Everybody Loves Me
Tenho uma relação de amor e ódio com Everybody Loves Me. A personagem feminina é o que mais gosto na história: ela é uma garota madura, bem posicionada, corajosa e competente. Adorava acompanhar seus pequenos surtos relacionados ao Gu Xun e ao trabalho. Dei várias risadas com ela, apesar de algumas pequenas irritações com algumas atitudes tomadas no final da trama que não acho que condiziam com sua personalidade. Mesmo assim, acompanhar sua jornada de desenvolvimento e crescimento profissional foi ótimo. A temática de jogos também é um ponto alto do drama, com uma abordagem boa.Gu Xun, por sua vez, é um personagem que tentei várias e várias vezes gostar ou pelo menos simpatizar, mas não consegui. Eu me questionava o motivo do nome do drama ser “todo mundo me ama”, mas percebi que ele faz jus ao personagem, que se acha e tem um ego enorme. O casal, para mim, nunca teve química e talvez o motivo seja justamente esse: o cara era um saco. Alguns personagens coadjuvantes eram interessantes mas achei o desenvolvimento de suas tramas próprias bem fraco. O casal coadjuvante tinha tudo para ser bom, mas a enrolação era tremenda.
Por fim, Everybody Loves Me é uma daquelas histórias que até dá pra salvar alguma coisinha ou outra, mas poucas.
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O universo adora brincar quando a gente acha que está no controle
Temas, amor não correspondido, orgulho, amizade, identidade virtual, vulnerabilidade, amadurecimento emocional, humor, rejeição, relações modernas, segundas chancesTem dramas que funcionam porque têm grandes conflitos.
E tem os que funcionam porque os personagens simplesmente vão se atrapalhando emocionalmente de um jeito deliciosamente humano.
Todo Mundo Me Ama entra exatamente nesse segundo grupo.
E eu me diverti muito.
A história brinca bastante com orgulho, timing errado e aquela ironia clássica da vida, às vezes a pessoa que a gente procura já estava ali… só que ninguém percebeu direito no momento certo.
E o melhor é que o drama sabe rir disso.
Sobre os personagens, que carregam o charme da série:
Ela tem personalidade. Não é daquelas protagonistas apagadas esperando ser escolhida. Tem atitude, humor, um certo orgulho ferido em alguns momentos e aquela mistura entre vulnerabilidade e teimosia que deixa tudo mais divertido.
Ele começa muito naquela energia “confiante demais pra própria paz emocional”. Parece seguro, racional, no controle… até perceber que talvez tenha entendido tudo errado desde o começo.
E aí o caos emocional começa.
Graças a Deus.
A dinâmica entre os dois funciona justamente porque nenhum deles é perfeito emocionalmente. Tem ruído, mal-entendido, orgulho, timing péssimo… basicamente o pacote completo dos relacionamentos modernos.
Mas o drama mantém leveza. Mesmo quando entra em insegurança ou rejeição, ele não pesa excessivamente. Tem humor, tem ritmo gostoso e aquela sensação confortável de acompanhar pessoas aprendendo a lidar com os próprios sentimentos sem transformar tudo num dramalhão sofrido.
E eu gosto muito quando a história mostra que conexão real não nasce só da idealização. Ela nasce quando a imagem perfeita cai e sobra a pessoa real.
No fundo, o drama fala bastante sobre isso.
Gostar de alguém é fácil na fantasia.
Difícil é quando a realidade entra na conversa.
Impressão final, uma comédia romântica leve, divertida e cheia de química, sustentada por personagens carismáticos e emocionalmente atrapalhados, daqueles dramas que fazem a gente rir enquanto pensa, relacionamento seria tão mais fácil sem o ego no caminho.
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NÃO PERCA SEU TEMPO COM ESSE DRAMA. MUITO RUIM
Não perca seu tempo com esse drama. Sem romance, sem um relacionamento forte, cheio de mal-entendidos e separação estúpida do casal momentaneamente. A atriz principal (FL) por raiva e decepção pede um tempo no relacionamento com o ML, mas depois descobre que ele não era um traidor .... A FL passou por idiota nesta parte do drama.Was this review helpful to you?



