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Gostei que nesta sequência já iniciou mostrando as cenas do especial para fazer toda a conexão dos fatos apresentados que nos chocaram lá. Nesta temporada a carga emocional do Shu Yi foi perfeita e fiquei muito triste por ele, dava para ver o quão magoado ele estava e gostei muito da atuação do Sam Lin. Ao final de tudo, acho que a única ponta solta que ficou foi a explicação de quem era a mulher americana, porque toda vez que foi citada, nunca se revelou realmente quem era, apesar de fazer referência a uma pessoa além do Brandon ao lado da mãe do personagem Shi De. Ou eu que perdi essa revelação.
Sobre os personagens Pei Shou Yi e o Yu Zhen Xuan, o que um tinha em excesso, no outro faltava, mas acho que poderia ter sido melhor explicado aquela cena do Pei Shou sentado e o Zhen Xuan chorando na porta, porque entendi que algumas das situações era a idealização do Zhen Xuan, porém aquela em questão me deixou confusa depois de ver a maneira que acabou entre eles e o especial deles.
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Obra Prima de Taiwan
Mais um BL taiwanês que vai deixar saudades, “We Best Love: Fighting Mr. 2nd” conseguiu manter perfeitamente a maestria da narrativa e o drama de qualidade da primeira temporada. Apesar do soco no estômago que foi o final da temporada anterior e que deixou várias perguntas no ar, essa temporada trouxe as respostas que tanto queria saber e mostrou que o amor deles sobreviveu ao teste mais difícil de todos: o tempo. Se na primeira temporada acompanhamos a doçura, a competição e as descobertas da juventude, aqui somos jogados no mundo corporativo, onde as mágoas são mais profundas e os sentimentos, muito mais complexos. A narrativa amadureceu junto com os protagonistas, entregando um enredo denso, sensível e sem medo de tocar nas feridas do passado.A começar pelos prólogos de cada episódio: se na primeira temporada ouvíamos os segredos de Gao Shi De, aqui a melancolia e a poesia dessas reflexões passam para a perspectiva de Zhou Shu Yi. Eu simplesmente não dava conta de vê-lo sofrendo, porque sofria junto. Essa marca registrada da série me fez chorar e querer abraçá-lo a cada abertura, mostrando um Shu Yi tão machucado pelo tempo e pelo silêncio, onde cada olhar indiferente na verdade escondia um grito de dor.
A história de Gao Shi De e Zhou Shu Yi nos deu uma verdadeira lição sobre responsabilidade afetiva, o preço das escolhas e comunicação. O roteiro foi extremamente corajoso ao não passar pano para Gao Shi De, dando ao Zhou Shu Yi o direito legítimo de expor sua dor de ter sido deixado no escuro. Foi doloroso assistir a essa desconstrução do 'príncipe encantado', mas foi o que tornou a reconciliação deles tão legítima e avassaladora. O grande trunfo desta temporada é exatamente essa evolução do enredo. Sam Lin e Yuyu entregaram tudo de si na atuação. Há cenas tão cruas, longas e sem cortes apressados que nos fazem sentir cada segundo da tensão, da dor e do desespero dos personagens. Não há glamour aqui; há sentimentos expostos, desabafos engasgados e uma química visceral que transborda na tela. É uma verdadeira overdose emocional não recomendada para os corações fracos — confesso que tive “ressaca” emocional por causa disso.
Outro destaque dessa temporada foi a apresentação do peculiar Yu Zhen Xuan, “relacionamento” passado do dr. Pei Shou Yi. E, sinceramente, poderia ter sido desenvolvido melhor esse enredo, que tinha um potencial gigantesco. A dinâmica entre eles é extremamente complexa, tocando em traumas e em uma densidade psicológica que merecia mais episódios para respirar. Embora a relação deles chame a atenção pela excentricidade e pelo mosaico psiquiátrico que ambos possuem — digno de uma visita ao CAPS —, a sensação que fica é de que tudo foi resolvido de forma um pouco apressada, o que acabou me deixando um pouco perdido e decepcionado. Nem a existência de um episódio especial focado nos dois conseguiu sanar isso, pois foi uma repetição do que já havíamos assistido com pequenos detalhes inéditos.
