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Clichêzinho divertidinho
Posso dizer que amei logo de início. Eu nem conhecia as atrizes, então fui assistir sem expectativa nenhuma.Achei a série bem divertida, funcionando como uma verdadeira comédia romântica, ainda mais com os clichês de casamento por conveniência e da dinâmica em que uma é patricinha e superficial, enquanto a outra é do campo e mais desapegada de bens materiais, mesmo sendo riquíssima.
Acho que a série foi muito bem até mais ou menos o episódio 5, quando o foco estava na vida no campo e no início da relação delas. Mais para frente, começam a focar em umas tramas que achei bem chatas, como a da ex doida da Si.
Gostei muito do personagem do menino. Fiquei meio assim com a questão da saúde dele, mas, como era uma comédia, não imaginei que ele realmente iria morrer. Acabei pegando esse spoiler sem querer, mas o que mais me incomodou foi a forma como isso foi tratado. O personagem simplesmente sumiu e, depois, só falaram que tinha morrido. Achei tudo muito anticlimático, sabe?
Às vezes, quando a Klao acabava forçando um pouco a situação com a Si, ela sempre pedia desculpas. Na minha opinião, era melhor nem ter forçado a barra, mesmo que a Si fosse difícil de lidar. Sabemos que não justifica.
Pelo menos ela reconhecia que tinha errado, revia suas atitudes e pedia desculpas, né?
Então, se relevamos isso, dá pra dizer que a Klao é uma Green Flag.
Lá para o final, depois do casamento, se não me engano, colocaram outra menina do nada na história só para fazer ciúmes na Si. Achei isso muito jogado. A personagem sumiu tão rápido quanto apareceu, servindo apenas para separar as duas e depois elas voltarem mais fortes juntas e afins.
A Si teve um desenvolvimento legal até. Passou a se importar mais com os outros, a ver beleza na simplicidade e a rever suas atitudes.
Acho que gostei da forma como as coisas foram resolvidas com a família da Si. Eu entendo eles não confiarem nela no início, porque ela realmente era muito superficial e zero interessada em trabalhar quando isso não a beneficiava, o que por muitas vezes era irritante como ela se sentia deixada de lado quando era apenas uma consequência das ações da mesma.
Mas achei que a Si teve um bom desenvolvimento nesse aspecto, principalmente quando comparada ao início da série.
No geral, acho que a história começou muito bem, mas foi perdendo a força conforme os episódios passaram, se repetindo demais com as mesmas tramas, e quando aparecia uma trama nova parecia algo jogado.
Ainda assim, considero um GL bom e divertido de assistir.
Agora algo não relacionado as personagens e a série e sim a atriz da Klao, a Lookmee.
Enquanto assistia, senti que a atriz parecia ser bem magra, o que não é problema se ela estiver saudável, eu mesma sou um palito. Mas por curiosidade, fui ver como ela estava em outros gls e acho que ela não era tão magra assim. Senti um pouco de preocupação, como não vejo muito sobre elas, acabei não vendo se o fandom delas também chegou a comentar sobre isso.
Acho que é algo relevante de ser abordado por causa da volta da moda da magreza extrema. Mas espero que a atriz esteja bem e saudável!
P.S.: A música que elas cantam é MUITO viciante.
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Fraquinho
Achei a história ok, mas com uma execução fraca, nada que me fez pensar tipo "uau". Pra mim foi um daqueles BLs que até podem entreter enquanto você assiste, mas marcam em nada depois.Uma coisa que me incomodou foram os efeitos especiais das borboletas. Sinceramente, achei bem desnecessários e, em alguns momentos, acabavam parecendo efeitos de centavos que mais distraíam do que acrescentavam algo à história.
O romance entre Scent e Gaysorn começou de forma interessante. Esse foi o meu primeiro contato com os atores, então não tenho outras obras deles para comparar, mas achei que eles têm uma química legal até.
Como não acompanho esse ship nem conheço os atores de outros trabalhos, não tenho como dizer se a química deles aqui foi melhor ou pior em comparação a outras séries. Porém, uma coisa que senti foi que os beijos foram bem xoxos.
Como a trama gira em torno de um personagem enganando o outro, eu esperava um grande momento de revelação, daqueles que realmente causam impacto, mas achei que essa parte também ficou bem mais ou menos.
Outro ponto foi o twist principal da história. Desde cedo achei bastante previsível toda a questão da mãe do Gaysorn, do tio do Scent e do que realmente aconteceu no passado. Para mim, teria sido muito mais surpreendente se um dos pais do Gaysorn estivesse vivo, por exemplo. Acabou seguindo exatamente o caminho mais óbvio.
Já o casal secundário foi um grande tanto faz. Os personagens pareciam meio perdidos dentro da própria história. Em vários momentos tive a sensação de que nem eles sabiam a forma que deveriam agir, as vezes pareciam egoístas, mas depois não eram mais. As vezes pareciam querer ajudar mas não de bom grado, mas depois do nada se importavam muito, sei lá.
O último episódio foi tão fraquinho. Sei que não fui a única que pensou que o Scent tinha morrido. Aquele corte bruto na cena dele passando mal não ajudou. Jurava que ele e o Gaysorn estavam se encontrando no além, mas enfim.
Acho que o fato de a série ter apenas 8 episódios pode ter atrapalhado bastante o desenvolvimento. Tudo acontece muito rápido, os conflitos são resolvidos com facilidade e várias situações que poderiam ter tido mais peso acabam passando correndo.
