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Traumas que fazem a vida ser mais solitária
Eu não esperava um drama tão denso quando foi confirmado que era a história do irmão da personagem de Amor Oculto. Eu achei que seria uma comédia romântica para relaxar e recebi muitas lágrimas kkkkkFiquei completamente encantada com a atuação da Zhang Ruo Nan, não tinha assistido nenhum de seus dramas antes. A maneira que ela conduziu sua personagem Wen Yi Fan foi de uma magnitude tremenda, não é fácil fazer um papel onde a personagem tenha tantos traumas e consiga transmitir para nós, telespectadores, toda sua dor, angustia e receios, e acredito que a atriz executou muito bem isso. Suas cenas de choro, de sonambulismo, o pânico nos olhos, tudo me deixou bem empática com ela.
Amei também conhecer o ator Bai Jing Ting, apesar do seu personagem Sang Yan ser sarcástico para se proteger do abandono da FL, eu amei a maneira também que ele cuidava silenciosamente dela em todo instante. Queria apenas que nas cenas que pediam um pouco mais de emoção ele conseguisse deixar soltar mais lágrimas, mas nada que tenha afetado muito a emoção nas situações em questão.
Confesso que conheci a OST antes mesmo de assistir ao drama, quando foi lançado eu aguardei e acabei esquecendo de procurar para assistir, mas Silence Wang me emociona sempre que toca em dramas verticais, mas confesso também que quando tocou a primeira vez não foi a mesma emoção que senti em dramas que se apropriaram da música rs.
É aquilo né, são 20 episódios para finalmente sair um selinho e a gente sorrir igual besta kkkkk
Mas depois, senti que faltou um pouco mais de boca aberta e interações fofas dos dois.
A melhor cena, sem dúvidas, foi ele cuidando dela bêbada, no episódio 22.
E a cena mais triste, foi quando ela vai embora e ele descobre cada situação que ela passou.
E o flashback do assédio que sofreu.
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dorama completo em romance e reviravoltas
Se “Quando se tem mais uma chance” se restringisse apenas a uma história de amor entre colegiais que se afastaram e se reencontram na vida adulta, seria mais do mesmo que vemos por aí. Mas estamos falando de uma história cheio de nuances e uma denúncia explícita da misoginia predatória que permeia a sociedade, que escancara o assédio constante que as mulheres sofrem todos os dias, desde crimes sérios até pequenos gestos que passam dos limites e são normalizados pelos homens. Esse dorama berra aos 4 ventos: parem de tratar o corpo da mulher como um objeto público! Wen Shung Jiang é a figura personificada do alvo, ela está dentro dos padrões de beleza e essa é a maior maldição para ela. Quem é mulher sabe, é o tempo todo toques alheios invadindo nossos corpos, não temos sossego, temos que ficar o tempo todo em alerta, é exaustivo e desesperador. Por outro lado, essa série também mostra a esperança e de que existem homens de verdade como Sang Yang que vão respeitar as mulheres não importa o que elas façam ou deixam de fazer. É o mínimo que se espera de qualquer um, mas ele vai além, ele é o sol na vida da Shun Jiang. Essa história mostra que somos frutos do que nos foi oferecido na infância e adolescência. Sang Yang é orgulhoso, com boa autoestima, confiante e confiável, tudo porque teve um lar bom, seguro. Shung Jiang é fechada, séria, anti social, difícil de se relacionar, instável e imprevisível, até antipática, tudo porque teve o pior do lares, sem uma figura paterna ou materna e sofreu constantes violências físicas e psicológicas. Mas é uma personagem cheia de surpresas, extremamente corajosa, resiliente e mesmo seus defeitos como a carência e baixa autoestima são bonitinhos. Quando ela se sente segura, surpreende com uma outra personalidade completamente diferente, ousada, com mais energia, sagaz. Dá para ver que ela é tímida pela força de pessoas ruins ao seu redor. Conforme você vai conhecendo o passado dela, vai entendendo cada vez mais porque ela é o que é e porque faz o que faz. Acho difícil não gostar dela. Enfim, um dorama maravilhoso que recomendo demais, fotografia incrível. Romance bastante recheado de pegação XD! De única ressalva ruim, não gostei do desenvolvimento dos personagens secundários, muito mal elaborado e bem descartável.Was this review helpful to you?
