"Ele disse que poderia perdoar a tortura, mas jamais esqueceria a dor que sentiu no tribunal."
Gosto muito de doramas voltados para o mundo do direito, eu já tinha assistido a Bruxa do Tribunal, que tem a mesma protagonista, e acreditei que se tentasse esse aqui, não me arrependeria. Eu estava certa. Com a permissão do tribunal é um dorama que tem como base o livro "Let Me Start My Argument" da advogada Jeong Hye-jin, trazendo casos reais que ela vivenciou.
Por isso, diferente de outros doramas onde temos as vitórias das vítimas, algumas até milagrosas, esse é muito mais realista, mostrando como o Estado falha, uma vez atrás da outra, com aqueles que deveria estar protegendo. Tanto no caso principal que conduz essa série, quanto nos secundários, vemos como a justiça falha com os menos favorecidos, que dependem apenas dos defensores públicos, e favorece aqueles com dinheiro e poder. Mesmo quando a vítima "ganha", ela ainda está perdendo algo, como, por exemplo, recebendo uma pena leve em um caso onde não deveria haver pena alguma. São casos em que você vê vidas, não só de um indivíduo, mas de toda uma família sendo destruída duas vezes: a primeira pelos criminosos e a segunda pela omissão do próprio Estado.
Bom, o enredo é muito bem estruturado, bem fechadinho e sem pontas soltas. E uma coisa que gostei muito é que os escritores souberam sustentar bem o mistério do dorama nesses doze episódios, não teve uma encheção de linguiça sem fim que acaba fazendo você cansar da história. Os personagens são muito bem construídos e também muito bem desenvolvidos ao longo da série, principalmente a noh chakee. As atuações são ótimas por parte de todos os personagens, principalmente dos protagonistas que têm muita química. Infelizmente, como o romance não é o foco desse dorama, não diria nem que recebemos migalhas, está mais para farelos. Mas não deixe isso desmotivar você a assistir porque o dorama é muito bom e, com certeza, se tornou um dos meus favoritos desse gênero.
Por isso, diferente de outros doramas onde temos as vitórias das vítimas, algumas até milagrosas, esse é muito mais realista, mostrando como o Estado falha, uma vez atrás da outra, com aqueles que deveria estar protegendo. Tanto no caso principal que conduz essa série, quanto nos secundários, vemos como a justiça falha com os menos favorecidos, que dependem apenas dos defensores públicos, e favorece aqueles com dinheiro e poder. Mesmo quando a vítima "ganha", ela ainda está perdendo algo, como, por exemplo, recebendo uma pena leve em um caso onde não deveria haver pena alguma. São casos em que você vê vidas, não só de um indivíduo, mas de toda uma família sendo destruída duas vezes: a primeira pelos criminosos e a segunda pela omissão do próprio Estado.
Bom, o enredo é muito bem estruturado, bem fechadinho e sem pontas soltas. E uma coisa que gostei muito é que os escritores souberam sustentar bem o mistério do dorama nesses doze episódios, não teve uma encheção de linguiça sem fim que acaba fazendo você cansar da história. Os personagens são muito bem construídos e também muito bem desenvolvidos ao longo da série, principalmente a noh chakee. As atuações são ótimas por parte de todos os personagens, principalmente dos protagonistas que têm muita química. Infelizmente, como o romance não é o foco desse dorama, não diria nem que recebemos migalhas, está mais para farelos. Mas não deixe isso desmotivar você a assistir porque o dorama é muito bom e, com certeza, se tornou um dos meus favoritos desse gênero.
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