Park Ki Woong and Han Chae Ah Will Make Special Appearances in "The Midnight Studio" A história se passa na década de 30, durante a ocupação japonesa. Lee Kang To é um oficial coreano ambicioso e insensível que trabalha para os japoneses. Apesar da desaprovação de sua mãe por seu trabalho e da história antagônica do seu próprio irmão com os japoneses, Kang To continua a seguir as regras deles na esperança de se tornar bem-sucedido e tirar sua família da pobreza. No entanto, uma figura misteriosa usando uma máscara nupcial — uma máscara utilizada em peças coreanas tradicionais, com as bochechas rosadas e reservada para papéis femininos — sempre parece entrar no caminho dele. A Máscara Nupcial aparece como uma figura que protege o povo da opressão e do abuso de poder dos japoneses. E um acontecimento inesperado faz com que Kang To cruze com a misteriosa Máscara Nupcial, mudando seu futuro e a história da nação para sempre. (Fonte: Super Doramas; editado por kisskh) Editar Tradução
- Português (Brasil)
- Русский
- magyar / magyar nyelv
- dansk
- Título original: 각시탈
- Também conhecido como: The Bridal Mask , Doll Mask , Gaksital
- Roteirista: Yoo Hyun Mi
- Diretor: Yoon Sung Shik, Cha Young Hoon
- Gêneros: Ação, Histórico, Romance, Político
Onde assistir A Máscara Nupcial
Elenco e Créditos
- Joo Won Papel Principal
- Jin Se Yeon Papel Principal
- Park Ki Woong Papel Principal
- Han Chae Ah Papel Principal
- Shin Hyun JoonLee Kang San / Lee InPapel Secundário
- Chun Ho Jin Papel Secundário
Resenhas
Quem já assistiu City Hunter, a série vai um pouco nesse estilo. Contudo, Gaksital é bem mais envolvente, intensa, e encantadora, na minha opinião. Eu particularmente gosto muito de séries ambientadas na Coreia durante a colonização japonesa. Você pode contemplar a riqueza dos detalhes que compõem esse período histórico, aquela coisa vintage que a gente ama. Vestimentas, arte, circo, literatura, dança e outros aspectos culturais. Ainda temos o deslumbre de espadachins talentosos dando um show, mas também temos as armas de fogo em ação. Tem telefone, tem cabaré, tem circo, tem hotéis, e o mais empolgante de tudo: revolução.
Joseon está sob o domínio de um poder tirano que oprime seu povo. Os japoneses estão no poder e o povo coreano está subjugado ao imperador de outra nação. É tenso. E quando pensamos num governo ditador, logo nos vem em mente a existência de pessoas do outro lado, lutando contra toda a opressão. Pois é isso que temos em Gaksital, que em suma se refere à uma máscara de noivado utilizada pelas em certo período histórico.
As personagens são incríveis, especialmente as masculinas centrais, cujos atores dão um baile de interpretação. Vemos uma história de amizade que a princípio é genuína, mas há uma reviravolta de tirar o nosso fôlego. Esse é um dos pontos que mais me impressionaram neste drama.
Eu lembro de ver pessoas comentarem sobre o quanto este drama foi bom para eles, porém foi tão intenso que os mesmos não se imaginavam assistindo este drama uma segunda vez. E bom, isso é verdade até certa vírgula. Acho que após uns dois ou três anos fica mais fácil dar um replay, como já fiz.
É intenso mesmo, um dos mais intensos que já vi. Mas é esperado, afinal, quando se fala em revolução histórica, temos sempre uma série de conflitos e cenas que nos deixam com o coração na boca. Você se preocupa com os protagonistas e demais personagens como se eles fossem da sua família kkkkkk.
Como se não bastasse toda a situação complicada logo de cara, a gente também tem um romance lindo e emocionante se desenvolvendo no meio de toda a turbulência. E se eu falar mais sobre isso posso acabar dando spoiler, mas o que posso dizer é que o casal é lindíssimo, a gente torce por eles o tempo todo, embora muitas vezes a gente perca o fôlego de nervosismo pelas situações perigosas que o nosso casal não consegue evitar. E a gente faz o quê? Bebe água.
Este drama também ganha ponto ao retratar com um pouco mais de realismo como o povo coreano sofreu na época da colonização japonesa. Você não será poupado de algumas coisas tensas e, mesmo assim, eu acho que o drama só pôde passar uma amostra do que de fato acontecia.
Mas lá estão nossos heróis fictícios dando tudo de si para libertarem o povo de Joseon, e a gente fica vibrando com isso o drama todo. É sensacional o quanto essa série mexe com nossas emoções. Eu poderia ficar horas e horas falando de Gaksital, mas nada será comparável a ver por si mesmo. Se você se encantou com as cenas do passado de Chicago Typewiriter, ou se você se encantou com Mr. Sunshine, ou com qualquer outra trama que tenha se ambientado ou feito referências a tal período histórico, Gaksital é uma boa sugestão. E se você nunca viu nada disso, mas curte histórias intensas onde se luta por justiça ou vingança com alguma dose de romance, eu igualmente recomendo muito.
Mas repito o que eu disse no começo. Apesar da minha resenha, sejam neutros quando forem assistir. Eu sou claramente muito suspeita pra falar de Gaksital, não se influenciem demais kkkkkkk. Se joguem na curiosidade.
Bridal Mask, infelizmente, pega todo o potencial narrativo e joga no lixo em prol de um melodrama barato e extremamente repetitivo, usando toda a ambientação histórica e política puramente como nada, essa história poderia se passar em qualquer outro lugar, só mudaria os países que não perderia absolutamente nada. A narrativa perde coerência, os personagens tornam-se peças inconsistentes movidas por conveniências do roteiro, os tiros nunca acertam ninguém, só quando é necessário, e o conflito se repete em ciclos exaustivos de capturas e resgates sem propósito. O trio principal sofre com arcos frágeis - Kang-to é o melhor personagem dos três com folga, por mais que antes da virada de chave ele seja insuportável pela cegueira em captura o símbolo da resistência; o problema dele é puramente a repetição e a inconsistência do roteiro, que acaba prejudicando o todo, mas puramente como personagem, ele é interessante. Shunji de certa forma se torna interessante com virada até certo ponto, o problema é que ele vai ficando cego e acaba virando nada mais que um psicopata que só enxerga o Mask, no caso, ele se torna o Kang inicial e, por fim, Mok Dan é reduzida a uma pobre donzela em perigo, que só é protegida na maioria das vezes e nada mais.
Os personagens secundários, muitos deles apresentados como se fossem parte de uma grande teia política e social, acabam servindo apenas como decorações dramáticos, figuras que entram e saem sem impacto, sendo abandonadas quando não são mais convenientes para o melodrama. Há uma falsa complexidade no excesso de rostos, mas pouquíssima substância. A trama política vira pano de fundo decorativo, o romance é artificial e construído sobre idealizações vazias, ninguém ama eles pelo presente, é sempre o passado ou a idealização de um símbolo, e o dorama, apesar de seu potencial, falha em entregar densidade dramática, coerência interna, profundidade dos elementos e desenvolvimento real. No fim, é só mais um dorama com ideias fortes, temas importantes, mas execução pífia e tratado com superficialidade, preferindo o impacto raso do momento a profundidade real e duradoura.























