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Querendo ou não, é bem envolvente!
No geral gostei e fiquei bastante entretida.Achei a Su ji (prota) burra em vários momentos, mas acho que se dá por conta da perspectiva de que nós telespectadores, as vezes, sabemos as coisas antes dela, e quando ela está indo para o caminho errado, acaba sendo frustrante para a gente. Maaas ao mesmo tempo, também achei ela bem esperta, fria e fodona quando precisava ser.
A atuação dos atores é impecável, a gente vai sentindo o ódio crescendo com os personagens.
Só não curti muito a motivação da Ha rin (antagonista), achei o objetivo dela exagerado em torturar a Ja Eun pelo o resto da vida dela por causa de algo na verdade era tão pequeno se comparado a tudo o que ela fez.
Apesar de ser uma grande vítima, a ingenuidade e submissão da Ja Eun me irritava demais. Ela tentava resolver tudo no poder da amizade kk até que funcionou, mas tomaram bastante na cabeça antes.
Senti também que a resolução do jogo e de todo esse rolê estava sempre muito óbvia, mas eles ficavam dando voltas e voltas em planos que não davam certo.
Mesmo assim gostei que cada um que estava do lado errado lidou com as consequências no final.
Aquele finalzinho ali, sei não se vai ter outra temporada...
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Batido, não me cativou
Head 2 Head não funcionou pra mim. Em vários momentos, a sensação foi a de estar assistindo a uma colagem de ideias que já vi antes, sem identidade própria.A dinâmica dos protagonistas lembra muito Bad Buddy mas sem o mesmo desenvolvimento gradual que fez a relação ali funcionar.
Senti que os personagens tinham muito o que chamamos de problemas de gente rica, ficavam criando rivalidade e intriga onde não tinha. Não tem nada realmente profundo e compreensível por trás dessas desavenças, como em Bad Buddy por exemplo.
Ao mesmo tempo, a trama tenta flertar com um tom quase místico/dramático que fez lembrar de The Magic Prophecy, só que de forma superficial, como se os elementos estivessem ali mais pelo impacto do que pela construção da história.
Acho que é uma história sem personalidade. A série parece querer ser várias coisas ao mesmo tempo, mas que na minha opinião acaba não se destacando em nenhuma.
Os personagens também não me passam aquela sensação de "Nossa, que pessoas interessantes, não vejo a hora de ver como a história deles vai se desenrolar". Acho que os personagens não tem brilho, não tem algo que faça eles mais únicos sabe.
Não acho que seja ruim, mas é uma história batida, com personagens e casais que não me cativaram.
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Não foi ruim como imaginei
Our Sky começou de um jeito até divertidinho pra mim.O que realmente me chamou atenção desde o início foi o fake dating, porque eu gosto desse trope e de todos os clichês que normalmente vêm junto.
O Teerak é um personagem bem bobinho e chega até ser infantilizado demais para o meu gosto. Os amigos dele são divertidinho e ajudam a gente a não se irritar taaaanto com o Teerak.
Até o episódio 4 eu estava engajada e acompanhando tranquilamente. O problema começou a partir do episódio 5, quando a história ficou morna e meio monótona. Inclusive, fiquei semanas parada nesse episódio antes de voltar a assistir, mas dessa vez por obrigação, só pra conseguir tirar o BL da lista mesmo. Acabei me forçando a continuar até mais ou menos o episódio 7/8, pois depois disso dá uma leve melhorada.
Em vários momentos achei meio besta o Teerak e o P’Fah não saberem nem como dar as mãos, fingindo um namoro de forma tão pouco convincente. Eles fingiam mal mesmo, e o que talvez enganasse algumas pessoas ao redor era o fato de que o P’Fah realmente gostava do Teerak e já demonstrava isso.
Depois disso, a relação começa a avançar. Quando eles finalmente passam a questionar o que sentem, a resolução até que vem rápido, o que me surpreendeu positivamente, já que eles são bem diretos nas declarações. Também não esperava muita coisa no quesito 🔥, mas acabou entregando mais do que eu imaginava, eu nem estava esperando muito beijo, então fui pega de surpresa.
Também gostei de conhecer aqui os Teeteepor.
Acho que a parte mais marcante foi a forma como a série abordou a aceitação do relacionamento do Teerak com o P’Fah pela família do Teerak.
A irmã do Rak foi uma querida desde o começo.
A reação da mãe foi simplesmente esplêndida. Em poucos minutos, a atriz conseguiu entregar tudo: o espanto inicial, o receio, o medo. E todas essas emoções sendo dissipada pelo amor que ela tinha pelo filho. Deu pra ver claramente esse conflito interno no rosto dela.
Já a reação do pai foi dura, mas também bastante realista. A explosão dele dói de assistir, e imagino que, na vida real, muitas situações sejam ainda piores. Ele é ríspido, machuca com palavras e atitudes, mas a série deixa claro que, do ponto de vista dele, tudo vem de uma preocupação com a felicidade do Teerak, mesmo que expressa da pior forma possível.
Ainda assim, é impossível não ficar triste, porque embora existam pais assim, que ao menos acreditam estar pensando no bem dos filhos, a realidade muitas vezes é ainda mais cruel. Em muitos casos, não há preocupação alguma com felicidade ou futuro, apenas a abominação ao que é fora do padrão, e sem espaço para mudar de ideia.
No geral foi uma série com altos e baixos. Algumas partes eram um pouco repetitivas, outras eram doces com risco de dar diabetes.
Seria interessante ver os ThomasKong em papéis diferentes e mais frenéticos.
Gostei até
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ok
Acho que essa temporada não conseguiu alcançar o nível da primeira.Não é ruim, o casal continua tendo uma relação legal e é interessante acompanhar os dois, mas tudo pareceu mais morno, como se a história não evoluísse tanto quanto poderia.