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Todas acreditam merecer um Sang Yan, mas poucas têm o coração piedoso e santo como Wen Shuang Jiang.No final, apesar dos pesares - principalmente em relação aos primeiros episódios, que beiram o nonsense - a experiência valeu a pena. O maior problema inicial está no arquétipo idealizado do protagonista: um “homem perfeito” cujos sentimentos ardentes por ela não recebem uma construção realmente lógica. Sendo uma história, era necessário haver camadas, conflitos internos e motivações mais bem trabalhadas e não apenas ama ela loucamente e vou fazer de tudo “porque sim”. A protagonista, por outro lado, possui certa profundidade. Suas decisões equivocadas às vezes incomodam, mas ao menos há tentativas de desenvolver suas contradições. O personagem masculino de apoio, Su Hao An, também teve momentos interessantes e camadas mais perceptíveis - algo que curiosamente faltou ao próprio protagonista. Já os amigos de infância da Wen Shuang Jiang são quase figurantes é só possuem o nome de amigos de infância, pois raramente aparecem nos momentos do passado dela, o que enfraquece a construção emocional dessas relações. Outro ponto questionável é a inclusão de “rivais masculinos” que claramente não têm a menor chance. Soa como tempo de tela desperdiçado, um recurso previsível para criar tensão artificial.
Ainda assim, descontando esses problemas e considerando os clichês e certas cafonices típicas do gênero - afinal, há um público-alvo específico - foi uma boa maratona. Gostei bastante da trilha sonora, do progresso gradual do relacionamento dos protagonistas e, especialmente, da Zhong Si Qiao, que trouxe um frescor e carisma importantes para a narrativa, mesmo carecendo de profundidade, principalmente em relação a sua amizade com a protagonista feminina.
"Quero viver seis anos a mais do que você. Assim, posso te amar por mais seis anos para compensar pelos dias que eu te deixei para trás, então estaremos quites." - Wen Shuang Jiang para Sang Yan no episódio 31.
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UM EU TE AMO DOLORIDO
Sinto que não vou me recuperar nunca depois de assistir esse drama... quero comparar compartilhar com vocês e dizer que eu relutei muito antes de assistir, não porque eu tinha medo mas porque eu acompanhei durante o andamento e via que ia ser muito triste em cheio de gatilhos. Desde o primeiro episódio até o 14º eu chorei, fiquei bem nervosa, aflita e senti a dor da Weng Yi Fan na pele. Ela sofreu tão tanto... e eu pensava "faz um final feliz". Desde 2023 que eu não sentia que um dorama iria me fazer chorar tanto quanto Lighter and Princess. Atualmente estou num episódio 23, faltam ao todo 9 episódios e eu não sei se eu quero que acabe com a dor ou com a tristeza dos personagens principais. Eu torço muito pro man role, e eu amei o personagem dele, toda a construção de ser humano em não se tornar traumatizado e impossível de conviver... Ele percebeu sabe?! Ele prometeu a si mesmo que iria gostar dela até o final da vida dele e continuou nessa promessa. Isso me fez lembrar "o Diário de uma Paixão", ao qual o protagonista ama a sua parceira mas por conta de questões pessoais da família dela, eles não podem ficar juntos. O ponto que os interligam é a dor que ambos sofrem por perder o amor da vida. De certo ponto, eu super entendo a Yi Fan, ter que enfrentar o mundo todo sozinha, encontrar o emprego que dê para se sustentar, e ainda ter que se livrar dos homens nojentos.--> O PROBLEMA DESSA HISTÓRIA É QUE ELA TEM MUITAS PARTES REAIS. ASSÉDIO, QUESTÕES FAMILIARES, NARCISISMOS FAMILIARES e AMIZADES SOLITÁRIAS NA FASE ADULTA.
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Potrei riassumere il drama così
"Conviviamo da tre mesi, in cui non ci siamo praticamente rivolti la parola, tutti i nostri ricordi sono legati a 7 (?) anni fa, però ci amiamo". Io credo che si dovesse dare molto ma molto più spazio al presente, visto che si parla di due adulti che si incontrano di nuovo dopo tanto tempo. Mi sono anche chiesta cosa li abbiano fatti convivere a fare nella stessa casa se hanno bypassato 3 mesi di convivenza in cui praticamente non erano mai in casa e/o si parlavano al cellulare anziché in faccia. Tutto il loro rapporto si basa su un passato che si pretende in maniera forzata debba essere rimasto immutato, come se loro fossero ancora gli stessi del liceo. Aggiungiamoci anche una lentezza snervante e ingiustificata, data da storie secondarie di cui non poteva fregarmi meno e che hanno solo tolto spazio ai protagonisti. Queste sono le cose che per me personalmente non hanno funzionato e che non mi hanno permesso di apprezzare la dinamica quanto avrei dovuto...Was this review helpful to you?
