🎬🎀🔁 | por fim, vou deixar aqui quais desses 41 bl's foram os reassistidos do ano
• Bad Buddy • The Eclipse • Hidden Agenda • Between Us • Love In The Air • Moonlight Chicken • Pit Babe • Century Of Love • 2gether • My School President • We Are • 1000 Stars
me despedindo de Revenged Love com uma dor no coração que eu não esperava vir junto ao fim. porque apesar dos tropeços e de achar que algunas coisas mereciam um desenvolvimento condizente; apesar de ter esperado mais do final... foi gostoso. foi gostoso ver o amor brotar e criar raízes onde a confiança, antes, não era fertilizante. e... chegamos até aqui, não é? conseguimos alcançar a linha de chegada mesmo com tudo o que aconteceu durante o percurso. 🫂
Reset, você sabe que foi A fodona. eu não vejo a hora de reorganizar meus pensamentos. não vejo a hora de escrever sobre você!
🔃 — 12.08.25 "Agora entendi porque eu renasci... foi para encontrar o seu amor!"
Imagine-se estar no auge do sucesso. No palco principal do seu sonho. Segurando o prêmio mais desejado da sua carreira. Amando incontrolavelmente e acreditando fielmente ser amado na mesma medida. O mundo inteiro debaixo dos seus pés. E, num corte brusco, imagine-se enfiado dentro do vazio. Imagine-se morrendo. Imagine-se tendo a chance de dar um RESET. Não para mudar o passado, mas para existir de outra forma dentro dele. Essa é a promessa que Reset CUMPRE. Não com pressa, não com truques fáceis, mas com a precisão de quem sabe que o tempo é um personagem tão cruel quanto necessário. A morte no auge. O despertar vinte e seis anos antes, no início de tudo. A mesma vida, mas um homem quebrado habitando o corpo jovem que um dia foi seu. Cada gesto é uma encruzilhada dividida entre repetir ou reconstruir. Reset te coloca em um território de segunda chance sem te dar mapas. O passado não vem limpo; vem carregado de dores conhecidas, de traumas que ainda não aconteceram, mas que já se sente na pele. Reencontrar rostos e saber exatamente como eles irão te ferir. Ter que escolher se vive com o peso do que lembra ou com a leveza do que ainda pode descobrir. Aqui, o ritmo é paciente. Há espaço para o silêncio, para a pausa que deixa o olhar se prolongar mais do que o aceitável. Não existe urgência em nos mostrar como o amor vai nascer, porque, talvez, ele já estava lá, apenas esperando o momento certo para se reconhecer. Cada encontro é um desvio no tempo. Não importa quantos anos recuem no relógio, a conexão parece existir em uma camada que não se dobra a cronologias. A fotografia traduz o que o roteiro não precisa dizer. Os bastidores da fama, as luzes do palco, as ruas noturnas... tudo banhado em um brilho melancólico, como se até as cores carregassem memória. O glamour, aqui, nunca é puro; sempre vem com o peso de um olhar cansado, de um sorriso que sabe o quanto custou para existir. Reset não se contenta em ser uma história de vingança ou de romance. É uma autópsia emocional. É abrir o corpo da própria vida e observar, com calma, o que ali foi escolha e o que foi rendição. É aprender que o verdadeiro reset não está nos eventos, mas na forma como se decide sentir diante deles. Reset não é sobre apagar o que não te dar esse direto. É sobre como atravessar de forma diferente. Reset é sobre aprender a habitar o próprio tempo com mais honestidade. E essa honestidade crua, falha, inegociável, é mais transformadora do que qualquer prêmio, qualquer glória, qualquer aplauso. Reset é sobre um amor tão grande ao ponto de voltar e não se esconder mais. É sobre, sem dúvidas, ter sido um dos melhores e um dos meus favoritos do ano! #fãdoquetranscendeu
vou demorar um pouco pra processar que The Next Prince realmente acabou e escrever, registrar... foram 3 anos de espera, mas 14 semanas se passam voando...
