Editorials Eu fui pelo romance, fiquei pelo interior e quase comprei a ideia de recomeçar.
Eu gostei de O Amor Não Está Esgotado. A história coloca Ahn Hyo-seop, como Matthew Lee, um fazendeiro perfeccionista e misterioso, no caminho de Chae Won-bin, como Dam Ye-jin, uma apresentadora de home shopping determinada a recuperar seu programa de horário nobre. É aquela combinação clássica de cidade e campo, trabalho e vida, duas pessoas que parecem completamente diferentes, mas que vão se esbarrando até começar a ocupar um espaço importante na vida uma da outra.
O que mais gostei foi justamente o contraste entre o ritmo acelerado do trabalho e a vida no interior. Matthew tem aquela energia de quem quer controlar tudo, enquanto Ye-jin vive em função de desempenho e resultado. Aos poucos, o romance vai mostrando que os dois estão tão ocupados tentando dar conta da própria vida que acabam esquecendo de olhar para o que realmente precisam.
Também gostei do clima de comédia romântica, das provocações entre os protagonistas e, principalmente, dos personagens da vila, que dão uma humanidade gostosa à história. Kim Bum, como Eric Seo, também entra para movimentar a trama e criar aquele triângulo que, claro, não poderia faltar.
Para mim, faltou um pouco mais de profundidade em alguns conflitos. A premissa tinha espaço para entregar mais emoção e desenvolver melhor determinadas relações, e em alguns momentos senti que a história preferiu o caminho mais confortável. Ainda assim, é um drama gostoso, com química, humor, paisagens lindas e aquela sensação boa de que talvez a vida possa ser um pouco menos sobre vender, performar e provar alguma coisa, e mais sobre simplesmente viver.
Impressão final: Um romance leve e simpático, com boas doses de humor, interior, recomeços e personagens que aprendem que nem tudo na vida precisa estar sempre esgotado, inclusive o coração.
Nem tudo precisa estar à venda. Algumas coisas a gente só precisa viver.
O que mais gostei foi justamente o contraste entre o ritmo acelerado do trabalho e a vida no interior. Matthew tem aquela energia de quem quer controlar tudo, enquanto Ye-jin vive em função de desempenho e resultado. Aos poucos, o romance vai mostrando que os dois estão tão ocupados tentando dar conta da própria vida que acabam esquecendo de olhar para o que realmente precisam.
Também gostei do clima de comédia romântica, das provocações entre os protagonistas e, principalmente, dos personagens da vila, que dão uma humanidade gostosa à história. Kim Bum, como Eric Seo, também entra para movimentar a trama e criar aquele triângulo que, claro, não poderia faltar.
Para mim, faltou um pouco mais de profundidade em alguns conflitos. A premissa tinha espaço para entregar mais emoção e desenvolver melhor determinadas relações, e em alguns momentos senti que a história preferiu o caminho mais confortável. Ainda assim, é um drama gostoso, com química, humor, paisagens lindas e aquela sensação boa de que talvez a vida possa ser um pouco menos sobre vender, performar e provar alguma coisa, e mais sobre simplesmente viver.
Impressão final: Um romance leve e simpático, com boas doses de humor, interior, recomeços e personagens que aprendem que nem tudo na vida precisa estar sempre esgotado, inclusive o coração.
Nem tudo precisa estar à venda. Algumas coisas a gente só precisa viver.
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