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Show! (De horror)
Plots sem sentido em BL's é algo que já estou farta de ver, mas esse merece destaque entre os piores, sinceramente.História: Ruim, totalmente sem pé nem cabeça. A cada ep iam entrando personagens que deixavam tudo mais sem sentido, talvez o plot devesse ser "transtornos mentais ou condições neuro divergentes". Um jovem traumatizado por perder sua avó e que não consegue comer sozinho? Como ele conseguiu atingir a idade da faculdade sem que isso fosse levado em consideração pela família? Família essa, que aparentemente não percebe os problemas do filho e simplesmente decidiram ir embora. Diew luta a série inteira para vencer seus traumas, mas não é o que acontece, parece que todas as soluções são apenas paliativas, até porque, os outros tem suas vidas para lidar, não é como se ele fosse a pessoa mais importante na vida de todos, é mais como se ele fosse uma criança que quer um doce e o adulto enrola ele com outra coisa para ele parar de pedir. Sobre BL, vejo mais como um bromance, já que ninguém namora com ninguém claramente
A produção da série fez um bom trabalho, pois a única coisa da qual não se pode reclamar são os aspectos técnicos, a fotografia utiliza muitas cores para ilustrar o que deveria ser uma comedia.
Eles conseguiram um ponto em meio a esse caos quando deram um enfoque às receitas, a culinária tailandesa é bem diversificada.
Atuação: a atuação não é ruim, o ruim é o contexto geral. Colocaram diversos atores que estavam no hype para melhorar a aceitação, mas mesmo assim não consigo ver a série com bons olhos, aliás, consegui concluir na força do ódio, apenas por não gostar de dropar nada.
Musica: A ost combina com a série, mas não é o tipo de música que eu particularmente gosto, não entrou na minha playlist.
Reassirtir: nem se eu fosse obrigada. Maior perda de tempo da vida.
Geral: eu não desencorajo quem pretende assistir, pois pessoas tem gostos distintos, mas não é uma série que eu indicaria particularmente.
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Confesso que dancei junto...
Eu realmente amo esse drama, e gostaria que ele tivesse tido um EP especial contando a vida deles quando finalmente tiveram paz.Essa história me encantou por vários motivos. Primeiro, ela fugiu muito do lugar comum, quem imaginaria um agiota e um dançarino? A química deles era muito forte, o ator que interpreta o agiota tem uma presença de espírito fascinante, uma aura de força e respeito.
Segundo, ela tem uma coisa interessante, não encontro a palavra correta, pois Song Si On e Jin Hong Seok são duas pessoas completamente opostas, mas de forma complementar, o que falta em um está no outro. Quebrando alguns paradigmas, quem se apaixonou primeiro foi justamente Jin Hong Seok, de uma forma totalmente inóspita, foi cobrar e se apaixonou, é até um pouco hilário.
Song Si On não era um pessoa ruim, adquiriu dividas apenas por não ter ninguém em quem se apoiar, e como todo pobre, parece que o universo conspirava pra piorar tudo. A mãe simplesmente o abandonou, deu pra sentir a dor dele na cena do telefone, não tinha família, e a única pessoa que pensava ser amigo, era um grande FDP.
Nessa obra, a cinematografia, fotografia e roteiro trabalharam juntos para trazer a simbologia da lenda do fio vermelho, cor utilizada no título da série (pôster), em cada momento importante, cor da echarpe com que Ji Hong Seok amarrou os pés de Song Si On, cor dos remendos da bairra de treinamento, enfim, a cor vermelha esteve sempre presente ilustrando a lenda contada nos primeiros minutos da série.
A ost é muito tocante, linda. A atuação de fato foi excelente, e confesso que dei muita risada com a situação inesperada do fotógrafo.
Uma personagem que não entendi muito bem foi a patroa. Apesar de saber que ela gostava de Ji Hong Seok, foi meio estranho ela ir até a casa, perceber que algo romântico podia estar acontecendo, sei lá, achei essa parte forçada, outra coisa que me deixou pensativa foi não entender o motivo pelo qual Ji Hong Seok simplesmente foi embora após toda a situação estar resolvida. E convenhamos que o programa de rádio ser a peça que uniu o casal é meio sem lógica...
Independente de tudo, foi muito intensa, tem momentos fofos e eu com certeza sinto um grande conforto vendo ela. Recomendo sim.
