monster é um filme que sente.
assistir esse filme pela primeira vez é realmente uma experiência. você começa hipnotizado pela cinematografia, então, aos poucos a crítica é construída e vai de pouquinho em pouquinho explodindo a sua cabeça. é uma daquelas experiências em que o cinema deixa de ser só narrativa e se transforma em sensação.
“who’s the monster?”
as crianças não nascem com medo de quem são. elas aprendem a ter medo – do sentimento, do que pensam, do que amam. aprendem a se moldar pra caber em expectativas. então, acreditam que o erro está nelas, mas, o verdadeiro monstro está no olhar de quem provoca o medo.
que o mundo deixe de ser um lugar onde é mais fácil moldar uma criança ao medo do que abraçar sua verdade. ser lgbt não é algo a se envergonhar.
assistir esse filme pela primeira vez é realmente uma experiência. você começa hipnotizado pela cinematografia, então, aos poucos a crítica é construída e vai de pouquinho em pouquinho explodindo a sua cabeça. é uma daquelas experiências em que o cinema deixa de ser só narrativa e se transforma em sensação.
“who’s the monster?”
as crianças não nascem com medo de quem são. elas aprendem a ter medo – do sentimento, do que pensam, do que amam. aprendem a se moldar pra caber em expectativas. então, acreditam que o erro está nelas, mas, o verdadeiro monstro está no olhar de quem provoca o medo.
que o mundo deixe de ser um lugar onde é mais fácil moldar uma criança ao medo do que abraçar sua verdade. ser lgbt não é algo a se envergonhar.
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