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Não consegui me envolver muito
Eu estava tentando ser aberta a questão fantasiosa da coisa de animais muito específicos virarem gente, mas não sei, não consegui.Os protagonistas são fofinhos juntos, só finalizei por causa deles, mas só isso também.
Os secundários são ok eu acho?
O arco dos caçadores/exploradores de animais lá, achei chatíssimo. Nem considero que trataram o assunto da melhor forma.
Sei que é um Bl conforto pra muita gente, talvez se eu tivesse assistido no início da minha vida de blzeira, teria gostado mais.
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É tudo isso?
Admito que cochilei no primeiro episódio algumas vezes por ter um ritmo diferente, mas depois assisti de forma contínua até o episódio 5 e novamente empaquei e só voltei e terminei de assistir depois de algumas semanas 😬 Então não dá pra dizer que foi uma série que eu não consegui parar de ver, pois senti sim que o ritmo é lento até demais em alguns episódios.Pra começar, acho que esse bl fez um milagre em mim kk
Quem já leu outras resenhas minhas, sabe que eu costumo não me apegar tanto aos casais secundários. Em Khemjira foi a primeira vez que o casal secundário me interessou BEM mais que o casal protagonista. Achei a química do casal principal bem morna em comparação.
Não sei se foi a química entre os personagens Khem e Peem que achei morna ou se foi entre o Namping e o Keng, acho que preciso de outro bl deles para poder bater o martelo.
Já o Jet e o Chan me conquistaram demais, eles tem uma boa química e dinâmica, são fofos. E apesar de eu não curtir o clichê de "Quando tudo se resolver a gente namora", fiquei muito envolvida com eles!
Gostei muito da relação de cumplicidade do trio Khem, Jet e Chan. Achei interessante essa amizade deles que ultrapassou reencarnações.
Falando nisso, também achei interessante as partes das outras vidas dos personagens mas não exatamente essencial principalmente em relação ao irmão do Peem.
Acho que a série foi bem produzida
Trouxeram forte a questão cultural do país, principalmente ligada ao interior da Tailândia, às crenças locais e à espiritualidade da comunidade. Deu pra perceber o cuidado nos detalhes da ambientação, nos costumes e na atmosfera da vila, fazendo com que a cultura não pareça só um detalhe estético, mas uma parte importante da própria identidade da série.
Medo de me massacrarem, mas a verdade é que achei o Khem um protagonista um pouco chatinho, ok que ele obviamente não tem culpa do espírito obsessor estar atrás dele. Mas sinto que ele envolveu demais os outros nos problemas dele, só que ao invés de correr atrás de resolver o problema principal, ele ficava pra lá e para cá cozinhando e limpando como se fosse a própria cinderela. Além de perder muito tempo tentando entender pq o Peem não poderia gostar dele.
Outra coisa que achei meio?? Era quando eles bancavam a turma do Scooby-Doo resolvendo mistérios pra cima e pra baixo no vilarejo.
Algo que me incomodou e que eu sei que não foi só a minha pessoa, foi a questão em relação as mulheres e como elas e suas histórias foram tratadas.
Primeiro o caso do marido que batia na esposa que foi tratado de uma forma tão mas tão qualquer coisa. O cara batia nela supostamente por causa de espíritos malignos, mas tá tudo certo porque a coisa ruim foi embora e por isso ele não vai fazer mais??
Depois o caso da moça com o bebê e (provavelmente depressão pós parto) que o companheiro chifrou, ela foi traída mas ficou parecendo que a culpa era dela sabe?
E o caso da antagonista Ramphueg.
Acho que a história foi um pouco injusta com a Ramphueg, parecia que a história dela meio que era irrelevante, não senti que os personagens sentiram simpatia pelo o que ela passou, não justifica o que ela tentou fazer obviamente, mas senti falta de um pouco mais de sentimento a respeito.
Derramei algumas lágrimas sim, admito. Na parte que o monge se revelou a reencarnação do filho da Ramphueng.
Os roteiristas foram bem espertinhos no final.
Achei inúmeras incoerências no decorrer da história e nas atitudes ou falta delas nos personagens. E o roteiro colocou o Chan pra questionar tudo que passou pela nossa cabeça assistindo. E depois o monge respondendo que as coisas aconteceram dessa forma pois deveriam ser assim, não sei se acho genial ou preguiçoso por parte o roteiro.
Mas enfim, foi uma história diferente e bem produzida. E relevando a questão das mulheres, o que não é bom mas também não acho que seja tão surpreendente assim mulheres serem irrelevantes ou injustiçadas em BLs...
Mas acho que pelo restante, acho que estourou outra bolha no meio BL e foi até merecido ter varrido parte das premiações.
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Golpista, ícone, badass, vilã? Ainda não sei
Já quero deixar claro que eu amo a atriz Shin Hye-sun. Eu tento assistir tudo dela. Admito que alguns doramas eu não consegui terminar, mas por conta do roteiro mesmo, nunca por causa da atuação dela, porque ela sempre entrega tudo. E quando digo tudo, é TUDO. Ela transmite muito sentimento nas cenas, e os choros dela são muito realistas. Com certeza é uma das minhas atrizes coreanas favoritas, então eu já estava bem curiosa para ver o que ela faria aqui.O ator Lee Jun-hyuk eu também já conhecia e gosto bastante dele. Admito que queria muito ter visto um romance entre os personagens deles, porque potencial, química e tensão tinham de sobra.
