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Completed
10Dance
6 people found this review helpful
by Bibs
Dec 19, 2025
Completed 0
Overall 9.0
Story 7.0
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 7.5
This review may contain spoilers

COMO ASSIM ACABOU??

Gostei muito!!! De início fiquei meio apreensiva com as 2 horas de filme, já que hoje em dia é difícil prender a minha atenção por tanto tempo sem pausas, mas incrivelmente, nem vi o tempo passar.

O que posso falar dos atores?
Entregaram TUDO! Foi atuação, foi dança, foi química, foi sentimento!

Eles tiveram uma química absurda, e foi muito legal descobrir que eles já tinham trabalhado juntos antes.
Deu pra ver todo o esforço que eles colocaram nesses papeis, e acho que valeu muito a pena, porque os atores me convenceram completamente de que ambos eram dançarinos profissionais de ballroom.

Minhas únicas críticas negativas são em relação à confusão que senti em alguns momentos. Em certas partes, parecia que a cada hora eles estavam em um país diferente e que a linha do tempo não fazia muito sentido.

Em relação ao primeiro beijo, achei que foi muito do nada, pois nenhum dos dois tinha deixado transparecer para o outro que existia um interesse ali, ou que esse interesse fosse ao menos mútuo. Pelo menos eu não achei que ficou claro pro expectador, quanto mais para os personagens.

O último beijo também kkkk foi na frente de todo mundo, em um evento enorme e ninguém falou um A? Não mostrou a reação de ninguém e nem as possíveis consequências.

Outro ponto que me deixou meio assim, foi a questão latina da coisa. O estilo latino é tratado como puro erotismo, algo que o próprio Shinya comenta. Fiquei um pouco dividida com isso, porque não sei se dentro do meio do ballroom e da dança, realmente é visto dessa forma. E, se for, acho um pouco estereotipado, já que latinos não deveriam ser vistos apenas pela vulgaridade ou pela sexualidade.

Quando o filme acabou, eu fiquei tipo: “O quê?? Como assim acabou??”.
O final é aberto, e depois de pesquisar vi que o mangá tem vários volumes, então espero MUITO que eles estejam planejando um segundo filme.

E que eles coloquem Bailando no próximo filme, porque ficaram devendo 🙌

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Completed
My Personal Weatherman
2 people found this review helpful
by Bibs
4 days ago
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 6.0
Acting/Cast 6.5
Music 6.5
Rewatch Value 5.0

Há melhores para passar o tempo

Não fui esperando amar, pois não sou a maior fã de relacionamento tóxico, mas estava esperando pelo menos me intrigar.

Me surpreendeu que a série abordou relações sexuais e afins de uma forma mais crua e sem muito mi mi mi.
Mas a dinâmica dos personagens e toda a situação deles me incomodou mais do que me envolveu.

Não é que seja uma história sobre abuso explícito. Não é isso. Mas é uma relação construída em cima de silêncio, dependência e uma comunicação tão falha que chega a cansar.
O tempo inteiro parece que estamos esperando uma conversa que nunca acontece.

Segasaki não é um vilão, mas também não é emocionalmente disponível. Ele é fechado, controlador em pequenas atitudes, e raramente verbaliza o que sente. E quando resolve verbalizar se torna meio babaca.

Yoh, por outro lado, vive num estado constante de insegurança. Ele escolhe ficar, mas parece que fica sempre com medo.
O trabalho dele está acontecendo ali, mas a gente não vê aprofundamento.

E aí a série vende essa tensão como intensidade romântica. É uma falta de comunicação do caramba, tudo na base do achismo.

Honestamente pra mim, faltou equilíbrio.
Faltou maturidade emocional.
Faltou desenvolvimento real.

O amor existe ali? Deve até existir.
Mas ele é mal comunicado, mal estruturado e, em vários momentos, desconfortável e frustante.

Gostei não.

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Completed
A Tale of Thousand Stars
2 people found this review helpful
by Bibs
12 days ago
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 6.5
Story 7.5
Acting/Cast 7.0
Music 7.0
Rewatch Value 6.0
This review may contain spoilers

Cadê o romance que me prometeram?

Que medo de ser apedrejada...
Mas vou tentar destrinchar o que eu achei

A Tale of a Thousand Stars foi um BL que eu não desgostei, mas que me deixou bastante frustrada.
Ele tem uma proposta bonita, temas interessantes e momentos realmente sensíveis, só que, pra mim, a execução não acompanha tudo o que a história poderia ter sido.

Falando primeiro sobre o que não me agradou

Um dos maiores problemas foi o ritmo da relação dos personagens. Em vez de um slowburn envolvente, o desenvolvimento muitas vezes transmite a sensação de estagnação.

O romance entre Tian e Phupha foi construído de forma muito contida, quase fria em alguns momentos, parecia o tempo todo que algo estava faltando. A química até existe com os desentendimentos deles no início e com o entendimento que passam a ter no decorrer. Mas ainda assim, acho que foi explorado de maneira econômica demais, o que dificultou o meu envolvimento com o casal.

