Pega no emocional
A história é meio pesada. Tem uma vibe melancólica do início ao fim.Eu gostei do relacionamento deles e do desenvolvimento. Os atores têm uma química legal com cenas com bastante tensão.
Mesmo quando o ritmo é mais lento, você acredita no que está vendo.
Eu não suuuper me conectei com os personagens, mas torci por eles.
Torci para que o Hirukawa se livrasse daquele abusador de m3rda do pai dele.
Torci para o Minase se encontrar na vida.
E, principalmente, torci para que um desse propósito ao outro, e é isso que a gente vê.
Não é uma história leve. Não é confortável o tempo todo. Mas é sobre dois jovens tentando sobreviver às próprias dores e, no meio disso, encontrando apoio um no outro.
Gostei
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Mr. Unlucky Has No Choice but to Kiss!
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Divertidinho
Nossa, eu me diverti muito com esse daqui. Principalmente no começo, com o Fukuhara narrando tudo de uma forma super dramáticamente fofa e falsa, e depois mostrando a realidade completamente diferente 😂 Essa quebra de expectativa inicial funcionou demais.Gostei bastante do casal. Eles são fofos, leves e têm uma dinâmica divertida. É aquele tipo de série que você assiste sorrindo.
De início achei meio estranho essa aceitação e quase paixão instantânea que o Shinomiya demonstra pelo Fukuhara. Mas depois isso é explicado com o famoso clichê de que ele já observava o Fukuhara há muito tempo, já gostava dele em silêncio, e aí tudo começa a fazer mais sentido. Não é nada inovador, mas funciona dentro da proposta da obra.
Sobre o tema sorte e azar não tenho muito o que dizer sobre. A mensagem é basicamente que o azar não definia o Fukuhara. Era só uma circunstância.
Mas achei covardia ter só o beijinho do começo. Porque a gente fica esperando… esperando… e nada. E isso acaba sendo frustrante, principalmente quando o próprio título é “Mr. Unlucky Has No Choice But to KISS".
Gostei
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Não esperava nada e me surpreendeu
Achei a sinopse um pouco enganosa. Ela dá a entender que o Toma descobre o segredo do Natsume e passa a coagi-lo com algumas descrições indo ainda mais longe, sugerindo até uma relação de “amigos com benefícios” por causa disso. Então fiquei tipo???E ainda bem que não foi assim.
Gostei bastante da forma como a série aborda o trabalho, de maneira profunda e realista algo que nem todo BL se preocupa em fazer. Ainda mais trazendo um trabalho que eu particularmente não conhecia muito bem.
Os dois têm personalidades bem diferentes, o que gera choques constantes e vários mal-entendidos ao longo da trama. Isso às vezes cansa, mas também faz sentido dentro do que os personagens são.
Eu ficava nervosa só de ficar pensando "Para de se intrometer Natsume!" e "Seja mais claro e direto Toma!" para evitar os conflitos.
O que mais me encantou foi como as conversas entre eles sempre ganham peso quando eles decidem parar de esconder as coisas e serem honestos. Gosto muito que eles sentam e conversam cara a cara. Esses momentos de diálogo são muito bonitos.
Sahashi Toma 🛐 que homem! que olhar!
Na real os dois são lindos, gostei da química e da atuação de ambos. Eles sabem beijar e tem um dos beijos mais naturais que já vi em jbl🤌🤌
E foi finalmente um BL japonês que mostra a fase de namoro de verdade incluindo eles morando juntos. É exatamente esse tipo de desenvolvimento que eu gosto de ver.
No geral, me irritei um tiquinho com o fato de que sempre que tudo parecia bem, surgia algum mal-entendido ou uma pessoa só pra gerar afastamento. Ainda assim, gostei muito dos personagens e da dinâmica deles como casal.
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Algum personagem está com dor nas costas por carregar a história
Assisti ao BL e depois fui ler o mangá, mais por curiosidade mesmo. No geral, a adaptação é bem fiel, embora obviamente tenham cortado a maior parte das safadezas.Ainda assim, confesso que teria preferido que tivessem mantido uma cena de beijo mais intenso do que aquela cena de sonho com o Chiaki.
O grande destaque da série, sem dúvida, é o Yasunari. Tanto como Enaga quanto como AI, ele é um verdadeiro colírio para os olhos.
Na real, tenho a sensação de que o personagem dele carregou a série nas costas.
Inclusive, gostei mais da versão do BL do que do mangá nesse ponto.
No mangá, o Enaga passa basicamente uma vibe mais séria, enquanto o AI é só sedutor, sem muito além disso. Já no BL, o Enaga ganha mais personalidade, mais carisma, ele é fofo, divertido e o AI também ganha um pouco mais de profundidade.
Essa dualidade ficou muito mais interessante de acompanhar na adaptação.
Agora… o Chiaki.
Essa estética punk dele me incomodou bastante. Achei forçado, sinto que ele não era autêntico.
Além de ter uma personalidade bem irritante talvez? sei lá, não me passou muita credibilidade e afinidade
Um dos pouco pontos que gosto do personagem foi ele ter se apaixonado pelo Enaga e rejeitado o AI num primeiro momento.
Mas acho que a história teria funcionado melhor se o Chiaki tivesse se declarado ou que de algum jeito eles ficassem juntos e só depois ele descobrisse. Porque acho que assim ficaria mais claro para o Enaga que o Chiaki não gostava apenas de uma parte dele.
E, novamente, um problema recorrente dos BLs japoneses: a história termina justo quando os personagens ficam juntos.
Eu realmente sinto falta de ver a fase de namoro, a dinâmica do casal já estabelecido, algo que quase nunca é explorado.
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O sucesso é por causa do alcance internacional?
