Ela foi ao encontro no lugar da amiga. O que podia dar errado? Tudo. O que deu certo? O coração.
Esse dorama é o equivalente a comer um brigadeiro no café da manhã: você sabe que não é gourmet, mas MEU DEUS COMO É GOSTOSO.
Pretendente Surpresa pega todos os clichês da comédia romântica (farsa de identidade, CEO gato e frio, namoro de mentirinha que vira verdade... nível sessão da tarde premium) e executa com tanto charme que você nem liga pra previsibilidade. Pelo contrário, você torce pra que tudo aconteça exatamente como o esperado ... e acontece.
Shin Ha-ri (Kim Se-jeong) é uma heroína carismática, expressiva, divertida e cheia de timing cômico. A gente compra o caos que ela se mete e ainda quer mais.
Kang Tae-moo (Ahn Hyo-seop) é o CEO gelado com um coração em modo “descongelamento lento”. Rico, brilhante, traumatizado pelo abandono e... secretamente fofo. E quando ele ama, ele AMA.
A química entre os dois? Alarme de incêndio, por favor.
E nem vou começar a falar do casal secundário (Young-seo e Sung-hoon), porque aquele elevador precisa ser tombado como patrimônio emocional do K-drama.
É profundo? Não muito.
É maravilhoso? Com certeza.
A série tem consciência de si mesma. Brinca com os exageros, quebra a quarta parede emocional, e ainda consegue tocar em temas como autoestima, pressão familiar, e a eterna luta de ser você mesma — mesmo num mundo que quer etiquetas.
Lições que ficam:
Ser você mesma pode ser o maior plot twist de todos.
Quem gosta, mostra. E não precisa drama mexicano pra isso.
Às vezes, a melhor surpresa da vida… é ser vista de verdade.
“Ela entrou na brincadeira... e saiu com o coração preenchido.”
Pretendente Surpresa pega todos os clichês da comédia romântica (farsa de identidade, CEO gato e frio, namoro de mentirinha que vira verdade... nível sessão da tarde premium) e executa com tanto charme que você nem liga pra previsibilidade. Pelo contrário, você torce pra que tudo aconteça exatamente como o esperado ... e acontece.
Shin Ha-ri (Kim Se-jeong) é uma heroína carismática, expressiva, divertida e cheia de timing cômico. A gente compra o caos que ela se mete e ainda quer mais.
Kang Tae-moo (Ahn Hyo-seop) é o CEO gelado com um coração em modo “descongelamento lento”. Rico, brilhante, traumatizado pelo abandono e... secretamente fofo. E quando ele ama, ele AMA.
A química entre os dois? Alarme de incêndio, por favor.
E nem vou começar a falar do casal secundário (Young-seo e Sung-hoon), porque aquele elevador precisa ser tombado como patrimônio emocional do K-drama.
É profundo? Não muito.
É maravilhoso? Com certeza.
A série tem consciência de si mesma. Brinca com os exageros, quebra a quarta parede emocional, e ainda consegue tocar em temas como autoestima, pressão familiar, e a eterna luta de ser você mesma — mesmo num mundo que quer etiquetas.
Lições que ficam:
Ser você mesma pode ser o maior plot twist de todos.
Quem gosta, mostra. E não precisa drama mexicano pra isso.
Às vezes, a melhor surpresa da vida… é ser vista de verdade.
“Ela entrou na brincadeira... e saiu com o coração preenchido.”
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