Um ponto que me incomodou bastante foi o próprio Phupha. Pra começar, até o nome dele me causou um certo estranhamento, nada contra, mas me remetia o tempo todo a um anime diabólico (não procurem, sério).
Mas o incômodo maior veio com o desenvolvimento do personagem ao longo da trama. Ele foi alguém que foi me perdendo conforme os episódios avançavam. Pela sinopse, eu imaginava que a resistência dele em admitir sentimentos pelo Tian estaria ligada à confusão emocional em relação à Torfun, mas isso se desfaz quando ele deixa claro que sempre a enxergou como uma irmã. Ou seja, essa dúvida nunca existiu de verdade. E aí fica difícil entender por que ele relutou tanto em admitir o que sentia. A demora deixa de ser conflito e vira enrolação. A declaração acontecer praticamente nos últimos minutos do segundo tempo foi demais até pra mim.
Eu até achava ele fofo no início, pois parecia ser alguém tímido que tinha dificuldades para se expressar, mas esse pensamento foi caindo por terra em cada oportunidade que ele perdia, e foram MUITAS.

Sinceramente, acho que a história teria funcionado muito melhor se eles tivessem se declarado depois do momento em que o Phupha leva um tiro protegendo o Tian, e só então viesse a separação temporária após a revelação sobre a Torfun, para que cada um resolvesse esse conflito com mais maturidade.

Não sei como me sentir sobre o pai do Tian ter deixado o Phupha encarregado da proteção do filho. Acho que guardaram esse plot muito pro final. Foi só mais uma questão que só trouxe mais mal entendidos e distanciamento entre os personagens.

A Torfun é um ponto que, pra mim, nunca funcionou emocionalmente do jeito que deveria. Eu sei que ela é mostrada, sei que o acidente que tirou a vida dela é triste e que a série faz questão de reforçar o quanto ela era uma pessoa boa e querida por todos. Ainda assim, não sei explicar direito, mas eu precisava de mais dela. Mais tempo, mais cenas, mais personalidade. Mesmo com alguns flashbacks, eu nunca consegui criar um laço real com a Torfun, e isso fez com que toda a trama que gira em torno dela soasse um pouco vazia pra mim. É como se ela existisse mais como um conceito, a pessoa perfeita, o símbolo do bem, do que como alguém que eu realmente conheci enquanto assistia.

Os problemas da comunidade como desigualdade, falta de recursos, educação precária e abandono do interior foram apresentados de forma um pouco superficial e, muitas vezes, romantizada. A série parece querer mostrar "consciência social”, mas sem se comprometer de verdade com a complexidade e o peso dessas situações.

Ainda assim, a série tem méritos importantes. O arco do transplante de coração de Tian é uma das ideias mais interessantes da trama. O questionamento moral sobre a origem do coração, especialmente a dúvida sobre ele ter ou não atropelado a Torfun, cria uma tensão ética real e pouco comum em BLs. Caso tivesse sido confirmado que Tian foi o responsável, o conflito seria extremamente pesado, complexo e até difícil de defender emocionalmente, o que mostra o quanto essa linha narrativa tinha potencial. O alívio ao descobrir que não foi ele é quase inevitável, e prova que, nesse ponto, a série conseguiu gerar impacto emocional genuíno.

Outro aspecto bastante positivo é tudo o que envolve as crianças da vila. Elas são carismáticas, funcionam bem narrativamente e ajudam a dar vida ao espaço onde a história se passa. A relação de Tian com os alunos é um dos momentos mais sinceros da série, trazendo leveza e afeto de forma natural.

Nesse sentido, a decisão de Tian de querer cursar Pedagogia é particularmente tocante. Trata-se de uma escolha que foge de idealizações fáceis: é um trabalho cansativo, pouco valorizado socialmente, mas profundamente necessário e capaz de ser repleto de amor e significado. Esse desejo revela um lado mais humano e coerente do personagem, e é um dos poucos momentos em que a série realmente conecta discurso social, desenvolvimento pessoal e emoção.

No fim, achei que foi um BL que deu uma sensação constante de quase. Quase emocionante, quase profundo, quase envolvente. Ele tem ideias boas, temas sensíveis e momentos que realmente tocam, mas se perde um pouco na execução, principalmente no romance e nesse slowburn que as vezes nem parecia que estava sequer queimando.
O Phupha, que deveria ser um pilar da história, acaba enfraquecido por escolhas narrativas confusas.

Não é uma série que eu odiei, longe disso, mas é impossível ignorar o quanto ela poderia ter sido melhor se tivesse coragem de avançar no relacionamento dos personagens, aprofundar conflitos e confiar menos só na própria atmosfera do interior. Acho que me deixou mais frustrada do que qualquer coisa.

Gostei, apesar dos apesares...

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Completed
Goddess Bless You from Death
2 people found this review helpful
by Bibs
16 days ago
13 of 13 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 8.0
Music 10
Rewatch Value 7.5
This review may contain spoilers

O sobrenatural está dominando os BL

Acho que God Bless You From Death foi um BL muito bom para acompanhar enquanto estava em lançamento. Assistir semanalmente funcionou melhor do que maratonar tudo de uma vez, porque acredito que ver tudo seguido pode acabar ficando um pouco cansativo.

Os PoohPavel arrasaram e, mais uma vez, se provaram como shipp. A química entre eles continua ótima. Sinceramente, não entendo as críticas que surgem por causa dessa discussão de top/bottom, de que o Pavel “deveria” ser top e blá blá blá. Do jeito que está, funciona muito bem e, pra mim, é justamente isso que dá o molho do casal.