Ai gente, vamos láAntes de assistir, eu já tinha ouvido muita coisa negativa sobre 2gether. Inclusive muita gente dizendo que o BL era, na verdade, um bromance. Cheguei até a perguntar para pessoas de confiança se era BL mesmo, e me confirmaram que sim, e realmente é, porque não fica implícito que eles se gostam e que eles são um casal.
A premissa me chamou atenção por ser um clichê de fake dating, que normalmente funciona bem. A história em si é ok, mas poderia ter menos episódios, porque senti várias partes meio enroladas.
Acho que a maior questão da série, e o que muita gente odeia, é o fato de que o casal parece muito mais um casal quando está fingindo do que quando começa a namorar de verdade.
Depois que eles começam a namorar, já passam a morar juntos, o que me pegou totalmente de surpresa. Mas a custo de quê? Eles praticamente não têm interação física de casal. É sempre aquela ameaça de que vão se beijar pra valer… e nada acontece. Tudo é cortado, o tempo todo. Isso é bem frustrante.
Uma parte bem chata é a do irmão do Tine, que fica empacando a relação dos dois por zero motivos. É uma trama que gira em círculos e não leva a lugar nenhum.
Outra parte totalmente desnecessária e estressante é a volta da amiga do Sarawat. Nossa, é mal-entendido atrás de mal-entendido, eles não conversam, não resolvem nada e ficam só sofrendo pelos cantos.
Sobre a revelação de que o Sarawat gostava do Tine desde antes de tudo, é aquele clichê clássico que a gente já viu mil vezes. Mas, diferente de outros casos, o Sarawat conseguiu disfarçar tão bem que eu cheguei a achar que fosse mentira.
No geral, a falta de interação física entre eles me incomodou bastante e tirou a veracidade da história pra mim. Não é como se eles estivessem no ensino médio. Já vi séries que nem beijo têm, mas que conseguem transmitir muito mais com uma história coesa e boas atuações.
Falando nisso, achei os dois atores bem razoáveis. Entendo que pode ter sido um dos primeiros trabalhos dos atores como protagonistas, então a gente releva um pouco.
Na minha opinião, o Win se saiu um pouco melhor. Não senti que o Bright conseguiu entregar bem as emoções mais tristes e, nos poucos selinhos que tiveram, ele fazia uma expressão que parecia até que estava sendo forçado.
Enfim, acho que 2gether entrega bem pouco para uma série tão aclamada. Entendo que muita gente gosta mais por ter sido o primeiro BL que assistiu, então existe uma questão afetiva envolvida.
Tambem é aclamado por ser um BL que teve um grande alcance internacional, meio que estourou a bolha desse mercado para o resto do mundo. Mas não é por isso que é necessariamente melhor que outros.
Sobre a segunda temporada, acho que cheguei a assistir 3/5 episódios. Fui com esperança de que melhorasse um pouco, mas é praticamente a mesma coisa, se não mais chato. Por isso, dropei de vez.
Gostei muito não...
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Boa para passar o tempo
Eu estava em dúvida se assistiria Love Sea, porque não me senti muito conectada aos personagens do FortPeat em Love in the Air.Vi que bastante gente se decepcionou porque esperavam mais do novo BL dos FortPeat, mas como eu não esperava nada, acabei não tendo essa expectativa toda.
Vamos lá, não vou me demorar muito
Inesperadamente, gostei do casal. Eles têm uma química boa e entregam bastante nesse aspecto. E ô atores que gostam de beijar na boca viu, tinha cena que eu ficava passada. Muito profissionais eles 👀
Eu esperava que mais da metade da história se passasse na praia, então fiquei um pouco desapontada quando eles saíram dali em poucos episódios. A ambientação tinha potencial para ser mais explorada.
Resumindo os protagonistas, o Rak é uma pessoa um pouco difícil de lidar, enquanto o Mut é muito mais fácil, o que chega a ser até engraçado.
No fim, acho que eles combinam justamente por serem tão diferentes.
Inclusive acho que focaram todo o desenvolvimento de personagem para o Rak, do Mut a gente só sabe sobre coisas superficiais, sem tanto aprofundamento.
Fui pega de surpresa com um casal secundário sáfico, e foi a primeira vez que vi algo assim em um BL. Achei uma surpresa muito positiva, mas acredito que o desenvolvimento delas poderia ter sido melhor. Durante boa parte da série, parecia que era sempre a Khaimuk atacando e a Vivi fugindo. Inclusive, admiro a paciência que a Khaimuk teve.
Depois que o amigo do Mut apareceu, fiquei o tempo todo esperando ver o tal marido dele, que telefonou mas isso nunca aconteceu, o que achei estranho.
Sobre o conflito principal, achei… ok. Não entendi muito bem as motivações reais do pai do Rak, e o personagem em si me pareceu fraco e pouco crível.
Sempre me incomoda quando os personagens demoram demais para assumir um namoro, especialmente quando já estão se relacionando fisicamente.
Entendo o trauma do Rak e a forma como ele associa amor à dor, mas as coisas que ele disse e fez com o Mut durante o “rompimento” foram MUITO doloridas e desnecessárias. Por isso, achei mais do que justo ele precisar se entender sozinho e depois correr atrás do prejuízo.
No geral, Love Sea é uma série legalzinha de acompanhar. Em alguns momentos fica um pouco cansativa e parece que a trama não avança, mas nada a ponto de estragar totalmente a experiência.
Não é tipo um BL maravilhoso e inesquecível, mas não achei horroroso igual já vi muita gente falando.
