K-Drama Eu não esperava que esse universo viesse com tanto caos, afeto e responsabilidade.
Eu gostei de Nosso Universo porque ele começa com uma situação completamente improvável: dois cunhados que mal se suportam acabam obrigados a cuidar juntos do sobrinho de 20 meses depois da morte repentina dos irmãos. Bae In-hyuk, como Sun Tae-hyeong, e Roh Jeong-eui, como Woo Hyun-jin, precisam aprender, na marra, a dividir uma rotina que nenhum dos dois escolheu. E é justamente desse caos que nasce uma relação que vai mudando aos poucos.
O que mais gostei foi acompanhar essa transformação. Não é só sobre romance, é sobre duas pessoas lidando com perdas, responsabilidades, diferenças e feridas que já estavam ali antes de se encontrarem. A convivência forçada vai criando intimidade, cumplicidade e aquele tipo de afeto que aparece quando a gente começa a enxergar o outro para além da primeira impressão.
E, claro, temos Woo-joo, o pequeno sobrinho que é praticamente um personagem à parte e que consegue transformar qualquer tentativa de organização em caos absoluto. 😂 A parte da coparentalidade funciona muito bem justamente porque nenhum dos dois está preparado para aquilo. Eles vão aprendendo a cuidar dele enquanto, sem perceber, também vão cuidando um pouco um do outro.
Para mim, o ponto que tirou aquele pontinho da nota foi que, em alguns momentos, senti que a história poderia ter aprofundado mais algumas questões e relações. Ainda assim, gostei da mistura de romance, comédia, família e recomeço, e principalmente da forma como o vínculo entre os protagonistas vai sendo construído sem parecer que tudo acontece de uma hora para outra.
Impressão final: Um drama leve, afetivo e divertido, mas que fala bastante sobre família, perdas, responsabilidade e as relações que a vida coloca no nosso caminho sem pedir licença.
Às vezes, nosso universo muda completamente quando alguém inesperado entra na nossa órbita.
O que mais gostei foi acompanhar essa transformação. Não é só sobre romance, é sobre duas pessoas lidando com perdas, responsabilidades, diferenças e feridas que já estavam ali antes de se encontrarem. A convivência forçada vai criando intimidade, cumplicidade e aquele tipo de afeto que aparece quando a gente começa a enxergar o outro para além da primeira impressão.
E, claro, temos Woo-joo, o pequeno sobrinho que é praticamente um personagem à parte e que consegue transformar qualquer tentativa de organização em caos absoluto. 😂 A parte da coparentalidade funciona muito bem justamente porque nenhum dos dois está preparado para aquilo. Eles vão aprendendo a cuidar dele enquanto, sem perceber, também vão cuidando um pouco um do outro.
Para mim, o ponto que tirou aquele pontinho da nota foi que, em alguns momentos, senti que a história poderia ter aprofundado mais algumas questões e relações. Ainda assim, gostei da mistura de romance, comédia, família e recomeço, e principalmente da forma como o vínculo entre os protagonistas vai sendo construído sem parecer que tudo acontece de uma hora para outra.
Impressão final: Um drama leve, afetivo e divertido, mas que fala bastante sobre família, perdas, responsabilidade e as relações que a vida coloca no nosso caminho sem pedir licença.
Às vezes, nosso universo muda completamente quando alguém inesperado entra na nossa órbita.
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