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- Título original: MuTeLuv ตอน เจ้าแม่ตัวแม่
- Também conhecido como: MuTeLuv: Jao Mae Tua Mae , MuTeLuv: Queen of Queens , MuTeLuv: Chao Mae Tua Mae , MuTeLuv โปรดใช้วิจารณญาณในการรักเธอ ตอน เจ้าแม่ตัวแม่
- Roteirista e Diretor: Muangthai Sarupkarn
- Roteirista: Pond Ranet Santep
- Gêneros: Comédia, Sobrenatural
Onde assistir Mu-Te-Luv: Queen of Queens
Grátis (sub)
Elenco e Créditos
- Fluke Nattanon"Nevia" Pichapob Narawin / "Vea One-pen"Papel Principal
- Lego Rapeepong Supatineekitdecha"Ingky" Daruni Laohongyokfah / "Ing"Papel Principal
- Sood Yacht Patsit PermpoonsavatFewsPapel Principal
- Neo Trai NimtawatKatrina Wangrareng / "Kat"Papel Principal
- Golf Kittipat ChalaragseMed-tubtim / "Med"Papel Secundário
- Mick Metas Opas-iamkajornPatPapel Secundário
Resenhas
Uma boa comédia
Esperei ansiosa pelo Diva Deva Mata porque tinha certeza que ia ser uma divertida comédia. Não me decepcionou, mas o trailer piloto estava mais engraçado e melhor caracterizado.Foi uma grande oportunidade para vários atores mostrarem o seu talento. Para o Fluke que está sempre em papéis de menininho fofo foi uma grande reviravolta e ele não decepcionou. O Lego estava tão perfeito como Ink que tinha momentos que eu nem sequer o reconhecia. O Sood também estava perfeito e o Neo eu já esperava que ele entregasse uma excelente atuação porque mesmo parecendo que ele se especializou em fazer o coadjuvante, ele já tinha mostrado em Only Friends o quanto consegue ser multifacetado. A minha grande surpresa nessa série foi o Marc, eu nunca o vi tão solto e à vontade atuando em uma série. Os últimos trabalhos dele em We Are e Perfect 10 lines deixaram bastante a desejar e eu tinha minhas dúvidas se ele estava feliz com a profissão que escolheu porque parecia muito pouco à vontade na atuação, mas ele está esplêndido em Mu Te Luv.
Vale a pena assistir, com certeza vais dar boas risadas!
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MuTeLuv: Diva Deva Mata
Olha, eu não sou fã de comédia. Principalmente comédia tailandesa, porque quase sempre me dá aquele sentimento constrangedor de vergonha alheia que faz querer me esconder atrás do sofá. Mas Diva Deva Mata foi uma exceção deliciosa. Eu realmente ri, me diverti e até me surpreendi com o quanto me envolvi com o caos das quatro “air dolls”, Nevia, Ingky, Fews e, claro, a inesquecível Katrina.A série tem um ritmo frenético, cheia de exageros, figurinos absurdamente bons e uma energia de “divas em apuros sobrenaturais” que funciona melhor do que eu esperava. A ideia de transformar influenciadoras em vítimas (ou cúmplices) de um ritual espiritual que dá errado é tão absurda que acaba sendo genial. E o melhor é que cada uma delas brilha do seu jeito, cada uma caótica à sua maneira, mas todas igualmente cativantes.
Nevia é a líder, toda cheia de pose e controle, mas vive tropeçando na própria arrogância. É tipo uma Regina George versão tailandesa, só que com crises de diva e surtos espirituais. Ingky é a mais organizada (ou pelo menos tenta ser), sempre planejando tudo e, inevitavelmente, mergulhando de cabeça nas confusões que ela mesma cria. Já a Fews é o caos criativo em pessoa, aquela amiga super inteligente que tem mil ideias e ignora completamente o senso de perigo. O tipo de personagem que te faz rir justamente pelos desastres que causa.
Mas, sejamos sinceros, quem realmente carrega o arco nas costas é a Katrina. Neo foi simplesmente brilhante. Ele entregou carisma, exagero, expressão, voz, tudo. O jeito como ele faz a Katrina quando ela é possuída pela deusa é hilário, um mix perfeito de diva e espírito poderoso que só funciona porque ele se joga completamente na loucura. O timing cômico dele é impecável, e a entrega é daquelas que fazem você pensar “ok, esse homem nasceu pra entreter”.
Diva Deva Mata acerta em cheio em ser divertida, colorida e cheia de personagens que se permitem brilhar, especialmente pra quem, como eu, adora ver representações “diva/femme” sem medo do exagero. Mas também fica claro que o foco aqui não é criar uma narrativa trans profunda ou com crítica social; é sobre diversão, estilo e carisma. Fala com a comunidade, mas não a partir dela. Ainda assim, é um pontapé importante pra abrir espaço pra mais tramas com foco em personagens trans, algo que ainda é raríssimo no mundo BL, ou nos dramas em geral.
Mesmo assim, é um arco bem feito, tem ritmo e uma energia contagiante que dá vontade de assistir até o fim. No fim das contas, Diva Deva Mata me fez rir. E vindo de mim, que normalmente foge de comédias tailandesas como o diabo foge da cruz, isso já é um baita elogio.
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