Sobre a trama, posso dizer com segurança que fiquei confusa sim, muitas e muitas vezes. Mas também posso dizer que em nenhum momento a série perdeu a minha atenção.
A personagem de várias identidades da Shin Hye-sun, que vou chamar de Sarah Kim mesmo, é tão intrigante que não deixa muito espaço pra gente realmente entendê-la. A gente só sabe que ela é uma golpista que se dá bem o mesmo tanto de vezes que se dá mal. Mas mesmo quando ela se dá mal, parece que tudo já estava arquitetado antes. Parece que ela extremamente f*dona e inteligente e sempre está um passo à frente de todos.
Eu questionei a moralidade dela inúmeras vezes, porque a gente quer torcer para que ela não seja tão ruim quanto parece. Ao mesmo tempo, a gente torce para o detetive não pegar ela. É uma sensação bem conflituosa.
Quando eu pensava que estava entendendo a história, ela vinha e me dava uma rasteira. Então sim, fiquei muito confusa. Acho que entendi algumas coisas, outras nem tanto, mas vou deixar aqui o que eu acho que entendi.
A mulher encontrada morta no esgoto não era Sarah Kim, mas sim Kim Mi-jeong, a artesã que produzia as bolsas da Boudoir e que acabou desenvolvendo uma obsessão pela vida luxuosa da própria Sarah. A Mi-jeong tentou matar Sarah para tomar seu lugar, mas o plano deu errado e ela morreu durante o confronto. Sarah, em vez de chamar a polícia, decidiu se livrar do corpo e manter a farsa. No fim, quando tudo começa a vir à tona, descobrimos que “Sarah Kim” na verdade é Mok Ga-hui, uma ex-balconista que forjou várias identidades para sobreviver e ascender socialmente. Sem provas concretas contra ela, Sarah executa seu último grande ato, ela assume a identidade de Mi-jeong e confessa o assassinato de “Sarah Kim”, matando oficialmente sua persona pública para preservar a marca Boudoir e transformar seu nome em um mito intocável.
No final, foi uma série com um desfecho um pouco agridoce, porque ela conseguiu o que queria e o detetive também, em partes.
Vi gente reclamando porque ela foi presa no final, mas sinceramente acho que reclamariam também se ela tivesse se safado 100%.
Então acho que no geral, o final acabou dividindo o público, talvez porque a série pareça ser mais complexa do que realmente é.
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Ótimo para assistir em uma sexta feira a noite
Mesmo sendo bem curtinho, com apenas 4 episódios, essa mini história consegue manter um ritmo gostoso do começo ao fim.Os personagens começam naquele clássico enemies to lovers que a gente adora: líderes de gangues rivais, implicância constante, tensão…
E falando nisso, Surf e Java entregaram uma química muito boa dentro do tempo que tiveram. Gostei bem mais deles aqui do que em um outro trabalho que vi deles.
A série é leve e divertidinha, com aquele clima de comédia romântica adolescente. Só tem uma parte bem específica do episódio 3 que pesou um pouco o clima, e acho que todo mundo sentiu o impacto ali. Ainda assim, não chega a quebrar totalmente o tom da história.
Como são só 4 episódios, fica difícil desenvolver completamente os personagens. O BL divide foco entre
A rivalidade das gangues
A questão da calça
O romance
e a viagem pelos templos
Então realmente não dá tempo de explorar mais a fundo coisas como a vida familiar do Oh e do Tum, os desejos individuais deles ou conflitos mais profundos.
Acho que simpatizei mais com o Oh por motivos óbvios. O Tum me irritou um pouco, como ele não conseguia enxergar que se provar pra gangue não iria mudar muita coisa, não dá forma que ele queria.
Nem esperava beijo, muito menos cenas um pouco mais calientes, mas eles provarem que o sucesso está nos detalhes. Tipo aquela cena do Tum tirando o anel 🫢
Mas no fim, acho que entregou exatamente o que prometeu: uma história leve, com trope popular e química convincente.
Fica um leve gostinho de quero mais no final, mas terminei o bl satisfeita.
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Não estava nos meus planos gostar do casal secundário como gostei
Já começo dizendo que eu li o mangá Cherry Magic faz tempo, vi o anime e não cheguei a assistir a adaptação japonesa com o Keita Machida.Então sim… eu já fui assistir a versão tailandesa com carinho prévio pela obra, pois gostei muito do mangá. E isso com certeza influenciou minha experiência.
O mangá é relativamente longo, e dá tempo de desenvolver muita coisa com calma.
Sempre achei que tanto o anime quanto a versão japonesa provavelmente tiveram que cortar bastante conteúdo ou resumir arcos importantes.
Já a adaptação tailandesa foi pelo caminho oposto, 12 episódios com mais de 40 minutos cada. Tempo eles tiveram, tanto que precisaram de material além do original, então incluíram tramas totalmente novas.
Uma coisa que eu gostei muito foi a forma como adaptaram a história para o contexto tailandês. Não foi só “copiar e colar” o enredo no novo país. Eles souberam inserir elementos culturais próprios, como o Songkran, sem perder a essência da obra. Isso mostra que eles tiveram atenção aos detalhes. Nem tudo funciona igual em culturas diferentes, e foi bom que a série foi consciente disso.
Eu gostei dos TayNew como Adachi e Kurosawa (Achi e Karan). Em questão de personalidade, acho que ficou parecido. Só achei que os surtos dos pensamentos do Karan poderiam ser um tiquinho maiores e mais engraçados.
