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COMO ASSIM ACABOU??
Gostei muito!!! De início fiquei meio apreensiva com as 2 horas de filme, já que hoje em dia é difícil prender a minha atenção por tanto tempo sem pausas, mas incrivelmente, nem vi o tempo passar.O que posso falar dos atores?
Entregaram TUDO! Foi atuação, foi dança, foi química, foi sentimento!
Eles tiveram uma química absurda, e foi muito legal descobrir que eles já tinham trabalhado juntos antes.
Deu pra ver todo o esforço que eles colocaram nesses papeis, e acho que valeu muito a pena, porque os atores me convenceram completamente de que ambos eram dançarinos profissionais de ballroom.
Minhas únicas críticas negativas são em relação à confusão que senti em alguns momentos. Em certas partes, parecia que a cada hora eles estavam em um país diferente e que a linha do tempo não fazia muito sentido.
Em relação ao primeiro beijo, achei que foi muito do nada, pois nenhum dos dois tinha deixado transparecer para o outro que existia um interesse ali, ou que esse interesse fosse ao menos mútuo. Pelo menos eu não achei que ficou claro pro expectador, quanto mais para os personagens.
O último beijo também kkkk foi na frente de todo mundo, em um evento enorme e ninguém falou um A? Não mostrou a reação de ninguém e nem as possíveis consequências.
Outro ponto que me deixou meio assim, foi a questão latina da coisa. O estilo latino é tratado como puro erotismo, algo que o próprio Shinya comenta. Fiquei um pouco dividida com isso, porque não sei se dentro do meio do ballroom e da dança, realmente é visto dessa forma. E, se for, acho um pouco estereotipado, já que latinos não deveriam ser vistos apenas pela vulgaridade ou pela sexualidade.
Quando o filme acabou, eu fiquei tipo: “O quê?? Como assim acabou??”.
O final é aberto, e depois de pesquisar vi que o mangá tem vários volumes, então espero MUITO que eles estejam planejando um segundo filme.
E que eles coloquem Bailando no próximo filme, porque ficaram devendo 🙌
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O sobrenatural está dominando os BL
Acho que God Bless You From Death foi um BL muito bom para acompanhar enquanto estava em lançamento. Assistir semanalmente funcionou melhor do que maratonar tudo de uma vez, porque acredito que ver tudo seguido pode acabar ficando um pouco cansativo.Os PoohPavel arrasaram e, mais uma vez, se provaram como shipp. A química entre eles continua ótima. Sinceramente, não entendo as críticas que surgem por causa dessa discussão de top/bottom, de que o Pavel “deveria” ser top e blá blá blá. Do jeito que está, funciona muito bem e, pra mim, é justamente isso que dá o molho do casal.
A relação do Singha com o Thup foi uma graça. Confesso que, quando eles se beijaram pela primeira vez, soltei um “naaaao”, porque não senti que aquele era o momento ideal. Acho que teria funcionado melhor um ou dois episódios depois. Mesmo assim, não acho que isso tenha estragado a relação ou a história deles.
Uma coisa que senti falta foi a heterocromia do Thup ser mais mencionada dentro da obra. Seja de forma negativa, com estereótipos, ou de forma positiva mesmo. A heterocromia completa é uma condição bem rara, então teria sido interessante ver mais reações, comentários ou até uma história por trás disso.
O casal secundário foi bem irritante no começo. Os dois eram meio tóxicos e simplesmente não conversavam. Sou um pouco adepta da ideia de que ex é ex por bons motivos. Ainda assim, eles tentaram fazer funcionar e até ficaram fofinhos juntos. Só senti falta de mais desenvolvimento individual dos personagens.
Soltei um gritinho na parte em que o Singha fala que aprendeu o feitiço com o namorado 🤭 demorou, mas veio aí kk.
Bati palmas quando o Singha finalmente reagiu no final. Ele fez exatamente o que eu queria: chegou atirando, surtou e chutou todo o ritual lá (apesar de que, né… podia ter atirado pra matar). Só acho que, depois de dar uns sacodes no velho, não deveria ter deixado ele lá. Esses personagens têm uma dificuldade enorme de finalizar o trabalho: ficam se abraçando e conversando enquanto o vilão ainda tá lá caído, ao invés de resolver logo.
E achei meio paia o Singha, sendo um policial treinado perder na mão para um maluco.
E aquela parte em que eles simplesmente começam a rezar do nada e os fantasmas somem ou mudam de lado? Fiquei tipo: ué. Por que não fizeram isso antes então? E se fizeram, porque não funcionava?
Fiquei com muita pena da mãe do Thup. A cena dela lutando pela vida foi bem triste e pesada. Queria que ela tivesse tido mais importância no fim.
Também senti que faltou mais relevância e história para a fantasma principal. Pensei que ela fosse ter todo um background, já que apareceu em grande parte da história.
Sobre o King, não tenho muito o que dizer. Foi basicamente uma pedra no sapato na maior parte do tempo. Achei que fosse morrer em algum momento, mas nem.
Por ser uma série mais puxada para o terror sobrenatural, ela acaba caindo naquele clichê que todo mundo odeia: os personagens fazendo escolhas burras. Falou pra não ir, ele vai. Falou pra não ficar sozinho, ele fica 🙄 é claro que vai dar ruim assim, né?
Em relação aos sustos, achei que a primeira metade da série deu mais medinho. Uma cena que lembro claramente de ter levado um susto real foi a da cabeça da fantasma dentro da caixa, foi um jump scare dos bons.
A produção da série, no geral, foi muito boa. A ambientação funciona super bem e a trilha sonora também arrasou. É aquele tipo de OST que não dá vontade de pular a opening.
No geral, gostei bastante da série. Tem uma vibe bem diferente, uma produção de qualidade e uma OST que realmente marca. O final foi agridoce, mas satisfatório.
PS: E uma das cenas que infelizmente cortaram, iria ser mais uma referência a Pit Babe, uma muito boa por sinal 😩🤌
GOSTEI!!!!
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Triângulo sempre me estressa
Eu já comecei Burnout Syndrome com o pé meio atrás, porque triângulo amoroso simplesmente me irrita 😅 então a empolgação não estava lá muito alta.Não é leve, não é fofinho. Ele tem uma atmosfera mais madura, mais densa e emocionalmente complicada.
Sobre os personagens… vou ser honesta: achei todos meio péssimos 😂 mas, curiosamente, isso não é necessariamente algo ruim. Eles erram, são egoístas, tomam decisões questionáveis e justamente por isso acabam parecendo humanos. Não são personagens feitos pra agradar ou parecer moralmente perfeitos. São falhos e isso torna tudo mais real. Isso é positivo mas eles acabam gerando um ódio na gente que não deixa um gosto legal na boca.
