Sim, eu torcia pelos dois, mesmo sendo a mesma pessoa
Hyde, Jekyll e Eu” foi aquele dorama que eu comecei com o pé atrás, mas o Hyun Bin piscou com aquela voz grave e… pronto, estava fisgada na dualidade, no trauma e no romance entre personalidades. E ele mandou muito bem!
🎭💔 Comecei por curiosidade, continuei pelo Hyun Bin e terminei porque, no fundo, eu torcia pelos dois — mesmo sendo a mesma pessoa.
A história gira em torno de Goo Seo Jin, um CEO frio, racional e zero carismático (no começo, claro), que sofre de transtorno dissociativo de identidade. Quando o estresse atinge níveis altos, ele se transforma em Robin, sua outra personalidade: gentil, sorridente, quase um príncipe de conto moderno.
E aí entra ela — a protagonista determinada, que trabalha no parque de diversões da empresa dele e, sem querer, se vê envolvida com os dois.
✨ “Como amar alguém que é dois?
Como escolher, se cada parte carrega um pedaço do coração dele?”
O dorama tenta mergulhar na psicologia, mas acaba flutuando mais no melodrama romântico.
Tem bons momentos: a atuação do Hyun Bin segurando dois papéis completamente diferentes é um show à parte (e um deleite, sejamos honestas). E a protagonista tem carisma, presença e até paciência — o que é necessário, já que o enredo tem suas idas e vindas, e às vezes parece andar em círculos.
Confesso que teve horas que desejei um pouco mais de profundidade no roteiro, mais ousadia na direção, e menos enrolação entre crise e flashback.
Mas ainda assim, entrega emoção, amor em crise e aquele toque de fantasia psicológica que não se vê todo dia.
✨ “Às vezes, o maior conflito não é entre duas pessoas…
é entre o que você mostra e o que você tenta esconder.”
🎭💔 Comecei por curiosidade, continuei pelo Hyun Bin e terminei porque, no fundo, eu torcia pelos dois — mesmo sendo a mesma pessoa.
A história gira em torno de Goo Seo Jin, um CEO frio, racional e zero carismático (no começo, claro), que sofre de transtorno dissociativo de identidade. Quando o estresse atinge níveis altos, ele se transforma em Robin, sua outra personalidade: gentil, sorridente, quase um príncipe de conto moderno.
E aí entra ela — a protagonista determinada, que trabalha no parque de diversões da empresa dele e, sem querer, se vê envolvida com os dois.
✨ “Como amar alguém que é dois?
Como escolher, se cada parte carrega um pedaço do coração dele?”
O dorama tenta mergulhar na psicologia, mas acaba flutuando mais no melodrama romântico.
Tem bons momentos: a atuação do Hyun Bin segurando dois papéis completamente diferentes é um show à parte (e um deleite, sejamos honestas). E a protagonista tem carisma, presença e até paciência — o que é necessário, já que o enredo tem suas idas e vindas, e às vezes parece andar em círculos.
Confesso que teve horas que desejei um pouco mais de profundidade no roteiro, mais ousadia na direção, e menos enrolação entre crise e flashback.
Mas ainda assim, entrega emoção, amor em crise e aquele toque de fantasia psicológica que não se vê todo dia.
✨ “Às vezes, o maior conflito não é entre duas pessoas…
é entre o que você mostra e o que você tenta esconder.”
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