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CONTÉM SPOILER
CONTÉM SPOILERSoundtrack | A Primeira Canção de Amor
Acho que, quando fazem um mini drama, pensam da seguinte forma: grande demais para um filme e pequeno demais para um K-drama completo. Aí nascem esses dramas de 4 episódios KKKKKK.
Brincadeiras à parte, achei que funcionou muito bem! Senti vontade de assistir até o final. É uma história mais contemplativa, que trabalha os sentimentos aos poucos e explora aquela linha delicada entre amizade e amor, quando duas pessoas passam anos juntas sem necessariamente compreender o que sentem uma pela outra.
Gostei de como desenvolveram o desfecho, principalmente por terem deixado ela de molho por pelo menos um ano, para sentir um pouquinho do que ele passou durante esses 8 anos. KKKKKK.
Acho que isso dá outro significado ao tempo que ficaram separados. Não é só sobre ela perceber que o ama, mas também ter a oportunidade de entender a ausência dele, reconhecer o que ele representava em sua vida e enxergar sentimentos que talvez antes considerasse garantidos.
Acredito que ela já gostava dele, mas ainda não tinha reconhecido esse sentimento como amor romântico. Às vezes, a gente se acostuma tanto com a presença de alguém que não percebe a dimensão daquele vínculo até que a possibilidade de perder essa pessoa se torna real.
Gostei do K-drama e da construção do romance. Se tivessem acrescentado mais uns 10 minutinhos mostrando os dois juntos como um casal, eu teria ficado ainda mais feliz!
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CONTÉM SPOILER
CONTÉM SPOILER ⚠️Insubstituível | Irreplaceable
Quando cheguei ao ep. 17, vi muita gente falando mal dos últimos episódios e, por isso, já fui terminar o C-drama com receio. Pelo que tinha ouvido, esperava um final muito pior, mas não achei que tenha sido tão ruim quanto imaginei. Ainda assim, não dá pra negar alguns pontos das críticas que vi.
Claramente, o foco do C-drama são os conflitos do ambiente de trabalho, e o romance acontece em meio a tudo isso. Gostei bastante da forma como as questões profissionais foram desenvolvidas, principalmente por acompanhar a evolução profissional dela e ver como ele a ajudava nesse processo, construindo uma relação de apoio mútuo. Porém, como a obra também é classificada como romance, senti falta de um pouco mais de desenvolvimento nesse quesito.
Sobre o desfecho, achei tudo muito simples. Depois de tudo o que aconteceu, senti falta de algo a mais, talvez uma conversa entre os dois, um momento em que pudessem expressar o que estavam pensando e sentindo e, finalmente, entender um ao outro. Mesmo que, ao longo da história, eles tenham comentado sobre o que imaginavam que o outro pensava, eram apenas suposições, sabe? Por isso, acredito que faltou um pouco mais de contato entre eles nesse momento tão importante.
Acho que, mesmo que tenham preferido não focar tanto no romance ao longo dos episódios, pelo menos o final poderia ter sido um pouco mais elaborado nesse quesito. Mesmo que não quisessem seguir pelo caminho de um final clichê, poderiam ter desenvolvido melhor esse momento, ainda que não fosse de uma forma romântica. No fim, o reencontro acabou tendo um toque romântico, já que eles terminaram se abraçando, simbolizando a reconciliação, mas ainda assim ficou aquela sensação de que faltou alguma coisa, sabe? Como se tivesse ficado um buraco.
Não precisava de um final grandioso, mas de um pouco mais de elaboração para que a reconciliação tivesse mais impacto e nos permitisse sentir melhor esse encerramento. Não é um C-drama ruim, mas acredito que, se tivessem desenvolvido um pouco mais o romance e trabalhado melhor o desfecho, teria sido muito melhor.
