Editorials
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Welcome To Samdalri
Eu gosto muito de histórias que se passam em Jeju, e Welcome To Samdalri é uma dessas histórias que trazem um sentimento de aconchego tremendo. Gosto muito dos personagens dessa história. Sam-dal, de início, pareceu distante e arrogante para mim, como alguém que “subiu na vida” e esqueceu de onde veio. Mas a narrativa se encarrega de desconstruir essa ideia com muita sutileza: a vida na cidade grande cobrou demais, e essa cobrança a tornou ríspida e dura. Com o tempo, fui percebendo que ela tinha essa vulnerabilidade e a nossa conexão passou a existir. Seu amadurecimento na história me tocou muito e me deixou muito contente. A relação com Yong-pil é muito preciosa. Ele já é precioso por si só: sempre prestativo, amoroso, cuidadoso, valoriza a comunidade local, cuida da cidade e das pessoas… e eles têm um passado. Não é só uma história de amor, mas uma ligação daquelas que se formam quando duas pessoas crescem juntas. A forma como o amor deles se reconstrói com calma, presença e sem pressa é o ponto alto do drama para mim.Outros personagens da trama também são especiais: os amigos são elementos importantes na vida de Sam-dal e as irmãs são o porto seguro dela. Gosto tanto da irmã mais nova de Sam-dal, uma mãe solo forte e resiliente, e como são fofas as cenas com sua filha e o desenvolvimento de uma nova relação com o pesquisador de golfinhos! A irmã mais velha, por sua vez, é a que menos me encantou, mas reconheço que ambas trazem camadas preciosas pra história, reforçando como os laços familiares são essenciais. Os pais das irmãs são personagens incríveis também! A mãe é uma que, no início, parece apenas submissa ou conciliadora. Mas aos poucos vamos percebendo o peso que ela carrega em silêncio.
O drama todo é recheado de pequenas cenas que não são sobre reviravoltas dramáticas, mas sobre pessoas reais, com dores reais, tentando encontrar um caminho para o afeto em meio às perdas. Ao final, refleti sobre como é bom demais ter um lar para voltar, quando se precisa descansar, recomeçar e ressignificar as coisas e a vida. Voltar para casa pode não é um retrocesso, mas uma chance de recomeçar com mais maturidade, mais consciência e mais compaixão. Obrigada, Welcome To Samdalri, por ter me lembrado disso!
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Reborn Rookie
Um dos melhores do ano até agora!O que mais me conquistou em Reborn Rookie foram os personagens. Fazia tempo que eu não via um elenco tão consistente, praticamente todos conseguiram me envolver. Aliás, os antagonistas foram um dos pontos altos da história: eu não gostava deles como pessoas, mas foram tão bem construídos que roubavam a cena sempre que apareciam. A premissa também é boa, mesmo que o tema de troca de corpos seja muito comum, conseguiram fazer uma história muito coerente e bem conduzida.
Meu único incômodo ficou com o episódio final. Mas foi algo pequeno. Só achei que o conflito poderia ter sido encerrado um pouco antes, dando mais espaço para desenvolver alguns outros desfechos. Ainda assim, esses detalhes não diminuíram em nada a experiência boa.
No fim, Reborn Rookie é história criativa, original e com personagens memoráveis. Me envolveu do começo ao fim!
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Spring of the Blade
Apesar de algumas pequenas frustrações que tive, não consigo dar uma nota menor para Spring of the Blade. Na verdade, ele foi excelente durante uma parte muito grande da exibição. Comecei totalmente envolvida, principalmente nos primeiros episódios. Xu Kai e Zhou Ye carregam o drama nas costas, especialmente pela química e pela dinâmica pouco convencional dos personagens.Eu amei a Qingyuan como uma mulher estratégica, ativa e muito mais interessante do que a versão da novel, que eu já havia lido. Ela pode não ter habilidades de luta, mas é muito inteligente. Ela sabe observar, manipular situações, usar as expectativas das pessoas contra elas e tomar decisões por conta própria. Gosto muito de protagonistas femininas que não precisam ser transformadas em guerreiras para terem agência. Amei ainda mais Yan Rui/Shen Run como um personagem ambíguo, provocador, autoritário e estrategista. Amo personagens assim, meio problemáticos rs
Queria mais desenvolvimento pros dois. Sinto que teve pouco, principalmente ali na reta final. Com todo o conflito da família Xie rolando, eles ficaram mais de lado...
Foi uma jornada boa, apesar de pequenos problemas. Eu não atribuo esses problemas à história e muito menos aos atores. Acho que foram principalmente problemas técnicos, de edição e de execução, que impediram o drama de ser melhor. Não sei o que aconteceu nos bastidores para que algumas cenas precisassem ser reutilizadas, para que houvesse cortes tão abruptos em algumas cenas e para que tantos acontecimentos fossem desenvolvidos tão rapidamente. Ao final senti que várias lacunas ficaram. Queria que ele tivesse sido mais do que foi, porque tinha muito potencial.
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Would You Like A Cup Of Coffee
Uma história aconchegante. A fotografia e o cenário de Would You Like A Cup Of Coffee são a melhor parte dele, pois toda a harmonia construída traz um sentimento de delicadeza que aquece o coração como um café quentinho! A trama se desenvolve bem e em muitos momentos senti que estava ali, dentro do café, rodeada pelos personagens e seus dilemas pessoais. Apesar disso, não gostei de alguns dos desdobramentos da história e acho que poderia ter tido algo a mais para complementar ela ao final do drama. Mesmo assim, vale a pena assistir em um dia ruim.Was this review helpful to you?
When I Fly Towards You
Um belo dia, resolvi dar uma chance para assistir um C-drama pela primeira vez e When I Fly Towards You foi a minha escolha. Desde então, ele sempre vai ter um lugar muito especial no meu coração! Ele me trouxe uma sensação de nostalgia da adolescência e dos tempos de escola muito especial. Durante todo a história, todos os amigos passam pelo primeiro, segundo, terceiro ano… eis que chega a faculdade e vem aquele apertozinho no peito pois é ali que todos percebem que nada mais será como antes. Mas as memórias sobrevivem e elas são intocáveis.O casal principal é especial e o vínculo ali é forte. Ambos crescem juntos a cada ano que passa, amadurecem e se tornam cada vez mais parceiros, e a relação não se abala, mas se fortalece com as dificuldades. O casal coadjuvante também tem seu valor e todos os personagens individualmente são excelentes. Ao final, é muito bonito olhar para trás e ver a jornada de todos desde o início que aquele grupinho foi se formando, no primeiro ano até o momento presente, onde já são adultos e têm suas carreiras. A juventude é uma dádiva, e eles viveram ela intensamente e de uma forma linda a ficar marcada para sempre neles, e fica também em nós, que os acompanhamos.
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