A relação do Singha com o Thup foi uma graça. Confesso que, quando eles se beijaram pela primeira vez, soltei um “naaaao”, porque não senti que aquele era o momento ideal. Acho que teria funcionado melhor um ou dois episódios depois. Mesmo assim, não acho que isso tenha estragado a relação ou a história deles.

Uma coisa que senti falta foi a heterocromia do Thup ser mais mencionada dentro da obra. Seja de forma negativa, com estereótipos, ou de forma positiva mesmo. A heterocromia completa é uma condição bem rara, então teria sido interessante ver mais reações, comentários ou até uma história por trás disso.

O casal secundário foi bem irritante no começo. Os dois eram meio tóxicos e simplesmente não conversavam. Sou um pouco adepta da ideia de que ex é ex por bons motivos. Ainda assim, eles tentaram fazer funcionar e até ficaram fofinhos juntos. Só senti falta de mais desenvolvimento individual dos personagens.

Soltei um gritinho na parte em que o Singha fala que aprendeu o feitiço com o namorado 🤭 demorou, mas veio aí kk.

Bati palmas quando o Singha finalmente reagiu no final. Ele fez exatamente o que eu queria: chegou atirando, surtou e chutou todo o ritual lá (apesar de que, né… podia ter atirado pra matar). Só acho que, depois de dar uns sacodes no velho, não deveria ter deixado ele lá. Esses personagens têm uma dificuldade enorme de finalizar o trabalho: ficam se abraçando e conversando enquanto o vilão ainda tá lá caído, ao invés de resolver logo.
E achei meio paia o Singha, sendo um policial treinado perder na mão para um maluco.

E aquela parte em que eles simplesmente começam a rezar do nada e os fantasmas somem ou mudam de lado? Fiquei tipo: ué. Por que não fizeram isso antes então? E se fizeram, porque não funcionava?

Fiquei com muita pena da mãe do Thup. A cena dela lutando pela vida foi bem triste e pesada. Queria que ela tivesse tido mais importância no fim.

Também senti que faltou mais relevância e história para a fantasma principal. Pensei que ela fosse ter todo um background, já que apareceu em grande parte da história.

Sobre o King, não tenho muito o que dizer. Foi basicamente uma pedra no sapato na maior parte do tempo. Achei que fosse morrer em algum momento, mas nem.

Por ser uma série mais puxada para o terror sobrenatural, ela acaba caindo naquele clichê que todo mundo odeia: os personagens fazendo escolhas burras. Falou pra não ir, ele vai. Falou pra não ficar sozinho, ele fica 🙄 é claro que vai dar ruim assim, né?

Em relação aos sustos, achei que a primeira metade da série deu mais medinho. Uma cena que lembro claramente de ter levado um susto real foi a da cabeça da fantasma dentro da caixa, foi um jump scare dos bons.

A produção da série, no geral, foi muito boa. A ambientação funciona super bem e a trilha sonora também arrasou. É aquele tipo de OST que não dá vontade de pular a opening.

No geral, gostei bastante da série. Tem uma vibe bem diferente, uma produção de qualidade e uma OST que realmente marca. O final foi agridoce, mas satisfatório.

PS: E uma das cenas que infelizmente cortaram, iria ser mais uma referência a Pit Babe, uma muito boa por sinal 😩🤌

GOSTEI!!!!

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Completed
Me and Thee
4 people found this review helpful
by Bibs
Dec 14, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 1
Overall 8.0
Story 7.5
Acting/Cast 7.5
Music 7.0
Rewatch Value 8.0
This review may contain spoilers

O Thee é a cereja do bolo

Essa parte da minha resenha é após o lançamento da metade da série que serão 10 episódios.

▫️Até o episódio 5, eu não tenho muito do que reclamar.

O humor do BL é ótimo, é mais legal ainda porque a história quando focada nessa parte, não tenta se levar a sério, igual naquela cena em que eles começam a cantar do absoluto nada KK. Tenho problemas com personagens que começam a cantar quando a história deles não está ligada a música de alguma forma, mas aqui como eu já disse, eles não levam a sério e é feito para ser cômico.
Já perdi a conta de quantas vezes eu gargalhei, principalmente nos primeiros episódios.

O Thee é dramático de uma forma hilária. As vezes pode parecer passar do ponto por não entender coisas simples, mas não deixa de ser engraçado. É aquelas, seria fácil conviver com uma pessoa assim na vida real? Sinceramente não sei, acho que a partir de um momento seria cansativo. Mas na ficção tá valendo

O Peach é um querido, mas a cegueira dele me irritou um pouco. Tipo "OQ MAIS ESSE HOMEM (Thee) PRECISA FAZER/FALAR, PRA VOCÊ ENTENDER QUE ELE TE QUER????"

O Est aqui está um sabor 🤌🤌

Por enquanto é isso, está bem leve, fofo e divertido. Não sei se vão querer mudar o tom da história nos 5 episódios restantes, mas estou amando até aqui!

▫️Depois do episódio 7

Já considero que todo mundo naquela empresa é cego ou muito burro. Eles (principalmente o Thee) dão muito na cara.

Faltam 3 episódios pra acabar, e sinceramente, não acho que vai haver uma grande intriga, uma grande trama ou algum Plot Twist. Aparentemente a história vai ficar mais no romcom e tudo bem.

▫️Após o penúltimo episódio

Percebi que a trama realmente se dispôs a permanecer onde começou, e com isso eu quero dizer que o tom da história não mudou. É um romance leve e divertido.