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ci sono storie che parlano del tempo necessario per poter amare davvero, e questa è una di quelle
Ci sono storie che parlano d’amore.E poi ci sono storie che parlano del tempo necessario per poter amare davvero.
The First Frost è un drama delicato, profondo, quasi sospeso, che sceglie la via più difficile:
quella della pazienza, dell’attesa, della crescita interiore.
Non racconta un amore impetuoso né una passione gridata.
Racconta invece due anime che si sfiorano, si perdono, maturano separatamente e solo dopo, quando sono finalmente pronte, riescono a riconoscersi davvero.
Uno degli aspetti più belli è proprio questo:
lui non forza mai, non invade, non pretende.
Aspetta.
E nell’attesa cresce anche lui, impara, diventa più consapevole.
Lei, dal canto suo, ha bisogno di tempo per guarire, per capire se stessa, per sciogliere nodi interiori che non possono essere risolti con l’amore di qualcun altro.
Ed è proprio questa distanza — dolorosa ma necessaria — a rendere il loro legame così profondo.
Se si fossero scelti troppo presto, forse sarebbe stato un amore più semplice… ma non così vero.
Meravigliosa anche la struttura narrativa:
i ricordi, le piccole spiegazioni a fine episodio, quei frammenti che non spiegano troppo ma aggiungono senso, emozione, stratificazione.
Non sono chiarimenti: sono carezze narrative.
The First Frost è un drama che non corre.
Ti chiede di rallentare, di ascoltare i silenzi, di accettare che alcune cose maturano solo con il tempo — proprio come le persone.
Il finale non è solo un lieto fine.
È la naturale conseguenza di un percorso emotivo autentico.
Un drama che resta addosso come una nostalgia gentile.
Come il primo freddo: non fa male… ma si sente
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Dramma davvero da 10+
Un c-dramma da 10 non lo vedevo davvero da un po'.La storia non è così originale ma comunque il modo in qui questo amore nato sui banchi di scuola viene raccontato è davvero bello. Se vi piacciono le storie d'amore un po' tormentate questo dramma vi prenderà il cuore. Lei è così fragile ma pure ostinata e lui è di una dolcezza disarmante,il modo che la amerà per tutto il tempo è qualcosa di meraviglioso.
Ci sono tanti momenti tragici che faranno scoppiare il cuore ma anche tanti dolci e teneri, baci e abbracci così belli e tutto insieme rende il drammma davvero bello, forse qualche volta lento ma comunque bello!
Una proposta di matrimonio cosi romantica non la vedevo da tanto in un dramma.
Consiglio veramente questo dramma per la storia per i protagonisti e per innamorarsi di tutti loro!
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Un drama que te sana el alma
La verdad yo empecé el drama sin muchas expectativas, no había leído la novela y lo poco que sabía era de Hidden Love y la verdad me impresionó. Me enamoré demasiado de la historia y de los protagonistas, me encantó la química que tenían y ni un solo cap lo adelanté ni lo puse en velocidad más rápida. Me vi cada segundo completo, sufrí, lloré, grité, me enamoré.Por el tiempo que duró fui feliz y me sanó mi alma, me encantó tanto.
se volvió unos de mis dramas comfort, solo un arco que no me gustó pero lo entiendo es un drama, de resto creo que me llenó tanto que me es difícil superarlo.
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Fui atrás de ouro e encontrei diamante!
Sou suspeita pra falar, pois amo a Zhang Ruonan. Mas, meus irmãos, que drama! Que drama bom! Te prende do começo ao fim com uma história super cativante e bem desenvolvida.A atuação da Ruonan brilhou de tal forma que todas as emoções da protagonistas são facilmente transmitidas através da tela; arrisco dizer que é um dos melhores trabalhos dela, se não, o melhor.
Uma parte que não gostei? Certamente o destaque que o "vô" recebeu na história, que não foi interessante, e nem acredito que tenha sido relevante ao andamento da trama; talvez para o desenvolvimento do casal secundário? Pode ser que sim, mas pulei a maioria dessas cenas, então não saberia dizer.