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Na minha lista de séries tops
Essa é uma série que traz emoções fortes sempre que a revejo, emoções boas, a alegria de ver uma obra que celebra o amor e a nossa fragilidade enquanto humanos que somos. A cinematografia seguiu o ritmo de outros BL's de sucesso na época, e explorou bastante o recurso das cores.Quando iniciei, minha expectativa era a de um típico BL sobre universidade e esportes. Na verdade, a universidade fica totalmente em segundo plano, o tema central, que norteia toda a série é o esporte e a amizade entre os garotos, e os amores que vão surgir entre os três casais principais.
Para falar dos casais, é importante frisar que a série conseguiu um feito difícil, conseguiu fazer a construção dos relacionamentos amorosos de forma certeira, o desenvolvimento foi gradual e perceptível. Casa casal com sua história pessoal, mas em comum eles ficaram do EP 1 ao 5 apenas desenvolvendo, paquerando, nos envolvendo na magia do amor deles.
Os 3 casais sao:
O principal:
Thorn e Fah- O clichê de jovens que se conheceram na infância e acabam se apaixonando. No caso deles, o acréscimo do esporte temperou ainda mais a situação, pois existia algo além do amor, eles tinham a mesma meta de vida. Eu particularmente não achei a atuação de Fah tão boa assim, em compensação, Thorn é um ator excepcional, principalmente nas cenas dramáticas. Eles dois juntos não me pareciam ter muita química, mas eu relevei.
Os secundários:
Aii e Saen- Poderia ser o clássico enemiers to lovers, mas na verdade não é. Aii já era veterano, e talvez por um furo no roteiro, não ficou claro para mim se Saen já o conhecia antes ou se apaixonou à primeira vista. O caso é que Saen, mesmo sendo mais jovem, lutou até conquistar seu amado, que aparentemente tinha medo da opinião dos outros, mas acabou cedendo. O casal tem potencial e química, o Saen tem uma carinha de cafajeste de me conquistou.
Dome e wee- esse foi o casal mais polêmico. Dome namorava com a irmã de Wee, mas acabou se apaixonando por ele. Tinha tudo pra sofrer muito hate, mas a construção do casal conseguiu passar a ideia de que eles não tiveram culpa de se apaixonarem, e até a própria Sam acabou entendendo e incentivando. A única coisa que me incomodou nesse casal foi eles não terem ficado juntos mais tempo, só se entenderem nos últimos minutos de série, muita química dispersicada. Talvez a lição que eles tragam é sobre a existência do certo ou errado no amor.
Para além dos casais, a série explora algumas facetas do comportamento humano que são criticadas, não romantizando os erros, mas mostrando que o ser humano tem suas falhas, e às vezes não ser perfeito tem até suas vantagens. Um desses casos é o do treinador mais severo. No inicio, a impressão que temos é apenas sobre seu caráter duvidoso, até a conversa dele e Thorn, quando ele fala que entende que seu comportamento se assemelha a alguém que ensina crianças a serem egoistas, mas que por outro lado, ele é o melhor dentro do trabalho que faz. Essa fala humanizou o personagem, mostrando que temos defeitos e isso não é motivo para sermos julgados (a menos que sejam crimes hehehe), pois também temos qualidades. Outro momento, foi quando Thorn pirou para voltar a jogar e ganhar a qualquer custo, permitindo que a ira subisse a cabeça, desconsiderando seu time, seu amigos e até seu amor. Quando ele chora e desabafa, fica claro que ele apenas tinha medo de ser deixado para trás.
No último EP, achei um ponto que me deixou reflexiva... Os garotos falando que fizeram a faculdade apenas para seguir os amigos, porém iam seguir outros caminhos. Na vida real isso acontece todos os dias.
A produção dessa série é impecável! Um roteiro muito bom, bem dirigido, tem uma fotografia de milhões, e uma estética que valoriza as cores e o ambiente mais jovial. A ost é linda, e tem o ritmo adequado para a serie. No geral, a atuação foi de mediana para boa, depende do ator. Todas os casais tinham suas questões pessoais, mas não eram grandes dramas, como uma terceira pessoa, ex, familia problematica, nada disso. Até a Sam aceitou ser trocada pelo irmão sem fazer nenhum escândalo.
