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Belas paisagens
Lindas paisagens, parece que estamos a viajar pela Tailândia com toda a sua gastronomia junto com eles. Um drama que envolve tantas cenas com comida tinha que ser mesmo protagonizado pelo Mix.Acho que o drama peca um pouco em roteiro e mais uma vez (acontece o mesmo em MoonLight Chicken) o personagem do Earth é pouco desenvolvido e em muitas cenas ele está ali parado como expectador. O argumento para o desentendimento dos protagonistas e o motivo que leva os irmãos a saírem de carro e sofrerem o acidente, dando início a toda história, é fraco, mas podia passar bem se tivesse sido melhor desenvolvido. A cena do acidente de carro também está mal construída. Tirando os 4 protagonistas, os demais atores e contextos se assemelham a novelas caricatas.
Mesmo assim, o drama é bom porque as paisagens salvam, a atuação dos atores também salva, a Jan está perfeita e a série garante boas risadas.
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Típico relacionamento tóxico
Khai é apaixonado por Third, seu melhor amigo de anos. Third é o rei do engate na faculdade e sobra sempre para Khai resolver os problemas amorosos que ele arruma. Na maioria das vezes ele trata Khai com desconsideração e sempre o deixa em segundo ou terceiro plano. Quando Khai resolve tentar confessar seu amor a Third percebe que todas as suastentativas são falhadas e desisti. Enquanto isso, Third percebe que Khai gosta dele e resolve beijá-lo chamando-o pelo nome de uma menina, fingindo estar bebado só para que ele fique com raiva e deixe de gostar dele. Só essa cena já é doentia o suficiente para classificar como Third como tóxico.Depois de sofrer horrores, Khai finalmente decide seguir em frente e deixar Third para trás porque convenhamos nem como amigo serve. É nesse momento que Third, ao perder a companhia de Khai, percebe que gosta dele e resolve então reconnsquitá-lo. Depois de tudo o que ele fez, Khai ainda vai desculpá-lo e aceitá-lo novamente. Isso não é teoria do amor, isso é dependência emocional e não deveria ser tratada de animo tão leve em uma série juvenil porque os adolescentes tendem a achar que esse seria um comportamento aceitável.
Khai até podia aceitar Third de volta, mas deveriam ter uma parte do drama em que se deveria mostrar que o comportamento do Third não foi aceitável desde o início, que foi tóxico, abusivo. Que não foi simplesmente idiota ou cretino... foi bem mais que isso.
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Esperando pela sequência
Aquela série que você não espera nada e que te surpreende.Para começar ela está mal classificava pois também se encaixa no tema fantasia, pois o enredo gira em torno das pessoas com habilidades especiais.
A série é intensa do início ao fim, não se perde no roteiro, não se perde em flashbacks e nem em dramas desnecessários para preencher tempo de episódio. O elenco foi tão bem escalado que eu nem acredito que é o Pavel no papel do Babe (vamos comparar o Pavel em Melodia do Café e aqui em Pit Babe). E as cenas dramáticas mais intensas estão tão bem feitas que a gente chora junto com o Babe.
É claro que nem tudo é perfeito e existem cenas que podiam ter sido melhor elaboradas. A atuação do Pooh em alguns momentos me deixou na expectativa pq ele fica só parado a olhar intensamente para o Babe e eu fiquei sem saber se ele não conseguiu desenvolver bem o momento ou se foi falta de falas no roteiro, mas isso não compromete a série em geral.
Também acho que faltou completar o final com o destino das crianças a serem vendidas, mas isso provavelmente ficou para a temporada 2 que estreou em maio desse ano.
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Boring...
A ideia do Nosso Céu 1 e 2 é muito boa porque todo mundo gostaria de ver mais um pouquinho daquele casal de protagonistas de uma série que adorou.Onde está o erro na série? A falta de roteiro para as continuações. Eram para produzir apenas 2 episódios, não pode ser tão difcíl criar qualquer uma dinâmica extra. Mas, os roteiristas resolveram investir em histórias sem sentido de troca de corpos e viagens no tempo na maioria dos dramas. Tirando o Conto de Mil estrelas e Um chefe e um Bebê, todos os outros ganharam sequências sem sentido.
Bad Buddy foi o pior de todos porque traz uma sequência que na verdade se passa no meio da história anterior. Eu percebi a ideia dos produtores que foi de juntar numa única sequência de 4 episódios os 2 casais mais queridos da GMM : Pran/Pat e Phupha/Tian.