Com exceção desse último ponto, já é drama do ano pra mim!
É isso? É isso!
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Alur drama ini bikin pusing, dikit-dikit masa lalu...Gak jelassss.... Jujur saja Alur drama ini emang bikin pusing, Terlalu fokus dengan masa lalu terus, bikin enek nonton drama ini. Saya Nonton sampai episode 13 sudah tidak ada yabg membuat saya ingin menonton drama ini. Tapi tidak tahu kenapa banyak juga yang suka drama ini, Sampai pebasaran langsung nontong ending nya dan tetap saja Saya tidak menyukai alur cerita drama ini. Was this review helpful to you?
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Una storia d’amore e di guarigione
Recensito da: Effe IG:_Dramalia_Non so se siete pronti per questa rivelazione ma prima o poi doveva accadere: mi sono follemente innamorata di un drama cinese e non me ne vergogno nemmeno un po’.
Sì, proprio io che fatico a sopportare anche solo il suono della lingua, che ho sempre manifestato quanto diverso sia il loro modo di scrivere, recitare e narrare una storia, io che mi lamento perennemente di quanto assurde siano certe scene, di quanto insopportabili siano i parenti, di quanto inutili siano i coprotagonisti e di quanto superfluo sia il perenne “allungamento di brodo” che tanto piace a loro, avvezzi a serie da 40 e passa episodi. Proprio io oggi cambio idea e sono pronta ad ammettere la mia resa. Almeno per quanto riguarda questo c-drama.
E’ doverosa una breve premessa, dedicata soprattutto ai miei simili poco affini alle produzioni cinesi. Questo drama nasce da una costola del nominatissimo e amatissimo “Hidden love”, infatti in “The First Frost” viene sviscerata la storia del fratello della protagonista di “Hidden Love”. E’ necessario recuperare il drama originale dunque per comprendere questo? No, per due motivi: il primo è che in nessuno dei due drama viene in qualche modo affrontata la storia dell’altro, sono due narrazioni sostanzialmente parallele, l’unica cosa che condividono è la parentela tra i due protagonisti; il secondo motivo è che nemmeno gli attori sono gli stessi, sia in “Hidden Love” che in “The First Frost” coloro i quali danno il volto ai fratelli Sang e non solo, cambiano. Quindi la connessione tra i due drama rimane più che altro una mera curiosità. Anche la tipologia narrativa stessa in realtà differisce tra i due, “Hidden Love” infatti è un drama prevalentemente adolescenziale e post-adolescenziale, mentre “The First Frost” è decisamente più adulto, sebbene conservi al suo interno dei flashback dell’era scolastica essenziali per comprendere meglio la storia della protagonista femminile. Sono comunque dei momenti minimi, con un minutaggio ridotto e rilegati generalmente all’inizio di ogni episodio, quindi rimane un drama assolutamente più attinente alla sfera adulta. E questo, se posso, è davvero un gran vantaggio.
Wen Yifan, interpretata da una strepitosa Zhang Ruonan, è una giovane donna che tenta costantemente di sopravvivere ad un passato di abusi e molestie che sono nati e si sono sviluppati all’interno di un contesto familiare che definire disfunzionale è un complimento. Yifan è una ragazza delicata, silenziosa, introversa che porta sulle spalle il peso di un’esistenza dura fatta di ricordi strazianti e ferite dolorose. La sua storia è davvero complessa, scopriamo infatti che alla morte dell’amato padre, la madre, pronta a rifarsi una vita, per non contraddire la figlia del nuovo compagno che detestava Yifan, decise di lasciare la ragazza prima con l’anziana nonna e poi con la zia. La nonna però si ammalò presto e Yifan venne raccattata dagli zii che iniziarono a maltrattarla costringendola a dormire in uno sgabuzzino tra scaffali e cartoni con solo un materasso per terra. Ma questi abusi sono solo una goccia nel mare, quando il fratello della zia si trasferì con loro, iniziarono le vere molestie che Yifan dovette sopportare. Il tutto culminato in un vero e proprio tentativo di violenza sessuale al quale lei riuscì a fuggire lanciandosi con l’uomo dal secondo piano, cosa che le costò una caviglia e il sogno di diventare una ballerina. Emblematico è il flashback in cui lei, ferita e terrorizzata