This review may contain spoilers
Deprê
No geral, The Sparkle in Your Eye é uma obra bem dramática, melancólica e até filosófica. É o tipo de BL que pesa mais no emocional.
O Pei Jia começa a história sendo extremamente babaca, aparentemente sem motivo, o que até lembra a forma como muitas celebridades são retratadas (e às vezes realmente como realmente se comportam) na vida real.
Já o Su Yi é um aspirante a ator, um desafortunado, que definitivamente não merecia a humilhação pela qual passou.
Confesso que passei muita raiva no início, mas gostei da virada quando o Pei Jia se apaixona. Ele muda bastante, vira outra pessoa, e isso faz diferença na dinâmica do casal.
Não curto muito quando a trama envolve doenças, principalmente quando afeta diretamente os protagonistas, mas isso é uma questão pessoal minha. Ainda assim, entendo a proposta narrativa.
Achei interessante a abordagem da trama do empresário abusador e a forma como a indústria do entretenimento funciona quando há uma relação de poder tão desigual entre alguém influente e alguém que está começando.
Isso é muito real, o que não faltam são casos na vida real de empresários assediadores envolvendo atores, cantores e até produções infantis.
Porém, não sei se a forma como a obra tratou o tema do est*pr* foi a mais adequada.
Já tinha esquecido do casal secundário, mas lembro que não gostei deles juntos.
O casal principal funciona, mas de um jeito triste, muito marcado pelas consequências de tudo o que acontece. Ainda assim, foi bonito ver como o Pei Jia não abandona o Su Yi, mesmo diante de tantas dificuldades.
O final é aberto, já que não dão mais detalhes sobre a possível cirurgia que o Su Yi poderia fazer, uma cirurgia que pelo menos salvasse a sua vida.
Isso deixa um clima meio deprê, com aquela sensação de incerteza que acompanha a obra até o último momento.
Gostei? 😞
O Pei Jia começa a história sendo extremamente babaca, aparentemente sem motivo, o que até lembra a forma como muitas celebridades são retratadas (e às vezes realmente como realmente se comportam) na vida real.
Já o Su Yi é um aspirante a ator, um desafortunado, que definitivamente não merecia a humilhação pela qual passou.
Confesso que passei muita raiva no início, mas gostei da virada quando o Pei Jia se apaixona. Ele muda bastante, vira outra pessoa, e isso faz diferença na dinâmica do casal.
Não curto muito quando a trama envolve doenças, principalmente quando afeta diretamente os protagonistas, mas isso é uma questão pessoal minha. Ainda assim, entendo a proposta narrativa.
Achei interessante a abordagem da trama do empresário abusador e a forma como a indústria do entretenimento funciona quando há uma relação de poder tão desigual entre alguém influente e alguém que está começando.
Isso é muito real, o que não faltam são casos na vida real de empresários assediadores envolvendo atores, cantores e até produções infantis.
Porém, não sei se a forma como a obra tratou o tema do est*pr* foi a mais adequada.
Já tinha esquecido do casal secundário, mas lembro que não gostei deles juntos.
O casal principal funciona, mas de um jeito triste, muito marcado pelas consequências de tudo o que acontece. Ainda assim, foi bonito ver como o Pei Jia não abandona o Su Yi, mesmo diante de tantas dificuldades.
O final é aberto, já que não dão mais detalhes sobre a possível cirurgia que o Su Yi poderia fazer, uma cirurgia que pelo menos salvasse a sua vida.
Isso deixa um clima meio deprê, com aquela sensação de incerteza que acompanha a obra até o último momento.
Gostei? 😞
Was this review helpful to you?


