Nem todo amor precisa ser romântico. Às vezes, ele só precisa ser verdadeiro
Sabe aquele dorama que não grita, não corre, não enfeita , mas vai entrando em você, devagar, feito chá quente num dia frio? Foi assim que Meu Ahjussi me tocou. E eu nem vi chegando.
No começo, achei tudo meio cinza. Gente cansada, vidas frustradas, silenciosas, presas num cotidiano sufocado. Mas aí fui entendendo: essa era a beleza. O silêncio, a dor calada, os olhares que dizem mais que mil diálogos... tudo é parte de uma composição sensível, real, profundamente humana.
A relação entre Dong Hoon, um homem de meia-idade atolado em responsabilidades, e Ji An, uma jovem marcada pela dureza da vida, é de uma sutileza quase poética. Não tem clichê, não tem fanservice, não tem beijo no final. Tem empatia. Tem escuta. Tem abraço invisível de duas almas que se reconhecem na dor e, juntas, reencontram uma forma de continuar.
Eu chorei. Em silêncio, igual aos personagens. Não por tragédia, mas por identificação. Porque Meu Ahjussi não dramatiza a dor — ele a respeita.
🖋️ "Algumas histórias não são sobre recomeços com fogos de artifício. São sobre sobreviver mais um dia. E encontrar alguém que veja você quando o mundo inteiro passa por cima."
Esse drama é sobre compaixão. Sobre não romantizar a tristeza, mas acolhê-la. E, acima de tudo, sobre como alguém pode ser a ponte entre o nosso peso e a leveza que esquecemos que existe.
Eu não assisti ‘Meu Ahjussi’. Eu vivi. E ele ficou. Sem contar que AMO o Lee Sun Kyun (RIP).
No começo, achei tudo meio cinza. Gente cansada, vidas frustradas, silenciosas, presas num cotidiano sufocado. Mas aí fui entendendo: essa era a beleza. O silêncio, a dor calada, os olhares que dizem mais que mil diálogos... tudo é parte de uma composição sensível, real, profundamente humana.
A relação entre Dong Hoon, um homem de meia-idade atolado em responsabilidades, e Ji An, uma jovem marcada pela dureza da vida, é de uma sutileza quase poética. Não tem clichê, não tem fanservice, não tem beijo no final. Tem empatia. Tem escuta. Tem abraço invisível de duas almas que se reconhecem na dor e, juntas, reencontram uma forma de continuar.
Eu chorei. Em silêncio, igual aos personagens. Não por tragédia, mas por identificação. Porque Meu Ahjussi não dramatiza a dor — ele a respeita.
🖋️ "Algumas histórias não são sobre recomeços com fogos de artifício. São sobre sobreviver mais um dia. E encontrar alguém que veja você quando o mundo inteiro passa por cima."
Esse drama é sobre compaixão. Sobre não romantizar a tristeza, mas acolhê-la. E, acima de tudo, sobre como alguém pode ser a ponte entre o nosso peso e a leveza que esquecemos que existe.
Eu não assisti ‘Meu Ahjussi’. Eu vivi. E ele ficou. Sem contar que AMO o Lee Sun Kyun (RIP).
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