A fotografia e a ambientação são muito boas. Tem uma identidade visual bem marcante, e toda a parte artística da obra é bem peculiar, mas no bom sentido. Existe um cuidado estético que combina muito com o tema de burnout e com o universo criativo do Jira.
Falando do Jira: pra mim, o grande problema dele foi a falta de responsabilidade afetiva com o Pheem. Ele deu todas as esperanças possíveis, manteve o Pheem ali, paciente, esperando… e demorou demais pra encarar os próprios sentimentos. Eu não culpo ele por gostar do Ko, ninguém controla o que sente. Mas culpo, sim, pela demora em admitir isso, prolongando algo com o Pheem que já não era recíproco.
Agora o Pheem… vou ser honesta: desde o início eu não fui muito com a cara dele. A pose de bom moço não me convenceu. Ele não me parecia um green flag de alma, dessas pessoas que não precisam de motivo pra serem boas, elas simplesmente são. No caso dele, parecia mais uma postura do que algo genuíno. E depois a gente vê que ele não era tão transparente quanto parecia, ele ocultava ao máximo sua personalidade explosiva.
O Ko, por outro lado, apesar de meio filho da p*ta em vários momentos, pelo menos era honesto sobre o que pensava. Eu não julgo ele por ser introspectivo ou por preferir pagar pessoas para estarem no lugar dele em eventos públicos, se eu pudesse, faria o mesmo 😂
O que realmente pegou foi ele insistir no programa de IA que iria se apropriar de obras artísticas e replicá-las sem esforço. Eu entendo o argumento dele de que “se não for ele, outra pessoa vai fazer no futuro”, mas acho que o que mais doeu no Jira foi ter sido justamente o Ko. Doeria de qualquer forma, mas vindo dele foi pior. E o Ko não parecia entender isso a ponto de ceder.
Também senti que demorou demais para o Jira finalmente se decidir dentro do triângulo. E quando ele finalmente assume um relacionamento oficialmente com o Ko… dura, o quê? Dois episódios no máximo. Faltou tempo pra desenvolver aquilo depois de tanto drama.
No geral, eu preciso admitir que se eu não tivesse acompanhado em lançamento, episódio por episódio, acho que não teria conseguido terminar. Maratonando, talvez eu tivesse desistido no meio. Não foi uma experiência ruim, mas também não foi algo que me envolveu profundamente.
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Gostinho de quero mais
É incrível como todo BL japonês que eu pego pra assistir tem protagonistas que são simplesmente lindos de parar o trânsito.Kakeru… pelo amor. Cada cena em que a iluminação era usada pra refletir no rosto dele parecia pensada pra humilhar o espectador de tão bonito 😍
E o Ohara é um personagem que é o pacote completo: lindo, fofo, inteligente.
Confesso que normalmente tenho certa preguiça de friends to lovers. A linha da amizade prolongada costuma ser difícil de cruzar, ironicamente, acho muito mais fácil comprar um enemies to lovers do que essa transição lenta do afeto já estabelecido. Porque sempre tem a questão de não querer se declarar para não perder a amizade, e isso prolonga um pouco a espera.
Mesmo assim, I Cannot Reach You conseguiu me conquistar.
Vi muita gente dizendo que o romance era unilateral, vindo só do Ohara, e sinceramente… não entendi essa leitura.
O próprio Kakeru é honesto sobre o que está sentindo e pede tempo pra entender seus próprios sentimentos. Em vários momentos fica claro que ele também se deixa balançar pelo Ohara. Não é ausência de sentimento, é confusão emocional. E na questão de demonstrar afeto, é muito relativo pra cada pessoa.
Eles funcionam muito bem juntos e são bem fofos.
Minha única frustração é algo recorrente nos BLs japoneses: a história praticamente acaba quando o casal finalmente fica junto de verdade. Eu gosto de ver a fase do namoro, o cotidiano, a intimidade construída.
Mas considerando o número reduzido de episódios e a curta duração, entendo que o foco tenha sido o desenvolvimento emocional e nisso a série acerta, mas não reclamaria de mais.
É uma história bem básica, sem muitas tramas, mas que em um dia que você quer algo leve funciona bem.
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Cadê o romance que me prometeram?
Que medo de ser apedrejada...Mas vou tentar destrinchar o que eu achei
A Tale of a Thousand Stars foi um BL que eu não desgostei, mas que me deixou bastante frustrada.
Ele tem uma proposta bonita, temas interessantes e momentos realmente sensíveis, só que, pra mim, a execução não acompanha tudo o que a história poderia ter sido.
Falando primeiro sobre o que não me agradou
Um dos maiores problemas foi o ritmo da relação dos personagens. Em vez de um slowburn envolvente, o desenvolvimento muitas vezes transmite a sensação de estagnação.
O romance entre Tian e Phupha foi construído de forma muito contida, quase fria em alguns momentos, parecia o tempo todo que algo estava faltando. A química até existe com os desentendimentos deles no início e com o entendimento que passam a ter no decorrer. Mas ainda assim, acho que foi explorado de maneira econômica demais, o que dificultou o meu envolvimento com o casal.
Um ponto que me incomodou bastante foi o próprio Phupha. Pra começar, até o nome dele me causou um certo estranhamento, nada contra, mas me remetia o tempo todo a um anime diabólico (não procurem, sério).
Mas o incômodo maior veio com o desenvolvimento do personagem ao longo da trama. Ele foi alguém que foi me perdendo conforme os episódios avançavam. Pela sinopse, eu imaginava que a resistência dele em admitir sentimentos pelo Tian estaria ligada à confusão emocional em relação à Torfun, mas isso se desfaz quando ele deixa claro que sempre a enxergou como uma irmã. Ou seja, essa dúvida nunca existiu de verdade. E aí fica difícil entender por que ele relutou tanto em admitir o que sentia. A demora deixa de ser conflito e vira enrolação. A declaração acontecer praticamente nos últimos minutos do segundo tempo foi demais até pra mim.
Eu até achava ele fofo no início, pois parecia ser alguém tímido que tinha dificuldades para se expressar, mas esse pensamento foi caindo por terra em cada oportunidade que ele perdia, e foram MUITAS.
Sinceramente, acho que a história teria funcionado muito melhor se eles tivessem se declarado depois do momento em que o Phupha leva um tiro protegendo o Tian, e só então viesse a separação temporária após a revelação sobre a Torfun, para que cada um resolvesse esse conflito com mais maturidade.