Até a metade do BL eu estava bem envolvida. Os acontecimentos principais foram mantidos, e algumas mudanças sutis funcionaram muito bem.
Mas… talvez pelo tempo maior de tela, senti que criaram uma certa “barriga” na narrativa. Algumas tramas paralelas, especialmente envolvendo colegas do Achi depois da mudança de trabalho, ficaram meio arrastadas e desinteressantes.
O ponto que mais me deixou com sentimento agridoce demais foi a revelação do Achi para o Karan sobre ler pensamentos.
No original, lembro de ter achado um momento muito bonito e emocional. Aqui foi… tranquilo até demais. Faltou impacto. O mesmo vale para o primeiro beijo e a primeira vez do casal. No mangá são momentos marcantes, daqueles que ficaram na minha memória. Aqui, mesmo tendo assistido recentemente, eu mal consigo lembrar dos detalhes.
Agora, sendo bem honesta. Meu foco estava todo nos JuniorMark
No mangá, sempre achei o casal secundário bem ok, nada de mais.
Só que na versão tailandesa eles transformaram completamente isso.
O personagem do Junior ganhou uma personalidade diferente da original, e eu achei que isso deu muito mais brilho pra ele. O Junior tem isso de acrescentar carisma aos personagens. Já o Mark conseguiu deixar o Min (que no mangá eu achava meio chatinho) muito mais fofo e cativante.
Gostei muito das mudanças e do acréscimo de história para o Jinta e o Min. Eles ficaram engraçados, carismáticos e ganharam mais profundidade, especialmente no que envolve a carreira deles, principalmente a do Min. Foi um desenvolvimento que pelo o que eu me lembro, o original não explorava tanto.
E aqui aconteceu algo curioso, eu gostei mais do casal secundário do que do principal. No mangá, era exatamente o contrário, eu tinha mais atenção ao casal principal.
Teve ainda um terceiro casal que eu nem estava esperando. Nem lembro se existe algo parecido no mangá, então acredito que tenha sido exclusivo da adaptação tailandesa. Mas, surpreendentemente, funcionou bem dentro da proposta.
No geral, eu gostei. É leve e divertidinho.
Não achei perfeito, pois alguns momentos icônicos do casal principal no mangá perderam um pouco da força. Mas como adaptação cultural, achei bem feito.
Acho que terminei de assistir mais por conta dos secundários porque realmente achei que os protagonistas perderam um pouco o brilho com algumas mudanças que fizeram.
Acho que pra quem não conhece nada da história, do mangá ou das outras adaptações, a probabilidade de gostar de tudo é bem mais alta. Então vale a pena dar uma chance 🍒
Gostei
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O que foi isso...
Se ignorarmos todos os elementos problemáticos, TharnType até poderia ser considerada uma série “ok”. Mas a questão é: dá para ignorar?Já começando com a base da história, pela sinopse, eu pensei que esse trauma do Type seria bem aprofundado. Estamos falando de abuso sexual na infância, não é um detalhe qualquer para ser usado apenas como justificativa de personalidade difícil. O tema tinha potencial para ser tratado com seriedade e sensibilidade.
Também imaginei que a aproximação entre o Tharn e o Type aconteceria aos poucos, respeitando esse trauma. Por isso, foi chocante ver que o próprio Tharn ultrapassa limites, e acredito que não foi nem uma, mas duas vezes. A narrativa tenta romantizar essas situações, mas, objetivamente, são abusos. Isso compromete completamente a base do romance.
Não entendo a razão disso.
Mas pelo menos, o trauma do Type faz a gente amar o personagem e sentir muita empatia por ele certo? Em partes, pois o type acaba sendo na maioria das vezes muito insuportável e impulsivo, parecia até um doidinho do centro negativamente falando.
Ele tinha uns pensamentos completamente hipócritas e sem sentido. Que de novo, poderia ter explicado e se aprofundado mais.
Tipo quando um cara dá em cima dele, ele chama o cara de gay nojento e afins, pra depois falar que quer ir pra casa pq está com saudade do namorado??
Quando eles já estão juntos, o relacionamento as vezes é até fofinho, quando não começam os problemas estruturais onde o Tharn sempre tem que ceder em absolutamente tudo, e eles discutem pelas coisas mais bestas possíveis, na maioria das vezes por culpa do Type. Além de serem extremamente obsessivos e da série aparentar querer romantizar isso.
Agora algo que me deixou desacreditada foi o personagem San
Que m3rda foi aquela?
A relação dele com o Tharn foi nojenta só de ouvir a história pela boca dos personagens. O San com 16 e o Tharn com 14. Se fosse só um namorico de adolescente eu não iria achar taaaao problemático (apesar de ainda ser), mas não foi só isso.
Acho estranhíssimo como todo mundo da família do Tharn trata esse acontecimento entre os dois com uma normalidade absurda.
O San passa muito a vibe de um p3dof1l0 nojento, e essa fala dele:
"Eu ficava maluco com aquela aparência inocente (do Tharn com 14), então cheguei nele"
Tipo????? 🤢 Me deu nojo de verdade.
Que personagem mais desnecessário e sem nada bom para acrescentar.
A parte mais interessante da trama foi o Twist do "amigo" do Tharn (Lhong). O cara era louco e foi o motivo dos relacionamentos do Tharn não durarem.
Ele gostar do Tharn não foi uma surpresa, mas ter sabotado os relacionamentos dele e feito um garoto ser est*pr4d0 no processo foi doentio pra c4r4lh0
Acho que ele deveria ter apanhado bem mais.