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CONTÉM SPOILERS !The First Frost | Quando Se Tem Mais uma Chance
O Sang Yan está no pódio dos meus personagens favoritos atualmente e, nos C-dramas, ele ocupa o primeiro lugar. É muito bonito de ver o cuidado dele com a Yifan. É nítido o amor dele por ela. Ele é paciente, observador, detalhista e tenta entender as limitações dela, mesmo que pareça confuso na maioria das vezes. Acho que ele é o verdadeiro significado de que atitudes falam mais que palavras…
Ele também precisava de um abraço desde o começo, coitado! KKKKKK. Eu chorei com ele, inclusive. KKKK. O fato de ele tentar entender a situação mesmo estando quebrado foi o que me fez me apegar ainda mais. Seria mais fácil desistir, mas ele sentia que ainda existia algo ali, mesmo quando algumas evidências pareciam apontar o contrário. Ele observou os detalhes do passado e acredito que foi isso que o fez persistir. A Yifan também gostava dele; ela demonstrava isso em pequenos detalhes, menos explícitos que os dele, mas que ainda estavam ali.
As circunstâncias da vida fizeram a Yifan ser cautelosa, porque confiar podia significar se machucar. Ela aprendeu a se conter porque expressar suas necessidades não parecia seguro. Aprendeu a não pedir ajuda porque acreditava que, no final, teria de enfrentar tudo sozinha. E chegou a acreditar que pedir alguma coisa a alguém seria um incômodo, como se não tivesse o direito de precisar de cuidado. É doloroso quando as pessoas que deveriam cuidar de você são as que justamente te ferem mais. No decorrer da história, a gente só quer abraçá-la também.
A Yifan não precisava apenas encontrar alguém que a amasse. Ela precisava, aos poucos, descobrir que podia ser amada sem precisar esconder suas necessidades, justificar sua existência ou enfrentar tudo sozinha.
E o Sang Yan, com toda a sua paciência e seu jeito de demonstrar amor através das atitudes, oferece a ela a oportunidade de experimentar algo diferente. Não porque ele pudesse apagar o passado dela ou curá-la sozinho, mas porque o cuidado dele ajudava a mostrar que uma relação também podia ser um lugar seguro.
Não acho que a Yifan e o Sang Yan tenham sido perfeitos em todas as suas atitudes, mas acredito que isso torna o romance mais real. Um relacionamento é construído com acertos e erros e se consolida quando os dois aprendem a ceder, respeitando seus próprios limites e encontrando um equilíbrio entre as necessidades de cada um.
The First Frost vai além de um romance bobo. Ele fala sobre traumas, cura e sobre o impacto que as ações podem causar na vida do outro.
É uma história que aborda questões dolorosas, mas que ainda vai deixar o coração quentinho no final, além de possuir uma ambientação marcante, elementos que formam a identidade do casal e uma OST que vai te fazer lembrar da história assim que ouvir.
Algumas pessoas podem achar The First Frost um C-drama lento, e ele é mesmo. Mas, para quem gosta de uma boa construção, acredito que vai amar assim como eu. Outra coisa que me pega demais é essa construção do romance desde a fase escolar até a vida adulta. Eu amo acompanhar os personagens em diferentes fases da vida e ver como o passado e tudo o que viveram influenciam a relação deles no presente. KKKKK
Meu C-drama conforto, com certeza.
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My Dearest | Meu Querido
Eu tenho poucos K-dramas na minha lista de favoritos, geralmente fico mais inclinada aos C-dramas por gostar muito de desenvolvimento, contexto, construção e aprofundamento do relacionamento dos protagonistas — e esse aqui não deixou a desejar.My Dearest é uma obra de arte. Possui um dos enredos mais elaborados que assisti até o momento, te prende do início ao fim e tem uma ambientação maravilhosa. A história se passa na era Joseon, durante a invasão Qing, então é um K-drama histórico que nos permite entender um pouco das dificuldades vividas naquele período.
Acompanhar a construção do romance entre Jang-hyun e Gil-chae é intenso e lindamente dolorido. É lindo ver o cuidado, os sentimentos se aprofundando e a forma como eles passam a valorizar um ao outro, mas é doloroso acompanhar todo esse processo.
Tu pode chorar? Provavelmente vai.
Vai sofrer? Também.
Mas vale muito a pena.
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