Há melhores para passar o tempo
Não fui esperando amar, pois não sou a maior fã de relacionamento tóxico, mas estava esperando pelo menos me intrigar.
Me surpreendeu que a série abordou relações sexuais e afins de uma forma mais crua e sem muito mi mi mi.
Mas a dinâmica dos personagens e toda a situação deles me incomodou mais do que me envolveu.
Não é que seja uma história sobre abuso explícito. Não é isso. Mas é uma relação construída em cima de silêncio, dependência e uma comunicação tão falha que chega a cansar.
O tempo inteiro parece que estamos esperando uma conversa que nunca acontece.
Segasaki não é um vilão, mas também não é emocionalmente disponível. Ele é fechado, controlador em pequenas atitudes, e raramente verbaliza o que sente. E quando resolve verbalizar se torna meio babaca.
Yoh, por outro lado, vive num estado constante de insegurança. Ele escolhe ficar, mas parece que fica sempre com medo.
O trabalho dele está acontecendo ali, mas a gente não vê aprofundamento.
E aí a série vende essa tensão como intensidade romântica. É uma falta de comunicação do caramba, tudo na base do achismo.
Honestamente pra mim, faltou equilíbrio.
Faltou maturidade emocional.
Faltou desenvolvimento real.
O amor existe ali? Deve até existir.
Mas ele é mal comunicado, mal estruturado e, em vários momentos, desconfortável e frustante.
Gostei não.
Me surpreendeu que a série abordou relações sexuais e afins de uma forma mais crua e sem muito mi mi mi.
Mas a dinâmica dos personagens e toda a situação deles me incomodou mais do que me envolveu.
Não é que seja uma história sobre abuso explícito. Não é isso. Mas é uma relação construída em cima de silêncio, dependência e uma comunicação tão falha que chega a cansar.
O tempo inteiro parece que estamos esperando uma conversa que nunca acontece.
Segasaki não é um vilão, mas também não é emocionalmente disponível. Ele é fechado, controlador em pequenas atitudes, e raramente verbaliza o que sente. E quando resolve verbalizar se torna meio babaca.
Yoh, por outro lado, vive num estado constante de insegurança. Ele escolhe ficar, mas parece que fica sempre com medo.
O trabalho dele está acontecendo ali, mas a gente não vê aprofundamento.
E aí a série vende essa tensão como intensidade romântica. É uma falta de comunicação do caramba, tudo na base do achismo.
Honestamente pra mim, faltou equilíbrio.
Faltou maturidade emocional.
Faltou desenvolvimento real.
O amor existe ali? Deve até existir.
Mas ele é mal comunicado, mal estruturado e, em vários momentos, desconfortável e frustante.
Gostei não.
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