This review may contain spoilers
O sobrenatural está dominando os BL
Acho que God Bless You From Death foi um BL muito bom para acompanhar enquanto estava em lançamento. Assistir semanalmente funcionou melhor do que maratonar tudo de uma vez, porque acredito que ver tudo seguido pode acabar ficando um pouco cansativo.
Os PoohPavel arrasaram e, mais uma vez, se provaram como shipp. A química entre eles continua ótima. Sinceramente, não entendo as críticas que surgem por causa dessa discussão de top/bottom, de que o Pavel “deveria” ser top e blá blá blá. Do jeito que está, funciona muito bem e, pra mim, é justamente isso que dá o molho do casal.
A relação do Singha com o Thup foi uma graça. Confesso que, quando eles se beijaram pela primeira vez, soltei um “naaaao”, porque não senti que aquele era o momento ideal. Acho que teria funcionado melhor um ou dois episódios depois. Mesmo assim, não acho que isso tenha estragado a relação ou a história deles.
Uma coisa que senti falta foi a heterocromia do Thup ser mais mencionada dentro da obra. Seja de forma negativa, com estereótipos, ou de forma positiva mesmo. A heterocromia completa é uma condição bem rara, então teria sido interessante ver mais reações, comentários ou até uma história por trás disso.
O casal secundário foi bem irritante no começo. Os dois eram meio tóxicos e simplesmente não conversavam. Sou um pouco adepta da ideia de que ex é ex por bons motivos. Ainda assim, eles tentaram fazer funcionar e até ficaram fofinhos juntos. Só senti falta de mais desenvolvimento individual dos personagens.
Soltei um gritinho na parte em que o Singha fala que aprendeu o feitiço com o namorado 🤭 demorou, mas veio aí kk.
Bati palmas quando o Singha finalmente reagiu no final. Ele fez exatamente o que eu queria: chegou atirando, surtou e chutou todo o ritual lá (apesar de que, né… podia ter atirado pra matar). Só acho que, depois de dar uns sacodes no velho, não deveria ter deixado ele lá. Esses personagens têm uma dificuldade enorme de finalizar o trabalho: ficam se abraçando e conversando enquanto o vilão ainda tá lá caído, ao invés de resolver logo.
E achei meio paia o Singha, sendo um policial treinado perder na mão para um maluco.
E aquela parte em que eles simplesmente começam a rezar do nada e os fantasmas somem ou mudam de lado? Fiquei tipo: ué. Por que não fizeram isso antes então? E se fizeram, porque não funcionava?
Fiquei com muita pena da mãe do Thup. A cena dela lutando pela vida foi bem triste e pesada. Queria que ela tivesse tido mais importância no fim.
Também senti que faltou mais relevância e história para a fantasma principal. Pensei que ela fosse ter todo um background, já que apareceu em grande parte da história.
Sobre o King, não tenho muito o que dizer. Foi basicamente uma pedra no sapato na maior parte do tempo. Achei que fosse morrer em algum momento, mas nem.
Por ser uma série mais puxada para o terror sobrenatural, ela acaba caindo naquele clichê que todo mundo odeia: os personagens fazendo escolhas burras. Falou pra não ir, ele vai. Falou pra não ficar sozinho, ele fica 🙄 é claro que vai dar ruim assim, né?
Em relação aos sustos, achei que a primeira metade da série deu mais medinho. Uma cena que lembro claramente de ter levado um susto real foi a da cabeça da fantasma dentro da caixa, foi um jump scare dos bons.
A produção da série, no geral, foi muito boa. A ambientação funciona super bem e a trilha sonora também arrasou. É aquele tipo de OST que não dá vontade de pular a opening.
No geral, gostei bastante da série. Tem uma vibe bem diferente, uma produção de qualidade e uma OST que realmente marca. O final foi agridoce, mas satisfatório.
PS: E uma das cenas que infelizmente cortaram, iria ser mais uma referência a Pit Babe, uma muito boa por sinal 😩🤌
GOSTEI!!!!
Os PoohPavel arrasaram e, mais uma vez, se provaram como shipp. A química entre eles continua ótima. Sinceramente, não entendo as críticas que surgem por causa dessa discussão de top/bottom, de que o Pavel “deveria” ser top e blá blá blá. Do jeito que está, funciona muito bem e, pra mim, é justamente isso que dá o molho do casal.
A relação do Singha com o Thup foi uma graça. Confesso que, quando eles se beijaram pela primeira vez, soltei um “naaaao”, porque não senti que aquele era o momento ideal. Acho que teria funcionado melhor um ou dois episódios depois. Mesmo assim, não acho que isso tenha estragado a relação ou a história deles.
Uma coisa que senti falta foi a heterocromia do Thup ser mais mencionada dentro da obra. Seja de forma negativa, com estereótipos, ou de forma positiva mesmo. A heterocromia completa é uma condição bem rara, então teria sido interessante ver mais reações, comentários ou até uma história por trás disso.
O casal secundário foi bem irritante no começo. Os dois eram meio tóxicos e simplesmente não conversavam. Sou um pouco adepta da ideia de que ex é ex por bons motivos. Ainda assim, eles tentaram fazer funcionar e até ficaram fofinhos juntos. Só senti falta de mais desenvolvimento individual dos personagens.
Soltei um gritinho na parte em que o Singha fala que aprendeu o feitiço com o namorado 🤭 demorou, mas veio aí kk.
Bati palmas quando o Singha finalmente reagiu no final. Ele fez exatamente o que eu queria: chegou atirando, surtou e chutou todo o ritual lá (apesar de que, né… podia ter atirado pra matar). Só acho que, depois de dar uns sacodes no velho, não deveria ter deixado ele lá. Esses personagens têm uma dificuldade enorme de finalizar o trabalho: ficam se abraçando e conversando enquanto o vilão ainda tá lá caído, ao invés de resolver logo.
E achei meio paia o Singha, sendo um policial treinado perder na mão para um maluco.
E aquela parte em que eles simplesmente começam a rezar do nada e os fantasmas somem ou mudam de lado? Fiquei tipo: ué. Por que não fizeram isso antes então? E se fizeram, porque não funcionava?
Fiquei com muita pena da mãe do Thup. A cena dela lutando pela vida foi bem triste e pesada. Queria que ela tivesse tido mais importância no fim.
Também senti que faltou mais relevância e história para a fantasma principal. Pensei que ela fosse ter todo um background, já que apareceu em grande parte da história.
Sobre o King, não tenho muito o que dizer. Foi basicamente uma pedra no sapato na maior parte do tempo. Achei que fosse morrer em algum momento, mas nem.
Por ser uma série mais puxada para o terror sobrenatural, ela acaba caindo naquele clichê que todo mundo odeia: os personagens fazendo escolhas burras. Falou pra não ir, ele vai. Falou pra não ficar sozinho, ele fica 🙄 é claro que vai dar ruim assim, né?
Em relação aos sustos, achei que a primeira metade da série deu mais medinho. Uma cena que lembro claramente de ter levado um susto real foi a da cabeça da fantasma dentro da caixa, foi um jump scare dos bons.
A produção da série, no geral, foi muito boa. A ambientação funciona super bem e a trilha sonora também arrasou. É aquele tipo de OST que não dá vontade de pular a opening.
No geral, gostei bastante da série. Tem uma vibe bem diferente, uma produção de qualidade e uma OST que realmente marca. O final foi agridoce, mas satisfatório.
PS: E uma das cenas que infelizmente cortaram, iria ser mais uma referência a Pit Babe, uma muito boa por sinal 😩🤌
GOSTEI!!!!
Was this review helpful to you?