Bad Buddy já foi uma série que apesar do sucesso (porque é realmente muito boa) teve um final que deixou a desejar uma vez que eles terminam juntos sem estar propriamente juntos. A sequência deveria ter tido a chance de mostrar que eles conseguiram passar por cima dos problemas das famílias e realmente ficarem juntos, mas ao invés disso temos uma volta no tempo onde eles estão novamente ainda na faculdade preocupados em fazer uma peça de teatro. Cabe ainda mencionar o fato de que quando Nosso Céu 2 foi filmado, o Ohm estava bem diferente de quando filmou Bad Buddy (bem mais magro e com o cabelo comprido), o que não se encaixa num retorno dentro do tempo proposto.
Outra sequência que deixou a desejar foi o de "Não me abandone jamais". Além da viagem no tempo, temos o Nuengdiao que volta dos EUA depois de 4 anos fora e simplesmente resolve dizer ao Palm que vai ficar mais 2 anos fora para fazer o mestrado antes de assumir a presidência da empresa. Mestrado em que? Já era confuso o fato dele decidir assumir os negócios da família, mas ir para os EUA cursar música.
Enfim, a ideia foi muito boa, mas mal desenvolvida.
A sequência do Conto de mil estrelas ficou impecável.
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Uma comédia besteirol
Não gosto do enredo todo em si e em muitos momentos disse para mim mesma que não ia mais assistir ao capítulo seguinte (de tanto ódio), mas acabei por assistir todo porque a produção da série fez um ótimo trabalho. O Earth finalmente conseguiu um papel em que pode mostrar todo o seu talento na atuação porque eu mal consegui reconhecê-lo no primeiro episódio. Ele devia fazer mais comédias porque tem muito jeito para isso.A série é uma comédia do tipo besteirol. O heng é aquele personagem que ao primeiro contato você se pergunta: De onde saiu isso?... Depois você se acostuma e percebe que "ok, é a personalidade do personagem ser um adolescente viciado em jogo aos 30 anos", uma criança grande. E ele vai te conquistando com o passar dos episódios.
Depois a gente fica com pena porque ele é assediado pelo chefe, de uma forma suave, mas é assédio. É assediado pelo colega de trabalho que o agarra no chuveiro quando ele está nu, desprotegido e contando que se sente desconfortável porque o chefe se confessou para ele, mesmo sendo um homem. É uma cena que é para ser engraçada, mas se analisarmos friamente é uma agressão porque é nesse momento desprotegido que o colega lhe dá um beijo sem pedir permissão.
Depois de vários acontecimentos, ele percebe que está apaixonado pelo colega de trabalho e a partir daí não tem receio de expor os seus sentimentos. Mas, aquele que fez de tudo para lhe conquistar depois se mostra possessivo, egoísta e muitas vezes agressivo na convivência.
Ele é abandonado (essa cena foi uma das que mais me matou de ódio porque ele é empurrado no chão e se agarra a perna do outro a implorar para ele não o deixar. Acho que podiam ter cortado essa cena humilhante do personagem), mas espera 1 ano para que seu amor o queira de volta.
Na cena do quase casamento com o chefe não entendi porque não apareceu a mãe dele e como ela aceitaria esse casamento homossexual se foi exatamente, o fato dela querer que ele se casasse com uma mulher e tivesse filhos, o suposto "motivo" para o Mó deixar o Heng.
Como essa é uma adpatação japonesa, podemos esperar a sequência em breve.
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Bom enredo
Suspense, investigação e uma sequência de fatos que faz nossa imaginação ficar a trabalhar o tempo todo para descobrir quem é quem e mesmo quando achamos que já encontramos, acabamos por ter dúvida novamente.O drama é muito bom, toda a parte do suspense foi tão bem desenvolvida que o romance ficou em quinto plano e não convenceu. Eu descartaria a parte do romance porque ficou dispensável na história.