davanti alla polizia accorsa sul luogo dell’incidente, si ritrova la madre di fronte, totalmente disinteressata a ciò che le è accaduto ma focalizzata solo sul non far aspettare troppo il compagno in auto, il tutto mentre la zia le chiede di ritirare la denuncia tentando di farle pensare che l’abominevole comportamente dello zio fosse stato solo travisato. Una scena aberrante, atroce, orribile che però porta Yifan fuori da quella casa, in custodia ad una famiglia fino all’ingresso nell’università della città di Yihe, scelta come luogo di fuga così da mettere più spazio possibile tra lei e la sua famiglia. Nel presente la narrazione parte proprio dalla città di Yihe dove, dopo la laurea, lavora in un giornale fino allo scoppiare di uno scandalo che la coinvolge. Il capo del giornale dove lei lavora infatti tenta degli approcci fisici nei suoi confronti e le voci su una loro presunta relazione si diffondono nell’ufficio sino a giungere alle orecchie della moglie dell’uomo che, in maniera totalmente insensata, l’addita come una traditrice e le mette le mani addosso. Questo episodio la porta ad abbandonare il lavoro per tornare nella sua città d’origine dove inizia a lavorare per un altro giornale della zona come reporter. A corto di denaro, si trasferisce quindi in una stanza sudicia all’interno di un appartamento che cade a pezzi, luogo che condivide con altre persone con le quali cerca di limitare al minimo le interazioni, traumatizzata da qualunque contatto con qualsiasi essere umano. Un giorno, dopo il lavoro, si reca con un’amica in un locale molto di moda dove incontra per la prima volta dopo anni Sang Yan, il suo primo amore dai tempi del liceo, lo stesso che all’improvviso, decisa a fuggire a Yihe dopo il tentativo di violenza da parte dello zio, aveva abbandonato malamente spezzando il cuore di entrambi, senza chiaramente mai rivelare quanto accaduto realmente. I due si ritrovano e sebbene all’inizio fingano entrambi di non riconoscersi, in verità per entrambi è un vero colpo al cuore. Riallacciare i rapporti dopo anni e dopo aver sofferto così tanto non è semplice, ma Sang Yan, da vera green flag quale è, si predispone subito ad un riavvicinamento con la ragazza. Yifan intanto, siccome sembra che la vita non sia ancora stufa di farla soffrire, subisce un nuovo tentativo di violenza da parte di uno dei suoi coinquilini, a cui, grazie all’intervento tempestivo di Sang Yan, riesce a scappare. Questo fatto però porta il ragazzo a vedere con i suoi occhi per la prima volta le condizioni di vita disastrose in cui verte la ragazza e, complice un incendio che investe il suo appartamento, finisce per un caso del destino a vivere con lei in un altro appartamento dove si ritrovano inconsapevolmente coinquilini. Yifan, dopo un momento di rifiuto iniziale, si abitua alla presenza in casa di San Yan e il loro rapporto si ricostruisce, iniziando nel contempo anche a curare ferite che il giovane scopre man mano nella ragazza. Il suo passato disastroso ha lasciato in lei degli strascichi enormi, come ad esempio il sonnambulismo. Yifan ogni volta che affronta un momento difficile durante la giornata, la notte poi si ritrova in preda a questo disturbo mentre vaga per la casa in modo sconclusionato, urtando oggetti e mobili con il rischio di ferirsi. Sang Yan quindi inizia a prendersi seriamente cura di lei, dall'accollarsi la maggior parte delle spese a riempire la casa di paraspigoli, mentre imperterrito scava nel suo passato alla ricerca di quella verità così dolorosa per la ragazza. Diventa quindi col tempo un vero e proprio punto di sostegno che lei, soprattutto nei momenti inconsci, inizia a cercare costantemente. Tenerissimi sono i momenti in cui Yifan, vagando per casa puntualmente in lacrime durante gli attacchi di sonnambulismo, raggiunge il letto di Sang Yan dove si accoccola e addormenta serenamente, abbandonandosi a quella sensazione di protezione che tutti avrebbero il diritto di conoscere nella propria vita. Sang Yan è un vero e proprio porto sicuro per lei, un punto fermo, un’ancora e un salvagente, uno scudo e una spada allo stesso tempo. E’ la sua forza, la sua armatura e il suo coraggio.