Pit Babe 2... tá aí uma coisinha que me deixou com o coração na mão do início ao fim. primeiramente, preciso destacar a diferença estrutural da primeira para a segunda temporada. evoluiu muito no quesito produção, ost, atuações, fotografia... tudo aqui é mais intenso, mais vivo, mais dolorido. tiveram horas que eu queria sacudir os personagens e gritar com eles, porque as escolhas são de fazer qualquer um perder a paciência... mas também são de te fazer entender, compreender. as corridas também estão de outro nível. não é só sobre ganhar ou perder, é sobre o que cada uma significa para quem tá atrás do volante. e não é que em Pit Babe 1 também não tenha sido assim, mas é que essa temporada traz aquela tensão que te faz segurar a respiração, porque cada curva parece carregar o peso do mundo que eles carregam pra si. e quando não são as corridas, são os relacionamentos que te deixam assim. novos amores surgindo do nada, confianças quebradas como se fossem vidro, gente nova entrando só para colocar fogo no que já estava prestes a explodir. e, olha, tem uns personagens que eu só conseguia perguntar: “por que você ainda tá aqui mesmo, amigão?”. tem uns que irritam, outros que você ama sem querer… e alguns que dão vontade de arrancar da tela, de tão contraditórios que são. Pit Babe 2 te faz sentir tudo de uma vez: raiva, ansiedade, amor, tristeza, empatia... e ainda te deixa com a sensação de que você correu junto com eles. mas me decepcionam os hots a cada segundo (tempo de tela que poderia ter sido usado para aprofundar o roteiro). também me deixa xoxa o fato de que: tem coisa em aberto que não deveria ter ficado assim! passamos por 13 episódios batendo em certas teclas, para no fim não termos conclusões sobre algumas delas?????
📍menção honrosa aos meus KimKenta, okay? eles foram únicos e mereciam bem mais... me apeguei de um jeito tão ridículo, que chega a dar pena (eu e meu dom de me apegar a casal que nem casal é, que mal tem tempo de tela e desenvolvimento decente). me entreguei a vocês, criaturas. sejam felizes, por favor.
The Ex-Morning acabou e eu fiquei aqui, parada, sem saber o que fazer com tudo que tô sentindo; sem saber o que fazer com a saudade, sendo que os créditos mal pararam de subir. The Ex-morning é sobre amores que se quebram sem aviso prévio e sem explicações; é sobre um coração que ainda bate pelo outro, mas carrega mágoas que parecem maiores do que qualquer sentimento que restou. Phi e Tam são tão reais que parece que eu simplesmente os conheço. eu entendi as raivas, as defesas, os silêncios... porque, no fundo, amar não é só ficar, e a história deles me lembrou disso a cada episódio. eu sofri com cada olhar que dizia tudo sem dizer nada. eu gritei por dentro quando eles tentavam se aproximar, mas o peso do que já foi machucava ainda mais. não foi fácil ver o Phi, quebrado, tentando reconstruir a própria vida; ver o contraste do passado e do futuro em relação à maneira dele de ser. não foi fácil ver o Tam tentando se proteger da culpa por ter que ir, por ter ido; de ver ele tendo a noção de que tinha o direito de continuar sentindo, mas não o de tocar, o de beijar, o de cobrar... eles caem, brigam, jogam na cara um do outro, se desejam, se amam, voltam ao início... e a gente fica ali, impotente, só sentindo e torcendo para que as coisas em algum momento se resolvam. esse BL carregará a marca de um desenvolvimento impecável; a marca de que a química dos KristSingto segue intacta e que o retorno deles jamais terá sido em vão; das referências ao real que me deixaram mil vezes mais apaixonada por cada detalhe que vivi às quintas-feiras. The Ex-morning é sobre recomeços; sobre amores que deixam cicatrizes, mas que também nos lembram do que é ser humano. eu queria poder voltar no tempo e assistir de novo, de novo e de novo. do zero, sem saber de nada, só pra sentir esse turbilhão pela primeira vez muitas outras vezes. The Ex-morning foi sobre... sair de um dos "talvez eu nem assista" para um dos meus favoritos deste ano. eu amei cada pequena coisa desde o dia que decidi dar uma chance ao primeiro episódio; amei cada pequena coisa desde o girassol morto na mesa do quarto até os arranjos frescos do final. E QUE FINAL!
"— obrigada por voltar. — obrigada por me esperar."
obrigada por tudo o que eu senti até aqui. obrigada, senhores casadinhos de todas as formas que merecem ser. babai ❤️🩹🫂
This Love Doesn't Have Long me surpreendeu de uma maneira tão, mas tão positiva, que fez eu me arrepender amargamente por não ter assistido durante o lançamento. a comédia bobinha te cativa de imediato, mas não se deixe enganar por ela. os problemas também estão escancarados e em algum momento eles precisarão ser resolvidos. inclusive, eis algo que me chamou muita atenção: o contraste de emoções do início com as do meio e as do fim. a forma como elas vão evoluindo gradativamente, tanto as positivas quanto as negativas, até que explodem. chega um momento que você simplesmente olha e diz: okay, as coisas estão começando ficar sérias por aqui. nada de gracinha. a química e atuação dos atores são inquestionáveis pra mim e o desenvolvimento é bom, embora algumas coisas aconteçam rápido demais;
📍relacionamentos: • nunca irei superar a maneira como o Oab vai recuperando aos poucos a paixão por cuidar de tudo aquilo que ele mais ama na vida por causa do Wan; o Wan obcecadíssimo pelo cheiro de manjericão que o Oab exala pra cima e pra baixa e o Oab voltando a fazer Granita; a forma como eles vão se atraindo, se apaixonando, se amando, se quebrando, fazendo pedidos entre restaurantes e... se dando chances.
