Characters that Break Stereotypes
Besides what's already been said, I'd like to center this review on the characters themselves.I hated My Weatherman and My Beautiful Man, and I've seen some comments comparing Takara No Vidro with these bls. Maybe it's because, on the surface, the relationship seems like a one-sided crush between a kind airhead and a stoic cool guy. But this can't be further from the truth in this case.
Takara is a relatable guy who isn't cold but instead straightforwardly speaks his mind. I thought he'd fall into the bully popular guy trope. But Takara is kind and isn't afraid to smile, laugh, and tell Taishin exactly what's on his mind. Credit to the actor because his subtle eye movement shows exactly what he's feeling.
Taishin is also a game-changer in that he speaks his mind right away and owns up to his feelings. This is refreshing considering that a frustrating pattern in BLs to keep the "suspense" going is to wait until the last second for MLs to communicate their true emotions. I just wish we could've seen more of his past and things that make him more personable.
This is an overall well-put-together bl. Takara and Taishin have worthwhile chemistry, great acting, and a comforting atmosphere.
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Takara's character is the only thing worth watching.
It's difficult to understand why someone (Taishin) who is so clueless, nearly deaf, and also a stalker would be loved by others. The main character (Takara, the tall guy) is full of charisma, and that's the only reason I can tolerate this show.To be fair, only three episodes have been released so far, so my judgment is limited. I'm not sure if the character development will become more acceptable. The storyline isn't bad, and the cinematography is fine. I just can't see how Takara can fall in love with that kind of person. It doesn't look credible at all.
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Cute
This series had so many things you could pick on but overall it was thank god drama free and just cute. I couldnt stop smiling the whole way through, because they were adorable.Just turn your mind of and just smile, you will definitely feel happy after watching this 😀
Also it was good because it had no cheating, no drama just two gorgeous guys finding their way.
Would love to know why most bl's have cheating in our country it is frowned upon.
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Let's watch BL!
Well, well well, we'll make one the guy submissive, stupid, naive and ditsy!
*SIGH*
Stick with korean, taiwanese and thaï BLs, hell, chinese BL can't go past bromance and still manage to be about a hundred times better than those types of japanese BLs that are really just subpar shoujo adaptation in disguise....
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This review may contain spoilers
SEM BRILHO
Essa é uma história fofa e bonitinha sobre a descoberta do amor, mas na minha concepção pesaram um pouco a mão na inocência do Taishin e pecaram no desenvolvimento do relacionamento.A série abre muito bem no primeiro episódio e o começo até que é levado de forma bem ok, mas ao chegar na metade eu já me sentia cansada pois tudo era previsível e sem brilho. Eu já sabia que caminho íamos tomar porque as atitudes do Taishin eram sempre as mesmas para qualquer situação (infantis e monótonas).
Nossos protagonistas não se comunicam direito e a relação soa mais como um bromance do que um romance. Eu me decepcionei bastante.
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La représentation de la "Naïveté" devrait avoir des limites...
Ayant lu le manga il y a quelques mois (peut-être un peu plus en réalité, vu les souvenirs qu'il m'en restait..) et l'ayant trouvé "mignon" (Oui, en gros, à lire une fois quand tu veux passer le temps, puis oublier presqu'aussitôt...), j'ai été intriguée par cette adaptation.Je me suis donc lancée une fois la diffusion finie... Et comme pour le manga, j'en ressors avec la même sensation juste "C'est mignon" rien de plus... Il y a pas vraiment d'évolution chez les personnages... De plus, j'ai souvent été frustrée par Taishin... Est-il vraiment si naïf et inexpérimenté ? Ou dépeint-on le syndrome d'Asperger ? Aller savoir... (Je n'ai pas de souvenir d'avoir été interpellée par ce personnage dans le manga... Étrange... J'imagine que le "lire" et avoir une représentation visuelle/auditive change pas mal la donne...)
Bien que je ne comprenne pas trop cette "vague" autour de ce drama, cela reste une petite histoire assez sympas à regarder lorsqu'on ne veut pas se prendre la tête.
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A bas la soumission au Sempaï !!!
C'est bien fait... Bon acting... acteurs tout mimis.... mais voilà ! !!Une circonstance de rencontre mais pas vraiment d'histoire profonde.
C'est vraiment très très soft.
Même si on ne s'ennuie pas, on sent qu'il manque qq chose pour dynamiser l'ensemble.