No geral, se a série fosse só os momentos fofinhos dos tharntype como casal tirando toda essa questão de abuso, já que não desenvolveram isso direito, até poderia ser uma série aceitável.
Gostei muito não?
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Korosu foi minha expectativa
Não foi o que eu estava esperando, e eu estava esperando muito.Não sei se o fato de ter só 6 episódios atrapalhou o desenvolvimento, mas parece que tudo acontece rápido demais e, ao mesmo tempo, sem profundidade suficiente. Fica uma sensação de que faltou construção.
Já comecei estranhando demais o Kataoka em cima do Odajima enquanto ele dormia. Tipo… o que foi aquilo? Pra quê? Por quê? Aquela cena passa muito a impressão de falta de consentimento, e isso deixa tudo desagradável.
Se o sexo fosse tratado apenas de forma mais crua, como a série parece querer fazer, tudo bem. O problema é misturar essa crueza com situações que beiram o abuso e não trabalhar isso direito na narrativa. Não tem discussão, não tem consequência emocional clara, só é desconfortável.
Também senti que a relação dos dois não foi lá essas coisas pra sustentar essa intensidade toda que quiseram vender.
E o que mais me incomodou foi parecer que o Odajima “deixava” certas coisas acontecerem mais por obrigação do que por vontade, quase como da forma que ele era submisso ao outro chefe 🤢
Essa dinâmica pode até funcionar dentro da máfia, onde há hierarquia, mas quando isso começa a ser espelhado dentro de um romance, fica estranho. Não é uma comparação legal de se fazer quando se está tentando desenvolver uma relação, por mais tortos que os personagens sejam. Eu, particularmente, não curto isso.
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Um dos arcos me encantou num nível que nem sei explicar
Comecei Perfect 10 Liners já com uma certa preguiça. Mais um BL universitário, três casais principais, muitos personagens...Dos protagonistas, eu já conhecia apenas Force e Book, então naturalmente meu interesse inicial estava coincidentemente mais voltado para o arco deles.
Só depois de assistir oito episódios, que percebi que a série era dividida em arcos de aproximadamente oito episódios, cada um com foco maior em um casal específico e isso influenciou bastante a minha experiência.
🫂 Arco 1 – Arm e Arc 💕
Assisti esse arco há alguns meses (pois depois dele, dropei a série por preguiça dos outros casais), então minhas lembranças são mais vagas.
No geral, foi ok.
O Arm e os amigos dele eram bem divertidos, ajudavam bastante na leveza da trama, e o romance com o Arc caiu naquele clichê clássico do “eu já gostava de você há muito tempo, mas você nunca percebeu”. Não é algo ruim, mas também não trouxe nada muito marcante para mim.
Lembro de ter gostado da aparição do Sea para dar uma agitada na história.
Agora, não me recordo de um aprofundamento emocional muito forte ou de algum trauma realmente trabalhado de forma impactante. Foi um arco funcional, agradável talvez, mas que não me marcou tanto, já quem nem consigo lembrar dos detalhes e se os personagens dos outros casais apareceram mesmo que brevemente.
💡Arco 2 – Yotha e Gun ❤️🩹
Voltei para a série já sabendo que esse arco teria uma dinâmica mais grumpy x sunshine e um pouco de toxicidade. Já confesso que não sou muito fã de relacionamento tóxico ou excessivamente conflituoso.
O Gun não me desagradou, mas também não me conquistou taaaanto, achei ele bem parecido com o Arm em certos aspectos, bem espoletinha. Mas deu até pena de ver o brilho do bichinho se apagar aos poucos por causa do conflito interno do Yotha.
O Yotha, por outro lado, é mais fechado e introspectivo, mas às vezes soava desagradável demais.
A série trabalha os traumas dos dois, o medo do escuro do Gun e o medo de amar do Yotha, e eu confesso que esperava algo beem mais profundo e pesado que fossem a razão desses traumas e acabei me decepcionando um pouco.
Mas lembrei que a proposta da série é relativamente leve, então relevei dentro do que se propõe.
O ponto que mais gerou discussão foi a “traição” do Yotha. Sinceramente, existiam formas muito melhores de entender se ele ainda sentia algo pelo ex do que simplesmente beijar ele do nada, ainda mais considerando o contexto delicado envolvendo o namorado hiper ciumento do ex. Ele deu sorte que o outro não ficou sabendo. Acho que foi uma escolha que me irritou um pouco.
O Yotha foi péssimo para o Gun nesse início de relação de amizade para algo mais.
Se ele não sabia ter responsabilidade afetiva, era só não se envolver caramba. Fez o garoto chorar sem necessidade.
Porém, se teve alguém que elevou completamente esse arco para mim foi o Faifa, irmão do Yotha. Ele roubou completamente a cena. Me encantei com ele e consequentemente com o ator Junior.
A amizade dele com o Gun foi fofa de acompanhar, principalmente quando ele protegia o amigo mesmo contra o irmão.
E foi nesse segundo arco que o desenvolvimento da relação do Faifa com o Wine se iniciou, e isso foi muito um motor para eu continuar assistindo, porque logo de início eu já achei a dinâmica deles muito instigante.
🔥 Warit e Klao 🫦
Antes de falar do terceiro arco, preciso comentar sobre Warit e Klao. Foi a primeira vez que assisti AouBoom, e eu não esperava muito. No geral, os personagens foram ok, mas nas cenas mais 🔥 eles simplesmente se destacaram demais. Inclusive, na minha opinião, eles tiveram as cenas mais calientes da série, até mais que os três casais principais. E achei isso inesperadamente interessante. Mas não apaga o fato do relacionamento deles ser cheio de problemas, perdi as contas de quantas vezes o Klao pediu desculpas. Adianta pedir desculpas e continuar errando?
