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Something in my room
Confesso que me surpreendi positivamente. Quando vi os primeiros episódios, uma mistura de fantasmas, médiuns, et's e afins, imaginei de cara que não iria gostar, principalmente por causa de que os casais compostos por humanos e fantasmas geralmente acabam em tristeza. Mas, como eu disse, me surpreendi. Os episódios passando, mistérios sendo revelados e novos mistérios surgindo, foram prendendo minha atenção. O que poderia ser mudado, em minha opinião, é a dinâmica do relacionamento entre Dream e Luck, eles terminarem por cada um acreditar em tipo diferente de sobrenatural não fez sentido para mim. Algumas cenas eu deletaria, como o ataque extraterrestre a Luck, ou Phat jogando um lençól sobre Phob para provar sua existência para sua mãe, mas que série escapa de pelo menos uma cena de vergonha alheia não é?A atuação do elenco foi boa, inclusive, ponto para Supanut, que em relação a seu BL anterior, Oxygen, teve uma atuação bem melhor. Os cenários são basicamente os mesmos, não existe uma fotografia surpreendente, mas o elenco é carismático e o final triste que eu esperei não veio, e sim um dos finais mais lindos e poéticos que eu já vi, e olha que quando vi o sofrimento do casal principal, ambos tendo que escolher o bem do outro, por amor, eu tive certeza que o final trágico viria.
Gostei bastante da ost, voltaria a assistir e com certeza recomendo a série.
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Fish upon the sky
Comecei essa série com uma expectativa alta, mas me decepcionei.Primeira coisa: Na minha opinião o enredo do casal Mork e Pi seria mais interessante se não fosse tão óbvio que Mork era o amigo secreto que conversava e dava conselhos pelo telefone. Se ficasse uma dúvida sobre a identidade dele, daria um tom de mistério que faria a trama um pouco mais convidativa. No Ep 3, a cena do beijo até agora está me incomodando, pois não consegui entender a lógica do Pi completamente sóbrio se declarar e beijar alguém tendo certeza que era outra pessoa, e essa pessoa (Mork) receber a declaração que não era pra ele e se permitir beijar, sendo ele maduro o suficiente pra entender que isso deixaria Pi frustrado, não fez sentido.
Outra coisa que não gostei na construção do relacionamento entre Pi e Mork, foi o fato de que quando finalmente eles se acertaram, Pi querer continuou tratando mal o Mork, deixando o personagem como um verdadeiro pateta, se submetendo a ser mal-tratado de forma ridícula, com a desculpade não se achar suficiente para ele. Acredito que casos como esses existem, mas pra dar veracidade a esse contexto usassem um ator feio, pois o ator que faz o Pi é lindinho demais.
Um ponto positivo com certeza é o casal secundário. A fofura do Meen (inclusive me apaixonei por ele cantando a música de abertura da série) e a forma como foi construído o relacionamento dele com o Duean foi mais convincente que o casal principal. O Duean mentindo sobre o curso pra não parecer burro, e a comédia que foi o relacionamento entre os dois, com o Duean descobrindo os sentimentos e tentando fugir deles, foi a melhor parte da série.
No mais, boa atuação, ambientação praticamente toda na universidade e na casa do Pi, trilha sonora gostosinha, e o pesonagem Mork entrando para a lista dos maiores gados dos bl’s, e apesar dos furos eu recomendo a série com certeza.
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A série é divertida. Os atores são excelentes e a história tem um bom roteiro, além de uma fotografia excelente. Fugindo dos ambientes universitários, a série mostra um mundo mais real. A vida dos rapazes, em meio aos encontros, amizades e trabalho é bem representada pelos atores e através deles fazemos um tuor turístico pela linda cidade de Bangkok.
Uma coisa interessante que a série traz, é que os personagens não tem nomes, são todos chamados apenas por uma letra, T, G, M... e apesar de 20 episódios serem muitos, não é uma série chata.
