This review may contain spoilers
Por que parei em The Love Never Sets
Se o título diz que o amor nunca se põe, eu discordo: para mim, o sol não só se pôs, como já é madrugada e eu estou no escuro. Decidi abandonar o barco no episódio 12 e trago aqui os recibos do porquê esse roteiro parece ter sido escrito por um gerador automático de clichês com mau contato.
1. O protagonista é um "ímã de problemas" (sem bateria)
O roteiro insiste em colocar o protagonista em situações de "perigo" que poderiam ser resolvidas com um simples uso de lógica básica ou um sinal de Wi-Fi. A passividade dele chegou a um nível que eu não sabia se estava assistindo a um drama romântico ou a um documentário sobre como ser uma porta decorativa.
2. O Vilão Caricato de Desenho Animado
Temos um vilão cujas motivações são tão profundas quanto um pires. Ele não tem um plano, ele tem um "surto agendado" por episódio. As vilanias são tão datadas que eu esperava que ele soltasse uma risada maléfica e acariciasse um gato branco a qualquer momento. Spoiler: não é intimidador, é só vergonha alheia.
3. Diálogos que Parecem Biscoitos da Sorte
As conversas entre o casal principal seguem um padrão exaustivo:
Protagonista A: "Eu te amo, mas não posso te contar o porquê de estar sofrendo."
Protagonista B: "Eu entendo, vou ficar parado aqui com cara de paisagem até o próximo mal-entendido evitável."
4. A Física do Roteiro: Onde o Tempo não Existe
No episódio 12, percebi que a trama anda em círculos tão perfeitos que o roteiro poderia ser usado para testar a estabilidade de um compasso. Nada avança. É o famoso "encher linguiça" gourmet. A cada 20 minutos de tela, temos 15 minutos de flashbacks de coisas que acabamos de ver há 5 minutos.
Veredito: "The Love Never Sets" tentou entregar um épico romântico, mas entregou uma aula de como testar a pressão arterial do telespectador. Minha saúde mental agradece a desistência.
Nota de Despedida: 1.5/5 estrelas (pela fotografia, porque o resto está nas mãos de Deus).
1. O protagonista é um "ímã de problemas" (sem bateria)
O roteiro insiste em colocar o protagonista em situações de "perigo" que poderiam ser resolvidas com um simples uso de lógica básica ou um sinal de Wi-Fi. A passividade dele chegou a um nível que eu não sabia se estava assistindo a um drama romântico ou a um documentário sobre como ser uma porta decorativa.
2. O Vilão Caricato de Desenho Animado
Temos um vilão cujas motivações são tão profundas quanto um pires. Ele não tem um plano, ele tem um "surto agendado" por episódio. As vilanias são tão datadas que eu esperava que ele soltasse uma risada maléfica e acariciasse um gato branco a qualquer momento. Spoiler: não é intimidador, é só vergonha alheia.
3. Diálogos que Parecem Biscoitos da Sorte
As conversas entre o casal principal seguem um padrão exaustivo:
Protagonista A: "Eu te amo, mas não posso te contar o porquê de estar sofrendo."
Protagonista B: "Eu entendo, vou ficar parado aqui com cara de paisagem até o próximo mal-entendido evitável."
4. A Física do Roteiro: Onde o Tempo não Existe
No episódio 12, percebi que a trama anda em círculos tão perfeitos que o roteiro poderia ser usado para testar a estabilidade de um compasso. Nada avança. É o famoso "encher linguiça" gourmet. A cada 20 minutos de tela, temos 15 minutos de flashbacks de coisas que acabamos de ver há 5 minutos.
Veredito: "The Love Never Sets" tentou entregar um épico romântico, mas entregou uma aula de como testar a pressão arterial do telespectador. Minha saúde mental agradece a desistência.
Nota de Despedida: 1.5/5 estrelas (pela fotografia, porque o resto está nas mãos de Deus).
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