Aprender a ser humana… e encontrar o próprio tom no caminho
Temas
identidade, humanidade, adaptação, emoções, pertencimento, solidão, aprendizado, empatia, relações humanas, leveza com profundidade
Assistir De Repente Humana para mim começou meio devagar, confesso. Teve momentos em que, se eu fechasse o olho, parecia que eu estava vendo My Demon versão alternativa, mesma vibe, mesma proposta flertando ali no começo, além da expectativa de Lovely Runner.
Mas aí… ele se encontra. E isso fez toda diferença.
O drama começa mais arrastado, tentando se posicionar, mas conforme a história avança, ele vai criando identidade própria e ficando muito mais gostoso de assistir. Quando engrena, diverte, envolve e traz aquele charme leve com pitadas de reflexão.
A ideia de aprender a ser humano continua sendo o coração da história. Só que, aos poucos, vai deixando de ser só curiosidade e vira descoberta de verdade, sobre emoções, conexões e aquelas contradições bem humanas que não têm manual.
Eu gosto quando a série assume o próprio ritmo. E aqui foi isso, demorou um pouco, mas depois fluiu.
Tem momentos engraçados, aquele estranhamento com o comportamento humano, mas também tem aquele fundinho de reflexão, tipo, a gente nasce humano… mas será que aprende mesmo a ser?
E no meio disso tudo, fica a sensação de pertencimento sendo construída, não como algo automático, mas como algo que se descobre.
No fim, eu me peguei envolvida e me divertindo mais do que esperava no início.
Impressão final, começa sem tanto brilho, quase lembrando outras histórias, mas encontra sua própria voz e entrega um drama leve, divertido e com reflexão na medida certa.
identidade, humanidade, adaptação, emoções, pertencimento, solidão, aprendizado, empatia, relações humanas, leveza com profundidade
Assistir De Repente Humana para mim começou meio devagar, confesso. Teve momentos em que, se eu fechasse o olho, parecia que eu estava vendo My Demon versão alternativa, mesma vibe, mesma proposta flertando ali no começo, além da expectativa de Lovely Runner.
Mas aí… ele se encontra. E isso fez toda diferença.
O drama começa mais arrastado, tentando se posicionar, mas conforme a história avança, ele vai criando identidade própria e ficando muito mais gostoso de assistir. Quando engrena, diverte, envolve e traz aquele charme leve com pitadas de reflexão.
A ideia de aprender a ser humano continua sendo o coração da história. Só que, aos poucos, vai deixando de ser só curiosidade e vira descoberta de verdade, sobre emoções, conexões e aquelas contradições bem humanas que não têm manual.
Eu gosto quando a série assume o próprio ritmo. E aqui foi isso, demorou um pouco, mas depois fluiu.
Tem momentos engraçados, aquele estranhamento com o comportamento humano, mas também tem aquele fundinho de reflexão, tipo, a gente nasce humano… mas será que aprende mesmo a ser?
E no meio disso tudo, fica a sensação de pertencimento sendo construída, não como algo automático, mas como algo que se descobre.
No fim, eu me peguei envolvida e me divertindo mais do que esperava no início.
Impressão final, começa sem tanto brilho, quase lembrando outras histórias, mas encontra sua própria voz e entrega um drama leve, divertido e com reflexão na medida certa.
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