Vi várias críticas ao casal principal, mas achei legal eles depois de ficarem com vários outros perceberem que o que queriam mesmo estava ali tão perto que eles não enxergavam e fiquei feliz com o final feliz deles.
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Recomendo
Antes de deixar minhas impressões sobre a história, é importante que as pessoas saibam que ela tem um valor histórico para o gênero BL na Tailândia. A série é de 2016, e se agora ainda existe tanta censura, tanto preconceito, imagine na época. O que faz essa série importante? Pra quem não sabe essa série é baseada na terceira novel da trilogia: 1= Togheter with me, 2= Just you e 3= Bad romance, mas foi a primeira a ser gravada como série, provavelmente porque as duas primeiras eram focadas nos casais BL, e em Bad romance o foco principal era (pelo menos era o que a indústria queria) o casal hétero (Yihwa e Cho), pois em 2016 as séries BL não tinham atingido seu ápice de popularidade, ainda caminhavam a passos curtos e lentos. A questão é que o casal BL fez tanto sucesso, até mais que o casal hétero, que gerou um frenesi entre as fãs que ficaram enlouquecidas por Korn e Knock, tanto, que mesmo à contragosto, a indústria se rendeu às fujoshis e gravou em seguida a primeira novel (a primeira depois da terceira ???) tendo o casal BL como foco (Together With Me).A série no geral é boa. Tem muitas doses de humor, a atuação tem falhas, mas está dentro do aceitável, Max e Tul com a química contida nas cenas de amor roubaram o coração das fãs, a personagem Yihwa é uma das melhores que já vi em um BL, a ost excelente e a fotografia para a época não deixou a desejar. Sempre será aclamada por mim por ter apresentado Max e Tul como casal. Outra coisa que gosto, é do fato de terem conseguido esconder o assassino até o último ep, em meio a tantos vilões já declarados. Recomendo a série, mas se possível assistam na sequência correta da novel pra não ficar confuso, ou seja, veja "Together with me" primeiro, e depois veja Bad Romance. Depois se permita ver "Togueter with me: the next chapter" também.
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Perfeição SS2
Não vou me estender muito como na primeira temporada, da qual fiz uma resenha gigante, vou me ater ao básico.A série chegou e foi recebida com muito entusiasmo e expectativa, devido ao sucesso da primeira temporada, e o plot deixou muita gente decepcionada (vide as avaliações), inclusive macetando o personagem do Teh devido à "traição", muitos querendo que o Oh-Aew terminasse sozinho para manter sua dignidade.
Confesso que ao assistir essa série, o entusiasmo da expectativa alta me trouxe uma certa decepção, mas aí é que está... nessa série, tudo é perfeitamente desenvolvido, construído com um alicerce bem feito, nada está ali ao acaso, tudo tem uma razão de ser. Muitas vezes essa razão de ser passa despercebida no primeiro olhar, mas ao rever a série eu consegui imergir na história, voltei à primeira temporada para entender alguns aspectos da personalidade de cada um dos dois.
É fato que existiu a traição! Não foi só um workshop com Teh covardemente afirmou, ele realmente ficou balançado pelo Jai, e verbalizou isso na noite em que Oh Aew o deixou. A questão é que ele amava o namorado, nunca deixou de amar, mas o relacionamento deles estava balançado e fragilizado por muitas coisas, e nenhum dos dois conversou para resolver o problema. Chegou num ponto em que Teh não reconhecia em Oh o garoto que ele viu crescer, e Oh se sentia só, pois Teh estava realizado com seus novos amigos, realizando seu sonho.
O oh que Teh aprendeu a amar queria atuar, não tinha tatuagens, não pintava o cabelo, na verdade não tinha atitude, era sempre indeciso e tinha medo, isso assustou Teh ao mesmo tempo em que ele tinha ao seu lado um belo homem, maduro, e que compartilhava dos mesmos sonhos que ele, ficar confuso seria normal, não acham?