Mas enfim, eles se resolveram, noivaram e foi ok
👑 Arco 3 – Faifa e Wine ❤️
Aqui a série se transformou para mim. Eu já tinha me encantado pelo pouco que vi dos dois no arco anterior, mas acompanhar o foco totalmente neles foi especial.
Pra começar, o Faifa é um personagem difícil de não gostar. Ele é um bom amigo, um bom namorado, um bom filho, uma boa pessoa.
Ele é hilário e brincalhão de uma forma bem autêntica e isso sem puxar para um lado mais infantilizado sabe?
Quem não gosta do P'Faifa possui um sério desvio de caráter e é melhor ir ver isso daí.
Gostei muito de como a relação do Faifa e do Wine foi construída, principalmente porque eles são bem diretos e honestos sobre os próprios sentimentos. Que é algo que eu prezo bastante, as vezes é cansativo quando os personagens ficam escondendo os sentimentos até não dar mais.
E eles não ficam nesse chove não molha que os outros ficam, por isso achei que trouxeram um grande frescor pra história.
Também gostei do desenvolvimento pessoal de cada um.
O Wine lida com a culpa de ter gostado do irmão da sua ex e com o fato de estar no armário e o medo de não ser aceito, enquanto o Faifa carrega uma questão familiar envolvendo a mãe que reflete diretamente na personalidade dele.
E por falar na vaca, ela me estressou demais. Pode até ter sido sincera, mas dizer ao próprio filho (Faifa) que gostaria de ter levado o irmão dele (Yotha) no lugar dele foi algo EXTREMAMENTE cruel e desnecessário.
Eu já tinha achado um absurdo ela esquecer que o filho é alérgico a leite e ainda oferecer, mas imagina ouvir isso: "Eu levei você para ter uma razão para ver meus outros filhos" da sua mãe??? foi o cúmulo
Foi doloroso ver como o Faifa sempre tenta aceitar tudo pela família, sempre sendo gentil, sempre querendo ajudar todo mundo, sempre querendo transparecer que ele está bem quando não está e como isso está profundamente ligado à necessidade dele de ser aceito. Achei muito interessante como o roteiro conectou essa característica dele à relação com a mãe.
E vamos combinar que tanto os pais quanto os irmãos do Faifa não eram lá muito bons pra ele. E isso pois nem perceberem que o Faifa estava quebrado por tudo o que aconteceu.
O Faifa é, para mim de longe, o personagem emocionalmente mais interessante da série. À primeira vista, ele parece apenas o “cara perfeito”: gentil, bonito, popular, protetor, sempre sorrindo e sempre disponível para ajudar. Mas o arco dele deixa claro que essa gentileza não é apenas um traço natural, ela também funciona como um mecanismo de sobrevivência emocional.
A fala da mãe não foi apenas cruel, ela atingiu a identidade dele em cheio. Quando você cresce sentindo que talvez não seja a primeira escolha, que talvez seja o “filho que sobrou”, "a opção logicamente mais fácil", isso molda a forma como você se enxerga sabe. O Faifa internalizou tanto essa ideia de que precisava compensar. Precisava ser compreensivo. Precisava não dar trabalho. Precisava ser fácil de amar.
Isso explica por que ele aceita tanto e ao mesmo tempo tão pouco.
Por que ele raramente confronta. Por que ele sempre tenta entender o lado dos outros antes de olhar para a própria dor. A gentileza dele não era uma fraqueza, era meio que uma estratégia. Foi uma maneira que ele encontrou para garantir que não seria deixado de lado de novo.
E é justamente por isso que o relacionamento com o Wine é tão significativo!!
Pela primeira vez, ele não precisa ser “o perfeito”. Ele pode ser vulnerável. Pode admitir que se machucou. Pode falar sobre o que sentia sem aquele medo de ser descartado. O Wine não ama o Faifa porque ele é gentil com todos, ele o ama por quem ele é, inclusive nas partes quebradas.
O Faifa é o tipo de personagem que parece leve na superfície, mas carrega uma profundidade silenciosa. E talvez por isso ele tenha me marcado tanto, porque por trás do sorriso constante existe alguém que passou a vida tentando se provar.
Achei que essa questão da mãe foi bem resolvida e justa? não. Acho que o Faifa merecia bem mais do que ter que perdoar a mãe para manter a família em harmonia? sim.
Mas eu sinto que isso é, infelizmente, algo cultural. Percebo mesmo que em várias obras asiáticas, o respeitos e o perdão aos mais velhos, para pais e avós é algo praticamente absoluto que chega ao extremo independentemente de quem estiver errado na história.
No romance deles, o que mais me ganhou foi a maturidade emocional de ambos. Eles conversam, são honestos sobre o que sentem e enfrentam as inseguranças juntos.
O Wine é introvertido e MUITO fofo. Amo o jeitinho dengoso e ao mesmo tempo rígido dele kk
Gostei como ele se resolveu rápido sobre a questão do P'Tor para não machucar o Faifa.
Ele foi um querido em sempre estar lá quando o Faifa precisava, sem nem mesmo o próprio Faifa precisar pedir ou falar algo sobre.