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Nao é um romance fofinho
Essa série foge do comum que se espera. Primeiro, por causa do Earth/Mix a gente espera que seja mais um romance de olhares românticos e confusos entre eles. Mas, isso já é desfeito no primeiro episódio com uma noite de sexo sem compromisso e que a gente depois então fica a imaginar que a série vai seguir essa linha, mas isso não acontece. Temos aqui 2 personagens centrais, maduros e bem resolvidos, a pesar das suas questões sobre a vida de cada um. Não é um romance fofinho, mostra a dualidade que é mais comum na vida real.O que eu não estava a espera era que surgisse um casal secundário, que se vai formando aos poucos sem a gente dar conta e eles roubam a cena e acabamos por torcer mais por eles e esquecer dos protagonistas em determinado momento. O personagem do sobrinho adolescente com insatisfação crônica que tinha tudo para ser o ponto chato do drama se transforma em grata surpresa ao protagonizar o casal mais fofo e irresistível com o seu amigo surdo.
Ponto contra que eu poderia colocar é que o personagem do Earth foi pouco desenvolvido no roteiro e ao meu ver, ele deu o máximo com o mínimo que lhe foi oferecido porque em muitos momentos ele simplesmente não tem fala nenhuma, fica de expectador da situação.
Mas, no geral a série é boa. Vale a pena assistir.
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Inaceitável
Começou bem e parecia ser um bom drama até o episódio 8, daí para a frente o personagem Theo ficou insuportável. O final é simplesmente injustificável. Theo resolve ter um ataque de infantilidade e se comportar como se fosse uma criança de 5 anos diante da separação dos pais. Trata mal o Akk, não pede desculpas e ainda o apresenta apenas como amigo. Depois vai embora e o larga para trás sem grande satisfação e é o Akk que tem que correr atrás dele no final e se mostrar "merecedor de estar com ele". Rídiculo. Simplesmente inaceitável.Os roteiristas erraram feio.
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Polêmico
A história é bastante original. Em muitos momentos a gente fica na dúvida se é um relacionamento abusivo, tóxico ou fofo. Acho que só o questionamento de vários aspectos da relação do casal principal já torna a série válida.Temos aqui um casamento arranjado por 2 famílias, mas que os noivos em questão se amam. Um sendo bem mais velho tenta controlar o mais novo e a gente passa a série a se perguntar se ele está sendo abusivo ou protetor. O Kilan força uma convivência antecipada ao obrigar o Nukuea a morar com ele enquanto esse está tentando romper o noivado porque acha que não é amado devido às atitudes frias do Kilan. Começa um jogo de gato e rato onde às vezes fica a parecer que o NuKuea está sendo forçado a uma maior intimidade com o Kilan. Por outro lado, o NuKuea é um menino mimado, único filho de uma família rica que não demonstra nenhum interesse em ajudar a família. Passa a vida a queimar dinheiro com hobbies extremamente caros e depois se sente ofendido quando a família entrega ao Kilan a responsabilidade de cuidar dos problemas financeiros que estão a enfrentar. Chora por tudo e por nada.
Começa a série triste porque deseja de se sentir mais amado e ter mais intimidade com o noivo, quando isso finalmente acontece fica a fazer doce como se fosse uma eterna virgem. Nos momentos mais íntimos está sempre a dizer não, quando demonstra querer dizer sim, o que faz parecer que o outro o está forçando, o que pode trazer desconforto aos telespectadores mais sensíveis.
Mente descaradamente a série toda por algo que ele criou como barreira na mente dele e no final ainda usa isso como desculpa para fazer o Kilan passar uma vergonha gigantesca ao ter seu pedido de casamento rejeitado na frente de todo mundo no dia da festa de aniversário do pai. Pensei que eles fossem terminar ali, mas ao invés disso o Kilan o perdoo e ainda foi atrás dele a pedir desculpa como se fosse ele o errado (odiei, mas ao mesmo tempo ganhou meu respeito porque a cena seguiu um caminho que eu nao estava a espera).
Só com o desenrolar da série é que (estando bem atento) nós vamos perceber que o Kilan antecipa a ida do Nukuea para morar com ele porque vai ter que vender a mansão da família.
O casal secundário é totalmente dispensável porque o argumento e enredo é péssimo, a atuação dos 2 atores também é ruim. Só o toque de recolher quem um impõe ao outro já é abusivo o suficiente para ser dispensável na série.
O que salva no plano de fundo é o terceiro casal formado pelo Tutor e pelo Ain que são muito fofos e foi construído gradual e naturalmente ao longo da série. Eles roubaram o protagonismo do segundo casal.
A OST é a melhor que eu vi até agora nos dramas tailandeses, aliás o NuNew é o melhor ator que canta, ele realmente canta bem.
