair um amigo.
Lee Soo He. Qie personagem chata... infantil e narcisista, que acreditou que seu objeto de desejo era um produto pessoal dela, a que só ela deveria ter acesso. Não perdoei as atitudes dela, na série o amor é lindo, ela teve sua "redemcão", mas se fosse comigo eu não queria alguém assim na minha vida novamente.
Sobre a atuação, apesar de um elenco jovem eles deram show. Cada um deles ficou muito bem em seu personagem, a experiência não fez falta e eles conseguiram transmitir muito bem os sentimentos. A ost é maravilhosa, a filmografia também.
Se eu pretendo rever a série? Com certeza! Se eu indico? Não apenas indico, como também panfleto ela. Todos devem ter a chance de conhecer essa obra tão linda.
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