Por outro lado, enquanto Teh se encaixou imediatamente e parecia nem lembrar de casa, Oh se sentia sozinho, existia o problema da distância entre as faculdades (Teh previu isso na primeira temporada), e a distância física causou o distanciamento dos sentimentos também. Na hora da tristeza, não era Teh que estava lá para consolar Oh, ao mesmo tempo que os amigos incentivavam Oh a crescer, trazendo mudanças naturais para um adolescente entrando na vida adulta, mas que Teh não imaginava que aconteceriam.
Nessa temporada, como na primeira, o foco exclusivo é nos protagonistas. Foi muito bom que eles tenham terminado juntos, mas que passassem anos separados, amadurecendo, vivendo, para enfim se reencontrarem maduros o suficiente para conseguirem dialogar.
Algumas coisas pequenas serviram de lição, como a fala de Khim sobre nem todos terem as mesmas condições de vida, quando Oh reclamou com Teh ter deixado a namorada sem nem ao menos tentar, a fala da mãe de Teh sobre saber do relacionamento, e a coragem de Teh em arriscar sua carreira postando o "sim".
Mais uma vez me vi dentro da história, sentia os personagens como meus parentes próximos e íntimos. A sensação de acolhimento que essa série traz é surreal! A intensidade de sentimentos traz uma sensação de realidade
Nos aspectos técnicos, não só não existiram erros, como existiram melhoras, como a ost por exemplo, que foi ampliada para muitas músicas, todas interpretadas pelos protas.
Assistirei muitas vezes e com certeza recomendo muito.
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Pense numa decepção
Eu não tenho nem como descrever minha decepção com essa série... uma série aguardada, com um grande investimento, um elenco de peso e muita qualidade de som e imagem, fotografia, sonoplastia e filmografia impecáveis, ost linda, onde foi que pecaram?O roteiro simplesmente é um dos piores que já vi! Nada nessa série faz sentido, ou melhor, algumas coisas até fazem, mas faltam as explicações, os buracos são enormes, terminamos sem entender praticamente nada do que estava acontecendo e do que aconteceu, e ainda por cima jogaram na nossa cara um final aberto. Plds!
A expectativa era de que, no mínimo, houvesse um EP especial explicando o que os 10 EPS não explicaram, e até foi anunciado um, mas depois a produtora cancelou, ou adiou, não entendi bem, o fato é que já faz meses que acabou e não tivemos mais notícias.
Enfim, eu me senti uma palhaça depois do final, sinceramente, não pretendo ver de novo, e se vc vai assistir é bom ir sabendo que ela vai te dar um nó na cabeça e não vai nem te ajudar a desatar. A série é confusa, fica mais confusa a cada EP, os buracos são gigantes, enfim, assista se quiser, mas não é uma série boa.
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Um espetáculo à parte
Essa série foi muito esperada por mim e pela legião de fãs de Net e James, que estávamos sedentos em ver eles numa série própria. Confesso que a sinopse me decepcionou um pouco, imaginei de cara um romance clichê e muito apelo sexual. COMO EU ESTAVA ENGANADA!Nessa série tudo é feito de forma minuciosa para encantar. O roteiro é incrível, a direção também. Os dois personagens principais, apesar da dinâmica proposta pelo título (amigos de cama), na verdade nunca foram apenas isso, desde o primeiro encontro é perceptível que algo muito maior nasceu entre eles. Além disso, a química entre eles dois é simplesmente SURREAL!!! As cenas são de amor, não de sexo. São eróticas, sensuais, mas não são apelativas e vulgares, além de uma estética perfeita, que vai desde a beleza dos meninos, até a ost magnífica e um show de iluminação, a fotografia nessa série tem um papel muito importante, que dá mais profundidade às cenas do casal.