Ainda precisa pegar mais experiência na atuação, mas sendo o 1º trabalho dele acho que se entregou ao máximo ao personagem.
Nós conseguimos ver uma grande melhora na atuação dele do Cutipie 1 para o Cutipie2
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Um romance sem romance
Não há muito o que dizer sobre a série, ele se resume bem na definição de que é um romance sem romance.O protagonista está apaixonado pela colega que parece sofrere de uma maldição. Então, ele dedica a vida (literalmente e até mesmo a colocando em risco) para tentar salvá-la da maldição. Ao descobrir que não pode salvá-la, ele tenta descobrir uma forma de ficarem juntos. Tudo isso aocntece sem que eles realmente possam ficar juntos e quando, no último capítulo, o problema parece resolvido, simplesmente não há grande química entre os atores.
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Faltou química
A série começa bem, o primeiro encontro entre os protagonistas tem uma fala que faz você pensar que vai ser um drama fofo e romântico com bastante interação entre os personagens.Esqueça isso. Até metade do drama, nós acompanhamos o Tyne a tentar perceber seus sentimentos e resolver sua confusão interna de se sentir atraído por outro homem, já que até então ele só havia namorado meninas. Até aí ok! Ao mesmo tempo descobrimos que o Sarawatt apaixonou-se pelo Tyne a 1ª vista em um único encontro ocorrido há mais de 1 ano e que procurava por ele durante todo esse tempo. A história parece linda. Mas depois que eles resolvem seus conflitos internos e medos e resolvem ficar juntos, o que nós vemos é um casal de namorados que mal se encosta (não, eu não estou falando de pegação). Não há abraços, mãos dadas, carinho, beijos. São muitas falas onde os 2 personagens estão completamente apaixonados um pelo outro, mas nao há linguagem corporal que corrobore isso. O que nós vemos, é que escalaram 2 atores hetero que visivelmente não estavam confortáveis em interpretar uma casal gay.
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Decepção
O tema é criativo e com grande de margem de roteiro, então porque não exploraram o tema ao máximo?A série começa muito bem e cativa até o terceiro episódio. O tema é que existe no mundo a surdez temporária em dias de chuva onde se pode ouvir a voz da sua alma gêmea. Então temos aqui a história de Tai e Phat. Phat abraça a ideia de ter uma alma gêmea e Tai a rejeita. Não fica claro do porque que o Tai rejeita a ideia da alma gêmea só porque os pais se separaram, é somente lá pelo terceiro episódio é que fica claro que os pais também sofrem de perda auditiva e são a alma gêmea um do outro, então eu passei os primeiros capítulos a tentar entender o porque de todo o drama que o Tai faz pela separação dos pais, uma vez que ele já é um adulto.
Ele deixa a sua alma gêmea à espera por uma resposta durante 2 anos, ok! Dá para entender. Daí, ele o reconhece na cafeteria... Não ficou claro como e em que momento ele o reconheceu. Os dois aparentemente se apaixonam à primeira vista, mas o Phat não percebe que o Tai é sua alma gêmea. Então Phat resolve desistir da sua alma gêmea para investir em Tai sem saber que os 2 são a mesma pessoa. Nesse meio tempo ele beija alguém e Tai o ouve, ficou muito estranho porque entao ele deveria estar divido entre a sua alma gêmea e o Tai, mas mesmo assim ele ainda beija outra pessoa que ficamos sem saber quem era e à espera que fosse uma mal entendido.
Ao mesmo tempo surge uma terceira pessoa que é o Lomfon por quem o irmão do Tai vai se apaixonar e que hora dar indicação que tbm se sente atraído pelo irmão do Tai e hora dá indicação que sente atraído pelo Tai. Todas as cenas em que Tai e Tomfon estão juntos faz-nos duvidar quem é afinal o casal de protagonistas, porque o Tai fica a fazer cara de encantado para ele. Não dá para perceber porque ele parece corresponder ao Tomfon.
Depois, do nada, Phat descobre que Tai é sua alma gêmea e eles já começam um relacionamento muito cedo e de repente sem grande enredo, mas Tai continua a fazer "olhinhos" para Tomfon toda vez que o encontra. Faz parecer que vai surgir um triângulo amoroso numa série que tem como tema alma gêmea.
Num dia de chuva, Lomfon começa a apresnetar sintomas da mesma perda auditiva e consegue ouvir Tai a falar com Phat, então já não é mais alma gêmea é trigêmea. Que confusão de enredo.
