Quando o sistema sangra e a alma não cicatriza
Segura a emoção porque a temporada 2 de D.P. não pisa no freio , ela vem com mais força, mais camadas, e mais verdades desconfortáveis. Se a primeira temporada já era um soco no estômago, essa segunda é tipo levar o golpe... e continuar de pé mesmo assim.
A caçada continua. Mas agora, quem corre não são só os desertores, é todo mundo tentando escapar de um sistema que insiste em engolir gente por dentro.
Na segunda temporada, D.P. aprofunda o buraco. Vai fundo no que ficou mal resolvido, escancara os silêncios, e mostra que quando não se trata a ferida... ela infecciona. Ahn Jun Ho (Jung Hae In) e Han Ho Yeol (Koo Kyo Hwan) retornam com mais peso nas costas, mais dúvidas, e menos ilusões. Agora eles já entenderam que o problema não são os desertores , é a estrutura apodrecida que os produz.
A série faz o que poucos têm coragem: encarar de frente a violência institucional como um ciclo doente, quase hereditário. E tudo isso com roteiro tenso, atuações viscerais e uma direção que não romantiza nada.
Não é entretenimento leve. É realidade embrulhada em boa ficção.
“Algumas guerras não têm trincheiras. Têm fardas, silêncio... e a ordem de não sentir.”
A caçada continua. Mas agora, quem corre não são só os desertores, é todo mundo tentando escapar de um sistema que insiste em engolir gente por dentro.
Na segunda temporada, D.P. aprofunda o buraco. Vai fundo no que ficou mal resolvido, escancara os silêncios, e mostra que quando não se trata a ferida... ela infecciona. Ahn Jun Ho (Jung Hae In) e Han Ho Yeol (Koo Kyo Hwan) retornam com mais peso nas costas, mais dúvidas, e menos ilusões. Agora eles já entenderam que o problema não são os desertores , é a estrutura apodrecida que os produz.
A série faz o que poucos têm coragem: encarar de frente a violência institucional como um ciclo doente, quase hereditário. E tudo isso com roteiro tenso, atuações viscerais e uma direção que não romantiza nada.
Não é entretenimento leve. É realidade embrulhada em boa ficção.
“Algumas guerras não têm trincheiras. Têm fardas, silêncio... e a ordem de não sentir.”
Was this review helpful to you?