Gostei até
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Cansativo
The Sign começou com uma premissa que eu achei bem interessante: um romance entre personagens ligados por vidas passadas. Nos primeiros episódios, especialmente na parte do treinamento, a série funcionava melhor e até me prendeu.Mas conforme os episódios passam, a coisa começa a se perder um pouco. O romance até parecia promissor no início, só que a série insiste demais em sonhos dos próprios personagens em que eles estão se pegando, o que é frustrante. Fica tudo muito nisso de “ah, de novo, não é real”, enquanto eles demoram uma eternidade pra admitir qualquer sentimento. Isso acaba esfriando a relação em vez de fortalecer, parece até enrolado. E não é porque eu não gosto de slowburn, tá? Longe disso, sou a embaixadora do slowburn quando é bem feito. Só que aqui, quando eles ficaram juntos de verdade, eu já não estava mais ligando.
Me surpreendeu logo de início ver tanta bunda na tela KK pensei, nossa, vai sair umas NC tipo Kinnporche daqui... Mas foi tudo bem meh, como já disse, senti que a química do casal esfriou no decorrer.
Eu também senti que a personalidade do Phaya mudou muito drasticamente, de alguém fechado e até recluso para alguém que fica bêbado com os amigos, faz piada, é atacante. Foi uma transição muito rápida que eu estranhei.
A mistura de tramas também não ajudou muito. Tirando o começo com o treinamento, achei a investigação bem chatinha e pouco envolvente.
Quando estava apenas no EP 5, já estava me sentindo mais cansada do que eu esperava. Também achei bem aleatória a forma como inseriram a parte sobrenatural/mística, com uns poderzinhos do nada. Foi confuso.
E não é nem por ser uma trama complexa, isso não me incomoda. Eu assisti 4 Minutes, por exemplo, e curti muito. A diferença é que, em comparação, The Sign fica jogando conceitos sem preparar o terreno direito. Mistura investigação + karma + sobrenatural, mas sem amarrar tão bem. Pelo menos na minha experiência, isso não me gerou curiosidade, e sim cansaço.
Ou seja:
4 Minutes me confundiu, mas me instigou.
The Sign me confundiu, mas me desconectou.
Então, eu basicamente empurrei com a barriga, porque realmente não gostei dessa parte da vida passada deles, nem das lutinhas com a cobra dragão aquática lá e o homem-pássaro kk. Deve ser algo bem cultural, mas não me conectou em nada com a história.
O problema não é a ideia deles serem amantes em outra vida, e sim como isso foi desenvolvido. Esse mesmo tema aparece em Khemjira e Century Love, e eu gostei muito mais de como foi trabalhado nessas obras.
Mais pra frente, quando as avós dos dois aparecem juntas no episódio 10, aí eu finalmente entendi por que eu achava que elas eram a mesma pessoa, acho que a caracterização pecou um pouco.
E o vilão... Nossa que brother chato 🙄
Era mi mi mi pra lá mi mi mi pra cá. Supera, eu hein. No final com ele aceitando deixar o Tharn e sumindo, não poderia ter sido mais sem sentido para o personagem.
E um detalhe curioso: eu estava assistindo Knock Out ao mesmo tempo que The Sign, e o ator Gap estava nas duas. Foi engraçado gostar do personagem dele aqui e odiar no outro kk. O personagem dele em The Sign, o Yai, apesar de ser bem sem noção, ainda rendeu alguns momentos divertidos.
No final, tanto a resolução da questão mítica quanto a investigação foram bem tanto faz.
GOSTEI MUITO NÃO 😬
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Não indico como prioridade se há séries melhores na lista pra assistir
Eu, particularmente, não tinha muita vontade de assistir Between Us. Normalmente, o que me dá vontade de ver um BL são os atores ou a sinopse da história, e aqui nenhum dos dois funcionou pra mim. Eu não conhecia o shipp BounPrem, então essa parte era bem tanto faz, e a sinopse era tão simplória que não me despertou interesse.Depois de pedir recomendações, vi tanta gente falando tão bem de Between Us que pensei que deveria existir algum diferencial na história. Então resolvi dar uma chance, mais pra tirar da lista de uma vez do que por empolgação.
E como eu já estava cansada de histórias que se passam na faculdade, quase desisti. Mas, nos episódios iniciais, os personagens já começam a se atracar com um fogo que me surpreendeu. Eu sou a embaixadora dos slowburns, amo de paixão, mas ver os personagens se envolvendo fisicamente antes de se envolverem emocionalmente trouxe um frescor inesperado. Aquilo me deu esperança de que realmente pudesse ser muito bom.
Maaas eu estava errada. Depois que começam a desenvolver a parte emocional, tudo fica empacado na eterna questão do “o que nós somos?”.
O Team, se apegou rápido demais, e para o Win foi quase como uma paixão instantânea, só que ele simplesmente não conseguia demonstrar isso nem no básico ato do “vamos namorar”.
Demorou uma eternidade pra oficializarem, e independentemente das questões emocionais que cada um estava lidando, isso não justifica tamanha demora. Em vários momentos eu me senti cansada e só queria que acabasse logo.
A história ainda tentou desenvolver uns dez casais ao mesmo tempo, o que quebrou muito a narrativa. Nem todos tinham pano para a manga e, sendo bem honesta, a maioria era bem qualquer coisa.
E você pode rebater com “Ah, mas eles já agiam como namorados.”
Sim, mas é diferente. Pra algumas pessoas, como o Team, a oficialização é algo importante: por conta de questões como insegurança e ansiedade. E isso, infelizmente, não foi muito bem trabalhado.
Me senti angustiada vendo todas as oportunidades que o Win teve para se declarar, a cada momento eu ficava tipo "É agora!", e nunca era. No início eu até botei fé nele, pois o Win mostrou interesse primeiro, então pensei que ele guiaria o relacionamento mas nem.
No geral, Between Us começou até ok, mas foi ficando cada vez mais cansativo por causa da falta de atitude dos personagens e momentos que não pareciam agregar em nada.
Gostei? 🥱
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DIFERENTE E IMPACTANTE!