Como eu disse inicialmente, esperava receber uma série apelativa, mas recebi, além da dinâmica linda do casal citada acima, dois universos completamente diferentes que se encontraram, e em seus pedaços conseguiram se encaixar. A história de King é mais suave. Apenas mais um jovem clichê, rico e bom vivant, que a família quer casar com uma moça do mesmo nível. Inicialmente, ele tenta passar a ideia de que não se importa com relacionamentos, mas quando conhece Uea, muda seu modo de viver. Uea trás uma série de dramas, que seriam apenas mais clichês se não tivessem sido tão bem trabalhados. Inicialmente, ser rejeitado pela mãe narcisista, pra quem ele aparentemente só serve de banco, abusado pelo padrasto, não conseguir se fazer acreditar sobre esse abuso e depois de anos de dor e trauma, sofrer uma nova tentativa de abuso no trabalho. Obviamente alguém com essa carga de traumas não entregaria o coração facilmente... E foi lindo ver as barreiras dele se quebrando, os traumas sendo curados e a confiança brotando. Outro ponto maravilhoso dessa série, foi ver os personagens abusadores sofrendo punições, apesar de que o sobrinho do patrão merecia uma punição mais severa que a demissão. O colega de trabalho não colaborativo foi obrigado a mudar de postura. Não obrigaram o personagem Uea a perdoar a mãe narcisista, mostrando que não é preciso romantizar laços de sangue. Não focaram demais em histórias paralelas, até pq, como a história do casal era muito profunda, histórias à parte poderiam atrapalhar muito.
Como cereja do bolo, tivemos a aparição do Mai no final do último EP, depois de Jade pegar o buquê, já dando à largada para a história deles, que será contada em breve, e talvez por isso o personagem Jade, tão cativante, não teve tanto aprofundamento, para deixar os pontos importantes para a série dele.
Aspectos técnicos também estão impecáveis, atuação, química entre todos os personagens, sonoplastia, fotografia, filmografia, ost, nada ficou a desejar. Pra mim foi 10/10 e está na minha lista de favoritas.
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Roteiro sem lógica
Essa série tem uma junção de fatores que me repeliram num primeiro momento: A mistura de real com sobrenatural, não que eu não goste, mas é uma receita que só dá certo se tiver roteiro e direção de milhões. A possibilidade de um final ruim pra todo mundo, e a presenta de Art, de quem tomei um ranço enorme depois de What the duck e da treta que se seguiu.Sobre o roteiro: Do nada, surge um aviso do governo de que a Terra será destruída por um meteoro em alguns dias, e quem quisesse sobreviver deveria ir para um abrigo criado pelo governo "à prova de fim do mundo" (WTF?) para se salvar. Os que não chegassem ao abrigo morreriam. Ocorre que no momento do aviso, nosso protagonista, num ato de ciúmes de sua namorada, tinha acabado de acertar a cabeça de um jovem, e como ele é estudante de medicina, seu senso de moral falou mais alto, e ele, ao invés de fazer a coisa lógica, colocar o jovem no seu carro e levar para o bunker, decide não ir e cuidar do garoto em casa, este quando acorda está sem memória, não lembra da violência sofrida, e agredido e agressor acabam se apaixonando. A verdade vem à tona depois, mas eles parecem estar dispostos a morrerem juntos e felizes. Ainda vão aparecer o irmão do "médico", um jovem que estava preso por praticar protestos contra o governo e por isso não podia entrar no abrigo, uma senhora viúva que optou por esperar a morte com sua cachorrinha para não abandonar o lar de seu futuro esposo, e uma gangue de psicopatas que saía matando por diversão. No final, essas pessoas citadas morrem, sobrando apenas o casal principal, que está bem pleno praticando a arte de namorar pelado na hora que o meteoro vem e destrói tudo, inclusive minha alegria. A questão é que na cena pós créditos, o rapaz agredido aparece acordando bem assustado, então, fica no ar a dúvida, se foi tudo um sonho dele, ou se aconteceu e eles sobreviveram, cabe uma segunda temporada para explicar.
Apesar do roteiro esquisito, as atuações foram de milhões, esqueci até o ranço do Art. Filmografia, fotografia, ost, tudo esteve muito bom, eu não vou rever a série, mas recomendo sim!