O Faifa sempre foi a pessoa que cuidava de todo mundo, mas não tinha ninguém pra fazer o mesmo por ele. O Wine foi essa pessoa que cuidava do Faifa sem nem mesmo ter essa "obrigação". Eles são tão diferentes, mas tão TÃO perfeitos juntos
Era cada declaração linda que esses dois faziam 😭😭 sério, eu namorei demais o namoro deles. Nada me afeta mais do que um casal que é Green flag do início ao fim, eu sou muito rendida a um soft love
Isso daqui por exemplo:
“Obrigado por reduzir o que tenho em excesso e me preencher com o que me falta.”
Foi o que o Faifa falou para o Wine e me pegou de um jeito 🥹
A relação deles foi TÃO saudável, fofa e linda de se acompanhar que doeu quando acabou. Dava vontade de colocar eles num potinho.
Eles são meu casal conforto dos bl, sempre que a vontade bate, eu volto e reassisto o arco deles. As vezes só assim pra me tirar um sorriso sincero mesmo que eu já saiba tudo o que vai acontecer.
Para mim, os FaifaWine foram o grande destaque da série e acabaram eternizando JuniorMark no meu coração.
Honestamente, o Faifa é TÃO querido e tão Green Forest que virou um dos meus personagens top favoritos dos BLs. E sei que tem muita gente que pensa igual com razão!
Inclusive, lembrei de um detalhe que me irritou levemente. Achei bem hipócrita da parte do Yotha falar que o Faifa não sabia amar, que não sabia tratar alguém de forma especial 😤 logo ele que machucou o Gun pelo mesmo motivo praticamente.
Perfect 10 Liners é uma série que depende muito de qual casal você se conecta mais. Mas que no final você vai acabar simpatizando e tendo um carinho pelo grupo como um todo.
Alguns arcos podem parecer arrastados se você não estiver emocionalmente investida neles. A questão das pulseiras e dos “10 perfeitos” nunca me prendeu muito, achava até meio bobinha, exceto quando envolvia os personagens que eu gostava mais.
Se fosse só pelo arco dos FaifaWine, o BL seria um 10, mas como tenho que considerar que EU achei que os outros arcos tiveram altos e baixos, provavelmente vou deixar um 9.
No geral, é uma série com muitos personagens, a grande maioria sendo super carismáticos. É leve e divertida, mas quando é pra pegar no emocional ela também consegue.
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Pega no emocional
A história é meio pesada. Tem uma vibe melancólica do início ao fim.Eu gostei do relacionamento deles e do desenvolvimento. Os atores têm uma química legal com cenas com bastante tensão.
Mesmo quando o ritmo é mais lento, você acredita no que está vendo.
Eu não suuuper me conectei com os personagens, mas torci por eles.
Torci para que o Hirukawa se livrasse daquele abusador de m3rda do pai dele.
Torci para o Minase se encontrar na vida.
E, principalmente, torci para que um desse propósito ao outro, e é isso que a gente vê.
Não é uma história leve. Não é confortável o tempo todo. Mas é sobre dois jovens tentando sobreviver às próprias dores e, no meio disso, encontrando apoio um no outro.
Gostei
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Mr. Unlucky Has No Choice but to Kiss!
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Divertidinho
Nossa, eu me diverti muito com esse daqui. Principalmente no começo, com o Fukuhara narrando tudo de uma forma super dramáticamente fofa e falsa, e depois mostrando a realidade completamente diferente 😂 Essa quebra de expectativa inicial funcionou demais.Gostei bastante do casal. Eles são fofos, leves e têm uma dinâmica divertida. É aquele tipo de série que você assiste sorrindo.
De início achei meio estranho essa aceitação e quase paixão instantânea que o Shinomiya demonstra pelo Fukuhara. Mas depois isso é explicado com o famoso clichê de que ele já observava o Fukuhara há muito tempo, já gostava dele em silêncio, e aí tudo começa a fazer mais sentido. Não é nada inovador, mas funciona dentro da proposta da obra.
Sobre o tema sorte e azar não tenho muito o que dizer sobre. A mensagem é basicamente que o azar não definia o Fukuhara. Era só uma circunstância.
Mas achei covardia ter só o beijinho do começo. Porque a gente fica esperando… esperando… e nada. E isso acaba sendo frustrante, principalmente quando o próprio título é “Mr. Unlucky Has No Choice But to KISS".
Gostei
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Não esperava nada e me surpreendeu
Achei a sinopse um pouco enganosa. Ela dá a entender que o Toma descobre o segredo do Natsume e passa a coagi-lo com algumas descrições indo ainda mais longe, sugerindo até uma relação de “amigos com benefícios” por causa disso. Então fiquei tipo???E ainda bem que não foi assim.
Gostei bastante da forma como a série aborda o trabalho, de maneira profunda e realista algo que nem todo BL se preocupa em fazer. Ainda mais trazendo um trabalho que eu particularmente não conhecia muito bem.
Os dois têm personalidades bem diferentes, o que gera choques constantes e vários mal-entendidos ao longo da trama. Isso às vezes cansa, mas também faz sentido dentro do que os personagens são.
Eu ficava nervosa só de ficar pensando "Para de se intrometer Natsume!" e "Seja mais claro e direto Toma!" para evitar os conflitos.
O que mais me encantou foi como as conversas entre eles sempre ganham peso quando eles decidem parar de esconder as coisas e serem honestos. Gosto muito que eles sentam e conversam cara a cara. Esses momentos de diálogo são muito bonitos.
Sahashi Toma 🛐 que homem! que olhar!
