Brutal, instigante e impossível de esquecer
Assisti Battle Royale pela primeira vez recentemente e não consegui tirá-lo da cabeça — revi poucos dias depois. É um daqueles filmes que te marcam pela intensidade e pelo choque, mas também pela reflexão que provoca.
A premissa é simples e extrema: uma sala de aula jogada em um jogo de sobrevivência até restar apenas um. Mas a execução é onde o filme realmente brilha. Cada morte tem peso, cada escolha dos personagens revela algo sobre medo, amizade, desespero ou esperança. Apesar da violência gráfica, o foco está na psicologia dos jovens e nas diferentes formas de encarar o caos.
O elenco jovem, ainda que extenso, consegue transmitir emoções fortes, e Takeshi Kitano como o professor é simplesmente memorável. A direção é crua e direta, com uma tensão constante que não te dá respiro. A trilha sonora clássica, quase irônica em contraste com a violência, é um toque brilhante.
Battle Royale é desconfortável, mas necessário. Reassistir tão cedo depois só reforçou o quanto ele é bem construído e impactante. Um filme que não envelhece, ainda mais em tempos de discussões sobre autoritarismo, juventude e controle social.
Altamente recomendado para quem gosta de cinema provocativo e que deixa cicatrizes (no bom sentido).
A premissa é simples e extrema: uma sala de aula jogada em um jogo de sobrevivência até restar apenas um. Mas a execução é onde o filme realmente brilha. Cada morte tem peso, cada escolha dos personagens revela algo sobre medo, amizade, desespero ou esperança. Apesar da violência gráfica, o foco está na psicologia dos jovens e nas diferentes formas de encarar o caos.
O elenco jovem, ainda que extenso, consegue transmitir emoções fortes, e Takeshi Kitano como o professor é simplesmente memorável. A direção é crua e direta, com uma tensão constante que não te dá respiro. A trilha sonora clássica, quase irônica em contraste com a violência, é um toque brilhante.
Battle Royale é desconfortável, mas necessário. Reassistir tão cedo depois só reforçou o quanto ele é bem construído e impactante. Um filme que não envelhece, ainda mais em tempos de discussões sobre autoritarismo, juventude e controle social.
Altamente recomendado para quem gosta de cinema provocativo e que deixa cicatrizes (no bom sentido).
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