Um ponto que eu gostei foi ver o Toma mais vulnerável dessa vez, mostrando insegurança e buscando conforto no Natsume. Isso trouxe um lado diferente da dinâmica deles e deixou a relação mais equilibrada.
Por outro lado, algumas situações ficaram repetitivas, principalmente em relação ao trabalho dos dois. Os conflitos acabam girando muito em torno disso e não avançam tanto.
E o que mais me decepcionou foi a questão do Toma ir para Paris. A temporada inteira constrói isso como algo importante, então eu fiquei esperando ver esse desenvolvimento, ele indo, passando um tempo lá, mostrando como isso impactava na relação deles e afins, mas ele só vai para Paris no final do último episódio kk
No geral, é uma temporada bem ok. Não acho que tenha momentos inesquecíveis e importantes, então tudo bem ficar só na primeira temporada, não perde grandes coisas.
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Deprê
No geral, The Sparkle in Your Eye é uma obra bem dramática, melancólica e até filosófica. É o tipo de BL que pesa mais no emocional.O Pei Jia começa a história sendo extremamente babaca, aparentemente sem motivo, o que até lembra a forma como muitas celebridades são retratadas (e às vezes realmente como realmente se comportam) na vida real.
Já o Su Yi é um aspirante a ator, um desafortunado, que definitivamente não merecia a humilhação pela qual passou.
Confesso que passei muita raiva no início, mas gostei da virada quando o Pei Jia se apaixona. Ele muda bastante, vira outra pessoa, e isso faz diferença na dinâmica do casal.
Não curto muito quando a trama envolve doenças, principalmente quando afeta diretamente os protagonistas, mas isso é uma questão pessoal minha. Ainda assim, entendo a proposta narrativa.
Achei interessante a abordagem da trama do empresário abusador e a forma como a indústria do entretenimento funciona quando há uma relação de poder tão desigual entre alguém influente e alguém que está começando.
Isso é muito real, o que não faltam são casos na vida real de empresários assediadores envolvendo atores, cantores e até produções infantis.
Porém, não sei se a forma como a obra tratou o tema do est*pr* foi a mais adequada.
Já tinha esquecido do casal secundário, mas lembro que não gostei deles juntos.
O casal principal funciona, mas de um jeito triste, muito marcado pelas consequências de tudo o que acontece. Ainda assim, foi bonito ver como o Pei Jia não abandona o Su Yi, mesmo diante de tantas dificuldades.
O final é aberto, já que não dão mais detalhes sobre a possível cirurgia que o Su Yi poderia fazer, uma cirurgia que pelo menos salvasse a sua vida.
Isso deixa um clima meio deprê, com aquela sensação de incerteza que acompanha a obra até o último momento.
Gostei? 😞
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Definitivamente um BL assistido...
Depois de assistir ao meu primeiro BL taiwanês e simplesmente amar, fui correndo procurar outros, com as expectativas lá no alto. E talvez tenha sido exatamente isso que impactou negativamente a minha experiência com Kiseki: Dear to Me.Na real, eu nem tenho tanto o que dizer. A série foi um pouco diferente do que eu esperava. Pela sinopse, imaginei que o menino seria preso logo no início da história, algo que daria o tom da narrativa desde cedo, mas isso demora bastante pra acontecer, o que já quebrou um pouco minhas expectativas.
Vi muita gente comentando sobre o age gap e, no começo, não achei nada de mais, porque algo na minha cabeça me fez pensar que o menino estivesse na faculdade. Só que depois fica claro que ele ainda está no ensino médio… e aí as coisas realmente se complicam. Prefiro nem entrar muito nesse ponto.
A química do casal principal foi ok. As intrigas foram meio… sei lá, não me prenderam. O casal secundário até parecia promissor, achei que iria gostar, mas basicamente o brother passa a história inteira fazendo o outro de otário e, quando o outro finalmente tenta seguir em frente, adivinha? Não pode.
No fim das contas, Kiseki: Dear to Me foi uma série que eu assisti, terminei… e é isso. Não foi ruim, mas também não foi marcante. Só ficou naquele lugar do “ok” e do “sla”, sem deixar muita coisa depois que acabou.
Gostei? Não gostei?
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Vale o estresse?
▫️Primeiramente, fiquem com meus comentários enquanto eu estava assistindo os episódios:Que cara babaca, eu hein
Só passaram 2 episódios e o Ming já está mandando minha paciencia para o Brejo
Só acho que depois desse "Não seja cheio de si, você é só um substituto", o Joe faria muito bem em pular para o próximo sem olhar pra trás, ficar aguentando humilhação de graça assim não dá. Mas provavelmente ele vai ser tapado e eu vou me estressar mais ainda.
Não liguem pra mim, é que essa coisa de substituto pegou em uma ferida antiga de quando eu jogava amor doce KK, quem sabe sabe
Senti uma química forte entre o Sol e o Joe quando eles estavam lutando, foi só eu? 😏
O Joe quase matando o garoto 😂😂
Fico com pena do Joe, ele vai ter que aprender na raça a decepção de gostar de uma pessoa tóxica
"Eles saberão que você é meu" 🤮🤮
Ô ódio que eu tenho desses brothers que ficam cheios de ciúmes mas assumir que é bom eles não querem.
A irmã do Ming foi certeira. Queria saber como uma pessoa legal igual ela foi acabar com um idiota como o Tong
PQP odeio esse negócio de falar o nome do outro...
