News Sun, o tenista perfeito da escola, e Bay, o garoto independente e artista, têm pais rivais. Suas famílias são donas de restaurantes de dim sum concorrentes na Rua Krong Thong: o tradicional Saming Phon Fai, da família de Sun, e o Merlion, da família de Bay, um novo estabelecimento famoso por seu shumai. Quando Bay se inscreve em um teste para o time de tênis para irritar Sun, e Sun perde por causa de uma lesão, o diretor da escola ordena uma revanche. Em resposta, seus pais, Chun e Bee, fazem um acordo: a família que perder terá que fechar seu restaurante de dim sum para sempre. Quando chega o dia da partida e as circunstâncias os levam a representar a escola como dupla, os dois mantêm segredo de seus pais. Enquanto treinam em um resort nos arredores da cidade e começam a se aproximar, Bay e Sun fazem uma aposta: se vencerem o campeonato de duplas masculinas, seus pais terão que permitir que namorem; se perderem, porém, nunca mais se verão. (Fonte: Inglês = kisskh || Tradução = myle_na em kisskh) Edit Translation
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- Native Title: รักนี้ต้องเสิร์ฟ
- Also Known As: Rak Ni Tong Serve , This Love Must Be Served
- Director: Chik Sakon Tiacharoen
- Screenwriter: Suwanan Phokutsai, Nontakorn Padpo, Supachod Kajonsiripong
- Genres: Comedy, Romance, Drama, Sports
Cast & Credits
- Ping Krittanun Aunchananun"Sun" Yotsawit ThiticharoenMain Role
- Teshow Promsakha Na Sakolnakron"Bay" Benyu ThanweerananMain Role
- Chai Chatayodom HiranyatithiChun [Sun's father]Support Role
- Amarin NitibhonBee [Bay's father]Support Role
- Sing Harit CheewagaroonBoatSupport Role
- Chimon Wachirawit RuangwiwatKong [Coach]Support Role
Reviews
De mediana para boa
Preciso ser honesta e falar que o início do BL não me prendeu em nada. Eu quase dropei de verdade. O tema de tênis também achei chatíssimo. Não tenho um problema com o esporte em si, mas não me instigou aqui.Com o desenvolvimento do Bay e do Sun, a história melhora de forma significativa. Os personagens têm um relacionamento fofo, e gostei de como eles não terminam depois que começam a namorar, odeio quando isso acontece 🙄
Os TeshowPing têm uma química legal.
O casal secundário protagonizado pelos SingChimon é ok, mas não me convenceram muito. Não vejo tanta química neles ainda, mas fico feliz pelo ship estar ganhando reconhecimento.
Muitos compararam Match Point com Bad Buddy por causa do conflito entre os personagens e suas famílias. Honestamente, achei que Bad Buddy trabalhou isso um pouco melhor. A razão do conflito em Bad Buddy achei mais coerente. Aqui, eu achei meio besta e não tão difícil de resolver. A teimosia e o mau-caratismo dos pais do Bay foram irritantes. Enquanto isso, o pai do Sun me surpreendeu muito positivamente.
Também não gostei muito de como o Bay abriu mão da amizade deles quando criança por causa do conflito familiar, mas acho que isso foi mais uma necessidade da história para chegar onde precisava do que um defeito do personagem.
Talvez eu tenha sentido mais isso justamente pela comparação com Bad Buddy, em que os protagonistas, mesmo estando em uma situação familiar parecida, conseguiram resolver as coisas entre eles de uma forma que achei mais satisfatória, no caso, sem estragarem a amizade por problemas que não diziam respeito aos dois, e sim aos pais.
O final da história foi bem água com açúcar. As famílias se entenderam e, no fim, tudo ficou simples. O que também reforçou minha sensação de que, de novo, esse conflito não era tão difícil de resolver.
Enfim, acho que foi um bom começo para os TeshowPing.
GMMTV PECA, MAS QUANDO ACERTA É PRA VALER
Eu sempre costumo dizer que a gmmtv, na maioria das vezes, produz bls com histórias fracas, mal desenvolvidas, personagens rasos e caricatos, mas que quando essa companhia realmente se empenha em uma obra, sai a melhor série boys love do ano, e a mais viciante também."Match Point" não é um bl pesado, nem mesmo revolucionário. Apresenta aquela trope romântica que a gmm ama: enemies to lovers no colegial. Mas apesar de parecer só mais uma série pastelão para encher linguiça, na verdade é uma das melhores do gênero do ano!
MP mostra que não é preciso ter o roteiro mais tóxico ou mais diferente para se destacar, mas sim que com o básico é possível ser bom, satisfatório e nada repetitivo. E essa obra tem um diferencial marcante para mim: não é apenas um enemies to lovers, é também um slowburn.
Quem há muito acompanha a GMM, sabe que a maioria de suas séries tem cenas íntimas/de beijo logo nos primeiros dois episódios. Há quem goste, mas eu sinto que perde muito da tensão romântica entre os protagonistas, assim como perde o desenvolvimento da paixão romântica entre eles. Então um romance que ganha forças há cada episódio de forma espontânea e nada forçada, realmente tem um lugar no meu coração.
E pra completar, a comédia é pontual e os assuntos mais sérios são bem entregues, além de que os atores realmente atuam bem e compartilham de uma química surreal.
Assistam!