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Drama psicológico
Tenho sentimentos controversos sobre essa série. Só posso chegar à conclusão de que esse roteiro foi escrito e dirigido por pessoas muito capazes. A história superficialmente fala de dois amigos, Mieko, uma jovem que não encontrava seu lugar no mundo, tinha traumas de abuso sexual, e apesar de ter uma mãe que a amava, sentia um vazio, a falta de algo ou alguém que a fazia fugir do mundo. Makio, era um jovem alegre e cheio de vida, que por circunstâncias especiais conheceu Mieko e uma amizade improvável se desenvolveu entre eles. Mieko abriu as portas de seu mundo para que Makio entrasse, até que foram trabalhar juntos num café e conheceram Eiji. Eiji tinha tudo, era rico e mesmo assim trabalhava com eles, e e logo a dupla de amigos se transformou em trio, Eiji e Makio se apaixonaram e Mieko foi a grande madrinha desse amor.Os fatos que se desenrolam depois daqui são muito contraditórios... o preconceito da família de Eiji, a forma como Mieko "resolveu" o problema e a forma como Makio lidou com tudo, são muito diferentes do desfecho que imaginei. Meu final perfeito seria a família de Eiji aceitando seu relacionamento, Mieko saindo do meio do casal e e Makio tendo seu final feliz... mas tudo que aconteceu na verdade (para mim) foi uma crítica à maneira como a sociedade japonesa lida com situações como essa. Talvez esse realmente fosse o desfecho na vida real e é péssimo imaginar isso.
Eu não sei se Eiji teve um final feliz... ele agradou os pais, teve um filho, mas e sua orientação sexual? Ficou trancada num armário empoeirado? Mieko teve seu final feliz? Um casamento onde não existia amor, apenas a disposição de dar uma família à sua filha, perdeu seu melhor amigo e não pode fazer uma faculdade, buscar seus sonhos. Makio talvez foi o que teve o melhor final, encontrou alguém que o ama e está feliz. Perdoou Mieko e seguiu em frente, mas Mieko jamais terá sua amizade de novo. Pra mim, tudo leva a uma segunda temporada, espero que seja isso.
Atuação perfeita, sem ost interessante mas com ótima filmografia. Enfim, os personagens e a história são bem complexos, não assista se vc gosta de histórias rasas e superficiais.
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Nostalgia
Nossa, que nostalgia rever essa série... em 2017 tudo ainda era mato, e Water Boyy foi uma das séries que andaram para que hoje muitas possam correr.A série é a adaptação de um filme de mesmo nome. Traz assuntos importante, como homofobia, só que dessa vez é o pai gay que é hostilizado pelo filho. Também fala sobre bullying, descobertas da sexualidade para meninos e meninas, rebeldia na adolescência, sexo, nossa, são tantas coisas...
É uma série que consegue ser leve apesar de temas complexos. Existe uma carga dramática, existe alívio cômico, existe muita amizade.
A atuação não é 100 por cento, o elenco era muito jovem e imaturo, a fotografia e as locações são bonitas e a ost é perfeita.
Eu já revi essa série várias vezes e com certeza indico a todos.
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Não me agradou
Como se já não bastasse a China me empurrando bromance, me vem Taiwan vendendo uma ideia de romance BL que acaba virando romance hétero, nem mesmo bromance.A história é interessante, entendendo que é uma história fantástica. A atuação do ator principal é bem exagerada, me passa a vibe de alguém que eu não gostaria de ter por perto, a menina super grossa, e os outros parecem palermas. Existe uma bela fotografia, uma boa produção, mas a história mesmo não me encantou, é isso.
Os atores apesar dos excessos trabalham bem, a ost é excelente, mas eu não gostaria de ver de novo. Faltou muito para ser uma série interessante. Recomendo sim, até pq é necessário ver para dar a avaliação, mas eu particularmente não gostei.