Gente, tô passada, chocada. Não estava esperando isso de cárcere não 😨😨🏴
Nossa, estou revoltadissíma só em pensar que o Joe no final vai ficar com o Ming mesmo depois dele ter perdido a oportunidade da vida dele porque foi impedido de comparecer na conferência. O cara literalmente arruinou a vida dele
Ai gente, coitado do Joe, o bichinho só se ferra
Aaaah mas essa história vai ter que fazer o Ming penar muito para eu sentir pena dele
Até o episódio 6, eu e a legender estamos fechadas em ter ranço do Ming, desculpa mingueletes 😬
O Joe é um querido mas meio sonso tbm né, não sabe disfarçar que não é a mesma pessoa. Tem que pensar nas coisas antes de fazer
Tá vendo, era só dessas pessoas que o Joe precisava, pessoas que fazem bem pra ele, que acreditam nele como o Sol, Irmão Wut e a mãe.
É pedir demais querer que ele fique com o Sol no final? Ou que pelo menos ele não fique com o Ming.
"Eu comprei você, então você deve abanar o rabo para mim". Aaaah vai sfd vai
Amei essa discussão do ep 9
"— Eles enviaram você para mim mais uma vez. Você pode me dar uma chance de compensar você?
— Eles me enviaram para você? Você acha que é a sua chance? Essa é a minha chance! Eles me enviaram para concertar o que eu tinha feito de errado. E um dos meus erros, foi você Ming".
Pisou bonito 💅
Mas a troco de que se aceitou ele de volta?
Enfim, quero ver se vai virar gente já que foi perdoado 🙄
▫️Minhas conclusões após terminar o BL
Até agora eu sigo me perguntando como o Ming e a irmã conseguiram se apaixonar por um lixo ambulante como o Tong. Sério, o cara é egoísta, oportunista e só pensa no próprio umbigo. A tal redenção no final simplesmente não colou comigo, pra mim ele podia muito bem ter explodido e não faria falta nenhuma.
A clássica questão familiar do rico que não pode ficar com alguém “inferior” socialmente também deu as caras aqui. O pai do Ming é aquele tipo de personagem que a gente já reconhece de longe. Inclusive, fica a dúvida: o ator só pega esse tipo de papel? Porque em Jack & Joker não foi tão diferente assim, só um pouco menos insuportável, talvez.
Joe e Ming ficaram juntos no final. Uau. Quem diria, né. Não sei exatamente como me sentir sobre isso. O Ming errou feio em várias atitudes e falas, machucou muito o Joe e passou fácil do limite em diversos momentos.
Mas enfim né, foi perdoado, mas não deixa de fazer parte do grupinho dos red flags.
A trama do Joe estar em outro corpo, inclusive, achei que rodou demais e entregou menos do que prometeu. Fiquei esperando um plot que simplesmente não veio.
Esperava que tivesse uma reviravolta e que o moço do corpo tivesse ido para o corpo do Joe e que por algum milagre bem explicado estaria vivo e que ambos iriam mudar pela experiência quase morte e voltar para seus próprios corpos por algum ritual daquele xamã que o Ming conhecia.
É estranho acompanhar a história sabendo que ele agora é fisicamente e para sempre aquela pessoa no espelho, eu mesma levava susto toda vez que aparecia.
Falando dos atores, vou acompanhar mais os trabalhos do shipp Uppoom. Gostei da química e das atuações, só torço para que eles peguem papéis que não me façam passar tanta raiva no futuro.
No fim das contas, Stand In é aquele tipo de BL que pelo menos te mantém interessada apesar do ódio. Não é uma história confortável, não é um romance saudável. Dá raiva, faz questionar escolhas e deixa aquela sensação de “ele merecia algo melhor”. E se uma coisa a série conseguiu fazer, foi essa: pelo menos me manter assistindo, reclamando? Sim, mas assistindo e querendo saber até onde aquela bagunça ia dar.
Gostei... eu acho
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Esperava um pouco mais
▫️Essas são as minhas impressões enquanto eu assistia aos episódios:Achei algumas cenas meio bregas, mas gostei da premissa no geral. Fiquei questionando várias coisas que, pra mim, eram óbvias, tipo: se o San tem que ficar sofrendo toda noite, ele realmente precisava escolher o chão pra ficar se revirando de dor, né?
E o final do primeiro ep 😂😂
Eu já estava achando muito estranha aquela rapidez toda, então cheguei à conclusão de que seria um surto ou um sonho… e bingo.
Achei meio aleatório ele virar criança na lua cheia, porque isso não foi explicado quando falaram da tal maldição no começo. Até então, só existia a questão da dor.
Sabiaaaa que o tio estava de tramóia.
Agora, falando sério: qual a necessidade do San ir até o covil dos leões e dizer que a pedra era falsa?? Não faz o menor sentido. Era muito mais fácil deixar eles achando que tinham vencido e simplesmente “fazer a egípcia” pra ganhar tempo até a data do ritual chegar.
E ainda por cima ele solta um monte de informação relevante sobre a pedra, inclusive que ela só pode ser entregue por vontade própria. Aí fica fácil, né? É só ameaçarem o Vee ou a família dele e pronto. Parece que ninguém pensou dois passos à frente 🙄
Achei lindo o momento em que o San conhece a avó do Vee e descobre que eles já se conheciam
“San salvou a vida da vovó uma vez. Você vai deixar a vovó roubar o resto da vida dele?”
Vovó, você foi extremamente precisa e querida nisso 🥹
Aaaah, pqp né… essa daí é uma impostora. A Wad de verdade desejou felicidade para o San. Não faz sentido nenhum ela querer a pedra. Mas todo mundo é tão lento que não percebe 🙄
E até os vilões são burros o suficiente pra cair nessa da pedra supostamente replicada kkkkk.
▫️Agora minhas Impressões finais tendo terminado o BL
Acho que eu estava esperando uma história mais dramática, num tom melancólico, mas quase tudo o que vi de drama soou como novelão. O roteiro fica repetitivo em várias partes e parece que nunca avança de verdade, tanto na dúvida do Vee sobre roubar ou não a pedra quanto na questão de ele ser ou não a verdadeira Wad.
