This review may contain spoilers
Cansativo
The Sign começou com uma premissa que eu achei bem interessante: um romance entre personagens ligados por vidas passadas. Nos primeiros episódios, especialmente na parte do treinamento, a série funcionava melhor e até me prendeu.
Mas conforme os episódios passam, a coisa começa a se perder um pouco. O romance até parecia promissor no início, só que a série insiste demais em sonhos dos próprios personagens em que eles estão se pegando, o que é frustrante. Fica tudo muito nisso de “ah, de novo, não é real”, enquanto eles demoram uma eternidade pra admitir qualquer sentimento. Isso acaba esfriando a relação em vez de fortalecer, parece até enrolado. E não é porque eu não gosto de slowburn, tá? Longe disso, sou a embaixadora do slowburn quando é bem feito. Só que aqui, quando eles ficaram juntos de verdade, eu já não estava mais ligando.
Me surpreendeu logo de início ver tanta bunda na tela KK pensei, nossa, vai sair umas NC tipo Kinnporche daqui... Mas foi tudo bem meh, como já disse, senti que a química do casal esfriou no decorrer.
Eu também senti que a personalidade do Phaya mudou muito drasticamente, de alguém fechado e até recluso para alguém que fica bêbado com os amigos, faz piada, é atacante. Foi uma transição muito rápida que eu estranhei.
A mistura de tramas também não ajudou muito. Tirando o começo com o treinamento, achei a investigação bem chatinha e pouco envolvente.
Quando estava apenas no EP 5, já estava me sentindo mais cansada do que eu esperava. Também achei bem aleatória a forma como inseriram a parte sobrenatural/mística, com uns poderzinhos do nada. Foi confuso.
E não é nem por ser uma trama complexa, isso não me incomoda. Eu assisti 4 Minutes, por exemplo, e curti muito. A diferença é que, em comparação, The Sign fica jogando conceitos sem preparar o terreno direito. Mistura investigação + karma + sobrenatural, mas sem amarrar tão bem. Pelo menos na minha experiência, isso não me gerou curiosidade, e sim cansaço.
Ou seja:
4 Minutes me confundiu, mas me instigou.
The Sign me confundiu, mas me desconectou.
Então, eu basicamente empurrei com a barriga, porque realmente não gostei dessa parte da vida passada deles, nem das lutinhas com a cobra dragão aquática lá e o homem-pássaro kk. Deve ser algo bem cultural, mas não me conectou em nada com a história.
O problema não é a ideia deles serem amantes em outra vida, e sim como isso foi desenvolvido. Esse mesmo tema aparece em Khemjira e Century Love, e eu gostei muito mais de como foi trabalhado nessas obras.
Mais pra frente, quando as avós dos dois aparecem juntas no episódio 10, aí eu finalmente entendi por que eu achava que elas eram a mesma pessoa, acho que a caracterização pecou um pouco.
E o vilão... Nossa que brother chato 🙄
Era mi mi mi pra lá mi mi mi pra cá. Supera, eu hein. No final com ele aceitando deixar o Tharn e sumindo, não poderia ter sido mais sem sentido para o personagem.
E um detalhe curioso: eu estava assistindo Knock Out ao mesmo tempo que The Sign, e o ator Gap estava nas duas. Foi engraçado gostar do personagem dele aqui e odiar no outro kk. O personagem dele em The Sign, o Yai, apesar de ser bem sem noção, ainda rendeu alguns momentos divertidos.
No final, tanto a resolução da questão mítica quanto a investigação foram bem tanto faz.
GOSTEI MUITO NÃO 😬
Mas conforme os episódios passam, a coisa começa a se perder um pouco. O romance até parecia promissor no início, só que a série insiste demais em sonhos dos próprios personagens em que eles estão se pegando, o que é frustrante. Fica tudo muito nisso de “ah, de novo, não é real”, enquanto eles demoram uma eternidade pra admitir qualquer sentimento. Isso acaba esfriando a relação em vez de fortalecer, parece até enrolado. E não é porque eu não gosto de slowburn, tá? Longe disso, sou a embaixadora do slowburn quando é bem feito. Só que aqui, quando eles ficaram juntos de verdade, eu já não estava mais ligando.
Me surpreendeu logo de início ver tanta bunda na tela KK pensei, nossa, vai sair umas NC tipo Kinnporche daqui... Mas foi tudo bem meh, como já disse, senti que a química do casal esfriou no decorrer.
Eu também senti que a personalidade do Phaya mudou muito drasticamente, de alguém fechado e até recluso para alguém que fica bêbado com os amigos, faz piada, é atacante. Foi uma transição muito rápida que eu estranhei.
A mistura de tramas também não ajudou muito. Tirando o começo com o treinamento, achei a investigação bem chatinha e pouco envolvente.
Quando estava apenas no EP 5, já estava me sentindo mais cansada do que eu esperava. Também achei bem aleatória a forma como inseriram a parte sobrenatural/mística, com uns poderzinhos do nada. Foi confuso.
E não é nem por ser uma trama complexa, isso não me incomoda. Eu assisti 4 Minutes, por exemplo, e curti muito. A diferença é que, em comparação, The Sign fica jogando conceitos sem preparar o terreno direito. Mistura investigação + karma + sobrenatural, mas sem amarrar tão bem. Pelo menos na minha experiência, isso não me gerou curiosidade, e sim cansaço.
Ou seja:
4 Minutes me confundiu, mas me instigou.
The Sign me confundiu, mas me desconectou.
Então, eu basicamente empurrei com a barriga, porque realmente não gostei dessa parte da vida passada deles, nem das lutinhas com a cobra dragão aquática lá e o homem-pássaro kk. Deve ser algo bem cultural, mas não me conectou em nada com a história.
O problema não é a ideia deles serem amantes em outra vida, e sim como isso foi desenvolvido. Esse mesmo tema aparece em Khemjira e Century Love, e eu gostei muito mais de como foi trabalhado nessas obras.
Mais pra frente, quando as avós dos dois aparecem juntas no episódio 10, aí eu finalmente entendi por que eu achava que elas eram a mesma pessoa, acho que a caracterização pecou um pouco.
E o vilão... Nossa que brother chato 🙄
Era mi mi mi pra lá mi mi mi pra cá. Supera, eu hein. No final com ele aceitando deixar o Tharn e sumindo, não poderia ter sido mais sem sentido para o personagem.
E um detalhe curioso: eu estava assistindo Knock Out ao mesmo tempo que The Sign, e o ator Gap estava nas duas. Foi engraçado gostar do personagem dele aqui e odiar no outro kk. O personagem dele em The Sign, o Yai, apesar de ser bem sem noção, ainda rendeu alguns momentos divertidos.
No final, tanto a resolução da questão mítica quanto a investigação foram bem tanto faz.
GOSTEI MUITO NÃO 😬
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