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This is love story
Assim como aconteceu com Tossara, eu precisei ver esse arco umas três vezes para que ele me convencesse. Não há muito o que falar, a história segue o mesmo padrão de qualidade dos outros arcos, os protagonistas (para mim) são belíssimos e fizeram um belo par, porém não consegui sentir química no casal. Mesmas locações, o roteiro bem clichê do galinha sem coração que um dia se apaixona, a história é fofinha e entre os três arcos eu diria que esse é meu segundo lugar (1º Love mechanics, 3º Tossara). Vi muitas críticas à atuação dos protas, mas com certeza já vi atuações piores serem aclamadas.Recomendo a série, pois se é para ver o arco que veja completo, e se não gostar do resto, com certeza o sorriso de Praram vai valer a pena.
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Hino faz assim!!!
Existem várias séries que independente de sua produção, roteiro, atuação, deixaram seu lugar marcado na história das séries BL por algum motivo. "Call it what you want" com certeza é uma dessas obras, que foi um tapa na cara não apenas da indústria que fabrica os BL's, mas também de uma parte tóxica dos fãs, que são a causa da indústria se comportar da maneira como se comporta. O diretor dessa série é Aam Anusorn Soisa-ngim, o mesmo diretor do documentário "BL: broken fantasy (fantasia quebrada)", que pelas suas obras deixa perceptível um lado militante, que não se conforma com os absurdos ocorridos por trás das câmeras.Inicialmente, saibam que essa série é baseada em fatos reais, e só o fato de saber disso deveria ser um choque de consciência em muitas pessoas. A série mostra o lado negro, nada romantizado, do que os atores são obrigados a fazer e sofrer. Abusos sexuais, restrições alimentares em prol de um corpo perfeito, impossibilidade de gerir suas próprias redes sociais, fazerem coisas contra sua vontade para agradar patrocinadores, serem sumariamente proibidos de manter relações, de serem vistos com alguém que não seja seu ship, e muitos outros absurdos.
Na série, contada em 6 episódios de em média 25 minutos, tem uma bela fotografia e atuações excelentes, e a música tema é linda.
James era diretor de TV, mas não conhecia o mundo BL, e ficou chocado ao perceber os abusos sofridos pelos atores. Ait e ele se apaixonaram instantaneamente, mas ele logo percebeu que não seria tão fácil viver esse romance em paz, e enquanto isso Bas sofria por vários motivos que me deixaram devastada. A cena de Bas comendo o sanduíche e chorando partiu meu coração.
Antes de finalizar e citar os furos do roteiro, eu gostaria de fazer uma consideração:
Ait e Bas já tinham se beijado em cena, mas ele considerou seu beijo com James como o seu primeiro beijo. O beijo em cena não contou pra ele. O ator quando está atuando está trabalhando, e um artista deve saber separar seu mundo pessoal do seu personagem, caso contrário não existiriam atores que contracenaram com mais de um ship. Existem ships que trabalham juntos há anos, a exemplo de Off&Gun, Ohm&Fluke, mas durante esse período eles fizeram trabalhos paralelos com outros atores, e se seguem juntos, existem diversos fatores para isso, como amizade, cumplicidade, a rentabilidade do casal para potenciais patrocinadores e vários outras coisas. Se os atores conseguem separar o trabalho da vida pessoal, os fãs também deveriam fazer o mesmo, até porque, fã é alguém que ama, e quem ama não ama apenas sob determinadas circunstâncias.
Não quero dizer aqui que não existem relacionamentos (namoro, sexo) entre os casais BL's, até porque eles são humanos, e todos nós conhecemos casais de artistas que iniciaram seu relacionamento em cena, isso é algo normal, mas não é obrigatório! A paixão pode nascer de muitas maneiras, com certeza existem vários casais BL's que já ficaram, transaram, namoram, moram juntos, como também existem outros que se relacionam com alguém totalmente desconhecido do público, ou com o par de outro ship, ou alguém da produção como retratado nessa série, a maioria fica ou namora com mulheres, mas são forçados a aceitar determinadas condições por causa de fandons tóxicos que não aceitam que o ator pode e deve ter uma vida além das telas, que tacam hater em alguma amiga ou namorada do seu ídolo, que boicotam marcas e cancelam pessoas apenas por essas pessoas desejarem ter uma vida além de seu personagem.