As cenas de ação e a maioria das cenas dramáticas me renderam um total de zero emoções. As lutas e trocas de tiro são toscas, e os momentos dramáticos entre o San e o Vee são extremamente previsíveis, muito porque todo mundo só toma decisões burras.
Tanto o Vee quanto o San me irritaram em inúmeros momentos.
O Vee, por exemplo, estar sempre sorrindo começou a me incomodar. Em vários momentos eu cheguei a achar que ele estava sendo falso. O interesse instantâneo dele pelo San também não me convenceu.
Já o San, em alguns momentos, é ríspido demais com o Vee sem um motivo claro, o que mais afasta do que constrói empatia.
Os personagens que realmente salvaram a história pra mim foram os secundários, principalmente a família do San. Gostei bastante da Ju, ela é divertida e traz um alívio necessário pra narrativa.
As únicas cenas que me lembro que me emocionaram foram a da vovó do Vee e parte do último episódio.
No geral, a premissa é interessante, mas a execução me passou a sensação de uma história que poderia ser muito mais emocional e contida, mas opta por exageros, repetições e decisões pouco inteligentes para mover o roteiro.
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Melhor Bl de 2025?
Minhas impressões vão ser feitas à medida em que fui assistindo os episódios.▫️Após assistir apenas os dois primeiros episódios.
Vamos começar falando de como o Armin é meio lento?
Sério que ele perguntou pro Thada porque eles não se conheceram no passado que ele lembrava. E tipo? Obviamente, pq no passado ele não teve um surto e saiu que nem um doido da gravação. Ele está mudando as coisas, lógico que nem tudo vai acontecer igual.
Então é meio inútil ele ficar surtando com todo mundo, sendo que já sabe que está no passado e que as outras pessoas não sabem do fucking futuro...
Tenho pena do assistente do Thada kk espero que ele ganhe o equivalente ao quanto se desdobra coitado.
Os primeiros episódios são um pouco lentos pra amar logo de cara, o que está me segurando é que a relação deles pelo menos está minimamente interessante.
Vindo aqui diretamente do episódio 4, tive que parar pra expressar meu surto 🙌🙌🙌
Que química meus amigos!!!!!!! Que primeiro bjo lindoo de se ver
A única coisa é que sendo cedo demais assim, geralmente é um mau sinal, mas estou torcendo pra estar errada e que não haja separação e mal entendidos no decorrer 🥲
Puts, o episódio não precisou nem acabar pra eu saber que vai dar ruim por causa desses garotos que o Thada já teve 😓
Dito e feito, f*deu foi tudo 🙄
Que desgraça de episódio 4 hein, comeca te fazendo um cafuné pra depois dar um tapa na cara, credo. O relacionamento mal começou e já acabou.
Nisso o Thada me irritou um pouco desde o início, todo mundo sabe que mentiras viram uma bola de neve e que ocultar a verdade sempre dá ruim.
E eu odeio esse clichê ABC onde o ex C quer conversar, abraçar e beijar o B. E o B que já está em uma situationaship com A não faz nada pra parar. Quer dizer, deixa pra reagir só quando A já viu tudo e foi embora.
Tipo agora, fiquei tipo "C4cete Thada! não sabe abrir a boca e falar um não encosta em mim p0rr4???".
Aaaaaeee caramba finalmente né! Espero que do ep 6 pra frente não tenha mas DR, pq já deu de DR
E o que dizer dos beijos "super" técnicos desses dois? Eles se engolindo como se não fosse nada, me senti atrapalhando real 😳😳😳😳
Sobre o Armin ter salvado a vida do Thada/TD e esse ser o motivo da devoção dele (TD), eu já imaginava, era a unica coisa que fazia sentido, então não foi uma surpresa.
Ri muito da iQIYI engrandecendo ela mesma no próprio BL kkkkk
Tá, o "irmão" do Thada ser secretamente "apaixonado" (de uma forma distorcida), por ele era algo que eu não esperava 😐 mas também não achei que foi bem desenvolvido
Desculpa gente KKKK mas a atuação dele discursando e surtando horrores foi muito engraçado e não positivamente falando.
▫️Minhas considerações finais tendo terminado o bl
Apesar do ritmo um pouco lento, eu estava gostando até a metade do episódio 4. Depois foram acontecendo várias situações infelizes de desentendimentos e afins.
Me irritei sim com ambos Armin e Thada por atitudes burras e impensadas em muitos momentos aqui e ali.
Eu soltava um "Aaaah de novo não", a cada momento que o Armin se decepcionava com o Thada e ficava coringando sozinho pensando que a história dele iria se repetir, e que ele sempre é traído e afins.
E o Thada ficar enrolando uma década pra esclarecer coisas que poderiam ser ditas em poucos minutos...
Estranhei o irmão do Thada surtando no último episódio e indo parar num hospital psiquiátrico. Porque não achei que nos demais episódios foi construída essa questão de ele ser literalmente uma pessoa mentalmente desequilibrada. Desesperado e buscando dinheiro, poder e vingança? Sim, claro.
Mas ele parecia bem são e não um fugitivo do CAPS
Outra questão é que eu não entendi porque o Thada nunca contou para o Armin que ele meio que voltou para o passado também e que ele lembrava de alguns acontecimentos do futuro.
No geral eu gostei do romance, eles entregaram uma ótima química. Fiquei passada com o quanto o Pond se entregou nos bjos 👀
O episódio 4 e a ost deles me marcaram demais. Mas vamos combinar que repetiram a mesma ost vezes de mais, poderiam ter variado um pouco.
Viagem no tempo é sempre uma complicação para se trabalhar. Não acho que teve algum furo enorme ou algo do tipo que me incomodou nessa questão.
Apesar de tudo, achei que a trama estava funcionando bem até o episódio 9. A partir dele, eu comecei a sentir uma ponta de cansaço e uma sensação de que a resolução dos mistérios não estavam sendo tão extraordinários como imaginei.
