Captivating Bios With a Lasting Impression Ao voltar das férias no exterior, uma escritora descobre que perdeu a casa. Agora, ela está disposta a tudo para recuperar seu lar. (Fonte: Netflix) Editar Tradução
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- Título original: 풀하우스
- Também conhecido como: 풀하우스 , Casa Cheia , Full House Season 1 , Pool Ha-woo-seu , Pool Haooseu , Pul Hauseu , Полный дом , أين بيتي؟ , 敏孝正
- Diretor: Pyo Min Soo, Park Chan Yool
- Gêneros: Comédia, Romance, Drama
Onde assistir Casa Cheia
Elenco e Créditos
- Rain Papel Principal
- Song Hye KyoHan Ji EunPapel Principal
- Kim Sung Soo Papel Principal
- Han Da GamKang Hye WonPapel Principal
- Kang Do HanSin Dong UkPapel Secundário
- Lee Young EunYang Hui JinPapel Secundário
Resenhas
Divertido
Ri demais, a história é envolvente, os personagens são engraçados e muito bobos (isso é uma parte meio irritante mas não me fez odiar a série por completo) sempre ficava com vontade de assistir o próximo ep. tanto que acabei muito rápido. Acontecem situações tão absurdas que chegam a ser cômicas.O enredo em si não é muito inteligente, não tem um desenvolvimento muito bom. As brigas entre os protagonistas no início não me incomodavam, era até engraçado e dava o ar de "enemies to lovers" que eu amo, mas depois de um tempo isso fica tão repetitivo que acaba ficando meio irritante, mas a história é interessante então não consegui desistir no meio só por causa disso.
Mas uma coisa é certa: os personagens são muito imaturos e infantis e as ações deles vão te irritar diversas vezes ao longo da história, mas de uma certa forma foi o que me fez querer continuar a assistir porque eu pensava: "não é possível!" ria da situação e ficava curiosa se ia piorar ainda mais kkkk.
Claro, que por ser um drama dos anos 2000 tem coisas bem questionáveis e meio polêmicas, mas tirando isso, se você não for muito chato e não levar tão a sério, você aproveita a série e dá pra tirar boas risadas de tudo o que acontece.
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Casa Cheia: Um Clássico Que Eu Vejo Com Olhos de Hoje
Casa Cheia é um daqueles dramas que eu assisto sabendo exatamente o que vou encontrar. Romance clássico, convivência forçada, brigas infantis, ciúmes, repetição. E, ainda assim, ele cumpre a proposta.Dou nota 8 porque, em determinado ponto, a história começa a girar em círculos. Os conflitos se repetem, o desgaste aparece e o cansaço é real. Dá a sensação de que poderiam ter fechado antes, com mais impacto e menos insistência.
O que hoje pesa, e pesa muito, é o tratamento do protagonista masculino. Para os padrões atuais, é inaceitável. Atitudes ríspidas, controle emocional, comportamentos que flertam com o abuso. Isso não passa mais despercebido, nem deve ser romantizado. Não passo pano.
Mas… sempre tem um mas.
Eu assisto com consciência de contexto. Casa Cheia é produto do seu tempo. Um tempo em que sofrimento feminino era tratado como parte do romance, e paciência era confundida com prova de amor. Não concordo, não replico, mas reconheço.
Como já estou emocionalmente formada, consigo separar. Vejo as dores, identifico os excessos, critico o que precisa ser criticado e ainda assim aproveito o que funcionou, a química do casal, o charme da proposta, o peso que esse drama teve para o gênero.
Casa Cheia não é referência de relacionamento saudável.
É registro histórico.
E, visto assim, ainda tem seu valor.
Porque apesar das repetições e dos tropeços, cumpriu o que prometeu e marcou época, mesmo que hoje eu assista com mais filtro, mais crítica e menos romantização da dor.
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