Apesar da história já estar se encaminhando para o final, ainda conseguiu me fazer ter uma quebra de expectativas quanto aos pais do Thee, que pareciam uns monstros desalmados, mas que aceitaram e se mostraram uns queridos a respeito do relacionamento dele com o Peach. Foi tão fácil e sem dramalhões que me deixou genuinamente surpresa.

▫️E o que dizer do final de Me And Thee?

Como eu já tinha mencionado enquanto eu assistia, o bl não foi para um lado mais ação e Thriller com máfia, e tudo certo. As vezes só passava a impressão que a série não era muito agitada pela falta de vilões que dão trabalho.
Foi realmente uma obra bem tranquila, leve e divertida.

Acho que os casais secundários tiveram um desenvolvimento bem ok, o que só prova que os principais eram os PondPhuwin e que aquelas brigas, antes do BL estrear, por qual shipp iria receber mais atenção, foi bem desnecessária.

Nao gostei do casal dos PerthSanta por motivos óbvios, as coisas entre eles foram mal resolvidas. O Tawan era um péssimo namorado, o Aran tinha dependência emocional e merecia mais.

O casal dos WilliamEst era bem promissor, deixaram o gostinho de quero mais. Ficou claro que o Mok e o Rome estavam em uma situationship, não reclamaria de ter visto mais deles. Ouvi falar que na novel, os personagens tem uma obra própria, então quem sabe isso saia do papel, já que o BL fez sucesso.

Agora sobre o Peach e o Thee
Achei que o relacionamento e a história deles teve um desenvolvimento até redondinho. O casamento foi bonitinho com as crianças e a Plub fazendo parte da família!

Fiquei um pouco desapontada com os beijos deles, sinto que em Never Let Me Go eram mais intensos, talvez seja impressão minha.
Eu percebi também que de uns tempos pra cá, alguns bls tem cortado bastante das cenas hot, não é uma reclamação! Só algo que eu reparei.

O ponto mais positivo que destacou a obra na minha opinião, foi o humor! Me diverti horrores principalmente no início.

O final com The(e) End me tirou um sorriso sincero

E eu gargalhei com a situação envolvendo a GMM Tv. Tragam um prêmio pra pessoa que pensou em GMM Thee v, essa pessoa foi muito gênia.

Muito interessante saber que o Thee é dono da GMM KKKKKKK eu apoiaria manter o nome.

Dá pra ver que o Pond simplesmente brilhou como Thee, e acredito que isso foi um marco para a produtora.

Ainda assim, acho que foi uma série um tiquinho superestimada, é divertida, mas não acho que tenha nada que seja tipo "Oh que espetáculo de história! Oh que espetáculo de atuação..."

Mas, é uma série que eu super indico pra quem quer algo leve e divertido sem muitos acontecimentos ou dramas daqueles melancólicos.

GOSTEI 😂

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Completed
Our Youth
1 people found this review helpful
by Bibs
4 days ago
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 7.5
Acting/Cast 8.0
Music 7.0
Rewatch Value 7.0

Pega no emocional

A história é meio pesada. Tem uma vibe melancólica do início ao fim.

Eu gostei do relacionamento deles e do desenvolvimento. Os atores têm uma química legal com cenas com bastante tensão.
Mesmo quando o ritmo é mais lento, você acredita no que está vendo.

Eu não suuuper me conectei com os personagens, mas torci por eles.

Torci para que o Hirukawa se livrasse daquele abusador de m3rda do pai dele.
Torci para o Minase se encontrar na vida.

E, principalmente, torci para que um desse propósito ao outro, e é isso que a gente vê.

Não é uma história leve. Não é confortável o tempo todo. Mas é sobre dois jovens tentando sobreviver às próprias dores e, no meio disso, encontrando apoio um no outro.

Gostei

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Completed
Mr. Unlucky Has No Choice but to Kiss!
1 people found this review helpful
by Bibs
4 days ago
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 7.0
Acting/Cast 7.0
Music 7.0
Rewatch Value 7.5
This review may contain spoilers

Divertidinho

Nossa, eu me diverti muito com esse daqui. Principalmente no começo, com o Fukuhara narrando tudo de uma forma super dramática e falsa, e depois mostrando a realidade completamente diferente 😂 Essa quebra de expectativa inicial funcionou demais.

Gostei bastante do casal. Eles são fofos, leves e têm uma dinâmica divertida. É aquele tipo de série que você assiste sorrindo.

De início achei meio estranho essa aceitação e quase paixão instantânea que o Shinomiya demonstra pelo Fukuhara. Mas depois isso é explicado com o famoso clichê de que ele já observava o Fukuhara há muito tempo, já gostava dele em silêncio, e aí tudo começa a fazer mais sentido. Não é nada inovador, mas funciona dentro da proposta da obra.

Sobre o tema sorte e azar não tenho muito o que dizer sobre. A mensagem é basicamente que o azar não definia o Fukuhara. Era só uma circunstância.

Mas achei covardia ter só o beijinho do começo. Porque a gente fica esperando… esperando… e nada. E isso acaba sendo frustrante, principalmente quando o próprio título é “Mr. Unlucky Has No Choice But to KISS".