Três EPS me deixaram no ápice do calor:
O EP 6, que foi o EP da revelação. Parece que como um véu que cai, todos passam a entender seus sentimentos, e isso aconteceu da forma mais linda, graças ao trabalho de construção dos EPS anteriores.
O EP 9 foi o da fornicação kkkkkkkkk, os casais ficaram juntos nesse dia, e até DomeWee não conseguiram dominar as emoções.
O EP 10 mostra todos os casais entrando em crise, que se agrava no 11 e no 12 todos são felizes para sempre.
Por fim, termino dizendo que essa série é maravilhosa e muito profunda, existem muitas camadas exploradas e não é apenas um BL juvenil clichê. Com certeza eu verei de novo e rexomendo.
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Propaganda enganosa kkkkk, prometeram uma série e não veio aí.
Para ser bem sincera, se você espera uma série, com enredo e tudo o mais, já te aviso que não é o caso.Trata-se de uma empresa de inaladores, que decidiu fazer uma propaganda diferenciada, usando o hype gigante que os atores principais ( Boom e Tar) estavam na época devido ao sucesso estrondoso da série que protagonizaram (I will knok you), e com isso, agradando à comunidade BL, uma bolha em constante crescimento.
Eles criaram uma narrativa sobre dois "amigos" que estão organizando a festa de aniversário da avó de um deles quando o doguinho deles some, causando preocupação e a necessidade de procurá-lo.
Na verdade, o que me fez ver os 5 eps foi a fofura do casal, as paisagens belíssimas e amostras culturais, crenças (a cor da camisa ter a ver com o dia da semana me pegou). A tal narrativa não tinha nada de interessante, mas foi bom ver os meninos de novo.
Como não se trata realmente de uma série, não vou falar muito. Mas imploro que façam um penteado melhor no Tar, o pobre rapaz não merecia esse penteado horroroso.
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Linda forma de fomentar o turismo sustentável
Gostei muito, uma maneira diferente de divulgar a cultura da Tailândia para os fãs de BL pelo mundo afora. Falo da cultura que não é retratada de forma detalhada nas séries, lugares lindos, cada um com sua particularidade e distantes da loucura das grandes cidades. A intenção é fomentar o turismo sustentável, mostrando além das belezas, a forma de viver dos moradores e pontos atrativos para turistas, que com certeza vão além das belas paisagens. Os EPS são curtos, de mais ou menos 8 minutos, então é possível ver todos rapidinho. A série realmente traz uma fotografia incrível, e as atuações também estão boas, sempre focando apenas na atuação do casal principal. Os aspectos técnicos não deixam nada a desejar, senti apenas a falta de uma ost marcante, mas creio que a falta dela é intencional, para que o foco da mensagem não seja desviado para nada.Infelizmente as traduções que consegui ver, não mostram os nomes dos locais, isso é um problema, embora apresentem muito do valor das crenças locais, culinária, templos, feiras e costumes, mas sem saber de onde são não faz muito sentido.
No primeiro ep temos Frank e LongLee.
Devo dizer que gostei da atuação dos dois, pois nas últimas séries em que atuaram juntos eu particularmente não gostei. O ponto central é a cultura voltada às crenças religiosas, além de outros aspectos.
No segundo EP temos Net e James.
Gostei da descrição de alguns pratos, principalmente quando falou sobre o durião, que me parece ser um vegetal que aparentemente não é muito valorizado e a mãe acabou criando um prato para aproveitar ele. Os garotos usando seus conhecimentos científicos para melhorar a criação e venda de novos produtos com ingredientes locais foi super legal. A mensagem no final sobre o processamento de alimentos como forma de evitar desperdício foi muito boa.
No terceiro EP temos Fluke e Judo.
Esse EP fala sobre a valorização da mão de obra e culinária de um determinado lugar paradisíaco, eles não mostram o lado difícil, mostram os pontos positivos, do quanto os moradores são capazes de buscar recursos naturais e produzirem sua alimentação e buscarem seus ganha pão.
O quarto EP traz Max e Nat se perdendo em um lugar remoto e precisando acampar, mesmo sendo pessoas totalmente urbanas, o que deixa a situação um pouco cômica, já que nem a barraca eles sabem armar direito. Além disso, a descrição de receitas locais e as paisagens são envolventes. Como o EP se passa à beira de um rio, o tema principal acaba sendo a necessidade de cuidar dos recursos hídricos.