Primeiramente, vou resumir o plot da história pra quem ficou confuso. E não, eu também não entendi de primeira. Tive que ver algumas explicações depois, o que de forma alguma diminui o valor narrativo da obra, pelo contrário: só reforçou meu interesse em realmente entender o que estava sendo contado.4 Minutes basicamente constrói sua narrativa a partir da ideia de consciência, culpa e trauma, mostrando um cérebro que, nos seus últimos instantes, tenta desesperadamente “consertar” o que deu errado. O título vem do conceito médico de que, após a parada do coração, o cérebro ainda pode manter alguma atividade por cerca de quatro minutos, e é exatamente nesse intervalo que a história se desenrola.
A série apresenta duas "realidades".
Na primeira, eu acreditava que a trama girava em torno apenas de viagem no tempo.
Na segunda, já estava convencida de que tinha entrado num multiverso da loucura, e, sinceramente, eu também estava ficando meio louca, pois de fato parecia que seriam realidades alternativas. Mas aí está o pulo do gato.
Na primeira "realidade", que ocupa aproximadamente os cinco primeiros episódios, acompanhamos uma versão em que Great parece ter a chance de refazer escolhas. Onde somos levados a acreditar que a trama é sobre viagem no tempo. Onde os acontecimentos se organizam de forma quase ideal: conflitos são evitados, decisões erradas podem ser corrigidas e o relacionamento com Tyme nasce de maneira saudável, com um timing quase perfeito, como se tudo estivesse exatamente onde deveria estar.
Já a segunda "realidade", a partir do episódio 6, revela o que é a linha verdadeira dos acontecimentos. E aí tudo desanda. Onde tudo é uma desgraça e onde geral se ferra. Onde o relacionamento entre Great e Tyme surge de um jeito que não é o melhor pra desenvolver uma relação com alguém, é marcado por manipulação e pelo fato de Tyme se aproximar do Great movido puramente por vingança.
A primeira realidade não representa viagem no tempo, mas sim o embate final da mente de Great enquanto ele está morrendo, entre o que ele provavelmente se arrepende de ter feito e mudaria se pudesse, e o que realmente aconteceu.
Então, do episódio 1 ao episódio 5 tudo é falso. Great nunca teve a chance de mudar nada, e tudo o que ocorreu do episódio 6 em diante é verdadeiro.
Agora, algo que realmente me confundiu foi em relação à morte do personagem Dome, irmão do Tonkla. Pois na "primeira realidade" ele é dado como morto pela polícia e o Tonkla faz até um funeral e tudo. Mas como isso, se o Great levou ele para o hospital?
Eu tive que pesquisar isso e a resposta mais compreensível que encontrei foi essa:
"Na primeira realidade, a morte de Dome é tratada como fato consumado: há declaração oficial de óbito, funeral e luto. Esses elementos não são erros narrativos, mas parte do processo mental de Great, que primeiro reconhece a perda como real antes de tentar alterá-la. A posterior “sobrevivência” do irmão na mesma realidade não apaga a morte, funcionando como uma tentativa tardia de reparação, em que a mente ensaia um desfecho diferente para uma injustiça que já aconteceu."
Acho que dá pra entender… mais ou menos. Porque eu fiquei MUITO confusa com quem realmente tinha morrido naquele momento, já que Dome foi levado para o hospital e o "amigo" do Great apareceu pra bater nele depois. Fiquei genuinamente tipo: ué? Quem é o irmão do Tonkla então??? E ele sair do hospital e aparecer na casa do Tonkla só piorou minha confusão.
Basicamente, a confusão em torno de Dome não é um erro de continuidade, mas um sintoma da própria narrativa: quando a mente tenta consertar algo irreparável, ela entra em contradição.
Assim como em jogos narrativos como Until Dawn e Life is Strange, 4 Minutes constrói sua história a partir da ilusão de escolha. Cada decisão parece capaz de alterar o destino, mas, na prática, as “correções” só surgem depois que um erro moral já foi cometido. O que muda não é o passado, mas a consciência de quem escolheu mal.
A presença da outra paciente que também vivencia os “4 minutos” inicialmente sugere uma ligação direta com Great, quase como se ambos compartilhassem um destino ou um passado em comum. No entanto, essa expectativa nunca se concretiza. E aí fica claro que essa personagem não existe para explicar nada, mas para funcionar como um espelhamento narrativo. Ela reforça que o fenômeno não é exclusivo de Great, nem um privilégio ou dom especial. Assim como ele, ela está presa nesse intervalo final de consciência, tentando reorganizar memórias, culpas e desejos antes do fim. Quando a narrativa não cria uma conexão direta entre os dois, a história deixa claro que o foco não é o sobrenatural, mas o psicológico.
Acho que a série trabalha constantemente com zonas cinzentas, onde escolhas são feitas não necessariamente por maldade explícita, mas por medo, hesitação e autopreservação. E é justamente dessas falhas humanas que nascem os conflitos centrais da obra.
Great é o exemplo mais evidente dessa lógica. Apesar de ter um caráter extremamente duvidoso. Todas as vezes em que a narrativa “retorna” na "primeira realidade", o gatilho é sempre o mesmo: uma falha moral. Ele foge após atropelar uma mulher, hesita em ajudar a amiga de Tyme e falha novamente diante da situação envolvendo Dome. Não são atos de crueldade deliberada, mas escolhas impulsionadas pelo instinto de sobrevivência e pela incapacidade de agir corretamente no momento decisivo. É essa culpa acumulada que empurra sua mente a tentar reorganizar tudo, criando a ilusão de que ainda seria possível consertar o que já estava quebrado.
