A Caminho do Céu” — ou do coração?
Esse drama não só limpa casas após a morte… limpa também a bagunça emocional que deixamos debaixo do tapete.
A Caminho do Céu emociona com delicadeza e coragem. Toca na exclusão social de forma comovente ao mostrar Geu Roo, um jovem autista que, mesmo cercado de preconceitos, nos ensina o que é empatia verdadeira. Ele não é retratado como “especial” no sentido piegas, mas como alguém inteiro, com rotinas, limites e uma sensibilidade que o mundo ainda não sabe como acolher.
A relação dele com Sang Goo — o tio bronco, traumatizado e cheio de rachaduras — é um convite à reconstrução: de vínculos, de respeito, de humanidade. Juntos, eles não só organizam os pertences de quem partiu, mas organizam o que ainda pode ser salvo entre os vivos.
Essa série fala sobre morte, sim. Mas o que ela grita de verdade é: a vida importa em cada detalhe, inclusive os que o mundo costuma ignorar.
“Geu Roo não fala muito. Mas o silêncio dele grita por inclusão.”
A Caminho do Céu emociona com delicadeza e coragem. Toca na exclusão social de forma comovente ao mostrar Geu Roo, um jovem autista que, mesmo cercado de preconceitos, nos ensina o que é empatia verdadeira. Ele não é retratado como “especial” no sentido piegas, mas como alguém inteiro, com rotinas, limites e uma sensibilidade que o mundo ainda não sabe como acolher.
A relação dele com Sang Goo — o tio bronco, traumatizado e cheio de rachaduras — é um convite à reconstrução: de vínculos, de respeito, de humanidade. Juntos, eles não só organizam os pertences de quem partiu, mas organizam o que ainda pode ser salvo entre os vivos.
Essa série fala sobre morte, sim. Mas o que ela grita de verdade é: a vida importa em cada detalhe, inclusive os que o mundo costuma ignorar.
“Geu Roo não fala muito. Mas o silêncio dele grita por inclusão.”
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