Mas se você pensa que se trata apenas de uma série sobre doces, você se engana. A série apresenta uma metáfora interessante sobre a busca pela felicidade, a importância de seguir suas paixões e a importância de encontrar um equilíbrio entre as responsabilidades do trabalho e os prazeres pessoais.
Mesmo sendo um trabalhado dedicado, Kantaro sempre encontra tempo para se dedicar à sua paixão pelos doces, que são usados como uma metáfora para as paixões e os hobbies que nos trazem alegria e satisfação pessoal, mesmo que não sejam compreendidos ou valorizados pelos outros. A verdadeira felicidade vem de ser autêntico consigo mesmo e seguir suas paixões, mesmo que elas sejam vistas como triviais pelos outros. Além disso, a série nos ensina a valorizar e apreciar as pequenas alegrias da vida.
As explorações culinárias de Kantaro também podem ser vistas como uma metáfora para a jornada interior de autodescoberta e realização pessoal. E até mesmo as cenas fantasiosas e visuais impressionantes dos doces são uma metáfora para a criatividade e a imaginação, ressaltando a importância de alimentar não apenas o corpo, mas também a mente e a alma.
Em suma, "Kantaro: The Sweet Tooth Salaryman" é uma celebração das paixões pessoais e da importância de encontrar alegria nas pequenas coisas da vida, incentivando os espectadores a seguir seus sonhos e viver de maneira autêntica.
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Na minha opinião a série destaca a importância e a inevitabilidade do amor na nossa existência ao explorar de maneira poética e filosófica a relação entre a gravidade e o amor.
A gravidade, uma força invisível que atrai os corpos, é usada como metáfora para descrever a força do amor que atrai as pessoas umas às outras. Assim como a gravidade mantém os planetas em órbita e dá forma ao universo, o amor mantém as pessoas conectadas e dá sentido às suas vidas.
Mesmo com toda censura, com toda homofobia, morando em cidades diferentes, o amor, assim como a gravidade, é uma força fundamental e inescapável que molda nossas experiências e relações.
Foi uma série inteligente que conseguiu transmitir a mensagem desejada enquanto navega pelas restrições impostas.
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Eu não gosto de fazer avaliações tão negativas, porque sei que todos deram o melhor de si para realizar esse projeto. Mas é mais uma série que tinha um grande potencial, que não foi aproveitado. É como se tivessem um punhado de ideias interessantes, mas não conseguissem desenvolvê-las, então colocam tudo junto e esperam que dê certo. Não deu, sorry. Normalmente não me importo com um ritmo lento, mas a história é letárgica, com uma OST que consegue ser ainda mais letárgica :(, o que não favoreceu muito a série. Não achei que o casal principal tinha química. Gostei muito mais da química entre o irmão de Milk e o namorado. O grupo de amigos de Milk são responsáveis pelos "melhores momentos" da série. E a irmã de Milk conseguiu realmente me tirar do sério. Sem dúvida, a personagem mais cruel da série. Was this review helpful to you?
1. Meus fofos BounPrem. Aliás, Prem parecia estar realmente se divertindo. Ele tem uma veia cômica que merece ser aproveitada.
2. Uma OST muito boa e
3. As praias paradisíacas da Tailândia.
É uma série para assistir sem grandes expectativas além de relaxar.
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Simplesmente amei. A série me prendeu desde o primeiro minuto e foi difícil lembrar que eu precisava ir trabalhar no dia seguinte 5555555 porque se não precisasse teria maratonado tudo de uma vez só. 5555555Em primeiro lugar, a série me impressionou por trazer elementos que são poucos comuns nas séries que assisti até agora. The Sign trouxe algo completamente novo para mim, principalmente ao incluir elementos da cultura e do folclore tailandês. Além disso, a série teve a dose perfeita entre ação policial, mistério, romance, comédia.
Quando assisto uma série espero que ela me entretenha. Nunca espero que as séries sejam perfeitas porque sempre vai haver alguns episódios que não foram tão bons ou cujo final deixou a desejar. Mas The Sign chegou bem perto. As cenas de ação e a cinematografia foram muito boas. E os locais de gravação são simplesmente deslumbrantes! E aqui devo parabenizar toda a equipe porque algumas cenas foram gravadas em lugares muito difíceis. Os efeitos visuais foram muito bons e convincentes. Todos os atores fizeram um ótimo trabalho, especialmente o elenco secundário.
Os primeiros episódios foram mais longos do que estamos normalmente acostumados, mas isso não me incomodou. Aliás, preferia que os últimos episódios tivessem sido mais longos, principalmente para explicar o que aconteceu quando Tharn desapareceu com Chalothon.
Não entendi muito bem os borrões nas cenas NC. Acredito que existem mil e uma maneiras diferentes de filmar uma cena NC que seja sensual e hot, sem ser necessariamente explicita e sem precisar de borrões.
De maneira geral, é uma série muito interessante e que com certeza assistiria de novo.
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The one who completely steals the show is K’Thee. The character development was flawless. The dramatic lines, the over-the-top behavior, Pond delivered an absolute masterclass in acting and keeps proving he’s one of the best Thai actors out there. And Phuwin? He’s right up there too. Peach is the safe, genuine intimacy Thee needs, and their interactions allow both characters to grow, mature, and change the way they see the world. Pond and Phuwin were simply outstanding. Their chemistry is always real, natural, and deeply human. You can’t help but fall in love with their characters.
By the end of every episode, my inner fangirl was in full-on bliss. I laughed out loud, cried my eyes out, felt every emotion possible and still finished each episode with a happy smile and a warm, light heart. That said, I urgently need the stories of Mok & Rome, Tawan & Aran, and the married life (and parenthood!) of K’Thee and Peach!!! Super, mega, absolutely recommended.
PS: I loved how GMMTV wasn’t afraid to poke fun at itself and do a bit of self-promo during the series. That kind of playful vibe was perfect. But sorry, P’Tha… from now on, I only watch GMMTheeV 😉
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This series completely won me over with its dreamy, almost ethereal look, and it’s surprisingly easy to relate to. At its core, it’s a moving story about identity, connection, genuine understanding, and the power of “The world of If.”When Kano is transferred from the technical department to sales, he feels totally out of place, especially when compared to Ogami, the star of the sales team. That sense of inadequacy pushes him into awkward silence and an uncomfortable posture. Then he stumbles upon an old mirror said to show whoever gazes into it the person they wish to become. Kano longs to finally stand on equal ground with Ogami, and suddenly he’s transported into “The World of If”, a parallel reality where he’s confident, respected by his peers, and in a relationship with a warmer, more affectionate version of Ogami.
What I love most is how beautifully the series draws parallels between real life and this alternate reality, showing how different choices can reshape not only the protagonist’s career path but also his personal and emotional relationships. The desire for connection is universal, and while “The World of If” is tempting, true change comes from real actions in the presente, from having the courage to step out of your comfort zone and open up to others. Everything Kano ever wanted: the care and respect of Ogami and his team, was already there. He just needed to open up a little for his “The World of If” to become his reality.
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