Le côté soumission au sempaï commence à m'agacer🤔👿
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err
eu acho takara Treasure é uma falha total de construção de protagonista, a tentativa de tornar o taishin fofo ou puro apenas resulta em um personagem artificialmente infantilizado, no ponto de parecer desconectado da realidade básica da convivência humana.oque eles tentaram fazer, um personagem tão ingênuo que chega a causar pena e não empatia. Ele age como se tivesse crescido isolado do mundo, sem qualquer noção. Isso ae não é
delicadeza emocional tá mais para uma caricatura exagerada, cara, nem crianças são tão alheias assim.
o muleke já é maior de idade, mais o roteiro insiste em tratar
como incapaz de reagir de forma minimamente madura.
no fim, a infantilização do personagem não torna ele adorável, apenas frustrante.
enfim a minha opinião.
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Amei o Bl
é tão singelo tão delicado é uma até características dele japonês que é a questão do desenvolvimento lento dos protagonistas, porém tem-sempre a questão de atuação roteiro cenografia. O que torna o drama mais interessante e bonito. tocante!Was this review helpful to you?
Um Japonês Somente Bom!
Se o Japão é conhecido no universo dos BLs pela sua capacidade única de extrair poesia do cotidiano e dos silêncios, "Takara's Treasure" (Takara no Vidro) chega para confirmar essa regra, mas não sem antes testar a paciência da gente em alguns aspectos de sua caminhada. Fechando mais uma parada do nosso projeto "BLs Pelo Mundo", o saldo geral entrega exatamente a estética intimista e o capricho visual que eu tanto esperava, mas com escolhas de roteiro que dividiram minhas impressões ao longo dos episódios.Esse foi um enredo slowburn extremamente “slow”, pois acompanhamos em pequenas doses homeopáticas toda a construção do relacionamento deles, principalmente suas evoluções pessoais. Taishin foi um personagem que me despertou amor e ódio, pois seu comportamento e mentalidade infantilizada me tiraram do sério pelo exagero e falta de realismo, mas me deram também momentos de fofura e empatia.
Outra coisa que percebi ao finalizar a série foi a pequena evolução pessoal de Taishin em comparação a Takara. Notei um certo amadurecimento, mas nada tão relevante ao ponto de destacar o personagem. Por outro lado, o contraponto desse relacionamento veio na figura maravilhosa e deslumbrante de Takara. Se no início ele parecia um veterano inacessível e envolto em um pragmatismo quase frio, o roteiro guardou para a reta final a sua verdadeira essência. Takara me entregou camadas: do trauma da infância e do relacionamento conturbado com a mãe à criação, inspiração e hobby dado pelo avô, sua visão da vida, das pessoas e, principalmente, sua visão sobre o amor. Seu amadurecimento e sua evolução pessoal foram nítidos, se destacando mais ainda no episódio final, que foi extremamente tocante e sensível.
No fim das contas, a química do casal principal acaba se sustentando justamente nessa balança onde um serve de contrapeso para o outro. Embora a disparidade de maturidade, o desequilíbrio de poder e a oficialização inusitada da relação tenham me incomodado um pouco, a entrega e a honestidade emocional dos episódios finais limparam o caminho. A vulnerabilidade que eles compartilharam provou que, por mais tortuosa que tenha sido a jornada, os dois conseguiram encontrar um terreno comum de afeto, admiração, respeito e acolhimento.
Visualmente, a série é impecável e funciona como o verdadeiro pilar de sustentação da obra. A composição técnica de fotografia casada com as belíssimas paisagens naturais de Tóquio, o capricho no jogo de luz e sombra e a escolha minuciosa dos tons de cores elevaram o nível da narrativa. O enquadramento focado nas microexpressões dos personagens, especialmente os closes cirúrgicos no rosto de Takara e Taishin, conseguiu traduzir tudo aquilo que o diálogo economizava ou faltava. É o tipo de produção onde a estética visual compensa os ritmos mais lentos do enredo, fazendo com que cada cena lenta ou silenciosa seja, no mínimo, lindíssima de se contemplar.
Com as pazes feitas com o enredo e os olhos brilhando com a fotografia, nos despedimos do Japão com o saldo de uma produção que compensa seus exageros com pura honestidade emocional. Minha nota para esse BL é 7. Não foi uma história inesquecível ou marcante, mas, apesar de algumas ressalvas, como todo bom BL japonês, soube entregar sensibilidade e delicadeza em sua narrativa com um fechamento digno. Destaque para o episódio especial, que foi um dos meus favoritos, pois me proporcionou um vislumbre do relacionamento um pouco mais maduro entre Takara e Taishin, e ainda me deu uma side story com uma personagem inesperada.
Nota: 07/10
Recomendo ⭐⭐⭐
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Adorei poder assistir um bl tão lindinho igual esse. Os personagens são muito queridos e o casal tem uma relação tão leve e pura, adorei ver eles descobrindo o amor aos poucos, com um relacionamento confortável e delicado.
Não esperava muito quando fui assistir mas no final eu fiquei apaixonada!! Vale muito a pena assistir.
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