• o Methas conquistou o JJ no cansaço, né?! pqp... mas é linda a forma como o JJ fica, cuida e dá suporte mesmo o Methas sendo um rabugento que só pensa em dinheiro e em investimentos (a história dele explica muita coisa); o JJ não abaixando a cabeça nunca, se dando o devido valor, e o Methas aprendendo aos poucos a não olhar apenas pra si mesmo; o JJ se entregando, o Methas renunciando a coisas que fazem uma diferença gigantesca dentro do que ele se tornaram.
o último episódio e o peso emocional que foi depositado nele fez com que este fosse o meu preferido. que atuações, meus amigos, QUE ATUAÇÕES! no mais, foi um dos pouquíssimos BL's que maratonei com gosto esse ano, e isso diz muito sobre o quanto ele me prendeu e me conquistou.
I Promise I Will Comeback é sobre o amor que nasce sem aviso prévio; o amor que não é refém do tempo para que cresça. é sobre amar no silêncio; no grito. é sobre o amor ser lindo independente de onde, como ou quando aconteça. é sobre deixar ir na esperança da volta. é sobre deixar ir. é sobre deixar que doa. é sobre também ir. e apesar de ser tudo isso, eu confesso não compreender a montanha-russa de sentimentos que esse BL me causou. acredito que me prepararam para tudo, menos para shippar "errado". menos para lidar com o fim. amor e dor. I Promise I Will Comeback é sobre o amor e como às vezes ele pode simplesmente ser dor.
enrolei muitíssimo pra assistir o último episódio de Boys In Love, ta?! simplesmente não queria deixar ir embora. foi gostoso acompanhar. foi mágico ver e sentir a evolução deles. me senti uma mãe orgulhosa, observando os filhos dar uma infinidade de passos sozinhos porque "a gente não pode se impedir de crescer". amo eles! amo mesmo! foi uma construção bonita, sabe?! abordou assuntos e sentimentos da adolescência com seriedade, mas também com leveza. primeiras paixões, primeiros amores, autocobrança, saída do ensino médio, será que vou conseguir entrar numa faculdade? devo ir? devo ficar? responsabilidade afetiva... foi incrível e eu vou morrer de saudade dos meus chameguentos. 🫂👋🏻
no fim das contas, Sweet Tooth, Good Dentist foi muito gostosinha de acompanhar. os MarkOhm entregaram exatamente o que as ideias da série propuseram. foi leve, foi divertido, foi dramático na medida certinha para caber em uma comédia. quero mais trabalhos dos meus protagonistas SIM! 😭
• pelo amor de Deus, o beijo deles está entre os mais lindos que já assisti!!!
• Bad Buddy
• The Eclipse
• Hidden Agenda
• Between Us
• Love In The Air
• Moonlight Chicken
• Pit Babe
• Century Of Love
• 2gether
• My School President
• We Are
• 1000 Stars
KEMJIRA foi a maioral do ano pra mim! ☝🏻
porque apesar dos tropeços e de achar que algunas coisas mereciam um desenvolvimento condizente; apesar de ter esperado mais do final... foi gostoso. foi gostoso ver o amor brotar e criar raízes onde a confiança, antes, não era fertilizante.
e... chegamos até aqui, não é? conseguimos alcançar a linha de chegada mesmo com tudo o que aconteceu durante o percurso. 🫂
🔃 — 12.08.25
"Agora entendi porque eu renasci... foi para encontrar o seu amor!"
Imagine-se estar no auge do sucesso. No palco principal do seu sonho. Segurando o prêmio mais desejado da sua carreira. Amando incontrolavelmente e acreditando fielmente ser amado na mesma medida. O mundo inteiro debaixo dos seus pés. E, num corte brusco, imagine-se enfiado dentro do vazio. Imagine-se morrendo. Imagine-se tendo a chance de dar um RESET. Não para mudar o passado, mas para existir de outra forma dentro dele.
Essa é a promessa que Reset CUMPRE. Não com pressa, não com truques fáceis, mas com a precisão de quem sabe que o tempo é um personagem tão cruel quanto necessário.