Quero deixar minha gratidão ao Janine e o Assistente Wenai, vulgo, melhores personagens 💅
Enquanto eu assistia, sentia que o Pond me lembrava alguém, e depois que percebi que na minha cabeça ele realmente parece muito uma mistura dos atores coreanos Ro Woon com o Kim Jae-young. Estou viajando em pensar assim?
Gostei do Shipp PeterPond/PanPond enquanto durou, eu entendo que essa questão de shipp fixo pode ser bem tóxica e exaustiva com relação aos fãs, mas no fundo fico triste, pois gostei muito dos dois trabalhando juntos e não reclamaria de outra série com eles!
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School Trip: Joined a Group I’m Not Close To
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Simples e fofo
School Trip é exatamente o que o título entrega: algo simples e fofo. Não tenta ser mais do que é, e talvez esse seja justamente seu maior acerto.O BL segue um caminho bem clichê e leve, focado em um romance escolar que funciona para quem quer assistir algo tranquilo, sem grandes dramas ou reviravoltas.
A história se passa quase inteiramente dentro do mesmo ciclo escolar, o que acaba limitando um pouco o aprofundamento dos personagens. Não dá tempo de conhecer muito além do básico sobre eles, e isso fica perceptível ao longo da trama.
Ainda assim, o objetivo do BL nunca parece ter sido contar uma história complexa ou profunda. Ele aposta no conforto, na delicadeza e na simplicidade, e nisso acerta. Não é o romance mais marcante ou inesquecível que já vi, mas cumpre bem o que promete: leve, agradável e fácil de assistir.
É o tipo de obra perfeita para quem quer algo rápido, doce e sem grandes expectativas.
GOSTEII
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Não é uma obra prima, mas é legalzinha de assistir
Eu fui sem muita expectativa e realmente não esperava gostar o tanto que eu gostei!Foi meu primeiro bl com os Forcebook e simpatizei com eles até. O roteiro é bem simples, mas eles fazem funcionar.
Sobre os personagens Gun e o Cher, eles são muito fofos juntos, gostei do desenvolvimento que eles tiveram. Apesar que acho que não precisava de tantas indas e vindas.
Também gostei da ideia do drama envolvendo a personagem Tian, de quem o Cher gostava no passado, mas como houve um crime horrível, gostaria de ter visto um desfecho com o cara e aquela mulher na cadeia.
Simpatizei com o Jack, mas fiquei seriamente confusa em vários momentos em que achei que ele gostava do Cher. A depressão dele também foi abordada bem brevemente, acho que só por uma tentativa de dar profundidade ao personagem.
Casais secundários nem sempre chamam a minha atenção e aqui segue igual.
Agora falando sobre um episódio em específico Aaaaaaaa aquele EP 9 foi uma desgraça, eles ficaram se machucando atoa, que ódio 😭
Eu ficava o tempo todo pensando "Não digam nada que vocês possam se arrepender depois."
Só achei que depois dessa p*t4 discussão que eles tiveram, o casal se resolveu muito rápido. Ok que o momento pedia, mas ainda assim achei muito rápido. Pois considerando que eles falaram muitas coisas que não queriam ter falado, acho que a reconciliação deveria ter sido um pouco mais densa também
Admito que odeio essa ferramenta dramática recorrente em muitas narrativas de usar a mentira/omissão da verdade para gerar um grande conflito do meio pro final da história. Pq é sofrimento na certa para os personagens e para nós expectadores 🥲
E a gente sabe que em algum momento vai dar ruim pq certo personagem esconde algo e em algum momento vai vir a tona da pior forma possível. Poderia citar vários exemplos aqui em outros bls, mas me dói só de lembrar.
Não houve nenhum vilão ou algo muito emocionante que fizesse o casal se separar, foi apenas o clichê de rico e clt e "Meu filho merece coisa melhor que você e pi pi pi".
Mas no geral acho que A Boss And a Baby trouxe e fez uma trama básica, mas é aquele caso em que se faz o básico bem feito, então acabou sendo uma ótima obra leve com pitadas de dramas para não deixar os personagens e a trama muito rasos. E pra mim funcionou perfeitamente!
Fiquem aqui com algumas citações lindas, que só de ler eu consigo lembrar direitinho das cenas!
"Quero te ver todos os dias. Gosto de mim quando estou com você".
"Alguém como eu não ouve música. Eu só ouço a sua voz"
"Sua mãe lhe deu apenas um coração. Mas você deu tudo a ele".
"— Só porque você gosta de mim, não significa que vai gostar de tudo em mim. Os humanos nascem em condições diferentes e vivem estilos de vida diferentes. Não há como nos darmos (bem) 100%
— Mas eu estou disposto a me ajustar pra você".
"Terminar enquanto ainda está apaixonado é mais doloroso do que terminar depois de deixar de amar".
"— Ela(Tian) permanecerá para sempre no coração dele (Cher)
— Se ela é a pessoa no coração dele. E você (Gun)? Quem é você?
— Se Cher permitir, posso ser seu presente e seu futuro".
"Viver sem você é como viver com algo faltando".
GOSTEIIIII 🥰
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Legalzinha!
Esse é o meu primeiro contato com BigPark e eles me surpreenderam pois tem uma química melhor do que eu esperava. Acho que eles entregaram bastante no quesito romanceGosto desse tipo de plot de ir para outro mundo, assumir outra identidade ou reencarnar em alguma história, então já leva ponto comigo aqui.
Também gostei do humor da série, me tirou algumas gargalhadas boas.
Considero uma série mais leve do que agitada e cheia de acontecimentos.
Meu personagem favorito foi com certeza aquele mordomo/espião que apareceu na primeira metade do bl, que brother engraçado sério KK
Não costumo ter apego com casais secundários e aqui continuei na mesma. Mas dou crédito ao desenvolvimento deles porque teve um começo, um meio e um fim bonitinho.