Gostei

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Completed
Cosmetic Playlover
1 people found this review helpful
by Bibs
10 days ago
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 7.5
Acting/Cast 8.5
Music 7.5
Rewatch Value 8.0
This review may contain spoilers

Não esperava nada e me surpreendeu

Achei a sinopse um pouco enganosa. Ela dá a entender que o Toma descobre o segredo do Natsume e passa a coagi-lo com algumas descrições indo ainda mais longe, sugerindo até uma relação de “amigos com benefícios” por causa disso. Então fiquei tipo???
E ainda bem que não foi assim.

Gostei bastante da forma como a série aborda o trabalho, de maneira profunda e realista algo que nem todo BL se preocupa em fazer. Ainda mais trazendo um trabalho que eu particularmente não conhecia muito bem.

Os dois têm personalidades bem diferentes, o que gera choques constantes e vários mal-entendidos ao longo da trama. Isso às vezes cansa, mas também faz sentido dentro do que os personagens são.
Eu ficava nervosa só de ficar pensando "Para de se intrometer Natsume!" e "Seja mais claro e direto Toma!" para evitar os conflitos.

O que mais me encantou foi como as conversas entre eles sempre ganham peso quando eles decidem parar de esconder as coisas e serem honestos. Gosto muito que eles sentam e conversam cara a cara. Esses momentos de diálogo são muito bonitos.

Sahashi Toma 🛐 que homem! que olhar!
Na real os dois são lindos, gostei da química e da atuação de ambos. Eles sabem beijar e tem um dos beijos mais naturais que já vi em jbl🤌🤌

E foi finalmente um BL japonês que mostra a fase de namoro de verdade incluindo eles morando juntos. É exatamente esse tipo de desenvolvimento que eu gosto de ver.

No geral, me irritei um tiquinho com o fato de que sempre que tudo parecia bem, surgia algum mal-entendido ou uma pessoa só pra gerar afastamento. Ainda assim, gostei muito dos personagens e da dinâmica deles como casal.

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Completed
Punks Triangle
1 people found this review helpful
by Bibs
10 days ago
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 7.5
Acting/Cast 7.0
Music 7.0
Rewatch Value 6.5
This review may contain spoilers

Algum personagem está com dor nas costas por carregar a história

Assisti ao BL e depois fui ler o mangá, mais por curiosidade mesmo. No geral, a adaptação é bem fiel, embora obviamente tenham cortado a maior parte das safadezas.

Ainda assim, confesso que teria preferido que tivessem mantido uma cena de beijo mais intenso do que aquela cena de sonho com o Chiaki.

O grande destaque da série, sem dúvida, é o Yasunari. Tanto como Enaga quanto como AI, ele é um verdadeiro colírio para os olhos.
Na real, tenho a sensação de que o personagem dele carregou a série nas costas.
Inclusive, gostei mais da versão do BL do que do mangá nesse ponto.
No mangá, o Enaga passa basicamente uma vibe mais séria, enquanto o AI é só sedutor, sem muito além disso. Já no BL, o Enaga ganha mais personalidade, mais carisma, ele é fofo, divertido e o AI também ganha um pouco mais de profundidade.
Essa dualidade ficou muito mais interessante de acompanhar na adaptação.

Agora… o Chiaki.
Essa estética punk dele me incomodou bastante. Achei forçado, sinto que ele não era autêntico.
Além de ter uma personalidade bem irritante talvez? sei lá, não me passou muita credibilidade e afinidade

Um dos pouco pontos que gosto do personagem foi ele ter se apaixonado pelo Enaga e rejeitado o AI num primeiro momento.

Mas acho que a história teria funcionado melhor se o Chiaki tivesse se declarado ou que de algum jeito eles ficassem juntos e só depois ele descobrisse. Porque acho que assim ficaria mais claro para o Enaga que o Chiaki não gostava apenas de uma parte dele.

E, novamente, um problema recorrente dos BLs japoneses: a história termina justo quando os personagens ficam juntos.
Eu realmente sinto falta de ver a fase de namoro, a dinâmica do casal já estabelecido, algo que quase nunca é explorado.

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Completed
I Cannot Reach You
1 people found this review helpful
by Bibs
10 days ago
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 7.0
Acting/Cast 8.0
Music 7.0
Rewatch Value 7.5
This review may contain spoilers

Gostinho de quero mais

É incrível como todo BL japonês que eu pego pra assistir tem protagonistas que são simplesmente lindos de parar o trânsito.

Kakeru… pelo amor. Cada cena em que a iluminação era usada pra refletir no rosto dele parecia pensada pra humilhar o espectador de tão bonito 😍

E o Ohara é um personagem que é o pacote completo: lindo, fofo, inteligente.

Confesso que normalmente tenho certa preguiça de friends to lovers. A linha da amizade prolongada costuma ser difícil de cruzar, ironicamente, acho muito mais fácil comprar um enemies to lovers do que essa transição lenta do afeto já estabelecido. Porque sempre tem a questão de não querer se declarar para não perder a amizade, e isso prolonga um pouco a espera.

Mesmo assim, I Cannot Reach You conseguiu me conquistar.

Vi muita gente dizendo que o romance era unilateral, vindo só do Ohara, e sinceramente… não entendi essa leitura.

O próprio Kakeru é honesto sobre o que está sentindo e pede tempo pra entender seus próprios sentimentos. Em vários momentos fica claro que ele também se deixa balançar pelo Ohara. Não é ausência de sentimento, é confusão emocional. E na questão de demonstrar afeto, é muito relativo pra cada pessoa.

Eles funcionam muito bem juntos e são bem fofos.

