Tem histórias que nos contam e tem outras que a gente sente que devia estar escrevendo junto
É o tipo de dorama que faz a gente levantar da cadeira e gritar: "Sim, moça, escreve essa história mesmo — com tinta, coragem e zero paciência pra machismo feudal!"
Quando dei play, achei que ia encontrar mais um romance de época com figurinos bonitos e intrigas palacianas.
Mas o que recebi foi uma protagonista que escreve como quem resiste.
E resiste como quem ama profundamente sua liberdade.
Hae Ryung não é apenas uma mulher à frente de seu tempo — ela é uma revolução de vestido e discurso afiado.
Num mundo onde mulher não podia nem pensar em escrever registros oficiais, ela entra como historiadora novata no palácio e mostra que tinta também pode ser espada.
O príncipe, claro, é um charme à parte:
Fofo, doce, escondido atrás do pseudônimo de escritor de romances proibidos (e vamos combinar: quem resiste a um príncipe que escreve fanfic?).
A química entre eles é suave, inteligente e cheia de troca real — nada de príncipe salvador aqui. Ela não precisa. E ele sabe disso.
✨ “Enquanto houver alguém tentando silenciar a história, sempre haverá outra com coragem de escrevê-la.”
A trama mistura leveza, crítica social, empoderamento feminino e uma estética de encher os olhos.
Mas o que ficou comigo foi a mensagem:
mulheres precisam ser autoras, não só personagens nas margens.
✨ “Não escrevo pra agradar. Escrevo porque existo — e isso basta.”
Quando dei play, achei que ia encontrar mais um romance de época com figurinos bonitos e intrigas palacianas.
Mas o que recebi foi uma protagonista que escreve como quem resiste.
E resiste como quem ama profundamente sua liberdade.
Hae Ryung não é apenas uma mulher à frente de seu tempo — ela é uma revolução de vestido e discurso afiado.
Num mundo onde mulher não podia nem pensar em escrever registros oficiais, ela entra como historiadora novata no palácio e mostra que tinta também pode ser espada.
O príncipe, claro, é um charme à parte:
Fofo, doce, escondido atrás do pseudônimo de escritor de romances proibidos (e vamos combinar: quem resiste a um príncipe que escreve fanfic?).
A química entre eles é suave, inteligente e cheia de troca real — nada de príncipe salvador aqui. Ela não precisa. E ele sabe disso.
✨ “Enquanto houver alguém tentando silenciar a história, sempre haverá outra com coragem de escrevê-la.”
A trama mistura leveza, crítica social, empoderamento feminino e uma estética de encher os olhos.
Mas o que ficou comigo foi a mensagem:
mulheres precisam ser autoras, não só personagens nas margens.
✨ “Não escrevo pra agradar. Escrevo porque existo — e isso basta.”
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