Daí aparece a ex namorada do Phat, então descobrimos que foi a ex namorada que ele beijou e beija mais uma vez... OK, é ela que o beija, mas ele deixa.
A série é preenchida metade do tempo por longos flashbacks, o que a deixa muito aborrecida de acompanhar.
Lá pelo 9º episódio, eles descobrem que foram vizinhos na adolescência e mantiveram uma comunicação por bilhetes... LOL eles eram vizinhos, atiravam bolinhas de papel com mensagens da janela para o quintal um do outro e nunca viram a cara um do outro. Muito forçado.
Voltando ao Lomfon, ele está sempre com o irmão do Tai, mas mesmo assim continua a investir em Tai até que ele chama Tai para sair, Tai aceita e ainda mente para para o Phat dizendo que estará ocupado com coisas do trabalho. Lomfon o beija, ele aceita e não faz nada e depois se faz de vítima em relação ao triângulo amoroso e à reação de Phat. É um personagem ambíguo e irritante. Daí o que se segue é uma sequência interminável de drama, drama, drama, drama e mais drama.
Personagens ficaram perdidos na trama. Porque fazer uma família de 4 irmãos onde somente 2 aparecem nas narrativas e 2 fazem figuração 2x ao longo da série toda?
No último episódio tudo se resolve, Lomfon já não gosta mais do Tai, prefere seu irmão e todo o excesso de drama que houve na relação do Phat e do Tai somem instantaneamente.
Daquelas séries que você começa com grande expectativa e te fazem passar raiva.
Não voltaria a ver.
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Decepcionada
Essa foi uma série tão falada que eu assinei um canal de streaming exclusivamente por causa dela, mas quando fui assistir fiquei muito decepcionada.A ideia é criativa, o elenco é de peso e a produção de grande orçamento. A composição ideal para fazer uma excelente série.
O primeiro episódio foi ótimo, aquela cena de luta do Posche com visual de artes marciais faz a gente pensar que vamos ter essa qualidade visual em toda a série. Esqueça! Logo na sequência, na próxima luta dele, ele perde até para o Kinn. Se o Kinn luta tão melhor que o Porsche porque ele ficou parado à espera enquanto o Porsche o salvava derrubando 6 homens sozinho de uma vez só, lá no primeiro capítulo? Já comecei a ficar confusa.
O ator que faz o Porsche tem 30 anos e está a fazer um personagem com 23 anos, mas nem esteticamente e nem na história de vida do Porsche condizem com alguém de apenas 23 anos, ficou forçado. Me pareceu, que na tentativa de tornar mais jovem o personagem, o ator se perdeu em um comportamento muitas vezes com movimentos de corpo infantilizados, o que ficou muito estranho para um homem muito alto, musculoso e a trabalhar como guarda-costas.
Mesmo com essa confusão inicial, a história vai se desenrolando e eu continuei na expectativa. Aí, o Porsche é drogado e quase violado pelo Vegas, mas o Kinn chega a tempo de salvá-lo e é o Kinn que acaba por violá-lo. Fiquei em choque. Sim, foi o Porsche que começou a se esfregar no Kinn, mas ele estava completamente drogado, qualquer um que quisesse ter relações com ele, ele não ofereceria resistência então não faz diferença se era o Kinn por quem ele estava começando a se interessar ou qualquer outra pessoa, isso é violação sexual. Quando eu percebi que a cena se encaminhava para esse absurdo, ainda pensei, eles vão amenizar a cena colocando o Porsche como ativo (até porque era ele que era hétero até o momento), mas o Porsche é o passivo e a cena faz parecer mesmo uma violação porque na manhã seguinte ele está deitado na cama triste, deprimido e com o Kinn sentado a dizer que chegou a tempo de salvá-lo. Não há mais nenhuma conversa entre eles, a não ser o Kinn a tratá-lo mal nas cenas seguintes.
Depois, os dois são sequestrados. O carro em que estão é perseguido pelos guarda-costas do Kinn que conseguem interceptar e matar os sequestradores. Mesmo assim, do nada, os dois aparecem depois perdidos numa floresta. Como eles saíram do carro e entraram para uma floresta se os guarda-costas estavam mesmo ali na frente do caminhão para salvá-los? LoL
Durante o tempo em que estão perdidos na floresta aparecem a rir e a conversar como se nada tivesse acontecido enquanto o Porsche estava drogado. LoL LoL LoL
Ok! O Kinn pede perdão, mas já é bem depois. Mesmo assim, como se pede perdão por ter invadido o corpo de alguém enquanto esse alguém não está totalmente consciente do que está a fazer? Isso é muito perturbador para mim.