O casal de amigos de Gao Shi De e Zhou Shu Yi, o lindíssimo e impulsivo Shi Zhe Yu e o sincero e fofo Liu Bing Wei, abrilhantaram ainda mais essa segunda temporada com uma dinâmica leve, divertida e cheia de companheirismo. Eles funcionam como o verdadeiro porto seguro em meio a tanta turbulência do casal principal, mostrando que o amor também pode ser simples, irreverente, leal e reconfortante.
Resumindo, minha nota para essa temporada é 9.5, somente por causa do pequeno deslize com o casal secundário Pei Shou Yi e Yu Zhen Xuan. Mas no geral a série fechou seu ciclo de forma belíssima, com uma produção impecável, com atuações de elite e uma trilha sonora memorável que consolida a franquia como um dos maiores marcos do gênero. Como já disse anteriormente, ela ganha o meu selo “ITSAY” de qualidade e entra na minha lista de melhores BLs, se tornando uma obra-prima indispensável para qualquer blzeiro(a).
Nota: 9.5/10
Recomendadíssimo! ⭐⭐⭐⭐⭐
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Não pensei que diria isso, mas essa resenha foi difícil de escrever, mesmo pensando muito nos prós e contras. Não sei se foi porque coloquei muita expectativa ou porque essa temporada foi fraca mesmo. Mas amei a OST, geralmente nem ligo para isso, mas com ela dá até para se basear para escrever uma estória.O primeiro episódio já começando com barraco, bem estilo deles, mas achei o ambiente ruim, acho que faria mais sentido se Shu Yi encontrasse Shi De de surpresa na empresa, aí sim faria sentido o tapa.
Entendo a indignação do Shu Yi, cinco anos é muito tempo e em seis meses mais exato, antes mesmo de seu pai intervir, ele já estava sofrendo pela falta de resposta do outro, a desculpa que deram por isso, para mim pecou, podia ao menos ligar? Iria cair os dedos? Então acho que seu pai não fez o acordo por ser mau sim por amor e preocupação com filho, eu gostei dele e acho que foi uma boa escolha de ator. Shi De que decidiu tudo sozinho como se um relacionamento não precisasse dos dois e se não soubesse o gênio de Shu Yi.
Sobre as brigas e a volta. Primeiro eu gostei como foi essa volta, nada de enrolação ao mesmo tempo que queria mais. O início do episódio dois me surpreendeu, dava para sentir suas emoções, tanto sofrimento, realmente não pensei que essa temporada seria tão forte assim, quer dizer, a primeira tudo era mais doce, mesmo com tapa, não imaginei este beijo. E que beijo foi aquele? Com direito a língua e tudo, bem de certa forma é polêmico por usar força, mas pelo contexto acho que faz sentido, muita coisa estava incluído ali, não era um beijo para prender Shu Yi, sim para se prender a ele. Mas se fosse em outra situação, eu não gostaria.
Nunca gostei do relacionamento dos amigos deles, não me parece muito amoroso mesmo depois de cinco anos, sobre o Pei Shou Yi e Yu Zhen Xuan, o primeiro justifica como trata o outro dizendo ter transtorno afetivo, eu acho que os diálogos não foram suficientes para os descrever, a verdade que fiquei muito confusa e não consegui ter opinião, sinceramente achei que o médico que tinha sido abandonado ou fugido do outro, mas amei a inclusão de uma pessoa com deficiência intelectual. Enquanto editava essa resenha vi o anúncio de um spin-off dos dois, bem espero que lá explique melhor sobre eles.
Não sei se realmente terá um terceira temporada, mas se tiver, espero que seja mais bem construída como a primeira, mas também quero a emoção que senti no episódio dois, sabe algo mais agridoce, explosivo, mas sem coisas forçadas, por favor!
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No les perdono que hayan eliminado la escena donde explican los malentendidos de los correos sin responder y lo de la hermanastra de Shi De. ¿Cómo van a quitar algo así de importante en la trama?
También sentí que nos quedaron a deber con la trama de Zhen Xuan y Shou Yi, en especial sus últimas escenas porque no mostraron bien como pasaron de una despedida a una relación.
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