Terminado esse desabafo, acho que todo fã de BL deveria ver essa série e entender do que ela se trata, e seu valor histórico e social, pois após essa série, outras séries iniciaram uma onda de críticas sociais em seu roteiro, seja sobre termos pejorativos (como esposa- sim, eu considero pejorativo!), sobre a necessidade do estereótipo de "ativo e passivo", sobre o fato de que existem relacionamentos onde os dois são ativos e passivos, contra o governo, e muitas outras.
A série termina com alguns furos, como o que acontece após a acusação contra Tee, qual a decisão de Bas sobre fazer a denúncia, como fica o relacionamento entre Bas e Marco, mas todas as perguntas são respondidas na segunda temporada desse hino.
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Queimei minha língua
Vou tentar ser bem sucinta em minha opinião. A série é boa, apesar de seus defeitos. O roteiro é bem interessante, inovador eu diria, principalmente sendo tailândes. A história de um empresário sem coração que se apaixona por um pintor que é pura emoção, foge completamente do formato padrão, dos clichês, e talvez seja esse o motivo de muitas pessoas terem reclamado da série. Amei o retorno da atriz "Maengmum", nossa eterna "Yihwa", amei a ost, com o casal principal cantando a música que leva o nome do quadro que está sendo pintado na série. Minha crítica é mais relacionada ao casal secundário, e a história de Maze com Nueng que realmente não teve muita lógica, pelo que entendi apesar de serem "irmãos" o Maze sempre foi apaixonado pelo Nueng, que por sua vez gostava do Tharn, mas sempre que via Phab e Maze juntos tentava provocar o coitado do pintor, a meu ver para que ele reagisse e se rendesse aos sentimentos por Maze, mas isso já estava sendo feito, Phab sempre foi clarosobre o que sentia e queria, então essa parte não fez sentido.O elenco maravilhoso, Singto faz qualquer papel parecer brilhante, seja seme, uke, hétero, fantasma, ele sempre arrasa, o Tae também estava meio sumido após a primeira temporada de "2 moons" e aparentemente voltou pra ficar, atualmente está dando um show como protagonista de Triage, e todos os outros fizeram um bom trabalho.
A fotografia dessa série é maravilhosa, tem locações belíssimas, e não posso deixar de citar o tom humorístico da série. Enfim, recomendo a série e gostaria que as pessoas dessem uma chance a ela, de não olhar as críticas e assistir sem julgamentos, com certeza vão se surpreender positivamente.
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Kiss me again
Sobre a história: Apesar de ser lançada depois da série “Kiss (2016)”, não se trata de uma continuação, na verdade os eventos de Kiss-me again se passam antes dos da série “kiss”. Essa temporada é focada nas três irmãs mais velhas de Sandee e Sanrak, e explica como surgiu o relacionamento de Pete e Kao. A história é boa, tem um bom roteiro Tem uma boa dose de humor, drama, um pouco de ação, e óbvio que tem alguns furos, mas são poucos. O que realmente se torna um problema na minha concepção, é que normalmente quem vai assistir a trilogia fica confuso, pois o certo seria assistir primeiro Kiss me again e depois Kiss, até os títulos parecem invertidos (kiss me again/beije- me de novo é a primeira e Kiss/Beijo é a segunda na ordem lógica), mas enfim, apesar de tudo estou feliz com a atuação, dei nota 10. A trilha sonora é coerente e com certeza eu recomento essa série. mas por favor, vejam ela antes de "Kiss the series", pra que tudo faça mais sentido.Was this review helpful to you?