A morte no auge. O despertar vinte e seis anos antes, no início de tudo. A mesma vida, mas um homem quebrado habitando o corpo jovem que um dia foi seu.
Cada gesto é uma encruzilhada dividida entre repetir ou reconstruir.
Reset te coloca em um território de segunda chance sem te dar mapas.
O passado não vem limpo; vem carregado de dores conhecidas, de traumas que ainda não aconteceram, mas que já se sente na pele.
Reencontrar rostos e saber exatamente como eles irão te ferir. Ter que escolher se vive com o peso do que lembra ou com a leveza do que ainda pode descobrir.
Aqui, o ritmo é paciente. Há espaço para o silêncio, para a pausa que deixa o olhar se prolongar mais do que o aceitável. Não existe urgência em nos mostrar como o amor vai nascer, porque, talvez, ele já estava lá, apenas esperando o momento certo para se reconhecer.
Cada encontro é um desvio no tempo. Não importa quantos anos recuem no relógio, a conexão parece existir em uma camada que não se dobra a cronologias.
A fotografia traduz o que o roteiro não precisa dizer. Os bastidores da fama, as luzes do palco, as ruas noturnas... tudo banhado em um brilho melancólico, como se até as cores carregassem memória. O glamour, aqui, nunca é puro; sempre vem com o peso de um olhar cansado, de um sorriso que sabe o quanto custou para existir.
Reset não se contenta em ser uma história de vingança ou de romance. É uma autópsia emocional. É abrir o corpo da própria vida e observar, com calma, o que ali foi escolha e o que foi rendição. É aprender que o verdadeiro reset não está nos eventos, mas na forma como se decide sentir diante deles.
Reset não é sobre apagar o que não te dar esse direto. É sobre como atravessar de forma diferente.
Reset é sobre aprender a habitar o próprio tempo com mais honestidade. E essa honestidade crua, falha, inegociável, é mais transformadora do que qualquer prêmio, qualquer glória, qualquer aplauso.
Reset é sobre um amor tão grande ao ponto de voltar e não se esconder mais.
É sobre, sem dúvidas, ter sido um dos melhores e um dos meus favoritos do ano!
#fãdoquetranscendeu
foram 3 anos de espera, mas 14 semanas se passam voando...
primeiramente, preciso destacar a diferença estrutural da primeira para a segunda temporada. evoluiu muito no quesito produção, ost, atuações, fotografia...
tudo aqui é mais intenso, mais vivo, mais dolorido. tiveram horas que eu queria sacudir os personagens e gritar com eles, porque as escolhas são de fazer qualquer um perder a paciência... mas também são de te fazer entender, compreender.
as corridas também estão de outro nível. não é só sobre ganhar ou perder, é sobre o que cada uma significa para quem tá atrás do volante. e não é que em Pit Babe 1 também não tenha sido assim, mas é que essa temporada traz aquela tensão que te faz segurar a respiração, porque cada curva parece carregar o peso do mundo que eles carregam pra si.
e quando não são as corridas, são os relacionamentos que te deixam assim. novos amores surgindo do nada, confianças quebradas como se fossem vidro, gente nova entrando só para colocar fogo no que já estava prestes a explodir.
e, olha, tem uns personagens que eu só conseguia perguntar: “por que você ainda tá aqui mesmo, amigão?”. tem uns que irritam, outros que você ama sem querer… e alguns que dão vontade de arrancar da tela, de tão contraditórios que são.
Pit Babe 2 te faz sentir tudo de uma vez: raiva, ansiedade, amor, tristeza, empatia... e ainda te deixa com a sensação de que você correu junto com eles. mas me decepcionam os hots a cada segundo (tempo de tela que poderia ter sido usado para aprofundar o roteiro). também me deixa xoxa o fato de que: tem coisa em aberto que não deveria ter ficado assim! passamos por 13 episódios batendo em certas teclas, para no fim não termos conclusões sobre algumas delas?????
📍menção honrosa aos meus KimKenta, okay? eles foram únicos e mereciam bem mais... me apeguei de um jeito tão ridículo, que chega a dar pena (eu e meu dom de me apegar a casal que nem casal é, que mal tem tempo de tela e desenvolvimento decente). me entreguei a vocês, criaturas. sejam felizes, por favor.
The Ex-morning é sobre amores que se quebram sem aviso prévio e sem explicações; é sobre um coração que ainda bate pelo outro, mas carrega mágoas que parecem maiores do que qualquer sentimento que restou.