O quinto EP temos Mos e Isbanky, a ideia central é a reciclagem e o cuidado com o lixo que jogamos na natureza, que além se sujar e enfiar, ainda coloca em risco espécies animais. O ponto alto é o centro de reciclagem, onde diversas coisas do dia a dia são feitas com material reutilizável que seria lixo.
No sexto EP temos Dew e Yoon. Pra mim foi o EP menos coerente, mas a ideia central era energia renovável.
Enfim, não é algo que eu ficaria voltando pra ver, mas é gostosinha, ver nossos ships queridos interagindo é maravilhoso, e com certeza a beleza e a cultura retratadas nos enchem os olhos.
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A verdade dói mas tem que ser dita
Essa série foi maravilhosa! Uma de várias que denunciaram situações ruins que os atores vivenciam nos bastidores, abusos, saúde mental comprometida, o relacionamento com seus agentes, e a competição acirrada entre eles, já que todos querem estar no topo, e no topo não tem lugar para todos ao mesmo tempo. E o que é necessário fazer para chegar ao topo? E em seguida, como se manter lá? Infelizmente, aqui se aplica a máxima de Maquiavel, "os fins justificam os meios".O primeiro arco é realmente dramático e muito pesado, é doloroso saber que retrata situações reais. Tem como tema central um casal de protagonistas que estão em evidência, e que por trás das câmeras tem um relacionamento real, sem que ninguém mais saiba. Isso é interessante de ser abordado, a cultura do fanservice foi um grande desserviço, e acabou estigmatizando os relacionamentos entre atores Y sempre como falsos, e também o fato de que mesmo que seja real eles não se sentem à vontade para confessar, pois os danos nas carreiras podem ser irreparáveis. Esse arco também mostra a diferença de tratamento por parte das produtoras quando os atores estão no "hype" ou não. Outra faceta horrenda, é a tentativa de prostituir os atores, tentando trocar sexo por favores pessoais, com a conivência de seus agentes, agentes esses a quem os atores chamam de pai ou mãe, que foram tirados de suas famílias com a promessa de cuidado e um futuro promissor. A cena da banheira foi muito forte, onde Pan tenta se limpar pq se acha sujo depois do encontro com o velho tarado. Outro ponto importante abordado, é a necessidade de validação através das redes sociais, e os efeitos psicológicos que podem ocorrer caso essa validação não venha. Além disso, é necessário estar pronto para ser descartado quando algo vai mal e se é cancelado. Detalhe, pra ser descartado não se precisa fazer algo errado, basta negar qualquer coisa ao sistema... Seng se negou a se prostituir, e pagou por isso. As próprias agentes do casal vendiam histórias negativas sobre eles para atrair mídia, é de dar nojo.
Um aparte para falar da atuação do Seng, que melhorou mil vezes desde sua última série (Secret crush on you).
Não tenho nenhuma reclamação sobre esse arco. Achei muito bom, e ainda foi coroado com a presença de P'New, Santa e Earth no final. Meu coração ficou quentinho por ver que eles terminaram juntos.
O segundo arco dá visibilidade ao casal secundário do primeiro. Esse arco mostra a verdadeira faceta dos agentes, o fingimento, as mentiras e situações onde a confiança é quebrada, e onde os atores percebem que na verdade são apenas peões em um jogo de poder e dinheiro. Outra situação explorada é a dos haters, e até onde eles podem ir, bem como os fãs que acreditam ter direito sobre seus ídolos.
Também é mostrado de que forma os novos ídolos são recrutados e moldados para serem ships potenciais, e claro, o direito que é tomado dos atores de falar sobre sua vida amorosa. Nesse arco, o grande plot Twist é descobrir que o mais "inocente" era o culpado de todos os planos mirabolantes e manipulava situações para que tivessem o resultado que ele desejava.
O terceiro arco fala de um reality show, onde 6 membros vão disputar a preferência do público fazendo apresentações artísticas, provas e mostrando seu dia-a- dia no confinamento. Nesse arco é mostrado que os seres humanos possuem diversas facetas, e muitos são capazes de tudo para conseguirem o que querem, nesse caso, vencer o programa. Temos a problematização do termo "esposa", tópico bastante debatido usualmente dentro da bolha BL. A fala de Wang sobre os ídolos BL não poderem reclamar ou escolher diversas coisas, e serem obrigados a entregar o que o mercado solicita, realmente deixa claro como funcionam os bastidores das séries que amamos. Além disso, o problema de que não importa talento ou carisma, na verdade o mercado impõe o que quer e os fãs tem a ilusão de que escolheram.