Não sei como me sentir sobre o pai do Tian ter deixado o Phupha encarregado da proteção do filho. Acho que guardaram esse plot muito pro final. Foi só mais uma questão que só trouxe mais mal entendidos e distanciamento entre os personagens.
A Torfun é um ponto que, pra mim, nunca funcionou emocionalmente do jeito que deveria. Eu sei que ela é mostrada, sei que o acidente que tirou a vida dela é triste e que a série faz questão de reforçar o quanto ela era uma pessoa boa e querida por todos. Ainda assim, não sei explicar direito, mas eu precisava de mais dela. Mais tempo, mais cenas, mais personalidade. Mesmo com alguns flashbacks, eu nunca consegui criar um laço real com a Torfun, e isso fez com que toda a trama que gira em torno dela soasse um pouco vazia pra mim. É como se ela existisse mais como um conceito, a pessoa perfeita, o símbolo do bem, do que como alguém que eu realmente conheci enquanto assistia.
Os problemas da comunidade como desigualdade, falta de recursos, educação precária e abandono do interior foram apresentados de forma um pouco superficial e, muitas vezes, romantizada. A série parece querer mostrar "consciência social”, mas sem se comprometer de verdade com a complexidade e o peso dessas situações.
Ainda assim, a série tem méritos importantes. O arco do transplante de coração de Tian é uma das ideias mais interessantes da trama. O questionamento moral sobre a origem do coração, especialmente a dúvida sobre ele ter ou não atropelado a Torfun, cria uma tensão ética real e pouco comum em BLs. Caso tivesse sido confirmado que Tian foi o responsável, o conflito seria extremamente pesado, complexo e até difícil de defender emocionalmente, o que mostra o quanto essa linha narrativa tinha potencial. O alívio ao descobrir que não foi ele é quase inevitável, e prova que, nesse ponto, a série conseguiu gerar impacto emocional genuíno.
Outro aspecto bastante positivo é tudo o que envolve as crianças da vila. Elas são carismáticas, funcionam bem narrativamente e ajudam a dar vida ao espaço onde a história se passa. A relação de Tian com os alunos é um dos momentos mais sinceros da série, trazendo leveza e afeto de forma natural.
Nesse sentido, a decisão de Tian de querer cursar Pedagogia é particularmente tocante. Trata-se de uma escolha que foge de idealizações fáceis: é um trabalho cansativo, pouco valorizado socialmente, mas profundamente necessário e capaz de ser repleto de amor e significado. Esse desejo revela um lado mais humano e coerente do personagem, e é um dos poucos momentos em que a série realmente conecta discurso social, desenvolvimento pessoal e emoção.
No fim, achei que foi um BL que deu uma sensação constante de quase. Quase emocionante, quase profundo, quase envolvente. Ele tem ideias boas, temas sensíveis e momentos que realmente tocam, mas se perde um pouco na execução, principalmente no romance e nesse slowburn que as vezes nem parecia que estava sequer queimando.
O Phupha, que deveria ser um pilar da história, acaba enfraquecido por escolhas narrativas confusas.
Não é uma série que eu odiei, longe disso, mas é impossível ignorar o quanto ela poderia ter sido melhor se tivesse coragem de avançar no relacionamento dos personagens, aprofundar conflitos e confiar menos só na própria atmosfera do interior. Acho que me deixou mais frustrada do que qualquer coisa.
Gostei, apesar dos apesares...
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Meh, quer dizer… Meow?
Comecei Cat for Cash sem grandes expectativas. Desde o início parecia aquele BL mais “slice of life”, o que não é um problema pra mim, eu até gosto do gênero, mas também não é algo que me empolgue automaticamente.O primeiro episódio até surpreende, principalmente por causa da mãe do Linx. Mas aí vem essa história de maldição/magia (ou seja lá como devemos chamar isso) envolvendo entender os gatos… e eu fiquei completamente perdida. Não li a sinopse antes de começar, então achei bem???
Depois desse começo, a sensação que fica é que a história simplesmente não anda. Os episódios seguintes parecem girar no mesmo ponto, sem um avanço real no conflito ou nos personagens.
Sobre o Tiger
Ele definitivamente não me convenceu como cobrador de dívidas. Primeiro porque ele mal trabalha, passa praticamente o tempo todo no café de gatos.
Segundo porque não entendo muito bem por que ele tem esse emprego, considerando que a família dele aparentemente tem uma boa condição financeira. Pode ser que eu tenha perdido algum detalhe (estava assistindo em 2x, confesso), ou desviado a minha atenção já que a história não está me prendendo.
Terceiro, a alergia dele a gatos é outra coisa que me incomodou bastante. Ele simplesmente não pode encostar nos gatos e pronto? Fica o tempo todo no ambiente, mas isso não afeta? Nunca vi uma alergia tão seletiva assim. Pelo que eu sei, mesmo só estar no mesmo espaço já costuma causar reação, por causa dos pelos e das partículas no ar. Pra mim, isso fez zero sentido.
Sobre o Linx e os outros personagens, sinceramente, ainda não tenho muito o que comentar.
O romance é até ok. Funciona? eu acho, talvez por causa dos FirstKhao. E as vezes, mesmo o BL não sendo dos melhores, ganha mais engajamento e aceitação por causa do Shipp ser grande na indústria.
Mas também não estou verdadeiramente conectada. Não tem aquele elemento que me faça esperar ansiosamente pelo próximo episódio.
No geral, é uma série que não me envolveu. Nem a trama deles, nem dos gatos. E olha que meu sonho é ter um gato, então esperava me encantar bem mais, mas a narrativa não me ajudou.
Agora minhas conclusões finais após finalizar.
No geral, eu achei bem ok.
Não me afeiçoei a nenhum personagem, como já tinha comentado antes, e continuo achando que algumas questões não fizeram muito sentido.
Admito que me senti um pouco emotiva e até derramei algumas lágrimas por causa da vovó gata. Mas não acho que isso tenha sido mérito da narrativa ou dos personagens em si, e sim por um motivo pessoal que acabou sendo um gatilho pra mim.
Enfim, é uma história bem leve na e cotidiana na maior parte do tempo. Eu particularmente, terminei mais por insistência do que por envolvimento. Não me prendeu, nem pela história, nem pelo romance, nem pelos personagens. No meu caso foi um BL que passou, mas que não ficou, entendem?
Mas acredito que possa ter funcionado melhor para outras pessoas.
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O Thee é a cereja do bolo
Essa parte da minha resenha é após o lançamento da metade da série que serão 10 episódios.▫️Até o episódio 5, eu não tenho muito do que reclamar.