Minha única frustração é algo recorrente nos BLs japoneses: a história praticamente acaba quando o casal finalmente fica junto de verdade. Eu gosto de ver a fase do namoro, o cotidiano, a intimidade construída.

Mas considerando o número reduzido de episódios e a curta duração, entendo que o foco tenha sido o desenvolvimento emocional e nisso a série acerta, mas não reclamaria de mais.

É uma história bem básica, sem muitas tramas, mas que em um dia que você quer algo leve funciona bem.

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Completed
Your Sky
1 people found this review helpful
by Bibs
12 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 7.0
Acting/Cast 7.0
Music 6.5
Rewatch Value 6.0
This review may contain spoilers

Não foi ruim como imaginei

Our Sky começou de um jeito até divertidinho pra mim.
O que realmente me chamou atenção desde o início foi o fake dating, porque eu gosto desse trope e de todos os clichês que normalmente vêm junto.

O Teerak é um personagem bem bobinho e chega até ser infantilizado demais para o meu gosto. Os amigos dele são divertidinho e ajudam a gente a não se irritar taaaanto com o Teerak.

Até o episódio 4 eu estava engajada e acompanhando tranquilamente. O problema começou a partir do episódio 5, quando a história ficou morna e meio monótona. Inclusive, fiquei semanas parada nesse episódio antes de voltar a assistir, mas dessa vez por obrigação, só pra conseguir tirar o BL da lista mesmo. Acabei me forçando a continuar até mais ou menos o episódio 7/8, pois depois disso dá uma leve melhorada.

Em vários momentos achei meio besta o Teerak e o P’Fah não saberem nem como dar as mãos, fingindo um namoro de forma tão pouco convincente. Eles fingiam mal mesmo, e o que talvez enganasse algumas pessoas ao redor era o fato de que o P’Fah realmente gostava do Teerak e já demonstrava isso.

Depois disso, a relação começa a avançar. Quando eles finalmente passam a questionar o que sentem, a resolução até que vem rápido, o que me surpreendeu positivamente, já que eles são bem diretos nas declarações. Também não esperava muita coisa no quesito 🔥, mas acabou entregando mais do que eu imaginava, eu nem estava esperando muito beijo, então fui pega de surpresa.

Também gostei de conhecer aqui os Teeteepor.

Acho que a parte mais marcante foi a forma como a série abordou a aceitação do relacionamento do Teerak com o P’Fah pela família do Teerak.

A irmã do Rak foi uma querida desde o começo.

A reação da mãe foi simplesmente esplêndida. Em poucos minutos, a atriz conseguiu entregar tudo: o espanto inicial, o receio, o medo. E todas essas emoções sendo dissipada pelo amor que ela tinha pelo filho. Deu pra ver claramente esse conflito interno no rosto dela.

Já a reação do pai foi dura, mas também bastante realista. A explosão dele dói de assistir, e imagino que, na vida real, muitas situações sejam ainda piores. Ele é ríspido, machuca com palavras e atitudes, mas a série deixa claro que, do ponto de vista dele, tudo vem de uma preocupação com a felicidade do Teerak, mesmo que expressa da pior forma possível.
Ainda assim, é impossível não ficar triste, porque embora existam pais assim, que ao menos acreditam estar pensando no bem dos filhos, a realidade muitas vezes é ainda mais cruel. Em muitos casos, não há preocupação alguma com felicidade ou futuro, apenas a abominação ao que é fora do padrão, e sem espaço para mudar de ideia.

No geral foi uma série com altos e baixos. Algumas partes eram um pouco repetitivas, outras eram doces com risco de dar diabetes.
Seria interessante ver os ThomasKong em papéis diferentes e mais frenéticos.

Gostei até

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Completed
2gether
1 people found this review helpful
by Bibs
17 days ago
13 of 13 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 6.5
Acting/Cast 5.0
Music 5.5
Rewatch Value 4.0
This review may contain spoilers

O sucesso é por causa do alcance internacional?

Ai gente, vamos lá

Antes de assistir, eu já tinha ouvido muita coisa negativa sobre 2gether. Inclusive muita gente dizendo que o BL era, na verdade, um bromance. Cheguei até a perguntar para pessoas de confiança se era BL mesmo, e me confirmaram que sim, e realmente é, porque não fica implícito que eles se gostam e que eles são um casal.

A premissa me chamou atenção por ser um clichê de fake dating, que normalmente funciona bem. A história em si é ok, mas poderia ter menos episódios, porque senti várias partes meio enroladas.

Acho que a maior questão da série, e o que muita gente odeia, é o fato de que o casal parece muito mais um casal quando está fingindo do que quando começa a namorar de verdade.

Depois que eles começam a namorar, já passam a morar juntos, o que me pegou totalmente de surpresa. Mas a custo de quê? Eles praticamente não têm interação física de casal. É sempre aquela ameaça de que vão se beijar pra valer… e nada acontece. Tudo é cortado, o tempo todo. Isso é bem frustrante.

Uma parte bem chata é a do irmão do Tine, que fica empacando a relação dos dois por zero motivos. É uma trama que gira em círculos e não leva a lugar nenhum.
Outra parte totalmente desnecessária e estressante é a volta da amiga do Sarawat. Nossa, é mal-entendido atrás de mal-entendido, eles não conversam, não resolvem nada e ficam só sofrendo pelos cantos.