Tyme, por sua vez, também está longe de ser uma figura moralmente limpa. Na linha original dos acontecimentos, sua aproximação de Great é movida por vingança, e não por afeto. Mesmo partindo de uma dor legítima, suas ações frequentemente cruzam limites éticos, como ao expor momentos íntimos de Great ao pai, sem saber se ele tinha plena consciência das questões que envolviam sua família. Ainda mais quando descobrimos que os pais de Great não tiveram participação direta na morte dos pais de Tyme. Isso não os transforma em santos, já que escolheram trabalhar numa indústria podre e exploratória, mas muda completamente o peso da vingança.
O triângulo entre Tonkla, Korn (irmão de Great) e o policial foi um núcleo inesperadamente interessante, mesmo eu não entendendo muito bem como ele se conectava ao arco principal.
O policial vai carregar a culpa de ter matado alguém que amava e terá de conviver com essa escolha.
O Tonkla mostrou uma dependência emocional intensa e egoísta: sua necessidade de se apoiar em quem estivesse presente, independentemente de como isso afetaria os outros, se mistura a um lado violento e psicopata. Ele matou o próprio pai e atirou no Great com intenção de matar. Pode até soar como justiça diante do monstro que o pai foi, mas isso não deixa de ser moralmente errado. Eliminar alguém ruim não torna o ato correto, apenas compreensível dentro da dor dele.
O Korn também foi uma incógnita. Ele se envolvia com coisas erradas, mas talvez não fosse de todo ruim. Digo isso, pois não dá pra saber se ele estava diretamente relacionado à morte das pessoas envolvidas no esquema ilegal. E porque ele disse para o capanga cuidar da espiã (amiga do Tyme), e não pra matá-la. E, como irmão, ele nunca demonstrou intenção de machucar o Great. Ele não estava presente quando Tonkla precisou, mas demonstrava um afeto genuíno e nunca mostrou uma intenção clara de abandono, mesmo após descobrir a traição. A série não responde o que teria acontecido se ambos tivessem sobrevivido, e isso acabou soando quase filosófico.
Eu já conhecia o Bible de KinnPorsche, mas essa foi minha primeira vez assistindo o Jes, e não esperava muito do shipp. Ainda assim, os dois entregaram uma química ótima.
E o que dizer das NC? 👀 Posso dizer que realmente são +18, bem mais cruas do que eu esperava, com muita nudez posterior. Me lembrou KinnPorsche, mas aqui me deixou ainda mais chocada.
Vi que muita gente não gostou do final, mas, particularmente, achei coerente com tudo o que a série construiu. Também teria gostado de ver mais sobre como Great e Tyme se recuperaram de ferimentos que quase os levaram à morte em tão pouco tempo. Sobre o Great tentar se acertar na vida, não acho que ele precisasse necessariamente se entregar à polícia, mas é evidente que aquilo o corroía. Se não podia mudar o passado, ao menos podia encarar as consequências da forma certa. Para mim, o desfecho é agridoce, mesmo com aquele sustinho final.
Sinceramente, não entendo como 4 Minutes não agradou parte do público. Foi uma história que, em poucos episódios, conseguiu me deixar completamente vidrada. Alugou um triplex na minha cabeça, me fez repensar diálogos e reorganizar tudo o tempo todo. É um BL diferente, que não entrega respostas fáceis e realmente obriga o espectador a botar a cabeça pra trabalhar. Pode não ser confortável, nem simples, mas é justamente isso que torna 4 Minutes tão marcante pra mim.
GOSTEI MUITO!!
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Lindooooo Demaaais
Ai gente, o que dizer?Algo que me prendeu muito desse o início foi o humor da série, é o tipo de humor que eu gosto muito e eu posso dizer que me diverti demais!!
Por ter essa pegada de humor, pensei que seria bem leve, mesmo com o tema da surdez, mas eles resolveram deixar para aprofundar isso mais pra depois da metade da história.
Me encantei com o romance dos dois, achei que foi tão natural e bem desenvolvido que eu não conseguia parar de assistir só para ver mais deles. O casal secundário inesperadamente teve uma dinâmica interessante também.
Achei lindo como foi trabalhando a relação do Jiang Shao com a família e com as dificuldades e sentimento de impotência que alguém que possui deficiência auditiva pode ter.
Também gostei de como foi trabalhada a culpa em relação a personagem Song Shu He (amiga do Jiang Shao), o que aconteceu com ela foi muito triste, mas o que ela disse para o Jiang Shao foi muito cruel, porque foi algo que ele guardou com ele e desencadeou o pensamento de não ser suficiente para alguém.
Só que como entraram na questão de abuso a mulheres, isso poderia ter sido mais explorado na propria personagem, pois não ficou claro como isso afetou a vida dela, como ela seguiu em frente, se o crime foi denunciado e afins.
O Zi Xiang também teve um certo aprofundamento em relação a ele querer ser livre das amarras do pai, isso ficou aberto no final, mas acredito que deixa implícito que o pai dele parou de importunar.
As únicas coisas negativas que tenho pra falar é que primeiro:
Em relação ao Zi Xiang ter aprendido a língua de sinais MUITO rápido, eu entendo que tem pessoas que tem mais facilidade como ele mesmo disse. Eu não prestei atenção se teve alguma passagem de tempo, mas ainda assim, achei que foi muito acelerado
O Dorama Tell Me That You Love Me, por exemplo, tratou a situação de uma forma mais crível e natural, onde a protagonista realmente penou pra aprender.
E segundo
O primo/irmão do Zi Xiang, até agora não entendi qual foi a dele???
Ele ficou pistola porque o pai do Zi Xiang salvou o próprio filho primeiro??? qual o sentido disso?
E não era nem uma briga pelas posses porque o Zi Xiang já disse que suceder o pai não era o objetivo dele.
Até cheguei a pensar que esse primo fosse obcecado com ele ou algo assim, mas nada disso fez muito sentido...
No geral, acho que foi uma série bem fluída, não vi o tempo passar enquanto assistia, gostei muito do romance, que foi aconchegante e de aquecer o coração, e da sensibilidade que a série trata o tema da surdez/mudez.