O humor do BL é ótimo, é mais legal ainda porque a história quando focada nessa parte, não tenta se levar a sério, igual naquela cena em que eles começam a cantar do absoluto nada KK. Tenho problemas com personagens que começam a cantar quando a história deles não está ligada a música de alguma forma, mas aqui como eu já disse, eles não levam a sério e é feito para ser cômico.
Já perdi a conta de quantas vezes eu gargalhei, principalmente nos primeiros episódios.
O Thee é dramático de uma forma hilária. As vezes pode parecer passar do ponto por não entender coisas simples, mas não deixa de ser engraçado. É aquelas, seria fácil conviver com uma pessoa assim na vida real? Sinceramente não sei, acho que a partir de um momento seria cansativo. Mas na ficção tá valendo
O Peach é um querido, mas a cegueira dele me irritou um pouco. Tipo "OQ MAIS ESSE HOMEM (Thee) PRECISA FAZER/FALAR, PRA VOCÊ ENTENDER QUE ELE TE QUER????"
O Est aqui está um sabor 🤌🤌
Por enquanto é isso, está bem leve, fofo e divertido. Não sei se vão querer mudar o tom da história nos 5 episódios restantes, mas estou amando até aqui!
▫️Depois do episódio 7
Já considero que todo mundo naquela empresa é cego ou muito burro. Eles (principalmente o Thee) dão muito na cara.
Faltam 3 episódios pra acabar, e sinceramente, não acho que vai haver uma grande intriga, uma grande trama ou algum Plot Twist. Aparentemente a história vai ficar mais no romcom e tudo bem.
▫️Após o penúltimo episódio
Percebi que a trama realmente se dispôs a permanecer onde começou, e com isso eu quero dizer que o tom da história não mudou. É um romance leve e divertido.
Apesar da história já estar se encaminhando para o final, ainda conseguiu me fazer ter uma quebra de expectativas quanto aos pais do Thee, que pareciam uns monstros desalmados, mas que aceitaram e se mostraram uns queridos a respeito do relacionamento dele com o Peach. Foi tão fácil e sem dramalhões que me deixou genuinamente surpresa.
▫️E o que dizer do final de Me And Thee?
Como eu já tinha mencionado enquanto eu assistia, o bl não foi para um lado mais ação e Thriller com máfia, e tudo certo. As vezes só passava a impressão que a série não era muito agitada pela falta de vilões que dão trabalho.
Foi realmente uma obra bem tranquila, leve e divertida.
Acho que os casais secundários tiveram um desenvolvimento bem ok, o que só prova que os principais eram os PondPhuwin e que aquelas brigas, antes do BL estrear, por qual shipp iria receber mais atenção, foi bem desnecessária.
Nao gostei do casal dos PerthSanta por motivos óbvios, as coisas entre eles foram mal resolvidas. O Tawan era um péssimo namorado, o Aran tinha dependência emocional e merecia mais.
O casal dos WilliamEst era bem promissor, deixaram o gostinho de quero mais. Ficou claro que o Mok e o Rome estavam em uma situationship, não reclamaria de ter visto mais deles. Ouvi falar que na novel, os personagens tem uma obra própria, então quem sabe isso saia do papel, já que o BL fez sucesso.
Agora sobre o Peach e o Thee
Achei que o relacionamento e a história deles teve um desenvolvimento até redondinho. O casamento foi bonitinho com as crianças e a Plub fazendo parte da família!
Fiquei um pouco desapontada com os beijos deles, sinto que em Never Let Me Go eram um tiquinho melhores. Talvez seja impressão minha, mas acho que o Phuwin não se entrega taanto como o Pond.
Eu percebi também que de uns tempos pra cá, alguns bls tem cortado bastante das cenas hot, não é uma reclamação! Só algo que eu reparei.
O ponto mais positivo que destacou a obra na minha opinião, foi o humor! Me diverti horrores principalmente no início.
O final com The(e) End me tirou um sorriso sincero
E eu gargalhei com a situação envolvendo a GMM Tv. Tragam um prêmio pra pessoa que pensou em GMM Thee v, essa pessoa foi muito gênia.
Muito interessante saber que o Thee é dono da GMM KKKKKKK eu apoiaria manter o nome.
Dá pra ver que o Pond simplesmente brilhou como Thee, e acredito que isso foi um marco para a produtora.
Ainda assim, acho que foi uma série um tiquinho superestimada, é divertida, mas não acho que tenha nada que seja tipo "Oh! que espetáculo de história! wow que espetáculo de atuação..."
Mas, é uma série que eu super indico pra quem quer algo leve e divertido sem muitos acontecimentos ou dramas mais profundos
GOSTEI 😂
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Há melhores para passar o tempo
Não fui esperando amar, pois não sou a maior fã de relacionamento tóxico, mas estava esperando pelo menos me intrigar.Me surpreendeu que a série abordou relações sexuais e afins de uma forma mais crua e sem muito mi mi mi.
Mas a dinâmica dos personagens e toda a situação deles me incomodou mais do que me envolveu.
Não é que seja uma história sobre abuso explícito. Não é isso. Mas é uma relação construída em cima de silêncio, dependência e uma comunicação tão falha que chega a cansar.
O tempo inteiro parece que estamos esperando uma conversa que nunca acontece.
Segasaki não é um vilão, mas também não é emocionalmente disponível. Ele é fechado, controlador em pequenas atitudes, e raramente verbaliza o que sente. E quando resolve verbalizar se torna meio babaca.
Yoh, por outro lado, vive num estado constante de insegurança. Ele escolhe ficar, mas parece que fica sempre com medo.
O trabalho dele está acontecendo ali, mas a gente não vê aprofundamento.
E aí a série vende essa tensão como intensidade romântica. É uma falta de comunicação do caramba, tudo na base do achismo.
Honestamente pra mim, faltou equilíbrio.
Faltou maturidade emocional.
Faltou desenvolvimento real.
O amor existe ali? Deve até existir.
Mas ele é mal comunicado, mal estruturado e, em vários momentos, desconfortável e frustante.
Gostei não.
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Golpista, ícone, badass, vilã? Ainda não sei
Já quero deixar claro que eu amo a atriz Shin Hye-sun. Eu tento assistir tudo dela. Admito que alguns doramas eu não consegui terminar, mas por conta do roteiro mesmo, nunca por causa da atuação dela, porque ela sempre entrega tudo. E quando digo tudo, é TUDO. Ela transmite muito sentimento nas cenas, e os choros dela são muito realistas. Com certeza é uma das minhas atrizes coreanas favoritas, então eu já estava bem curiosa para ver o que ela faria aqui.O ator Lee Jun-hyuk eu também já conhecia e gosto bastante dele. Admito que queria muito ter visto um romance entre os personagens deles, porque potencial, química e tensão tinham de sobra.
