Nem todo herói salva o mundo.
Doutor Estrangeiro mistura medicina, espionagem, romance e drama político como se fosse uma sopa coreana que, às vezes, aquece... mas outras vezes, te deixa meio confusa com os temperos demais.
🩺🌍 Eu fui por causa do romance, fiquei pela cirurgia cardíaca, e saí perguntando: “o que foi que aconteceu aqui no meio?”
Assisti Doutor Estrangeiro com a expectativa de ver um drama médico com tensão, inteligência e paixão. E no início, parecia isso mesmo: Park Hoon, brilhante, exilado, treinado na Coreia do Norte (olha o drama geopolítico!), volta pra Coreia do Sul com um único objetivo — reencontrar seu grande amor perdido.
Até aí, tudo bem. O ritmo é rápido, as cirurgias têm adrenalina, e o protagonista... aquele carisma que só o Lee Jong Suk entrega com a mistura perfeita de gênio e vulnerável. Só que de repente, o roteiro começa a misturar tantos gêneros, tramas paralelas, conspirações políticas e duplo romance, que eu me vi operando meu próprio cérebro pra tentar acompanhar.
O romance principal? Me deixou dividida. Torci, depois duvidei, depois quis abraçar o Hoon e dizer “larga tudo e vai abrir uma clínica em Jeju”.
A rivalidade médica? Deliciosa. As intrigas hospitalares? Tensíssimas.
Mas a espionagem e os jogos de poder... às vezes exageravam no drama e confundiam mais do que envolviam.
Mesmo assim, tem momentos que marcam. Tem entrega. Tem emoção. E no meio da bagunça narrativa, tem um protagonista que a gente quer ver vencer — não como médico, mas como ser humano tentando se reencontrar num mundo que o desmontou.
✨ Nem todo herói salva o mundo. Alguns só querem salvar um coração — o do outro e o próprio também.
🩺🌍 Eu fui por causa do romance, fiquei pela cirurgia cardíaca, e saí perguntando: “o que foi que aconteceu aqui no meio?”
Assisti Doutor Estrangeiro com a expectativa de ver um drama médico com tensão, inteligência e paixão. E no início, parecia isso mesmo: Park Hoon, brilhante, exilado, treinado na Coreia do Norte (olha o drama geopolítico!), volta pra Coreia do Sul com um único objetivo — reencontrar seu grande amor perdido.
Até aí, tudo bem. O ritmo é rápido, as cirurgias têm adrenalina, e o protagonista... aquele carisma que só o Lee Jong Suk entrega com a mistura perfeita de gênio e vulnerável. Só que de repente, o roteiro começa a misturar tantos gêneros, tramas paralelas, conspirações políticas e duplo romance, que eu me vi operando meu próprio cérebro pra tentar acompanhar.
O romance principal? Me deixou dividida. Torci, depois duvidei, depois quis abraçar o Hoon e dizer “larga tudo e vai abrir uma clínica em Jeju”.
A rivalidade médica? Deliciosa. As intrigas hospitalares? Tensíssimas.
Mas a espionagem e os jogos de poder... às vezes exageravam no drama e confundiam mais do que envolviam.
Mesmo assim, tem momentos que marcam. Tem entrega. Tem emoção. E no meio da bagunça narrativa, tem um protagonista que a gente quer ver vencer — não como médico, mas como ser humano tentando se reencontrar num mundo que o desmontou.
✨ Nem todo herói salva o mundo. Alguns só querem salvar um coração — o do outro e o próprio também.
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