Aaaah, Doona! 😮💨
Esse dorama é tipo aquele relacionamento que você entra achando que vai ser só um affair leve... e de repente você tá na fossa, ouvindo balada triste coreana às 3h da manhã, perguntando pro universo:
“por que me fizeram amar alguém que não sei se vai voltar?”
E sim, aquele final me deixou com abstinência emocional.
🎤🏠 Eu só queria um romance universitário fofo. Acabei envolvida com trauma, idol em colapso e um amor que me deixou em standby.
Quando comecei Doona!, achei que seria leve. A idol aposentada, excêntrica e instável, cruzando o caminho de um estudante certinho, esforçado e gentil. A química veio forte, os diálogos começaram tímidos, mas cheios de tensão contida, e de repente eu tava envolvida até a alma.
Doona não é fácil de amar. Ela é caos, carência, defesa e brilho. E o Won Jun é tudo o que ela não é: equilíbrio, calma, cuidado. Mas a série não romantiza isso. Ela mostra o conflito: como amar alguém que ainda está tentando sobreviver à própria história?
Me pegou pela vulnerabilidade dos dois. Pela forma como os traumas dela aparecem no cotidiano. Pela paciência dele, mesmo sem ter todas as respostas. E aí… aquele final.
Aquilo não foi final, foi vírgula mal posicionada. Me deixou com cara de “hein?”, com coração na mão e playlist triste no repeat. Entendo a proposta aberta, a escolha artística, mas me dá uma segunda temporada pelo amor de todas as baladas melancólicas do K-pop.
✨ Nem todo amor precisa durar pra ser inesquecível. Mas algumas histórias merecem um recomeço, nem que seja só pra gente respirar em paz.
Esse dorama é tipo aquele relacionamento que você entra achando que vai ser só um affair leve... e de repente você tá na fossa, ouvindo balada triste coreana às 3h da manhã, perguntando pro universo:
“por que me fizeram amar alguém que não sei se vai voltar?”
E sim, aquele final me deixou com abstinência emocional.
🎤🏠 Eu só queria um romance universitário fofo. Acabei envolvida com trauma, idol em colapso e um amor que me deixou em standby.
Quando comecei Doona!, achei que seria leve. A idol aposentada, excêntrica e instável, cruzando o caminho de um estudante certinho, esforçado e gentil. A química veio forte, os diálogos começaram tímidos, mas cheios de tensão contida, e de repente eu tava envolvida até a alma.
Doona não é fácil de amar. Ela é caos, carência, defesa e brilho. E o Won Jun é tudo o que ela não é: equilíbrio, calma, cuidado. Mas a série não romantiza isso. Ela mostra o conflito: como amar alguém que ainda está tentando sobreviver à própria história?
Me pegou pela vulnerabilidade dos dois. Pela forma como os traumas dela aparecem no cotidiano. Pela paciência dele, mesmo sem ter todas as respostas. E aí… aquele final.
Aquilo não foi final, foi vírgula mal posicionada. Me deixou com cara de “hein?”, com coração na mão e playlist triste no repeat. Entendo a proposta aberta, a escolha artística, mas me dá uma segunda temporada pelo amor de todas as baladas melancólicas do K-pop.
✨ Nem todo amor precisa durar pra ser inesquecível. Mas algumas histórias merecem um recomeço, nem que seja só pra gente respirar em paz.
Was this review helpful to you?