Sobre a trama, posso dizer com segurança que fiquei confusa sim, muitas e muitas vezes. Mas também posso dizer que em nenhum momento a série perdeu a minha atenção.
A personagem de várias identidades da Shin Hye-sun, que vou chamar de Sarah Kim mesmo, é tão intrigante que não deixa muito espaço pra gente realmente entendê-la. A gente só sabe que ela é uma golpista que se dá bem o mesmo tanto de vezes que se dá mal. Mas mesmo quando ela se dá mal, parece que tudo já estava arquitetado antes. Parece que ela extremamente f*dona e inteligente e sempre está um passo à frente de todos.
Eu questionei a moralidade dela inúmeras vezes, porque a gente quer torcer para que ela não seja tão ruim quanto parece. Ao mesmo tempo, a gente torce para o detetive não pegar ela. É uma sensação bem conflituosa.
Quando eu pensava que estava entendendo a história, ela vinha e me dava uma rasteira. Então sim, fiquei muito confusa. Acho que entendi algumas coisas, outras nem tanto, mas vou deixar aqui o que eu acho que entendi.
A mulher encontrada morta no esgoto não era Sarah Kim, mas sim Kim Mi-jeong, a artesã que produzia as bolsas da Boudoir e que acabou desenvolvendo uma obsessão pela vida luxuosa da própria Sarah. A Mi-jeong tentou matar Sarah para tomar seu lugar, mas o plano deu errado e ela morreu durante o confronto. Sarah, em vez de chamar a polícia, decidiu se livrar do corpo e manter a farsa. No fim, quando tudo começa a vir à tona, descobrimos que “Sarah Kim” na verdade é Mok Ga-hui, uma ex-balconista que forjou várias identidades para sobreviver e ascender socialmente. Sem provas concretas contra ela, Sarah executa seu último grande ato, ela assume a identidade de Mi-jeong e confessa o assassinato de “Sarah Kim”, matando oficialmente sua persona pública para preservar a marca Boudoir e transformar seu nome em um mito intocável.
No final, foi uma série com um desfecho um pouco agridoce, porque ela conseguiu o que queria e o detetive também, em partes.
Vi gente reclamando porque ela foi presa no final, mas sinceramente acho que reclamariam também se ela tivesse se safado 100%.
Então acho que no geral, o final acabou dividindo o público, talvez porque a série pareça ser mais complexa do que realmente é.
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Não estava dando nada e me surpreendeu
Surpreendentemente, eu gostei bastante do dorama e fiquei bem envolvida com a trama.O ator do Do Ra-ik merece um prêmio, viu. Ele chorou em basicamente quase todos os episódios, e não foi qualquer chorinho, não. O homem entregou sofrimento de verdade 😂 Eu achei que ele arrasou na atuação. Deu pra sentir todo o conflito e a frustração do personagem.
Só não sei se a mudança do personagem foi gradual o suficiente em questão de personalidade, porque ele era muito babaquinha com o pessoal com quem trabalhava no início. Mas vou relevar, porque gostei do desenvolvimento no geral.
De início, achei a Se-na meio exagerada. Tenho um certo pé atrás com pessoas que são obcecadas assim por celebridades. Mas ela me surpreendeu, porque mostrou que entendia o que era certo e errado nesse meio.
Vi gente dizendo que o dorama traz uma mensagem ruim, tipo aquela ideia de que se a gente sonhar muito e correr atrás da nossa celebridade favorita dá pra transformar isso num romance de filme. Mas eu sinceramente não vi assim. A partir do momento em que a Se-ra entra em contato com o Do Ra-Ik pessoalmente, ela é extremamente profissional e sabe impor limites pra ela mesma, e limites esses que são muito importantes, inclusive.
O romance funciona justamente porque eles têm uma história. Eles se conheceram brevemente no passado e mudaram a vida um do outro sem saber. É uma narrativa bem estruturada e que, pra mim, não deixa margem pra fãs saírem achando que podem viver um romance com seus ídolos só porque querem.
Sobre a questão do Do Ra-ik ter matado ou não o amigo, é um mistério que realmente prende. No fundo, a gente sabe que não foi ele… mas às vezes o roteiro quase convence a gente do contrário, porque o próprio Do Ra-ik não é tão confiável assim no começo.
Agora, sobre quem matou o amigo e como, eu ainda não sei se gostei ou não. A ex dele não matou de propósito,ela era doida? Sim, era mentalmente bem instável. Mas foi um homicídio culposo. E não vou dizer que foi uma grande surpresa, porque chega um momento na história em que você já consegue eliminar todos os personagens relevantes da lista de suspeitos e só sobra ela mesmo.
Uma coisa que eu realmente não gostei foi a resolução envolvendo aquele promotor idiota que fez a vida escolar da Se-na um inferno. Ok, ele abriu os olhos no final e se posicionou contra o pai sobre o que significa exercer aquela profissão. Mas ele nunca pediu desculpas apropriadas pra Se-na pelo que fez com ela, só pelo possível erro na condenação do pai dela. Eu esperava mais. Muito mais.
No geral, foi uma história que me prendeu mais do que eu imaginava. O romance foi gostoso de acompanhar e, ao mesmo tempo, um pouco sofrido, principalmente na parte em que ele descobre que ela era fã dele o tempo todo.
Mas eu gostei, sim. Fiquei envolvida e terminei relativamente satisfeita.
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Ótimo para assistir em uma sexta feira a noite
Mesmo sendo bem curtinho, com apenas 4 episódios, essa mini história consegue manter um ritmo gostoso do começo ao fim.Os personagens começam naquele clássico enemies to lovers que a gente adora: líderes de gangues rivais, implicância constante, tensão…
E falando nisso, Surf e Java entregaram uma química muito boa dentro do tempo que tiveram. Gostei bem mais deles aqui do que em um outro trabalho que vi deles.
A série é leve e divertidinha, com aquele clima de comédia romântica adolescente. Só tem uma parte bem específica do episódio 3 que pesou um pouco o clima, e acho que todo mundo sentiu o impacto ali. Ainda assim, não chega a quebrar totalmente o tom da história.
Como são só 4 episódios, fica difícil desenvolver completamente os personagens. O BL divide foco entre
A rivalidade das gangues
A questão da calça
O romance
e a viagem pelos templos
Então realmente não dá tempo de explorar mais a fundo coisas como a vida familiar do Oh e do Tum, os desejos individuais deles ou conflitos mais profundos.
