Quando Amar é Aprender a Não Apagar a Própria Luz
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É Minha Luz parte de um terreno conhecido, romance, encontros, desencontros, crescimento pessoal, mas caminha com uma delicadeza que o diferencia. Nada aqui é espalhafatoso. O drama aposta no tempo, no silêncio e nas pequenas viradas internas que mudam tudo.
A história fala de amor, sim, mas sobretudo fala de autovalor. De aprender a existir sem pedir desculpas por brilhar. Os personagens carregam inseguranças, feridas antigas e aquela tendência tão humana de diminuir a própria luz para caber na expectativa do outro. E é nesse ponto que a narrativa acerta.
O romance não vem como salvação. Vem como espelho. O outro não completa, provoca. Não resgata, desafia. Amar, aqui, é um exercício de maturidade emocional, não de dependência. E isso torna tudo mais crível, mais próximo da vida real do que dos contos idealizados.
O ritmo é calmo, quase contemplativo. Pode não agradar quem busca reviravoltas constantes, mas recompensa quem se permite sentir. Cada avanço emocional é conquistado, nunca dado. Há crescimento, mas ele custa reflexão, escolhas difíceis e, principalmente, coragem para se posicionar.
É Minha Luz não grita sua mensagem. Ela ilumina aos poucos.
E lembra, com gentileza firme, que amar alguém não deveria exigir que você se apague.
Porque maturidade emocional também pode ser romântica, e silêncio, quando bem escrito, diz tudo.
É Minha Luz parte de um terreno conhecido, romance, encontros, desencontros, crescimento pessoal, mas caminha com uma delicadeza que o diferencia. Nada aqui é espalhafatoso. O drama aposta no tempo, no silêncio e nas pequenas viradas internas que mudam tudo.
A história fala de amor, sim, mas sobretudo fala de autovalor. De aprender a existir sem pedir desculpas por brilhar. Os personagens carregam inseguranças, feridas antigas e aquela tendência tão humana de diminuir a própria luz para caber na expectativa do outro. E é nesse ponto que a narrativa acerta.
O romance não vem como salvação. Vem como espelho. O outro não completa, provoca. Não resgata, desafia. Amar, aqui, é um exercício de maturidade emocional, não de dependência. E isso torna tudo mais crível, mais próximo da vida real do que dos contos idealizados.
O ritmo é calmo, quase contemplativo. Pode não agradar quem busca reviravoltas constantes, mas recompensa quem se permite sentir. Cada avanço emocional é conquistado, nunca dado. Há crescimento, mas ele custa reflexão, escolhas difíceis e, principalmente, coragem para se posicionar.
É Minha Luz não grita sua mensagem. Ela ilumina aos poucos.
E lembra, com gentileza firme, que amar alguém não deveria exigir que você se apague.
Porque maturidade emocional também pode ser romântica, e silêncio, quando bem escrito, diz tudo.
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