La bellezza di “The First Frost” è che affronta sostanzialmente una storia d’amore e di guarigione, e lo fa con un tono delicato, profondo e intenso che per un c-drama è qualcosa di davvero inusuale. La narrazione è totalmente immersiva, così come la recitazione degli attori. La loro introspezione è sublime, la bravura di Zhang Ruonan nel diversificare in maniera sottile ma chiara i momenti di sonnambulismo e di normalità è encomiabile. Le sue lacrime, la sua espressività, la sua dolcezza, la fragilità che riesce ad esprimere sono un viaggio meraviglioso che questa attrice ci dona. Bai Jingting non è da meno nella sua interpretazione di un Sang Yan totalmente green. Un uomo protettivo, paziente, deciso, accogliente, accudente, una vera cura per un animo dilaniato e un cuore spezzato. La loro storia è costituita da un’evoluzione lenta, molto introspettiva, fatta spesso di silenzi, sguardi, lacrime e gesti. Azioni che urlano più di mille parole tutte insieme. Questo drama mi ha profondamente colpito e catturato, mi ha sorpreso dall’inizio alla fine e mi ha tenuta letteralmente incollata allo schermo mentre ogni cosa, ogni fatto veniva sviscerato e raccontato. In questo caso la tipica calma dei cinesi, con i loro tanti episodi, è stata un enorme vantaggio. Non ho percepito un solo attimo di noia o di insoddisfazione, tutti i tasselli di un puzzle che sembrava completamente rovinato, alla fine sono tornati al loro posto e le ferite, seppur cicatrizzate, sono guarite davanti ai miei occhi che si sono riempiti dei personaggi e delle loro storie. Ottima anche la gestione delle figure secondarie che non sono state utilizzate come tappabuchi, ma bensì hanno semplicemente accompagnato la narrazione arricchendola. Una critica però ce l’ho, e verte sulla parte che racconta la permanenza di Yifan a Hong Kong in un momento in cui lei, braccata nuovamente dallo zio, per salvare Sang Yan decide di scappare. Ecco, tutto il passaggio in cui loro si cercano senza trovarsi non dico che l’avrei evitato ma avrei semplicemente fatto sì che Sang Yan riuscisse a scovarla da solo alla fine. Il fatto che a trovarla siano gli amici e che lei in un baleno, dopo mesi di silenzio assoluto, contatti Sang Yan e lo faccia andare da lei, è stato un po’ insensato. Una forzatura in una trama perfetta che ha stonato lievemente e che si sarebbe potuta serenamente evitare. Per il resto, questo è un drama che va assolutamente visto e che vi consiglio sia se siete amanti dei c-drama ma soprattutto se non lo siete affatto, perchè con questo titolo rimetterete in gioco molte certezze.
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altas expectativas pero no conecte para nada
no es mi tipo de serie o simplemente estoy más interesada en los dramas de época y aún no me engancho con uno modernono recuerdo donde descubrí esta serie (creo que fue por tiktok ???) me hice muchas expectativas y creí que me enamoraría pero nah...
no es una malaa trama y realmente podría seguir viéndola un poquito más pero no quiero perder el tiempo viendo algo que no me engancho como pensé que lo haría
la protagonista es bastante decente, me parece interesante toda su historia detrás y me daba curiosidad saber que paso con su familia y sobretodo con su mamá porque parece que tiene toda una historia traumática con ella...
lo que me gusta de ella es que aunque ha pasado por cosas difíciles, vive en un lugar horrible los primeros capitulos de la serie, su carrera profesional apenas está en sus primeras etapas y prácticamente sobrevive día a día, no es una protagonista que se infantiliza todo el rato y espera que el protagonista la salve, sino que en realidad es muy valiente y se busca la vida aún bajo todos esos obstáculos, incluso siento que cuando se reencuentra con el protagonista no se pone toda tímida y temblorosa sino que lo enfrenta y sigue adelante
si le pide de favor que la lleve a su casa y él dice que no, ella solo se va para tomar el metro como una mujer independiente que todo el tiempo ha tenido que moverse por sus propios medios
no tengo mucho viendo cdramas así que no lo sé en realidad ??? pero me he encontrado con varias protagonistas femeninas bastante independientes y que aveces brillan un poquito más que los propios protagonistas masculinos en los cdramas
y bueno del protagonista masculino no tengo mucho que decir, me pareció gracioso cuando se quiso hacer el indiferente cuando su casa se estaba quemando 😭 y la protagonista fue como okk ??? al menos dime donde queda tu casa para ir a hacer un reportaje si a ti no te importa JAJAJAJAJAJAJA
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