A beleza pode abrir portas. Mas quem você é… é o que decide se você entra
“Minha Identidade é Beleza de Gangnam” me fez pensar mais do que eu esperava. Bonito por fora, mas com camadas afiadas por dentro, tipo aquele comentário que vem com sorriso, mas corta fundo.
Quando dei o play nesse dorama, achei que ia ver uma comédia leve sobre cirurgia plástica, autoestima e paqueras universitárias. E sim, tem isso. Mas tem mais, muito mais.
A protagonista, Kang Mi Rae, decide fazer cirurgia plástica após anos sofrendo bullying por sua aparência. Quando entra na faculdade, sonha em recomeçar… mas descobre que os julgamentos continuam, só que agora vêm disfarçados de elogio, inveja ou exigência. Ou seja: mudou o rosto, mas o mundo continuou cruel — só trocou de máscara.
O dorama traz à tona discussões pesadas:
– padrões de beleza irreais,
– a pressão estética das mulheres coreanas (e do mundo todo, né?),
– a ideia de que ser "bonita" resolve tudo , quando, na real, só muda o tipo de dor.
O ponto alto? O desenvolvimento da Mi Rae. Ela começa querendo se esconder, mas vai aprendendo que beleza sem identidade é só silêncio com batom. E o Do Kyung Seok? O crush frio com alma quente, que vê além das aparências. Um lorde moderno, sem precisar salvar ninguém, só respeitar.
Tem romance? Tem. Mas o foco está mesmo na autoaceitação — e em entender que a gente vale mais do que a pele que habita.
✨ “Não é errado querer se sentir bonita.
Errado é o mundo dizer que você não é, só porque não cabe no molde.”
Esse dorama me fez encarar meus próprios espelhos internos.
E me lembrar que, no fim do dia, a identidade mais bonita é aquela que a gente sustenta sem pedir desculpas.
Quando dei o play nesse dorama, achei que ia ver uma comédia leve sobre cirurgia plástica, autoestima e paqueras universitárias. E sim, tem isso. Mas tem mais, muito mais.
A protagonista, Kang Mi Rae, decide fazer cirurgia plástica após anos sofrendo bullying por sua aparência. Quando entra na faculdade, sonha em recomeçar… mas descobre que os julgamentos continuam, só que agora vêm disfarçados de elogio, inveja ou exigência. Ou seja: mudou o rosto, mas o mundo continuou cruel — só trocou de máscara.
O dorama traz à tona discussões pesadas:
– padrões de beleza irreais,
– a pressão estética das mulheres coreanas (e do mundo todo, né?),
– a ideia de que ser "bonita" resolve tudo , quando, na real, só muda o tipo de dor.
O ponto alto? O desenvolvimento da Mi Rae. Ela começa querendo se esconder, mas vai aprendendo que beleza sem identidade é só silêncio com batom. E o Do Kyung Seok? O crush frio com alma quente, que vê além das aparências. Um lorde moderno, sem precisar salvar ninguém, só respeitar.
Tem romance? Tem. Mas o foco está mesmo na autoaceitação — e em entender que a gente vale mais do que a pele que habita.
✨ “Não é errado querer se sentir bonita.
Errado é o mundo dizer que você não é, só porque não cabe no molde.”
Esse dorama me fez encarar meus próprios espelhos internos.
E me lembrar que, no fim do dia, a identidade mais bonita é aquela que a gente sustenta sem pedir desculpas.
Was this review helpful to you?