Vou ficar de olho se os atores vão fazer mais algum projeto juntos, pois eles tem uma química muito boa. E eu fiquei o tempo todo pensando em como o Raiden Lin me lembrou o Boom em questão de atuação e aparência.
AMEI 🥰🥰
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GL bom, GL bem feito!
▫️Essas são as minhas impressões, tendo assistido apenas aos 4 primeiros episódiosMeus amigos que obra prima, terminando o primeiro episódio eu já estava completamente vidrada.
A história tem um Q meio depressivo, dramático e intrigante que faz com que a gente não consiga parar de assistir.
O episódio 3 me pegou de jeito, não esperava chorar que nem eu chorei.
Parece que é só ter uma vovó na história que eu já vou favoritar e dar 10, é só olhar que meu minúsculo histórico não mente.
A atuação das atrizes nesse episódio foram impecáveis, elas entregaram tudo. Foi uma cena muito triste e que me emocionou.
Pois achei os personagens tão bem desenvolvidos, mesmo que numa série com 8 episódios, algumas coisinhas aqui e ali pareçam apressadas, não me incomodou.
A Dao é uma personagem que me deixa na corda bamba, sendo chefona das detentas, eu esperava sim que ela fosse ser bem pior. Mas hora eu simpatizo com ela hora eu odeio, e é provavelmente um bom sinal de que a personagens tem camadas suficiente pra isso.
A Bell foi muito forte e foi muito triste como ela não pode se despedir do pai depois de cuidar dele que estava numa situação fragilizada por tanto tempo. É tão deprimente saber que ele faleceu sem saber que a filha era inocente.
A Claire é um amor, a relação dela com a vovó foi TÃO linda, e descobrir que ela já cuidava da vovó sabendo da questão do alzheimer foi muito triste.
Partiu meu coração descobrir que a vovó foi presa por atropelar o assassino do filho dela.
Só nos faz refletir como nosso mundo é repleto de injustiças...
Fiquei com muita pena da Kae de verdade, de início eu achei que ela iria enganar a Bell ou até se aproveitar dela. Mas a verdade é que ela se apaixonou e fez de tudo pra ajudar a Bell, não dá pra negar. Nem sempre os amores são correspondidos, não é culpa de nenhuma das duas, mas foi doloroso de assistir.
Mas o que provavelmente vem a seguir vai sim ser culpa da Kae infelizmente. Terminei o episódio 4, e vai dar muito ruim pois a Kae muito provavelmente descobriu o segredo da Claire e isso vai ser usado de alguma forma e vai abalar o relacionamento das duas, pressinto isso mas quero estar errada.
Notei em um dos posters que a Claire e a Bell dividiam a cela, então talvez seja nesses próximos episódios e provavelmente por conta da Kae.
Sinceramente, eu não acredito muito que esse Gl terá um final feliz. A sentença da Bell não é tão longa e a Claire foi presa por homicídio.
A prisão é muito caótica e gira em torno de poder tanto por parte das detentas quanto por parte dos chefes. Então não vejo futuro pra elas juntas.
Entre as probabilidades, eu acho que faria sentido o roteiro matar a Claire, não que eu queira que aconteça, longe disso.
Mas um final feliz onde a Bell espere a Claire sair ou que algo aconteça para a pena da Bell aumentar e elas ficarem juntas na prisão mesmo... Não sei, não consigo ver isso acontecendo.
▫️Impressões após o episódio 6
A Kae foi realmente uma vaca, a pessoa que você amava não te correspondeu e aí você quer fazer da vida dela um inferno???? Bem tóxico né?
É assim que a gente percebe que não era amor de verdade se a pessoa não consegue deixar ir e ainda quer fazer mal a pessoa supostamente antes amada
Além de ter espalhado o segredo da Claire puramente por ciúmes e inveja
E usar o argumento de "Vocês feriram meus sentimentos. Por isso vou me vingar", é tãaao egoísta
Ri muito dá Kae toda confiante falando "Não fiquem com medo dela, ela nunca matou ninguém". Tipo, não é porque nunca matou que não seria capaz de matar né mana? Ainda mais com motivos 👀
Como alguém tão incompetente como aquele cara virou diretor? Parece que não sabe o básico sobre o próprio trabalho.
Minhas conclusões agora é que talvez o final não seja como eu pensei 🤔
Deve dar muito BO essa questão da irmã da Claire. Elas tem que ter prova que o professor fez tudo aquilo, e já passou um tempo. Não acho que se prenderem a Natty/Cream, a Claire vai ser inocentada, pq ela cometeu crime de falso testemunho e afins não?
Dei uma pesquisada por curiosidade e a lei deles é bem diferente, no caso de proteger família é visto como ato moral, não criminoso.
E que a Cream poderia pegar uma pena simbólica mesmo sem provas do abuso e da auto defesa, e a Claire seria inocentada 🤔
E com a volta do andamento do caso da Bell
É bem capaz que as três tenham um final feliz, estou legitimamente surpresa com a virada que a história teve.
▫️Sobre o episódio 7
Me impressionou como a Kae conseguiu ser muito esperta e ao mesmo tempo muito baixa com relação ao plano dela para se livrar do diretor e da Dao. Trocar os anticoncepcionais e fazer ela engravidar? Nossa...
Não acredito que a Dao vai tentar abortar sozinha??? Independente de ela ter sido ruim muitas vezes, não merecia ter que passar por isso.
Agora sim a irmã daquele professor vai descobrir a verdade, ele provavelmente deve ter um monte de fotos da Cream e de outras meninas que vão comprovar muita coisa.
▫️Terminei a série e essas são minhas impressões finais!
Não acredito no que a demonia da Kae fez, se já senti pena dela, não me lembro.