Sobre a revelação de que o Sarawat gostava do Tine desde antes de tudo, é aquele clichê clássico que a gente já viu mil vezes. Mas, diferente de outros casos, o Sarawat conseguiu disfarçar tão bem que eu cheguei a achar que fosse mentira.

No geral, a falta de interação física entre eles me incomodou bastante e tirou a veracidade da história pra mim. Não é como se eles estivessem no ensino médio. Já vi séries que nem beijo têm, mas que conseguem transmitir muito mais com uma história coesa e boas atuações.

Falando nisso, achei os dois atores bem razoáveis. Entendo que pode ter sido um dos primeiros trabalhos dos atores como protagonistas, então a gente releva um pouco.
Na minha opinião, o Win se saiu um pouco melhor. Não senti que o Bright conseguiu entregar bem as emoções mais tristes e, nos poucos selinhos que tiveram, ele fazia uma expressão que parecia até que estava sendo forçado.

Enfim, acho que 2gether entrega bem pouco para uma série tão aclamada. Entendo que muita gente gosta mais por ter sido o primeiro BL que assistiu, então existe uma questão afetiva envolvida.

Tambem é aclamado por ser um BL que teve um grande alcance internacional, meio que estourou a bolha desse mercado para o resto do mundo. Mas não é por isso que é necessariamente melhor que outros.

Sobre a segunda temporada, acho que cheguei a assistir 3/5 episódios. Fui com esperança de que melhorasse um pouco, mas é praticamente a mesma coisa, se não mais chato. Por isso, dropei de vez.

Gostei muito não...

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Completed
Love Sea
1 people found this review helpful
by Bibs
17 days ago
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 6.5
Acting/Cast 7.0
Music 6.5
Rewatch Value 7.0
This review may contain spoilers

Boa para passar o tempo

Eu estava em dúvida se assistiria Love Sea, porque não me senti muito conectada aos personagens do FortPeat em Love in the Air.

Vi que bastante gente se decepcionou porque esperavam mais do novo BL dos FortPeat, mas como eu não esperava nada, acabei não tendo essa expectativa toda.

Vamos lá, não vou me demorar muito

Inesperadamente, gostei do casal. Eles têm uma química boa e entregam bastante nesse aspecto. E ô atores que gostam de beijar na boca viu, tinha cena que eu ficava passada. Muito profissionais eles 👀

Eu esperava que mais da metade da história se passasse na praia, então fiquei um pouco desapontada quando eles saíram dali em poucos episódios. A ambientação tinha potencial para ser mais explorada.

Resumindo os protagonistas, o Rak é uma pessoa um pouco difícil de lidar, enquanto o Mut é muito mais fácil, o que chega a ser até engraçado.
No fim, acho que eles combinam justamente por serem tão diferentes.

Inclusive acho que focaram todo o desenvolvimento de personagem para o Rak, do Mut a gente só sabe sobre coisas superficiais, sem tanto aprofundamento.

Fui pega de surpresa com um casal secundário sáfico, e foi a primeira vez que vi algo assim em um BL. Achei uma surpresa muito positiva, mas acredito que o desenvolvimento delas poderia ter sido melhor. Durante boa parte da série, parecia que era sempre a Khaimuk atacando e a Vivi fugindo. Inclusive, admiro a paciência que a Khaimuk teve.

Depois que o amigo do Mut apareceu, fiquei o tempo todo esperando ver o tal marido dele, que telefonou mas isso nunca aconteceu, o que achei estranho.

Sobre o conflito principal, achei… ok. Não entendi muito bem as motivações reais do pai do Rak, e o personagem em si me pareceu fraco e pouco crível.

Sempre me incomoda quando os personagens demoram demais para assumir um namoro, especialmente quando já estão se relacionando fisicamente.

Entendo o trauma do Rak e a forma como ele associa amor à dor, mas as coisas que ele disse e fez com o Mut durante o “rompimento” foram MUITO doloridas e desnecessárias. Por isso, achei mais do que justo ele precisar se entender sozinho e depois correr atrás do prejuízo.

No geral, Love Sea é uma série legalzinha de acompanhar. Em alguns momentos fica um pouco cansativa e parece que a trama não avança, mas nada a ponto de estragar totalmente a experiência.

Não é tipo um BL maravilhoso e inesquecível, mas não achei horroroso igual já vi muita gente falando.

Gostei até

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Completed
The Sign
1 people found this review helpful
by Bibs
17 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 5.5
Story 4.5
Acting/Cast 5.5
Music 6.0
Rewatch Value 3.0
This review may contain spoilers

Cansativo

The Sign começou com uma premissa que eu achei bem interessante: um romance entre personagens ligados por vidas passadas. Nos primeiros episódios, especialmente na parte do treinamento, a série funcionava melhor e até me prendeu.

Mas conforme os episódios passam, a coisa começa a se perder um pouco. O romance até parecia promissor no início, só que a série insiste demais em sonhos dos próprios personagens em que eles estão se pegando, o que é frustrante. Fica tudo muito nisso de “ah, de novo, não é real”, enquanto eles demoram uma eternidade pra admitir qualquer sentimento. Isso acaba esfriando a relação em vez de fortalecer, parece até enrolado. E não é porque eu não gosto de slowburn, tá? Longe disso, sou a embaixadora do slowburn quando é bem feito. Só que aqui, quando eles ficaram juntos de verdade, eu já não estava mais ligando.