Acho que simpatizei mais com o Oh por motivos óbvios. O Tum me irritou um pouco, como ele não conseguia enxergar que se provar pra gangue não iria mudar muita coisa, não dá forma que ele queria.
Nem esperava beijo, muito menos cenas um pouco mais calientes, mas eles provarem que o sucesso está nos detalhes. Tipo aquela cena do Tum tirando o anel 🫢
Mas no fim, acho que entregou exatamente o que prometeu: uma história leve, com trope popular e química convincente.
Fica um leve gostinho de quero mais no final, mas terminei o bl satisfeita.
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Não estava nos meus planos gostar do casal secundário como gostei
Já começo dizendo que eu li o mangá Cherry Magic faz tempo, vi o anime e não cheguei a assistir a adaptação japonesa com o Keita Machida.Então sim… eu já fui assistir a versão tailandesa com carinho prévio pela obra, pois gostei muito do mangá. E isso com certeza influenciou minha experiência.
O mangá é relativamente longo, e dá tempo de desenvolver muita coisa com calma.
Sempre achei que tanto o anime quanto a versão japonesa provavelmente tiveram que cortar bastante conteúdo ou resumir arcos importantes.
Já a adaptação tailandesa foi pelo caminho oposto, 12 episódios com mais de 40 minutos cada. Tempo eles tiveram, tanto que precisaram de material além do original, então incluíram tramas totalmente novas.
Uma coisa que eu gostei muito foi a forma como adaptaram a história para o contexto tailandês. Não foi só “copiar e colar” o enredo no novo país. Eles souberam inserir elementos culturais próprios, como o Songkran, sem perder a essência da obra. Isso mostra que eles tiveram atenção aos detalhes. Nem tudo funciona igual em culturas diferentes, e foi bom que a série foi consciente disso.
Eu gostei dos TayNew como Adachi e Kurosawa (Achi e Karan). Em questão de personalidade, acho que ficou parecido. Só achei que os surtos dos pensamentos do Karan poderiam ser um tiquinho maiores e mais engraçados.
Até a metade do BL eu estava bem envolvida. Os acontecimentos principais foram mantidos, e algumas mudanças sutis funcionaram muito bem.
Mas… talvez pelo tempo maior de tela, senti que criaram uma certa “barriga” na narrativa. Algumas tramas paralelas, especialmente envolvendo colegas do Achi depois da mudança de trabalho, ficaram meio arrastadas e desinteressantes.
O ponto que mais me deixou com sentimento agridoce demais foi a revelação do Achi para o Karan sobre ler pensamentos.
No original, lembro de ter achado um momento muito bonito e emocional. Aqui foi… tranquilo até demais. Faltou impacto. O mesmo vale para o primeiro beijo e a primeira vez do casal. No mangá são momentos marcantes, daqueles que ficaram na minha memória. Aqui, mesmo tendo assistido recentemente, eu mal consigo lembrar dos detalhes.
Agora, sendo bem honesta. Meu foco estava todo nos JuniorMark
No mangá, sempre achei o casal secundário bem ok, nada de mais.
Só que na versão tailandesa eles transformaram completamente isso.
O personagem do Junior ganhou uma personalidade diferente da original, e eu achei que isso deu muito mais brilho pra ele. O Junior tem isso de acrescentar carisma aos personagens. Já o Mark conseguiu deixar o Min (que no mangá eu achava meio chatinho) muito mais fofo e cativante.
Gostei muito das mudanças e do acréscimo de história para o Jinta e o Min. Eles ficaram engraçados, carismáticos e ganharam mais profundidade, especialmente no que envolve a carreira deles, principalmente a do Min. Foi um desenvolvimento que pelo o que eu me lembro, o original não explorava tanto.
E aqui aconteceu algo curioso, eu gostei mais do casal secundário do que do principal. No mangá, era exatamente o contrário, eu tinha mais atenção ao casal principal.
Teve ainda um terceiro casal que eu nem estava esperando. Nem lembro se existe algo parecido no mangá, então acredito que tenha sido exclusivo da adaptação tailandesa. Mas, surpreendentemente, funcionou bem dentro da proposta.
No geral, eu gostei. É leve e divertidinho.
Não achei perfeito, pois alguns momentos icônicos do casal principal no mangá perderam um pouco da força. Mas como adaptação cultural, achei bem feito.
Acho que terminei de assistir mais por conta dos secundários porque realmente achei que os protagonistas perderam um pouco o brilho com algumas mudanças que fizeram.
Acho que pra quem não conhece nada da história, do mangá ou das outras adaptações, a probabilidade de gostar de tudo é bem mais alta. Então vale a pena dar uma chance 🍒
Gostei
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O que foi isso...
Se ignorarmos todos os elementos problemáticos, TharnType até poderia ser considerada uma série “ok”. Mas a questão é: dá para ignorar?Já começando com a base da história, pela sinopse, eu pensei que esse trauma do Type seria bem aprofundado. Estamos falando de abuso sexual na infância, não é um detalhe qualquer para ser usado apenas como justificativa de personalidade difícil. O tema tinha potencial para ser tratado com seriedade e sensibilidade.
Também imaginei que a aproximação entre o Tharn e o Type aconteceria aos poucos, respeitando esse trauma. Por isso, foi chocante ver que o próprio Tharn ultrapassa limites, e acredito que não foi nem uma, mas duas vezes. A narrativa tenta romantizar essas situações, mas, objetivamente, são abusos. Isso compromete completamente a base do romance.
Não entendo a razão disso.
Mas pelo menos, o trauma do Type faz a gente amar o personagem e sentir muita empatia por ele certo? Em partes, pois o type acaba sendo na maioria das vezes muito insuportável e impulsivo, parecia até um doidinho do centro negativamente falando.
Ele tinha uns pensamentos completamente hipócritas e sem sentido. Que de novo, poderia ter explicado e se aprofundado mais.
Tipo quando um cara dá em cima dele, ele chama o cara de gay nojento e afins, pra depois falar que quer ir pra casa pq está com saudade do namorado??
Quando eles já estão juntos, o relacionamento as vezes é até fofinho, quando não começam os problemas estruturais onde o Tharn sempre tem que ceder em absolutamente tudo, e eles discutem pelas coisas mais bestas possíveis, na maioria das vezes por culpa do Type. Além de serem extremamente obsessivos e da série aparentar querer romantizar isso.
Agora algo que me deixou desacreditada foi o personagem San
Que m3rda foi aquela?
A relação dele com o Tharn foi nojenta só de ouvir a história pela boca dos personagens. O San com 16 e o Tharn com 14. Se fosse só um namorico de adolescente eu não iria achar taaaao problemático (apesar de ainda ser), mas não foi só isso.