A Bell poderia ter morrido, não foi uma brincadeira, a Kae realmente queria que a Claire surtasse pra elas não ficarem juntas já que ambas iriam ser soltas.
Eu não queria que a Claire perdesse o controle e ficasse presa por mais tempo, mas que foi bem feito e satisfatório ela quebrando os dentes da Kae foi.
A Kae foi realmente uma pessoa que se corrompeu e foi ficando cada vez pior. Ela preferiria matar a Bell a ver ela livre e feliz com outra pessoa. Infelizmente, ela plantou e colheu aquele final.
Aquele diretor inútil foi demitido e já não era sem tempo.
Eu não entendi o que a Dao fez, pensei que ela tivesse tentado forçar um aborto, mas depois ela foi na ala médica falar que estava grávida?
Mas acho que o final dela e das irmãs foram satisfatórios, elas vão continuar cumprindo a pena, mas se tornaram pessoas um pouco menos ruins para alcançar a liberdade mais rápido.
Não esperava torcer pelo romance entre a Deedee e o Porche (filho do diretor), mas acho que funcionou bem.
Amei o final, apesar de rápido, acho que entregou o que eu queria. Elas conseguindo ficar juntas e felizes, apesar de tudo o que passaram! E ainda entregaram um relacionamento incrivelmente saudável para o ambiente e as circunstâncias em que se encontravam.
No geral, esse Gl foi espetacular. Foi possível sentir um bom desenvolvimento mesmo para personagens secundários.
O drama da história foi muito bem feito, a produção, os cenários, a fotografia, a trilha sonora! Acho que tudo estava na medida certa.
O único defeito da série foi ter sido muito curta, mas fizeram muito bem com o tempo que tinham. Considerando que tem séries por aí que tendo mais episódios conseguem entregar um roteiro com a profundidade de um pires.
AMEI MUITO 🩷
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Que delicinhaaaa!
Admito que minhas expectativas eram baixas.Depois de Last Twilight, achei que esse novo BL deles seria bem abaixo da média, achei que seria uma história bem bobinha e, de início, realmente, não me prendeu muito. Mas, conforme a gente avança e os personagens caem no clichê da coabitação, fica muito gostoso de assistir.
Amei muito o desenvolvimento do romance do In e do Thap e como eles foram se entendendo aos poucos nos erros e nos acertos.
O romance funciona muito porque cresce nos detalhes e na convivência. A coabitação ajuda bastante nisso, já que a relação vai se construindo no dia a dia, nas pequenas interações, o que deixa tudo mais natural e envolvente.
O fato de eu já gostar dos JimmySea ajudou muito na minha experiência.
Apesar de o começo não me prender tanto, a história melhora conforme avança e encontra um ritmo mais gostoso. Quando os personagens passam a dividir mais tempo juntos, a série engata de vez e fica difícil não continuar assistindo.
A atmosfera da série combina muito com a proposta, trazendo essa vibe meio mágica, mas ainda assim aconchegante. A estética, os cenários e até o ritmo ajudam a criar esse sentimento de história fofinha, que te envolve aos poucos sem precisar de grandes reviravoltas.
O romance foi uma delicinha de acompanhar. Tiveram cenas MUITO fofas que fazem a gente sorrir de orelha a orelha, tipo quando o In fica com ciúmes (e bêbado) e quando o Thap também fica bêbado kk
Acho que a única parte que eu não gostei foi em relação ao vilão do First, que já era óbvio que era ele pra grande maioria das pessoas que assistiram. A construção dele, as motivações e até mesmo a resolução foram meio fracas.
É uma série que eu indicaria pra quem gosta de BL mais tranquilo, que não aposta em conflitos tão pesados, mas isso não quer dizer que os traumas dos personagens sejam rasos ou pouco desenvolvidos.
A história sabe equilibrar leveza com profundidade, trabalhando essas questões sem perder o clima confortável da série.
E aquele final com a entrevista 🤭🤭🤭🤭 que lindooooo! Minhas bochechas doeram de tão largo que foi o meu sorriso. Não sei se foi só eu, mas, além daquele improviso, vi muito de JimmySea naquele momento.
AMEI 🤭🤭🤭
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Você vai se estressar, fica o aviso!!
Eu estava decidida a não assistir, porque assim como muitas pessoas, não suporto plot de traição, odeio com todas as minhas forças.Mas resolvi fazer um esforço pelos YinWar.
Me estressei à beça? SIM. É uma montanha russa de emoções que vou te falar, mas não me arrependo.
De início achei o Mark meio trouxa, um fofo, mas trouxa. Fazer o que né? Ele só queria amor, mesmo que viesse com algumas humilhações de brinde. O War conseguiu fazer eu gostar mais do personagem do que eu normalmente gostaria e entregou muito na atuação.
Já vi muita gente falando sobre e concordo que o Yin conseguiu trazer um Vee bem carismático, o que fez com que pelo menos 50% das pessoas não odiassem ele por completo. Acho que se fosse outro ator, talvez o personagem poderia acabar sendo bem mais detestável.
Eu fiquei com pena da Ploy no começo, porque né, ela foi a primeira a ser traída. Mas gente... que mana que não se ajuda viu?
Se ela tivesse metido o chifre no Vee depois de descobrir a galha que ele deu pra ela, eu ia até achar bem feito. Mas ela nunca descobriu! Então ela traiu por trair mesmo.
"Ah, mas ela fez isso porque estava se sentindo solitária já que o Vee não estava reservando tempo pra ela..."
Traiu tbm ué
A grande verdade é que tanto o Vee quanto a Ploy estavam nessa relação por uma comodidade afetiva. Porque eles estavam juntos a muito tempo e era mais fácil tentar salvar do que admitir que não estava dando mais certo.
Porque é estranho eles trairem sem o menor remorso e depois ficarem chorando as pitangas, o relacionamento deles já tinha dado o que tinha que dar e eles só não queriam aceitar.
