Não assisti... absorvi.
Essa aqui eu escrevo quase em silêncio, como se fosse preciso sussurrar pra não quebrar a beleza.
“A liberdade às vezes é só poder respirar sem culpa.”
Eu comecei esse drama num domingo qualquer… e terminei a maratona, sendo outra pessoa.
Ele não tem viradas mirabolantes, beijos dramáticos ou cenas de tirar o fôlego. Mas tem o que poucos têm: verdade.
A história acompanha três irmãos presos à rotina, à frustração e à monotonia de suas vidas no subúrbio de Seul. Cada um à sua maneira:
– Yeom Mi Jeong, introspectiva, cansada, sufocada por tudo e todos , a que mais falou por mim;
– Yeom Chang Hee, o medíocre simpático, que sonha com algo sem saber o quê;
– Yeom Ki Jeong, explosiva, querendo ser amada do jeito certo e com pressa demais pra isso.
E no meio dessa vida morna e repetitiva, surge Senhor Gu — enigmático, alcoólatra, ferido, silencioso. E é nesse silêncio que ele e Mi Jeong começam a se ver.
Sem rótulo, sem paixão avassaladora, só dois seres tentando não desabar por completo.
Esse dorama me tocou porque ele tem coragem. Coragem de mostrar o tédio. De mostrar a falta. De mostrar gente comum que não quer fama, nem fortuna, só descanso pra alma.
É melancólico, poético, lento… mas cada diálogo é como se alguém tivesse entrado na minha cabeça e colocado em palavras aquilo que eu nunca soube dizer.
📝 “Me adore. Mesmo que você não saiba por quê. Mesmo que você não entenda. Me adore... assim como se adora o pôr do sol mesmo sem explicação.”
Esse drama não grita. Ele espera.
E se você permitir, ele te liberta ... devagarinho.
“A liberdade às vezes é só poder respirar sem culpa.”
Eu comecei esse drama num domingo qualquer… e terminei a maratona, sendo outra pessoa.
Ele não tem viradas mirabolantes, beijos dramáticos ou cenas de tirar o fôlego. Mas tem o que poucos têm: verdade.
A história acompanha três irmãos presos à rotina, à frustração e à monotonia de suas vidas no subúrbio de Seul. Cada um à sua maneira:
– Yeom Mi Jeong, introspectiva, cansada, sufocada por tudo e todos , a que mais falou por mim;
– Yeom Chang Hee, o medíocre simpático, que sonha com algo sem saber o quê;
– Yeom Ki Jeong, explosiva, querendo ser amada do jeito certo e com pressa demais pra isso.
E no meio dessa vida morna e repetitiva, surge Senhor Gu — enigmático, alcoólatra, ferido, silencioso. E é nesse silêncio que ele e Mi Jeong começam a se ver.
Sem rótulo, sem paixão avassaladora, só dois seres tentando não desabar por completo.
Esse dorama me tocou porque ele tem coragem. Coragem de mostrar o tédio. De mostrar a falta. De mostrar gente comum que não quer fama, nem fortuna, só descanso pra alma.
É melancólico, poético, lento… mas cada diálogo é como se alguém tivesse entrado na minha cabeça e colocado em palavras aquilo que eu nunca soube dizer.
📝 “Me adore. Mesmo que você não saiba por quê. Mesmo que você não entenda. Me adore... assim como se adora o pôr do sol mesmo sem explicação.”
Esse drama não grita. Ele espera.
E se você permitir, ele te liberta ... devagarinho.
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