Acho estranhíssimo como todo mundo da família do Tharn trata esse acontecimento entre os dois com uma normalidade absurda.
O San passa muito a vibe de um p3dof1l0 nojento, e essa fala dele:
"Eu ficava maluco com aquela aparência inocente (do Tharn com 14), então cheguei nele"
Tipo????? 🤢 Me deu nojo de verdade.
Que personagem mais desnecessário e sem nada bom para acrescentar.
A parte mais interessante da trama foi o Twist do "amigo" do Tharn (Lhong). O cara era louco e foi o motivo dos relacionamentos do Tharn não durarem.
Ele gostar do Tharn não foi uma surpresa, mas ter sabotado os relacionamentos dele e feito um garoto ser est*pr4d0 no processo foi doentio pra c4r4lh0
Acho que ele deveria ter apanhado bem mais.
No geral, se a série fosse só os momentos fofinhos dos tharntype como casal tirando toda essa questão de abuso, já que não desenvolveram isso direito, até poderia ser uma série aceitável.
Gostei muito não?
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Korosu foi minha expectativa
Não foi o que eu estava esperando, e eu estava esperando muito.Não sei se o fato de ter só 6 episódios atrapalhou o desenvolvimento, mas parece que tudo acontece rápido demais e, ao mesmo tempo, sem profundidade suficiente. Fica uma sensação de que faltou construção.
Já comecei estranhando demais o Kataoka em cima do Odajima enquanto ele dormia. Tipo… o que foi aquilo? Pra quê? Por quê? Aquela cena passa muito a impressão de falta de consentimento, e isso deixa tudo desagradável.
Se o sexo fosse tratado apenas de forma mais crua, como a série parece querer fazer, tudo bem. O problema é misturar essa crueza com situações que beiram o abuso e não trabalhar isso direito na narrativa. Não tem discussão, não tem consequência emocional clara, só é desconfortável.
Também senti que a relação dos dois não foi lá essas coisas pra sustentar essa intensidade toda que quiseram vender.
E o que mais me incomodou foi parecer que o Odajima “deixava” certas coisas acontecerem mais por obrigação do que por vontade, quase como da forma que ele era submisso ao outro chefe 🤢
Essa dinâmica pode até funcionar dentro da máfia, onde há hierarquia, mas quando isso começa a ser espelhado dentro de um romance, fica estranho. Não é uma comparação legal de se fazer quando se está tentando desenvolver uma relação, por mais tortos que os personagens sejam. Eu, particularmente, não curto isso.
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Um dos arcos me encantou num nível que nem sei explicar
Comecei Perfect 10 Liners já com uma certa preguiça. Mais um BL universitário, três casais principais, muitos personagens...Dos protagonistas, eu já conhecia apenas Force e Book, então naturalmente meu interesse inicial estava coincidentemente mais voltado para o arco deles.
Só depois de assistir oito episódios, que percebi que a série era dividida em arcos de aproximadamente oito episódios, cada um com foco maior em um casal específico e isso influenciou bastante a minha experiência.
🫂 Arco 1 – Arm e Arc 💕
Assisti esse arco há alguns meses (pois depois dele, dropei a série por preguiça dos outros casais), então minhas lembranças são mais vagas.
No geral, foi ok.
O Arm e os amigos dele eram bem divertidos, ajudavam bastante na leveza da trama, e o romance com o Arc caiu naquele clichê clássico do “eu já gostava de você há muito tempo, mas você nunca percebeu”. Não é algo ruim, mas também não trouxe nada muito marcante para mim.
Lembro de ter gostado da aparição do Sea para dar uma agitada na história.
Agora, não me recordo de um aprofundamento emocional muito forte ou de algum trauma realmente trabalhado de forma impactante. Foi um arco funcional, agradável, mas que não me marcou tanto, já quem nem consigo lembrar dos detalhes e se os personagens dos outros casais apareceram mesmo que brevemente.
💡Arco 2 – Yotha e Gun ❤️🩹
Voltei para a série já sabendo que esse arco teria uma dinâmica mais grumpy x sunshine e um pouco de toxicidade. Já confesso que não sou muito fã de relacionamento tóxico ou excessivamente conflituoso.
O Gun não me desagradou, mas também não me conquistou taaaanto, achei ele bem parecido com o Arm em certos aspectos, bem espoletinha. Mas deu até pena de ver o brilho do bichinho se apagar aos poucos por causa do conflito interno do Yotha.
O Yotha, por outro lado, é mais fechado e introspectivo, mas às vezes soava desagradável demais.
A série trabalha os traumas dos dois, o medo do escuro do Gun e o medo de amar do Yotha, e eu confesso que esperava algo beem mais profundo e pesado que fossem a razão desses traumas e acabei me decepcionando um pouco.
Mas lembrei que a proposta da série é relativamente leve, então relevei dentro do que se propõe.
O ponto que mais gerou discussão foi a “traição” do Yotha. Sinceramente, existiam formas muito melhores de entender se ele ainda sentia algo pelo ex do que simplesmente beijar ele do nada, ainda mais considerando o contexto delicado envolvendo o namorado hiper ciumento do ex. Ele deu sorte que o outro não ficou sabendo. Acho que foi uma escolha me irritou um pouco.
O Yotha foi péssimo para o Gun nesse início de relação de amizade para algo mais.
Se ele não sabia ter responsabilidade afetiva, era só não se envolver caramba. Fez o garoto chorar sem necessidade.
Porém, se teve alguém que elevou completamente esse arco para mim foi o Faifa, irmão do Yotha. Ele roubou completamente a cena. Me encantei com ele e consequentemente com o ator Junior.
A amizade dele com o Gun foi fofa de acompanhar, principalmente quando ele protegia o amigo mesmo contra o irmão.
E foi nesse segundo arco que o desenvolvimento da relação do Faifa com o Wine se iniciou, e isso foi muito um motor para eu continuar assistindo, porque logo de início eu já achei a dinâmica deles muito instigante.
🔥 Warit e Klao 🫦
Antes de falar do terceiro arco, preciso comentar sobre Warit e Klao. Foi a primeira vez que assisti AouBoom, e eu não esperava muito. No geral, os personagens foram ok, mas nas cenas mais 🔥 eles simplesmente se destacaram demais. Inclusive, na minha opinião, eles tiveram as cenas mais calientes da série, até mais que os três casais principais. E achei isso inesperadamente interessante. Mas não apaga o fato do relacionamento deles ser cheio de problemas, perdi as contas de quantas vezes o Klao pediu desculpas. Adianta pedir desculpas e continuar errando?
