Não me pegou não
Todo o contexto desse dorama me incomoda. De um lado, um homem executivo que é pai solo, é atencioso com a filha, se veste bem, sabe cozinhar, se relaciona bem com as pessoas, é desejado por todas as mulheres. Do outro lado, uma mulher CEO, é dona da sua empresa mas sua autoridade é questionada o tempo todo por todo mundo, chega no cúmulo do próprio secretário a defender em alguns momentos, ela é preguiçosa, antisocial e antipática, todos tem medo, não sabe cozinhar, é desastrada. Teria sido mais legal e original se ela fosse mais analítica e meticulosa e ele fosse a pessoa atrapalhada e impulsiva. Porque isso que ter um filho acarreta: você vai descumprir prazos, vai se atrasar, vai fazer muita coisa “inadequada” aos olhos dos executivos e workaholics. E a maior inimiga dela, uma mulher, sério mesmo? Picuinhas entre mulheres? Temos, mas é mais do mesmo e chega uma hora que esse tipo de narrativa cansa.
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