A treta com a mãe foi ok, a treta com o pai logo depois eu achei um pouco forçado, não achei que precisava.
Ao invés dessa nova reviravolta do pai não aceitar o casamento e do ex doido da cabeça, eu preferiria muito mais que o Apo original tivesse voltado lá para o ep 7/8 pra gerar um drama e ter um reencontro bonito no final. Sei que seria um clichê, mas acho que é um clichê que funcionaria aqui.
Também não ficou muito claro se o Apo assumia a identidade do Thorn no outro mundo ou não, dava pra ter cortado aquela treta toda do casamento e ter desenvolvido um pouco mais o Apo, pois no final ficou claro que ele não era só um rico, esnobe e mimado e eu queria pode ter entendido melhor o porque.
Mas no geral é uma série gostosinha pra passar o tempo!
GOSTEI ATÉ 😄
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Dá pra dizer que é superestimado se bastante gente não gostou?
Comecei a assistir meio que por obrigação, pois Zeenunew era um shipp que eu queria conhecer. E como Cutie Pie não funcionou pra mim e eu dropei, só me sobrou The Next Prince, que eu já tinha dado uma olhada e visto que tinha gente odiando e gente amando.De início até achei legalzinho (apesar de ter demorado eras pra engatar e assistir de vez), porque convenhamos que todo mundo gosta de uma boa história de romance com guarda-costas.
Quando a história começa de verdade lá no país, estado, cidade, sei lá, que apesar de eles falarem o nome diversas vezes, não foi o suficiente pra eu lembrar
Enfim, quando a história chega no reino e, conforme vai passando, um monte de outras histórias parecem se colidir como uma mistura de Harry Potter + Bridgerton + Jogos Vorazes. E vamos combinar que nada foi muito bem feito.
Sobre o plot do cara sem herdeiros estar por trás de tudo, eu já tinha imaginado a possibilidade, pois, pra alguém que não iria participar da competição pelo trono, ele estava muito tranquilo. Seria óbvio demais se fossem os outros. Mas, ainda assim, depois de mostrar a história dele, não me desceu muito bem ele ser considerado o vilão da história. Ele foi uma verdadeira vítima. Aquele velho daquele rei inútil não ligou para os problemas e para o povo do reino dele, e, como consequência, muitas pessoas morreram.
E o Khanin sequer ter lamentado a morte daquele velho me incomodou, porque, primeiro, ele mal o conhecia e, ainda mais depois de conviver um pouco, ver as atitudes e saber dos podres, não me agrada que ele tenha sido o “pobrezinho” no final.
O problema em si das minas lá e a intoxicação que estavam causando foi tratado de uma forma meio meh. Nenhuma das pessoas teve justiça ou qualquer coisa pelos anos de exposição.
E aquela cena do Khanin cantando do nada? KKKKK Aí eu senti que quiseram fazer algo tipo a cena de Jogos Vorazes, quando a Katniss e a multidão cantam “Árvore-Forca” (The Hanging Tree). Mas nesse BL eu achei tão aleatório e sem peso. Pareceu que só queriam deixar o Nunew cantar pra promover a carreira dele como cantor/dons artísticos. Tipo: “Olha! O nosso ator sabe cantar, viu??”
Sobre o romance
Como já disse, tramas com guarda-costas me agradam. Não desgostei do Khanin e do Charan; achei fofinhos até. Mas, sei lá… não senti que eles tinham aquela química de explodir os olhos. Eles entregaram, sim, bastante NC, mas achei que nem nelas entregaram a química que eu queria ver. Pois acho, sinceramente, que outros shipps já entregaram muito mais química em cenas onde tinha apenas uma troca de olhares, e às vezes até sem necessidade de NC.
Os demais casais não me instigaram: o príncipe Ramil e o coitado do masoquista dele, que ficou aceitando pisão na cara e humilhação por “amor”. E o príncipe Calvin e o Jay, que achei promissor, mas não tiveram tempo de entregar muito.
Sobre as competições
Vou dizer que foram patéticas apenas. A trama criou todo um auê por causa dessa competição pelo trono, e as “provas” foram tão toscas e rápidas em comparação à toda a preparação que os herdeiros fizeram pra ganhar nessas provas super difíceis.
E sobre toda a questão feminista e antimisoginia da princesa Ava, que foi simplesmente jogada no saco quando ela desistiu da competição??? Achei tãaao nada a ver. Até a justificativa dada pra abstenção da competição… seria muito melhor ela perder com honra do que desistir de algo que, de início, ela lutou tanto pra conseguir.
Concluindo: acho que realmente é uma série que tem um cenário e figurinos muito bonitos, mas que peca no roteiro, com episódios demais que, ainda assim, conseguiram um desenvolvimento fraco e arrastado.
GOSTEI +-
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Gêmeos a bordo
Acabei de assistir o primeiro episódio apenas e já tenho algumas críticas de coisas que achei, no mínimo, incoerentes.Primeiro: os pais desses gêmeos querendo dar uma de pais de Operação Cupido. Tipo “vamos nos separar, cada um leva um filho, e finge que o outro não existe e vida que segue”
Sério, isso é sempre tão?????
Agora, sobre o White passar dez anos na Rússia e voltar como se tivesse ficado dez dias fora da Tailândia… Porque, tirando o “ai, esqueci como fala isso em tailandês”, parecia que ele tinha acabado de voltar de um intercâmbio de duas semanas. Até o brother que ele não via a milênios sabia exatamente onde achar ele, e ainda veio avisar sobre o Black.
E assim… esse White é burro? Porque, sinceramente, precisava tatuar o braço e fazer piercings DE VERDADE? Quem tem tatuagem e piercing sabe perfeitamente que dá pra notar quando algo é recente e quando tem anos de feito. Acho que dava pra usar brincos de pressão e tatuagem falsa tranquilamente.