Mas enfim, eles se resolveram, noivaram e foi ok
👑 Arco 3 – Faifa e Wine ❤️
Aqui a série se transformou para mim. Eu já tinha me encantado pelos dois no arco anterior, mas acompanhar o foco totalmente neles foi especial.
Pra começar, o Faifa é um personagem difícil de não gostar. Ele é um bom amigo, um bom namorado, um bom filho, uma boa pessoa.
Quem não gosta do P'Faifa possui um sério desvio de caráter e é melhor ir ver isso daí.
Gostei muito de como a relação do Faifa e do Wine foi construída, principalmente porque eles são bem diretos e honestos sobre os próprios sentimentos. Que é algo que eu prezo bastante, as vezes é cansativo quando os personagens ficam escondendo os sentimentos até não dar mais.
E eles não ficam nesse chove não molha que os outros ficam, por isso achei que trouxeram um grande frescor pra história.
Também gostei do desenvolvimento pessoal de cada um.
O Wine lida com a culpa de ter gostado do irmão da sua ex e com o fato de estar no armário e o medo de não ser aceito, enquanto o Faifa carrega uma questão familiar envolvendo a mãe que reflete diretamente na personalidade dele.
E por falar na vaca, ela me estressou demais. Pode até ter sido sincera, mas dizer ao próprio filho (Faifa) que gostaria de ter levado o irmão dele (Yotha) no lugar dele foi algo EXTREMAMENTE cruel e desnecessário.
Eu já tinha achado um absurdo ela esquecer que o filho é alérgico a leite e ainda oferecer, mas imagina ouvir isso: "Eu levei você para ter uma razão para ver meus outros filhos" da sua mãe??? foi o cúmulo
Foi doloroso ver como o Faifa sempre tenta aceitar tudo pela família, sempre sendo gentil, sempre querendo ajudar todo mundo, sempre querendo transparecer que ele está bem quando não está e como isso está profundamente ligado à necessidade dele de ser aceito. Achei muito interessante como o roteiro conectou essa característica dele à relação com a mãe.
E vamos combinar que tanto os pais quanto os irmãos do Faifa não eram lá muito bons pra ele. E isso pois nem perceberem que o Faifa estava quebrado por tudo o que aconteceu.
O Faifa é, para mim de longe, o personagem emocionalmente mais interessante da série. À primeira vista, ele parece apenas o “cara perfeito”: gentil, bonito, popular, protetor, sempre sorrindo e sempre disponível para ajudar. Mas o arco dele deixa claro que essa gentileza não é apenas um traço natural, ela também funciona como um mecanismo de sobrevivência emocional.
A fala da mãe não foi apenas cruel, ela atingiu a identidade dele em cheio. Quando você cresce sentindo que talvez não seja a primeira escolha, que talvez seja o “filho que sobrou”, "a opção logicamente mais fácil", isso molda a forma como você se enxerga. O Faifa internalizou muito essa ideia de que precisava compensar. Precisava ser compreensivo. Precisava não dar trabalho. Precisava ser fácil de amar.
Isso explica por que ele aceita tanto e ao mesmo tempo tão pouco.
Por que ele raramente confronta. Por que ele sempre tenta entender o lado dos outros antes de olhar para a própria dor. A gentileza dele não é fraqueza, é meio que uma estratégia. É uma maneira que ele encontrou para garantir que não será deixado de lado de novo.
E é justamente por isso que o relacionamento com o Wine é tão significativo. Pela primeira vez, ele não precisa ser “o perfeito”. Ele pode ser vulnerável. Pode admitir que se machucou. Pode falar sobre o que sente sem medo de ser descartado. O Wine não ama o Faifa porque ele é gentil com todos, ele o ama por quem ele é, inclusive nas partes quebradas.
O Faifa é o tipo de personagem que parece leve na superfície, mas carrega uma profundidade silenciosa. E talvez por isso ele tenha me marcado tanto, porque por trás do sorriso constante existe alguém que passou a vida tentando se provar.
No romance deles, o que mais me ganhou foi a maturidade emocional de ambos. Eles conversam, são honestos sobre o que sentem e enfrentam as inseguranças juntos.
O Wine é introvertido e muito fofo. Amo o jeitinho dele kk
Gostei como ele se resolveu rápido sobre a questão do Tor para não machucar o Faifa.
Ele foi um querido em sempre estar lá quando o Faifa precisava, sem nem mesmo o próprio Faifa precisar pedir ou falar algo sobre.
O Faifa sempre foi a pessoa que cuidava de todo mundo, mas não tinha ninguém pra fazer o mesmo por ele. O Wine foi essa pessoa que cuidava do Faifa sem nem mesmo ter essa "obrigação". Eles são tão diferentes, mas tão TÃO perfeitos juntos
Era cada declaração linda que esses dois faziam 😭😭 sério, eu namorei demais o namoro deles
Essa daqui me pegou de um jeito:
“Obrigado por reduzir o que tenho em excesso e me preencher com o que me falta.”
A relação deles foi tão saudável, fofa e linda de se acompanhar que doeu quando acabou. Dava vontade de colocar eles num potinho.
Eles são meu casal conforto dos bl, sempre que a vontade bate, eu volto e reassisto o arco deles. As vezes só assim pra me tirar um sorriso sincero mesmo que eu já saiba tudo o que vai acontecer.
Para mim, os FaifaWine foram o grande destaque da série e acabaram eternizando JuniorMark no meu coração.
Honestamente, o Faifa é TÃO querido e tão Green Forest que virou um dos meus personagens favoritos dos BLs. E sei que tem muita gente que pensa igual com razão!
(inclusive, lembrei de um detalhe que me irritou. Achei bem hipócrita da parte do Yotha falar que o Faifa não sabia amar, que não sabia tratar alguém de forma especial 😤 logo ele que machucou o Gun pelo mesmo motivo praticamente)
Perfect 10 Liners é uma série que depende muito de qual casal você se conecta mais. Mas que no final você vai acabar simpatizando pelo grupo como um todo.
Alguns arcos podem parecer arrastados se você não estiver emocionalmente investida neles. A questão das pulseiras e dos “10 perfeitos” nunca me prendeu muito, achava até meio chatinha, exceto quando envolvia os personagens que eu gostava mais.
Se fosse só pelo arco dos FaifaWine, o BL seria um 10, mas como tenho que considerar que EU achei que os outros arcos tiveram altos e baixos, provavelmente vou ficar entre 8,5/9
No geral, é uma série leve na maior parte do tempo, divertida e com conflitos e personagens que podem te levar a refletir se você estiver aberto.
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