Ohn Joo Wan is in Talks to Join Kim Young Dae and Pyo Ye Jin's New ENA K-drama Su Ryeon finalmente se vinga dos residentes do Palácio de Hera. Eles perderam todo o seu dinheiro investindo no distrito de Cheonsoo e, pior ainda, estão diante do tribunal por encobrir a morte do Seol A. Os gananciosos residentes do Palácio de Hera que caíram em suas próprias armadilhas acabam perdendo suas fortunas, reputações e tudo o que tinham, e Su Ryeon consegue se vingar de Dan Tae, que tentou matá-la. Quando Su Ryeon pensa que o pesadelo finalmente acabou, testemunha a morte de Logan bem diante de seus olhos. Quem poderia ter planejado o assassinato dele? E o que acontecerá com os residentes do Palácio de Hera? Sua sede de vingança ainda não chegou ao fim. (Fonte: Viki) Editar Tradução
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- Título original: 펜트하우스 Ⅲ
- Também conhecido como: A Cobertura 3 , Attico III , Das Penthouse 3 , El penthouse 3 , Penteu Hauseu 3 , Penteuhauseu Sijeun 3 , The Penthouse 3: War in Life , The Penthouse III : War in life , The Penthouse S3 , The Penthouse Season 3 , The Penthouse Ⅲ : War in life , The Penthouse: War in Life 3 , Пентхаус 3 , ペントハウスⅢ , 顶层公寓 III , 펜트하우스 III , 펜트하우스3
- Roteirista: Kim Soon Ok
- Diretor: Joo Dong Min
- Gêneros: Thriller, Mistério, Crime, Drama
Onde assistir A Cobertura 3
Elenco e Créditos
- Lee Ji Ah Papel Principal
- Eugene Papel Principal
- Kim So Yeon Papel Principal
- Uhm Ki Joon Papel Secundário
- Yoon Jong Hoon Papel Secundário
- Shin Eun Kyung Papel Secundário
Resenhas
Creio que a maioria que assistiu The Penthouse, conseguia visualizar facilmente o próximo cenário da trama, mas jamais acreditava 100% que o imaginado aconteceria, pois era ficcional até demais (bem fic), só pra no final.... REALMENTE acontecer. O público acabou ficando tão acostumado com essas reviravoltas, que a escritora e o diretor acabaram usando deste artificio para nos surpreender DE VERDADE com a finale, que foi muito bonita e significativa.
A pedagogia do poder e a herança da violência
A terceira e última temporada de A Cobertura não fala apenas de indivíduos moralmente corrompidos, fala de um sistema. Um sistema que educa para o privilégio, legitima a violência simbólica e naturaliza a impunidade como ferramenta de manutenção do poder.A série sustenta sua trama ao expor uma elite que opera acima de qualquer valor ético. Dinheiro e status não são meios, são fins. Tudo se organiza para preservá-los, inclusive a distorção completa da função parental. Pais não educam, encobrem. Não orientam, compram silêncio. Não assumem erros, terceirizam culpas. Os filhos, longe de serem apenas “destemperados”, são produtos diretos desse modelo, criados para acreditar que consequência é algo negociável.
Aqui, a família deixa de ser espaço de formação moral e passa a ser uma instituição política. O afeto é instrumentalizado, o cuidado é seletivo e a violência é justificada como proteção. A mensagem é dura e incômoda, mas coerente: quando o poder se torna o valor central, qualquer atrocidade encontra racionalização.
Narrativamente, a temporada se mantém fiel às premissas das anteriores, mas sofre desgaste. A repetição de ciclos de queda e ascensão evidencia não só o cansaço da trama, mas reforça, ainda que involuntariamente, o próprio discurso da série: estruturas de poder raramente se rompem, apenas se reorganizam. O ritmo irregular e o final apressado simbolizam essa pressa social por “resolver” injustiças sem realmente enfrentá-las.
O desfecho não oferece catarse plena, e talvez esse seja seu maior acerto. Não há redenção confortável quando o mal é sistêmico. A sensação que fica é de incapacidade, frustração e impotência, sentimentos que ecoam na vida real sempre que dinheiro e influência reescrevem regras, silenciam vítimas e transformam crimes em estatísticas esquecidas.
A Cobertura 3 encerra a série como começou: denunciando. Não propõe soluções, não oferece esperança fácil. Apenas escancara um retrato cruel de uma sociedade onde virtude, justiça e responsabilidade moral existem, mas não competem em igualdade com poder e capital.
É um final cansativo, sim. Mas também honesto. Porque o mal, quando estrutural, não termina. Ele apenas muda de endereço.




