Na real os dois são lindos, gostei da química e da atuação de ambos. Eles sabem beijar e tem um dos beijos mais naturais que já vi em jbl🤌🤌
E foi finalmente um BL japonês que mostra a fase de namoro de verdade incluindo eles morando juntos. É exatamente esse tipo de desenvolvimento que eu gosto de ver.
No geral, me irritei um tiquinho com o fato de que sempre que tudo parecia bem, surgia algum mal-entendido ou uma pessoa só pra gerar afastamento. Ainda assim, gostei muito dos personagens e da dinâmica deles como casal.
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Algum personagem está com dor nas costas por carregar a história
Assisti ao BL e depois fui ler o mangá, mais por curiosidade mesmo. No geral, a adaptação é bem fiel, embora obviamente tenham cortado a maior parte das safadezas.Ainda assim, confesso que teria preferido que tivessem mantido uma cena de beijo mais intenso do que aquela cena de sonho com o Chiaki.
O grande destaque da série, sem dúvida, é o Yasunari. Tanto como Enaga quanto como AI, ele é um verdadeiro colírio para os olhos.
Na real, tenho a sensação de que o personagem dele carregou a série nas costas.
Inclusive, gostei mais da versão do BL do que do mangá nesse ponto.
No mangá, o Enaga passa basicamente uma vibe mais séria, enquanto o AI é só sedutor, sem muito além disso. Já no BL, o Enaga ganha mais personalidade, mais carisma, ele é fofo, divertido e o AI também ganha um pouco mais de profundidade.
Essa dualidade ficou muito mais interessante de acompanhar na adaptação.
Agora… o Chiaki.
Essa estética punk dele me incomodou bastante. Achei forçado, sinto que ele não era autêntico.
Além de ter uma personalidade bem irritante talvez? sei lá, não me passou muita credibilidade e afinidade
Um dos pouco pontos que gosto do personagem foi ele ter se apaixonado pelo Enaga e rejeitado o AI num primeiro momento.
Mas acho que a história teria funcionado melhor se o Chiaki tivesse se declarado ou que de algum jeito eles ficassem juntos e só depois ele descobrisse. Porque acho que assim ficaria mais claro para o Enaga que o Chiaki não gostava apenas de uma parte dele.
E, novamente, um problema recorrente dos BLs japoneses: a história termina justo quando os personagens ficam juntos.
Eu realmente sinto falta de ver a fase de namoro, a dinâmica do casal já estabelecido, algo que quase nunca é explorado.
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O sucesso é por causa do alcance internacional?
Ai gente, vamos láAntes de assistir, eu já tinha ouvido muita coisa negativa sobre 2gether. Inclusive muita gente dizendo que o BL era, na verdade, um bromance. Cheguei até a perguntar para pessoas de confiança se era BL mesmo, e me confirmaram que sim, e realmente é, porque não fica implícito que eles se gostam e que eles são um casal.
A premissa me chamou atenção por ser um clichê de fake dating, que normalmente funciona bem. A história em si é ok, mas poderia ter menos episódios, porque senti várias partes meio enroladas.
Acho que a maior questão da série, e o que muita gente odeia, é o fato de que o casal parece muito mais um casal quando está fingindo do que quando começa a namorar de verdade.
Depois que eles começam a namorar, já passam a morar juntos, o que me pegou totalmente de surpresa. Mas a custo de quê? Eles praticamente não têm interação física de casal. É sempre aquela ameaça de que vão se beijar pra valer… e nada acontece. Tudo é cortado, o tempo todo. Isso é bem frustrante.
Uma parte bem chata é a do irmão do Tine, que fica empacando a relação dos dois por zero motivos. É uma trama que gira em círculos e não leva a lugar nenhum.
Outra parte totalmente desnecessária e estressante é a volta da amiga do Sarawat. Nossa, é mal-entendido atrás de mal-entendido, eles não conversam, não resolvem nada e ficam só sofrendo pelos cantos.
Sobre a revelação de que o Sarawat gostava do Tine desde antes de tudo, é aquele clichê clássico que a gente já viu mil vezes. Mas, diferente de outros casos, o Sarawat conseguiu disfarçar tão bem que eu cheguei a achar que fosse mentira.
No geral, a falta de interação física entre eles me incomodou bastante e tirou a veracidade da história pra mim. Não é como se eles estivessem no ensino médio. Já vi séries que nem beijo têm, mas que conseguem transmitir muito mais com uma história coesa e boas atuações.
Falando nisso, achei os dois atores bem razoáveis. Entendo que pode ter sido um dos primeiros trabalhos dos atores como protagonistas, então a gente releva um pouco.
Na minha opinião, o Win se saiu um pouco melhor. Não senti que o Bright conseguiu entregar bem as emoções mais tristes e, nos poucos selinhos que tiveram, ele fazia uma expressão que parecia até que estava sendo forçado.
Enfim, acho que 2gether entrega bem pouco para uma série tão aclamada. Entendo que muita gente gosta mais por ter sido o primeiro BL que assistiu, então existe uma questão afetiva envolvida.
Tambem é aclamado por ser um BL que teve um grande alcance internacional, meio que estourou a bolha desse mercado para o resto do mundo. Mas não é por isso que é necessariamente melhor que outros.
Sobre a segunda temporada, acho que cheguei a assistir 3/5 episódios. Fui com esperança de que melhorasse um pouco, mas é praticamente a mesma coisa, se não mais chato. Por isso, dropei de vez.
Gostei muito não...
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