E o pior: ele simplesmente se enfiou no meio dos amigos do Black sem saber absolutamente nada do que o Black fazia lá, como ele agia, quem eram aquelas pessoas além do básico.
Indo pro segundo episódio, eu achei hilário o quanto eles tiveram que revisar o plano cinquenta vezes (que nem era tão complicado assim). Mas, claro, super conveniente pro White, já que ele não sabia nada mesmo. Ele não convence como Black nem por um segundo. Está o tempo todo com cara de cachorro assustado e, sinceramente, a sorte dele é que aparentemente todo mundo ao redor é mais lerdo do que ele, porque ninguém percebe nada. Nem parece que ele tenta agir como o irmão, ele tenta agir como ele acha que os outros acham que o irmão dele age. Deu pra entender?
E isso porque, né… dez anos é MUITA coisa. Ele praticamente não conhecia mais o próprio irmão.
Mas beleza, todo mundo começa a ensinar tudo do zero pro White como se fosse suuuuper normal "O Black" ter esquecido/ficado pior em tudo o que sabia. Só o Sean mesmo pra desconfiar antes e por motivos muito óbvios.
Eu ri demais que tentaram dar um ar da audácia de Divergente na parte deles pulando os lugares lá e fazendo parkour KK
Mais a frente o White solta a seguinte frase: “Tenho certeza que ninguém sabe que eu não sou o Black.”
E nossa KKKKK… alguém tem que avisar que ele está sendo um pouco pretensioso. Pq não é como se ele estivesse interpretando muito bem o papel de Black 🙄
Sobre o plot: eu sabia que o Todd era o responsável. Primeira vez na vida que descubro um plot twist antes da hora.
Agora: pra mim não fez sentido nenhum o Sean não perceber que o Black não era o Black. Até um pouco antes do primeiro beijo, eu tinha CERTEZA que ele sabia. Tive ainda mais certeza quando o White perguntou se estaria tudo bem se ele não fosse o Black que o Sean conhecia. Mas não, ele realmente não sabia...
COMO ELE NAO SABIA??? Jurei que ele tinha visto a identidade do White quando ele dormiu na casa do Black e mexeu nas coisas
E o White dava tanto na cara com vários deslizes e atitudes que o Black nunca faria. Então achei meio zoado que o Sean tenha bjado o White ainda pensando que ele era o Black.
No geral, acho que estava esperando muito do personagem do Black. Ele ficou meio apagado, e pelo o que diziam dele pensei que ele seria o maioral, intocável que amedronta todo mundo, mas ele apanhou mais do que eu esperava. Na real ele era bem babaca com todo mundo, até com o irmão... Sim, fiquei ressentida com o tapa gratuito que ele deu no White, deveria ter recebido de volta.
Sobre o romance…
Eu não estava muito empolgada com os dois no começo. Foi meu primeiro BL do ship OffGun, então eu nem tinha aquela relação de já conhecer os atores em outras obras. E o personagem do Gun me irritou um pouco no início, achei ele meio chatinho e burrinho.
Mas, surpreendentemente, o romance fluiu melhor do que eu esperava.
Sobre o outro casal eu não tenho muito oq dizer, não me conectei muito com eles.
Aquela cena da bandeira foi linda, acho que é uma das mais marcantes do BL pra todo mundo que viu.
Sobre a parte do tema político
Além de toda a novela dos gêmeos, Not Me tá claramente querendo falar de política, injustiça e do jeito que o poder funciona. A série bate muito na ideia de que quem tem dinheiro e influência controla tudo polícia, decisões, justiça… literalmente a vida das pessoas comuns. Eles mostram empresários e políticos passando por cima de qualquer um, enquanto o povo não tem voz nenhuma.
E por mais que no final o grupo consiga derrubar “o cara poderoso da vez”, a mensagem é que isso não resolve o problema estrutural. Porque esse tipo de poder é um ciclo sem fim: você tira um, aparece outro. A estrutura podre continua lá, intacta. Ou seja, a luta nunca pode parar porque sempre vai ter alguém tentando usar o poder pra se beneficiar.
É aquela realidade amarga: justiça não é um troféu que você conquista uma vez é uma batalha constante.
Posso dizer que até gostei, mas não o amei o BL
Acho que eu estava esperando uma história diferente, até mais pesada, mas isso da gangue deles ficarem criando planos infalíveis (que sempre falhavam) quebrou um pouco pra mim.
GOSTEI, MAS ME ESTRESSEI 🙂
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Vale a pena assistir pelo menos uma vez !
Vou contar minha experiência na medida em que fui assistindo alguns episódios, então vai ser um texto longo rs.A história começou a me conquistar no EP 2 e eu estava achando perfeito. Mas fiquei com medo, pois vi comentários de gente cheia de ódio falando que depois do EP 9 desandava, então minhas expectativas entraram em conflito e fiquei esperando o pior.
Estou escrevendo essa parte depois de terminar o EP 8 e, até agora, não tenho reclamações. O Mhok e o Day são muito fofos, o desenvolvimento foi muito bom e com a sensibilidade que a história pedia.
Agora... assistindo o EP 10, a mãe do Day soltou a seguinte frase para o Mhok:
"Você o colocou em risco. Só porque você tira ele do quarto não quer dizer que pode levar ele pra qualquer canto. No final das contas, Day ainda é meu filho."
E eu te pergunto então: onde estava você, hein, mãezona?? Que não pode tirar alguns dias pelo filho??
Essa cachorra hipócrita me deixou bem estressada. Isso tudo foi beeeeem irracional da parte dela.
E piora. Essa foi a conversa entre o Night (irmão do Day) e a mãe deles logo depois:
"— Você quer que ele se tranque dentro do quarto novamente?