Sobre o final
Não culpo tanto o Mark, o coitado já sofreu o suficiente. Mas convenhamos que aceitar ser amante é pedir pra sofrer em algum momento, ainda mais sabendo que o cara que você quer, traiu a atual parceira com você.
Na vida real eu sou completamente contra, pois concordo muito com aquilo de que Se traiu uma vez, nada impede de trair de novo. Porque traição é muito sobre caráter né.
MAAAAAAAAS pra minha surpresa, eu gostei deles terem ficado juntos no final.
CALMA!
Deixe-me explicar
Muita gente odeia com a justificativa de que a relação deles não teria futuro, que o Vee trairia o Mark e eles viveriam nesse ciclo nada saudável (e isso não levando em conta a continuação e como os personagens são na novel).
Mas eu discordo, primeiro que o Vee não traiu o Mark e sim a Ploy. O Mark não era tão santinho na história já que sabia da traição e aceitou ser amante. A questão maior do Vee é que ele machucou o Mark com sua confusão e indecisão.
Mas voltando, discordo que ele não poderiam ser felizes juntos pois me apeguei ao que eles falaram no último episódio:
"— Eu não posso mudar o passado, mas farei melhor no presente.
— Se você fizer algo de errado de novo, não terá outra chance, ok?
— Eu sei".
Além disso, nessa história temos o ponto de vista de ambos, e assistindo, a gente sabe que depois que a tempestade passou, o Vee ficou sim completamente sério sobre o Mark.
Então, traição na vida real? Acabou, já era, próximo
Porque eu não sei e nunca vou saber o que essa pessoa que me traiu está pensando pra eu perdoar assim e ter certeza de que não vai acontecer de novo.
Nessa história em específico?
Vou confiar
Pois como já disse, o ponto de vista do Vee foi mostrado e apesar de ter errado bastante, deu pra ver que ele reviu suas ações de verdade, e de bônus vimos ele sofrer um pouquinho (merecidamente) pra variar.
E também gostei do desenvolvimento que teve em relação a família de ambos, serviu ainda mais pra exemplificar a seriedade com que os dois estavam levando a relação naquele momento.
E todo o meu embasamento foi feito excluindo completamente aquilo que aconteceu no primeiro episódio, eu ignoro e finjo que não existiu. Eu tenho certeza que foi algum surto coletivo pra autora da novel escrever isso e pra pessoa que roteirizou o BL manter, ainda mais em um primeiro episódio de série, completamente sem noção nenhuma.
Fiquem com um trecho de música, que na minha humilde opinião, seria ótima para definir e esculachar o Vee do antigo testamento:
"Eu tentei
Não ser moleque com você, eu tentei
Mas quem não erra ...?"
GOSTEIIIIII 👉👈
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Yinwar só participa se tiver depressão?
É uma história curta, uma mini série, então o desenvolvimento pode parecer raso. Mas no final a gente se dói mesmo assim porque o pouco que teve conseguiu nos alcançar.O Dew e o Best eram dois fofos, o amor entre pessoas dessas idades deve ser assim mesmo, não é algo que se controla, que se oprime.
Foi bem realista e triste. Duas almas que se encontraram e que são separadas sem a chance de se entenderem por completo. O sentimento que estava se desenvolvendo entre os dois era tão puro e bonito que a separação é revoltante.
O que me deixa inconformada até hoje foi a ousadia daquela menina. Eu fiquei com pena sim quando ela foi rejeitada, porque acontece e machuca.
Mas minha pena foi para o ralo depois do que ela fez.
A Fern não tinha NENHUM e quando eu digo nenhum, é NENHUM direito de contar pra mãe do Dew sobre o possível sentimento dos dois (Dew e Best).
A mãe dele também foi outra megera e a homofobia bateu fortíssima.
É tão incompreensível pra mim como esses tipos de pais conseguem agir dessa forma por algo que pode vir a ser a felicidade do filho deles.
O final foi de partir o coração.
Eu com certeza não reclamaria de uma continuação de The Best Story com o Best e o Dew se reencontrando depois de muitos anos. Mas infelizmente vai ficar apenas para a minha imaginação.
GOSTEI 🥲
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Alguém poderia ter me avisado...
Não é pra mimParece uma fanfic (das mal feitas) que saiu diretamente do wattpad 👀
De início achei que seria um Pit Babe só que ilegal e com motos. Mas slá, tive meus problemas com Pit Babe mas pelo menos prendeu a minha atenção até o final.
Em Love in The Air, achei os personagens tão rasos e sem alma, assim como a própria trama.
O que me fez começar a assistir foi aquela foto hilária do sequestro, jurava que o BL seria uma comédia das boas. Mas e a minha surpresa ao ver eles tratarem tudo com seriedade demais pra um roteiro que não fazia jus.
Não sei se meu problema também é com os BossNoeul (dropei The Boy Next World), ou o tipo de trama que escolhem pra eles.
Aqui foi o meu primeiro contato com o trabalho dos FortPeat, não vou dizer que fizeram feio porque como já disse, o roteiro é beem meh. Quando cheguei no arco deles, a partir do ep 8 se não me engano, quis fingir que o BL tinha acabado, pois não estava com a mínima vontade de ver, já imaginei que seria bem parecido com o primeiro casal em algumas questões.
Também não curto isso de dividir a história em arco por casal. Independente da quantidade de casais que estiverem sendo desenvolvidos, prefiro que seja de forma simultânea e não um número de episódios pra cada casal separadamente.
Agora falando do elefante na sala, é sempre necessário que o começo de uma relação seja de forma forçada? As pessoas realmente gostam disso?
E sem comentários sobre os dois últimos episódios...
Honestamente, o maior problema foi que, eu não poderia me importar menos com essa história e esses personagens.
GOSTEI NÃO
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