No último arco, o ship que ganhou o concurso do arco passado está gravando a série, ambos estão crescendo e ganhando muitos fãs. Um ponto problematizado, são os contratos assinados pelos ídolos, onde eles se comprometem a não ter nenhum relacionamento amoroso com ninguém, mas o que fazer nessa situação quando realmente se apaixonam? E se essa paixão é por uma mulher? Vemos aqui um triângulo amoroso interessante.
Nesse arco se mostra um tipo de abuso mental, os ídolos são obrigados a saber de certas coisas, mesmo que não tenham nenhuma aptidão para aquilo, como foi o caso do skate. O discurso final de Wang foi o mais puro suco da hipocrisia...
Um ponto importante, é que acima de tudo e todos, em todos os arcos, existia Wang nos bastidores moldando as situações e manipulando a todos, como se fossem marionetes.
Enfim, mostrar a realidade não agrada a todos, mas é importante que diretores e produtoras tenham a coragem de expôr o que acontece por trás das câmeras BL, para que essa indústria passe a ser igual a qualquer outra, com respeito acima de tudo.
A série é longa, cada arco tem 5 EPS, totalizando 20, mas que valem cada minuto.
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Morno
Bem, não há muita coisa a ser dita. A série é boa, daquelas que deixam o coração quentinho, não precisa de cenas apelativas para chamar atenção.O roteiro não é exatamente um clichê, mas também não tem nada de muito interessante, um escritor sem inspiração e o dono de um restaurante que se aproximam e se tornam amantes. Alguns obstáculos entre os dois (para variar hehe), como a mãe exploradora, ex que volta do além, e o próprio senso de justiça do chefe, que teme entrar em um relacionamento que talvez leve seu amor a sofrer ataques de sua mãe.
A série é bem previsível, mas confesso que ver o escritor tomando as rédeas do relacionamento e dando um fecho na mãe do outro lavou minha alma. Gostei que os origamis foram mostrados, é uma arte belíssima, e também da comida, que também foi parte importante da série.
O desenvolvimento dos protagonistas acontece num ritmo adequado, existe muita química entre eles e quando eles se resolvem de vez é algo lindo de se ver. A ost da série é linda! Bem como a fotografia e tudo o mais.
Eu não assistiria de novo, mas encorajo quem deseja ver. A série tem um EP especial com o spin-off do casal. OBS: ficou provado que a beleza de Stan Huang se destaca com ou sem bigode ou barba.
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Esperei muito e recebi pouco
Sobre o plot, nada de muito fantástico. O casal principal era amigo 3 anos antes e quando Vênus declarou seu amor Sky não o aceitou, o motivo realmente não ficou claro para mim. Agora, passado esse tempo, Sky está totalmente apaixonado e correndo atrás do amor de Vênus, que agora tem um certo trauma da decepção que a rejeição trouxe e não o quer mais.Existem dois casais secundários, os dois com uma relação estabelecida e saudável, apenas com alguns desentendimentos comuns na vida a dois.
Apesar do desenvolvimento fraco (não sabemos como começou nada entre eles etc...),.os dois casais falam sobre problemas comuns de casais reais, como confiar, dividir problemas, exaustão a ponto de não dar atenção ao outro, falta de diálogo etc.
A série me passa uma vibe de baixa produção. Poucos atores, poucas locações, apenas uma música na ost, atuação fraca. Mas não acho que seja o caso por causa da quantidade de propagandas. Prefiro achar que eles investiram na qualidade da produção, que realmente tinha uma boa imagem, sonoplastia, fotografia, etc. No mais, a história é extremamente enfadonha, 10 EPS com mais de 1h de duração, não faz o menor sentido. A história se arrastando, sem graça, sem muita coisa que cative o expectador. E ainda teve 1 EP especial que realmente não agregou nada a série, foi só mais do mesmo.
Não gosto quando isso acontece, mas infelizmente a única coisa realmente boa dessa série são as cenas quentes, os casais tem química para transar e isso é indiscutível. Confesso que me diverti com as loucuras sexuais do irmão de Vênus.
