Começa achando que será um sci-fi romântico bobinho … mas quando você percebe, já tá chorando por um holograma — e se questionando o que é real de verdade.
🤖💔 Eu fui dar play achando que era uma história de amor futurista…
E saí refletindo sobre solidão, identidade e o que significa ser visto de verdade.
A premissa é ousada e doce na mesma medida:
Uma mulher com fobia social recebe acesso ao Holo — um assistente de inteligência artificial com forma (e carisma) de príncipe de dorama.
Só que… por trás do Holo existe o criador: um gênio recluso, emocionalmente bloqueado, que colocou no holograma tudo o que ele mesmo não consegue ser.
E aí, minha amiga… o triângulo está formado:
— Ela, que se permite amar sem medo pela primeira vez.
— O holograma, que é tudo o que ela sempre quis.
— E o humano, que morre de medo de ser escolhido como ele realmente é.
✨ “Você ama o que ele te oferece… ou quem ele é?
E quem ele é, se ele nem existe de verdade?”
O drama acerta em cheio quando mistura ficção científica com emoção real:
fala de solidão urbana, da dificuldade de se conectar, do medo de ser rejeitado por ser “falho”.
E mesmo com algumas barrigas no roteiro e um ou outro clichê tecnológico, o saldo final é de pura doçura — e uma pitada de dor.
A protagonista é uma graça, forte e sensível.
E o ator que faz o Holo e o criador (Yoon Hyun Min) entrega dois personagens com nuances tão distintas que a gente esquece que é o mesmo rosto.
✨ “Às vezes, o que mais queremos não é alguém perfeito.
É só alguém que fique. Mesmo depois de ver nossas falhas.”
🤖💔 Eu fui dar play achando que era uma história de amor futurista…
E saí refletindo sobre solidão, identidade e o que significa ser visto de verdade.
A premissa é ousada e doce na mesma medida:
Uma mulher com fobia social recebe acesso ao Holo — um assistente de inteligência artificial com forma (e carisma) de príncipe de dorama.
Só que… por trás do Holo existe o criador: um gênio recluso, emocionalmente bloqueado, que colocou no holograma tudo o que ele mesmo não consegue ser.
E aí, minha amiga… o triângulo está formado:
— Ela, que se permite amar sem medo pela primeira vez.
— O holograma, que é tudo o que ela sempre quis.
— E o humano, que morre de medo de ser escolhido como ele realmente é.
✨ “Você ama o que ele te oferece… ou quem ele é?
E quem ele é, se ele nem existe de verdade?”
O drama acerta em cheio quando mistura ficção científica com emoção real:
fala de solidão urbana, da dificuldade de se conectar, do medo de ser rejeitado por ser “falho”.
E mesmo com algumas barrigas no roteiro e um ou outro clichê tecnológico, o saldo final é de pura doçura — e uma pitada de dor.
A protagonista é uma graça, forte e sensível.
E o ator que faz o Holo e o criador (Yoon Hyun Min) entrega dois personagens com nuances tão distintas que a gente esquece que é o mesmo rosto.
✨ “Às vezes, o que mais queremos não é alguém perfeito.
É só alguém que fique. Mesmo depois de ver nossas falhas.”
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