— Vou perder ele de qualquer forma, não importa o que eu faça. Pelo menos me sinto mais confortável sabendo que ele está dentro do quarto."
Tipo????? Minha filha??? P*t4 justificativa egoísta essa sua, viu.
Continuando no EP 10:
O Night (irmão do Day) se emocionando, e eu me emocionando junto com ele, dizendo:
"Eu pensei que todos tinham esquecido que ensopado de carne é o meu favorito."
O que dizer?? 🥹🥹Parece não significar nada, mas aí você lembra que ele se sentia completamente culpado pelo irmão e até negligenciado pela mãe.
E só agora que percebi que o nome dos irmãos se complementam sendo Day e Night. Nem tinha me ligado antes.
Finalizando o EP 10 e sigo achando 10/10, mas estou com um mau pressentimento, vulgo os emojis que deixaram no EP 11 como: 😭💔🤬💩😨
Devo me preocupar?
Okay... vendo o EP 11, acho que não precisava me preocupar tanto assim.
A grande questão foi o término, porque o Mhok foi escolhido pra ir trabalhar no exterior. Eu entendi na hora, mas achei a revolta do pessoal que odiou meio exagerada, esse tipo de término é bem clichê. Não fiquei irritada, na verdade, achei até bem coerente dentro das opções do roteiro.
Eu não sei ao certo, mas seguindo esse clichê, o término é pra ser algo pensado de propósito pelo Day, porque ele sabia que será uma oportunidade desperdiçada se o Mhok não ir por causa dele. Por isso ele terminou propositalmente, e não porque o Mhok mentiu e sente pena dele e afins, como ele alegou. Mas vamos ver né? Partiu último episódio.
Tá, terminei o BL e aqui vão minhas considerações finais
A questão de se passar três anos para o reencontro deles não me incomodou como geralmente me incomoda. E esse tempo obviamente era necessário e importante pra ambos se descobrirem como indivíduos sem tanta dependência um do outro.
Quase teve o clichê do encontro no aeroporto, mas não veio aí.
E sobre o Day voltar a enxergar: eu gostei sim. Mas, sinceramente, se ele não tivesse voltado, eu também teria gostado. Não é todo mundo que tem a oportunidade que ele teve, então seria igualmente realista se optassem por deixar o personagem cego. Independente disso, achei que terminou bem.
Agora sobre o que não me agradou 100%
Eu particularmente teria preferido se o Mhok tivesse mesmo pego o vôo depois da rejeição no casamento, e que o Day fosse atrás dele até o outro país lá. Acho que tornaria um pouco mais significativo, considerando que foi o Day que rejeitou o Mhok ao longo da história não uma, nem duas, mas três vezes.
O motivo pelo qual o Day resolveu terminar não foi o motivo clichê (mas funcional) que pensei.
A série tenta mostrar que ele realmente terminou por causa da mentira e por achar que o Mhok sentia pena dele por ser cego. Só que isso nunca fez sentido pra mim. Em nenhum momento o Mhok agiu por pena, e nem acho que ele estivesse errado nesse ponto.
Quando o Day pergunta se, caso ele fosse “normal”, o Mhok também teria mentido, a resposta mais coerente com quem o Mhok é seria “sim”. Não por causa da deficiência do Day, mas porque ele estava completamente apaixonado e, além disso, carregava um gatilho enorme por causa do que aconteceu com a irmã. (que inclusive ele revelou ali na hora que a irmã se desviveu e ninguém reagiu a isso tipo???)
O Mhok só tinha medo real de perder outra pessoa importante na vida dele, e esse medo guiou muitas das atitudes dele.
Então, pra mim, o conflito final não encaixa tão bem, porque a série foca a motivação no lugar errado. Senti que isso não bate com o personagem que o Mhok foi criado pra ser, não bate com o que vimos dele até agora, ele não mentiu por pena ou por ver o Day como alguém frágil. Ele mentiu por amor, porque não queria deixar o Day e porque o trauma que ele viveu o deixou hiper-sensível a essa ideia de culpa por não estar presente. É algo profundamente humano, não capacitista!
Outra coisa que me incomodou um pouco foi o Day ter culpado o irmão Night e perdoado o pai num estalar de dedos.
O pai deles literalmente escolheu deixar a esposa pra ficar com outra mulher, já o Night nunca quis o mal do Day. O coitado ia só vomitar (okay que foi consequência das inconsequências dele com bebida), eu entendo que o Day precisava de alguem para descontar a culpa e a frustração. Mas o acidente não foi proposital por isso a gente chama de acidente.
Vi que muita gente não gosta do Day. Eu não desgostei dele em seus momentos de amargura no início, pois foram completa e totalmente compreensíveis. Quem tem ou já teve doenças ou problemas que afetam o corpo de alguma forma sabe bem como é a mistura forte de frustração, melancolia e aquele sentimento de desesperança. Não acho que ele estava errado nessa questão, mas acho que ele estava errado no término dele com o Mhok e na culpa que ele fazia questão de jogar no Night. Tirando isso, ele era uma pessoa muito doce, com um sorriso brilhante que me conquistou em seus melhores momentos, e por isso eu não senti taaaanta raiva dele.
Já o Mhok é um querido, praticamente uma green flag ambulante. Ajudou a ex/amiga grávida, ajudou a melhorar a relação da família do Day e só faltou beijar o chão que o Day pisava.
O casamento e o pequeno, mas fofo, desenvolvimento da Porjai com o Night foi uma graça. Por sinal, gostei muito da personagem da Porjai.
No geral, acho que é um bl muito bom, entendo muito o reconhecimento e porque muitas pessoas gostaram. Eu recomendaria sem nem pensar, pois acho que apesar de algumas decisões de roteiro aqui e ali que eu mudaria, é uma história que vale muito apena!
AMEIII MUITO 🥹🥹🥹❤️
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