Depois daí meu nível de choque e insatisfação já estava irreversível.
Mas, vai ficar pior.
Vegas prende o Pete por espioná-lo e estragar os planos dele. Ok! Ele é um gangster do mal, o vilão. OK! Eu entendo. Seguem-se cenas de tortura muito fortes, com espancamento, choque elétrico nos testículos, chicotadas. Pete fica todo arrebentado e mesmo assim acaba por se apaixonar pelo seu torturador sádico e ainda transa com ele enquanto está amarrado e acorrentado. Tudo bem ele gostar de BDSM, e ter sido totalmente consentido, mas ali já estava demais. Síndrome de Estocolmo romantizada, com agravante de tortura.
Vou pular para o final, onde a mãe do Porsche reaparece do nada após viver escondida na casa do Kinn sem que ninguém tenha dado conta da sua presença em 10 anos. Ela está supostamente sem memória porque tentou suicido com medicamentos e isso afetou o cérebro dela, somente na memória. Não faz o menor sentido LoL LoL LoL LoL
O comportamento estranho da mãe do Porsche e uma frase enigmatica do pai do Kinn ("a história é contada pelos vencedores") deixam a gente com a pulga atrás da orelha sobre qual é a versão verdadeira da história dessa família e ficamos sem essa resposta no final quase como se fosse ter uma sequência. Isso, foi uma coisa interessante no roteiro.
Embora tenha passado a série toda a dizer que seu sonho era abrir um bar de praia, Porsche aceita se tornar um dos chefões da máfia, mesmo sabendo que isso vai colocar a vida do irmão em risco constante. LoL LoL LoL
Uma sequência de coisas sem sentido estragaram a série que tinha tudo para ser expetacular.
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Um pouco irritante
Esse é um BL com roteiro sem tema, perdido do início ao fim porque o Seon Yul vai para o interior fugir dos seus problemas, ao mesmo tempo que faz uma imersão na vida rural. Chegando lá, ele nada faz, o único dia em que vai ajudar simplesmente larga tudo e volta p casa, ele está sempre em casa. Existe aquele choque cultural inicial entre pessoas citadinas e rurais, mas a gente espera que com o desenrolar da história ele vá se ligando à comunidade, mas isso não acontece. O avô viajou, o tempo passou e ele nunca mais voltou e não há explicação sobre isso, ficou perdido na história. A primeira cena é daquelas para chamar atenção porque dá entender que vai acontecer uma coisa, mas acontece outra, porém não foi dada continuação e nem há explicação, também ficou perdida na história. Os dois protagonistas tem zero química.Mas, o que estressa mesmo, mesmo, mesmooooooooooooooooooooooooo é o personagem principal que eu não sei se era propositadamente chato ou se foi o ator que não conseguiu compor a personagem. O Ye Chan fala e age como se tivesse 10 anos de idade, inclusive fazendo beicinho e é tão forçado que várias vezes fiquei com a impressão de que o personagem tem algum comprometimento cognitivo.
Irritou tanto que eu tive que pular as cenas para conseguir assistir até ao final e olha que são apenas 8 episódios de 20 minutos.
Eu não espero muito roteiro dos BL's coreanos. Exatamente por ser um país mais conservador, podemos observar que os BL's coreanos são bem abaixo dos tradicionais doramas que consagraram o país no meio audiovisual. Temos aqui orçamentos bem mais limitados e dificilmente os atores que fazem BL na Coreia conseguem sair do stigma e trabalhar também em outras produções maiores por conta do preconceito social. Por causa disso, o casting é limitado fazendo com que os roteiros concentrem-se em enredos simples e com núcleo de personagens reduzido. Ok! Isso é fácil de entender, mas às vezes a falta de conteúdo no roteiro não pode ser justificada só por isso.
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Doentio
Péssimo. Romantizar uma relação tão tóxica e abusiva, baseada em idolatria, servidão e bullying.Não sei quem precisaria mais de terapia ali... os dois personagens principais ou a equipe de roteiro.
Na sequência 2 e 3 , nem o próprio personagem principal consegue entender a adoração que o outro tem por si.
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