Me and Thee mostrou que ousadia também é forma de carinho pelo gênero.
Para analisar Me and Thee como um todo, preciso dizer que esta série foi a lufada de ar fresco que eu não sabia que o "universo PondPhuwin" precisava. Como espectador, sinto que finalmente a GMMTV permitiu que eles saíssem da zona de conforto do drama denso para abraçar o puro entretenimento, e o resultado é uma comédia romântica tecnicamente impecável.
1. O Roteiro e a "Metalinguagem"
O que mais me prendeu no roteiro foi a coragem de ser absurdo. A ideia de um herdeiro de máfia que vive em uma bolha de novelas tailandesas é genial porque permite que a série ria de si mesma. Eu senti que cada clichê que eu criticava em outros BLs foi colocado aqui de propósito, como uma piada interna entre a produção e o público. O roteiro não tenta ser um suspense policial sério; ele é uma sátira romântica que mantém um ritmo ágil e muito divertido.
2. Atuação: A Redescoberta de PondPhuwin
Acompanhando a trajetória dos dois, minha percepção é que Pond Naravit encontrou seu "lugar ao sol" na comédia. Ele entrega um Thee que poderia ser irritante, mas que se torna adorável em sua desconexão com a realidade. Já Phuwin é o equilíbrio necessário; ele traz a maturidade técnica que o personagem Peach exige, servindo como o fio condutor que nos mantém emocionalmente investidos enquanto as loucuras acontecem ao redor. A química entre eles, agora mais madura, funciona sem esforço.
3. Produção, Estética e VisualFX
Visualmente, a série é um deleite. A produção não economizou em cenários luxuosos e uma fotografia vibrante que salta aos olhos. O que mais me chamou a atenção foram os VisualFX: ao contrário de séries que tentam esconder efeitos simples, Me and Thee os usa de forma estilizada para acentuar o humor. São edições gráficas e cortes rápidos que dão um ar de "mangá live-action", algo que considero um acerto para o tom da obra.
4. Trilha Sonora e Ritmo
A OST cumpre exatamente o que promete: músicas chicletes que grudam na cabeça e sublinham a energia caótica do casal. A trilha não tenta ser épica, ela tenta ser divertida, e isso ajuda muito a manter o clima leve mesmo quando a trama da máfia ganha alguns minutos de tela.
Meu Veredito Final
Para mim, Me and Thee é a prova de que um BL não precisa de grandes tragédias para ser memorável. É uma obra que prioriza a diversão e a excelência técnica. Se eu tivesse que resumir, diria que é uma série feita por pessoas que amam o gênero e sabem exatamente como brincar com ele. É, sem dúvida, um dos pontos altos da GMMTV em 2025.
1. O Roteiro e a "Metalinguagem"
O que mais me prendeu no roteiro foi a coragem de ser absurdo. A ideia de um herdeiro de máfia que vive em uma bolha de novelas tailandesas é genial porque permite que a série ria de si mesma. Eu senti que cada clichê que eu criticava em outros BLs foi colocado aqui de propósito, como uma piada interna entre a produção e o público. O roteiro não tenta ser um suspense policial sério; ele é uma sátira romântica que mantém um ritmo ágil e muito divertido.
2. Atuação: A Redescoberta de PondPhuwin
Acompanhando a trajetória dos dois, minha percepção é que Pond Naravit encontrou seu "lugar ao sol" na comédia. Ele entrega um Thee que poderia ser irritante, mas que se torna adorável em sua desconexão com a realidade. Já Phuwin é o equilíbrio necessário; ele traz a maturidade técnica que o personagem Peach exige, servindo como o fio condutor que nos mantém emocionalmente investidos enquanto as loucuras acontecem ao redor. A química entre eles, agora mais madura, funciona sem esforço.
3. Produção, Estética e VisualFX
Visualmente, a série é um deleite. A produção não economizou em cenários luxuosos e uma fotografia vibrante que salta aos olhos. O que mais me chamou a atenção foram os VisualFX: ao contrário de séries que tentam esconder efeitos simples, Me and Thee os usa de forma estilizada para acentuar o humor. São edições gráficas e cortes rápidos que dão um ar de "mangá live-action", algo que considero um acerto para o tom da obra.
4. Trilha Sonora e Ritmo
A OST cumpre exatamente o que promete: músicas chicletes que grudam na cabeça e sublinham a energia caótica do casal. A trilha não tenta ser épica, ela tenta ser divertida, e isso ajuda muito a manter o clima leve mesmo quando a trama da máfia ganha alguns minutos de tela.
Meu Veredito Final
Para mim, Me and Thee é a prova de que um BL não precisa de grandes tragédias para ser memorável. É uma obra que prioriza a diversão e a excelência técnica. Se eu tivesse que resumir, diria que é uma série feita por pessoas que amam o gênero e sabem exatamente como brincar com ele. É, sem dúvida, um dos pontos altos da GMMTV em 2025.
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