This review may contain spoilers
“Prisioneiros da Beleza”
“Prisioneiros da Beleza” é um dorama que me prendeu bastante no início. A história é boa, o tema é envolvente e o casal principal realmente tem química. Eu gostei bastante da protagonista, ela é o tipo de personagem que eu admiro: inteligente, decidida, estratégica. É o tipo de personagem que não abaixa a cabeça pra ninguém. Ela luta, se arrisca e protege quem ama, mas sem deixar de ser ela mesma. Isso é raro de ver em doramas, porque muitas protagonistas acabam sendo dependentes, frágeis ou só vivem em função do homem. E em muitos doramas eu vejo que eles tentam fazer uma protagonista independente colocando ela para maltratar o protagonista, o que não acontece nesse dorama
O protagonista também é interessante. Ele é frio, mas ao mesmo tempo caloroso. Um personagem complexo, que se mostra vulnerável conforme a história avança. Eles estão sempre se protegendo, o que é bonito de ver. E o mais marcante: ela faz ele deixar de lado o ódio que carregava pelo clã Qião. Ele aprende a superar uma mágoa profunda por algo que nem foi culpa da esposa dele, e sim do avô dela. Isso mostra um amadurecimento legal por parte dele, mas confesso que achei mal explicado no dorama. Ficou um pouco confuso, e isso me incomodou.
Outra coisa que me pegou foi o ritmo. Achei que o casal principal se resolveu muito cedo. Eu, particularmente, gosto quando os personagens demoram pra se acertar, quando tem aquela tensão e o romance só vai se desenrolando mais pro fim. Aqui, os conflitos passaram a ser só políticos, e isso não me prendeu tanto. Chegou uma hora que eu arrastei um pouco pra terminar.
Sobre o final… não curti. Achei apressado e mal fechado. Um personagem importante morreu, e também a prima da mamã, que era quase uma irmã pra ela. E simplesmente não mostraram como a mamã reagiu. Deixaram como se ela nem soubesse da morte da própria prima, e isso tirou muito da emoção que poderia ter tido ali.
Além disso, a morte da protagonista me deixou com dúvidas. Ela não caiu de uma altura tão grande, então fiquei meio sem entender, embora talvez o trauma na cabeça justifique. Mas mesmo assim, achei que faltou mais construção nesse momento.
E por fim, senti falta de mais cenas entre a filha do casal e os pais. Teria sido legal ver mais da relação dos dois com a filha, especialmente do protagonista com ela.
O protagonista também é interessante. Ele é frio, mas ao mesmo tempo caloroso. Um personagem complexo, que se mostra vulnerável conforme a história avança. Eles estão sempre se protegendo, o que é bonito de ver. E o mais marcante: ela faz ele deixar de lado o ódio que carregava pelo clã Qião. Ele aprende a superar uma mágoa profunda por algo que nem foi culpa da esposa dele, e sim do avô dela. Isso mostra um amadurecimento legal por parte dele, mas confesso que achei mal explicado no dorama. Ficou um pouco confuso, e isso me incomodou.
Outra coisa que me pegou foi o ritmo. Achei que o casal principal se resolveu muito cedo. Eu, particularmente, gosto quando os personagens demoram pra se acertar, quando tem aquela tensão e o romance só vai se desenrolando mais pro fim. Aqui, os conflitos passaram a ser só políticos, e isso não me prendeu tanto. Chegou uma hora que eu arrastei um pouco pra terminar.
Sobre o final… não curti. Achei apressado e mal fechado. Um personagem importante morreu, e também a prima da mamã, que era quase uma irmã pra ela. E simplesmente não mostraram como a mamã reagiu. Deixaram como se ela nem soubesse da morte da própria prima, e isso tirou muito da emoção que poderia ter tido ali.
Além disso, a morte da protagonista me deixou com dúvidas. Ela não caiu de uma altura tão grande, então fiquei meio sem entender, embora talvez o trauma na cabeça justifique. Mas mesmo assim, achei que faltou mais construção nesse momento.
E por fim, senti falta de mais cenas entre a filha do casal e os pais. Teria sido legal ver mais da relação dos dois com a filha, especialmente do protagonista com ela.
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