Me surpreendeu logo de início ver tanta bunda na tela KK pensei, nossa, vai sair umas NC tipo Kinnporche daqui... Mas foi tudo bem meh, como já disse, senti que a química do casal esfriou no decorrer.

Eu também senti que a personalidade do Phaya mudou muito drasticamente, de alguém fechado e até recluso para alguém que fica bêbado com os amigos, faz piada, é atacante. Foi uma transição muito rápida que eu estranhei.

A mistura de tramas também não ajudou muito. Tirando o começo com o treinamento, achei a investigação bem chatinha e pouco envolvente.
Quando estava apenas no EP 5, já estava me sentindo mais cansada do que eu esperava. Também achei bem aleatória a forma como inseriram a parte sobrenatural/mística, com uns poderzinhos do nada. Foi confuso.

E não é nem por ser uma trama complexa, isso não me incomoda. Eu assisti 4 Minutes, por exemplo, e curti muito. A diferença é que, em comparação, The Sign fica jogando conceitos sem preparar o terreno direito. Mistura investigação + karma + sobrenatural, mas sem amarrar tão bem. Pelo menos na minha experiência, isso não me gerou curiosidade, e sim cansaço.

Ou seja:
4 Minutes me confundiu, mas me instigou.
The Sign me confundiu, mas me desconectou.

Então, eu basicamente empurrei com a barriga, porque realmente não gostei dessa parte da vida passada deles, nem das lutinhas com a cobra dragão aquática lá e o homem-pássaro kk. Deve ser algo bem cultural, mas não me conectou em nada com a história.

O problema não é a ideia deles serem amantes em outra vida, e sim como isso foi desenvolvido. Esse mesmo tema aparece em Khemjira e Century Love, e eu gostei muito mais de como foi trabalhado nessas obras.

Mais pra frente, quando as avós dos dois aparecem juntas no episódio 10, aí eu finalmente entendi por que eu achava que elas eram a mesma pessoa, acho que a caracterização pecou um pouco.

E o vilão... Nossa que brother chato 🙄
Era mi mi mi pra lá mi mi mi pra cá. Supera, eu hein. No final com ele aceitando deixar o Tharn e sumindo, não poderia ter sido mais sem sentido para o personagem.

E um detalhe curioso: eu estava assistindo Knock Out ao mesmo tempo que The Sign, e o ator Gap estava nas duas. Foi engraçado gostar do personagem dele aqui e odiar no outro kk. O personagem dele em The Sign, o Yai, apesar de ser bem sem noção, ainda rendeu alguns momentos divertidos.

No final, tanto a resolução da questão mítica quanto a investigação foram bem tanto faz.

GOSTEI MUITO NÃO 😬

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Completed
Between Us
1 people found this review helpful
by Bibs
22 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 6.0
Story 5.0
Acting/Cast 6.0
Music 5.5
Rewatch Value 5.0
This review may contain spoilers

Não indico como prioridade se há séries melhores na lista pra assistir

Eu, particularmente, não tinha muita vontade de assistir Between Us. Normalmente, o que me dá vontade de ver um BL são os atores ou a sinopse da história, e aqui nenhum dos dois funcionou pra mim. Eu não conhecia o shipp BounPrem, então essa parte era bem tanto faz, e a sinopse era tão simplória que não me despertou interesse.

Depois de pedir recomendações, vi tanta gente falando tão bem de Between Us que pensei que deveria existir algum diferencial na história. Então resolvi dar uma chance, mais pra tirar da lista de uma vez do que por empolgação.

E como eu já estava cansada de histórias que se passam na faculdade, quase desisti. Mas, nos episódios iniciais, os personagens já começam a se atracar com um fogo que me surpreendeu. Eu sou a embaixadora dos slowburns, amo de paixão, mas ver os personagens se envolvendo fisicamente antes de se envolverem emocionalmente trouxe um frescor inesperado. Aquilo me deu esperança de que realmente pudesse ser muito bom.

Maaas eu estava errada. Depois que começam a desenvolver a parte emocional, tudo fica empacado na eterna questão do “o que nós somos?”.
O Team, se apegou rápido demais, e para o Win foi quase como uma paixão instantânea, só que ele simplesmente não conseguia demonstrar isso nem no básico ato do “vamos namorar”.
Demorou uma eternidade pra oficializarem, e independentemente das questões emocionais que cada um estava lidando, isso não justifica tamanha demora. Em vários momentos eu me senti cansada e só queria que acabasse logo.

A história ainda tentou desenvolver uns dez casais ao mesmo tempo, o que quebrou muito a narrativa. Nem todos tinham pano para a manga e, sendo bem honesta, a maioria era bem qualquer coisa.

E você pode rebater com “Ah, mas eles já agiam como namorados.”
Sim, mas é diferente. Pra algumas pessoas, como o Team, a oficialização é algo importante: por conta de questões como insegurança e ansiedade. E isso, infelizmente, não foi muito bem trabalhado.
Me senti angustiada vendo todas as oportunidades que o Win teve para se declarar, a cada momento eu ficava tipo "É agora!", e nunca era. No início eu até botei fé nele, pois o Win mostrou interesse primeiro, então pensei que ele guiaria o relacionamento mas nem.

No geral, Between Us começou até ok, mas foi ficando cada vez mais cansativo por causa da falta de atitude dos personagens e momentos que não pareciam agregar em nada.

Gostei? 🥱

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