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A Vida Real Não Cabe na Tela
Uma carta de amor ao cinema romântico e uma crítica afiada às mídias que ignoram a complexidade da vida real. O roteiro é autoconsciente e discute arquétipos da realidade enquanto os personagens os vivenciam. A relação de Karl e Vlad, que inicia com uma "proximidade forçada", não é explosiva, e sim terna e doméstica, construída com pequenos gestos. A autoaceitação de Karl mostra a realidade: não é um interruptor que se liga; é um processo confuso e não-linear. O que para muitos podem considerar frustrante, para mim foi uma reafirmação da verdade: os conflitos não são magicamente resolvidos e a vida não é um conto de fadas.
Obs: A OST é espetacular!
Obs: A OST é espetacular!
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