Phi e Tam são tão reais que parece que eu simplesmente os conheço. eu entendi as raivas, as defesas, os silêncios... porque, no fundo, amar não é só ficar, e a história deles me lembrou disso a cada episódio.
eu sofri com cada olhar que dizia tudo sem dizer nada. eu gritei por dentro quando eles tentavam se aproximar, mas o peso do que já foi machucava ainda mais.
não foi fácil ver o Phi, quebrado, tentando reconstruir a própria vida; ver o contraste do passado e do futuro em relação à maneira dele de ser.
não foi fácil ver o Tam tentando se proteger da culpa por ter que ir, por ter ido; de ver ele tendo a noção de que tinha o direito de continuar sentindo, mas não o de tocar, o de beijar, o de cobrar...
eles caem, brigam, jogam na cara um do outro, se desejam, se amam, voltam ao início... e a gente fica ali, impotente, só sentindo e torcendo para que as coisas em algum momento se resolvam.
esse BL carregará a marca de um desenvolvimento impecável; a marca de que a química dos KristSingto segue intacta e que o retorno deles jamais terá sido em vão; das referências ao real que me deixaram mil vezes mais apaixonada por cada detalhe que vivi às quintas-feiras.
The Ex-morning é sobre recomeços; sobre amores que deixam cicatrizes, mas que também nos lembram do que é ser humano.
eu queria poder voltar no tempo e assistir de novo, de novo e de novo. do zero, sem saber de nada, só pra sentir esse turbilhão pela primeira vez muitas outras vezes.
The Ex-morning foi sobre... sair de um dos "talvez eu nem assista" para um dos meus favoritos deste ano.
eu amei cada pequena coisa desde o dia que decidi dar uma chance ao primeiro episódio; amei cada pequena coisa desde o girassol morto na mesa do quarto até os arranjos frescos do final. E QUE FINAL!
"— obrigada por voltar.
— obrigada por me esperar."
obrigada por tudo o que eu senti até aqui.
obrigada, senhores casadinhos de todas as formas que merecem ser.
babai ❤️🩹🫂
a comédia bobinha te cativa de imediato, mas não se deixe enganar por ela. os problemas também estão escancarados e em algum momento eles precisarão ser resolvidos.
inclusive, eis algo que me chamou muita atenção: o contraste de emoções do início com as do meio e as do fim. a forma como elas vão evoluindo gradativamente, tanto as positivas quanto as negativas, até que explodem. chega um momento que você simplesmente olha e diz: okay, as coisas estão começando ficar sérias por aqui. nada de gracinha.
a química e atuação dos atores são inquestionáveis pra mim e o desenvolvimento é bom, embora algumas coisas aconteçam rápido demais;
📍relacionamentos:
• nunca irei superar a maneira como o Oab vai recuperando aos poucos a paixão por cuidar de tudo aquilo que ele mais ama na vida por causa do Wan;
o Wan obcecadíssimo pelo cheiro de manjericão que o Oab exala pra cima e pra baixa e o Oab voltando a fazer Granita;
a forma como eles vão se atraindo, se apaixonando, se amando, se quebrando, fazendo pedidos entre restaurantes e... se dando chances.
• o Methas conquistou o JJ no cansaço, né?! pqp... mas é linda a forma como o JJ fica, cuida e dá suporte mesmo o Methas sendo um rabugento que só pensa em dinheiro e em investimentos (a história dele explica muita coisa);
o JJ não abaixando a cabeça nunca, se dando o devido valor, e o Methas aprendendo aos poucos a não olhar apenas pra si mesmo;
o JJ se entregando, o Methas renunciando a coisas que fazem uma diferença gigantesca dentro do que ele se tornaram.
o último episódio e o peso emocional que foi depositado nele fez com que este fosse o meu preferido.
que atuações, meus amigos, QUE ATUAÇÕES!
no mais, foi um dos pouquíssimos BL's que maratonei com gosto esse ano, e isso diz muito sobre o quanto ele me prendeu e me conquistou.
e apesar de ser tudo isso, eu confesso não compreender a montanha-russa de sentimentos que esse BL me causou. acredito que me prepararam para tudo, menos para shippar "errado". menos para lidar com o fim.
amor e dor.
I Promise I Will Comeback é sobre o amor e como às vezes ele pode simplesmente ser dor.
amo eles! amo mesmo!
foi uma construção bonita, sabe?! abordou assuntos e sentimentos da adolescência com seriedade, mas também com leveza. primeiras paixões, primeiros amores, autocobrança, saída do ensino médio, será que vou conseguir entrar numa faculdade? devo ir? devo ficar? responsabilidade afetiva... foi incrível e eu
vou morrer de saudade dos meus chameguentos. 🫂👋🏻
quero mais trabalhos dos meus protagonistas SIM! 😭
• pelo amor de Deus, o beijo deles está entre os mais lindos que já assisti!!!