As famílias foram pouco exploradas, o que é estranho numa série tão arrastada, parecia não ter fim, e a cada ep esperávamos algo novo e nada acontecia. Mas pelo menos a relação de irmãos entre J e Vênus era saudável.
Tive a impressão que propositalmente existiam sempre alguns elementos que remetam ao nome Sky (céu), com imagens do céu bem azul com nuvens em movimento, e até a colcha da cama de Sky.
Enfim, eu não assistirei de novo, mas não desencorajou quem deseja encarar...
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Tem espaço para melhorias, mas é muito bom!
Roteiro: um roteiro leve, com poucas falhas e um um romance com desenvolvimento decente do casal principal. Os personagens protagonistas são bem profundos, para quem viu atentamente a história, ela não tem nada de simples.De início, a saída de Ji Won Young de seu emprego mostra um censo de caráter interessante, não sei se é algo cultural na Coréia do Sul, mas me chamou atenção. Ele não foi demitido, mas acreditava que por seu superior ter sido pego roubando, ele deveria sair também, mesmo sem ter culpa. O desenvolvimento desse personagem é bom, mas não aconteceu nada fora do esperado. Ele saiu para uns dias de folga, encontrou Tae Joon e se aproximou dele, se apaixonou e infelizmente não teve tempo de contar a verdade por trás de sua aparição naquela pequena cidade. Isso me trouxe outra interrogação, sobre o caráter do chefe... Ele se despediu de Ji Won dizendo que ele tirasse férias, mas quando Ji Won ligou falando sobre quem ele encontrou, ele mudou o discurso, falando que se Tae Joon conseguisse trazê-lo teria seu emprego de novo (???).
Ainda sobre isso, creio que a falta de comunicação comum nas séries BL foi uma chatice, mas precisou acontecer para que a série chegasse ao final esperado. Ji Won poderia ter explicado tudo para seu amado, e tentado se redimir, mas precisou que o chefe viesse lá da baixa da égua pra contar tudo entes e quebrar a confiança de quem já não confiava em ninguém.
Sobre Yoon Tae Joon, que personagem profundo! Ele tem o rosto totalmente frio, mas seus olhos gritam seus reais sentimentos, o ator é realmente muito bom. Ele se sentiu ferido no final, pois tinha problemas em confiar e se sentiu traído, mas mesmo assim, continuou fazendo o que achava que seria bom para seu amado.
Ainda sobre ele, me ficaram duas dúvidas. A primeira é sobre a valorização do artesanato dele, como assim ele ser tão famoso pelas suas obras? Pergunto com sinceridade genuína, pois essa valorização não é algo que eu sinta no meu país.
Segundo, se ele era assim tão famoso, como conseguiu se manter escondido? Ok, ele se mudou para uma pequena cidade, mas nessa cidade ninguém nunca ouviu falar dele? Nenhum cliente nunca o reconheceu? Como pode isso, já que ele era muito famoso por sua arte? Essa parte não fez sentido. Ele no final se permitir fazer algo que ele.nao queria por achar que isso traria benefícios para seu amado foi lindo! E que bom que o final é feliz!
A série não tem vilões maquiavélicos, não tem cenas N/C, nem tampouco grandes plot twists, mas é linda! O romance na dose certa, a conquista, o jogo da paquera, os sentimentos sendo descobertos aos poucos deixando eles nervosos. São abordados temas relevantes como confiança, comunicação entre os casais, senso de justiça, caráter.
A ost da série é impecável, bem como a atuação e os detalhes técnicos. OBS: para um bom observador, existiram alguns erros de continuidade, mas que não comprometem as cenas.
Os beijos poderiam ser melhores? Sim! O casal secundário merecia um desenvolvimento ou um spin-off? Com certeza!
Enfim, eu amei! Voltarei a assistir com toda certeza, recomendo a todos.
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Eu quero de volta o tempo que perdi vendo isso....
Mais uma produção filipina de atuação duvidosa, plot sem lógica e péssima produção. Vamos por partes!O plot inicial já é até clichê: gêmeas que trocam de lugar e uma delas se apaixona pelo amor da outra. Porém eles incrementaram no absurdo... Uma das gêmeas é uma mulher trans, que mora com os empregados na casa da família, numa área rural. O outro é um homem gay, mas que esconde isso (inclusive tem uma namorada) e mora nos EUA, mas veio visitar a irmã. A mãe é falecida e o pai era um homem mau com quem eles não tem muito contato.
Os absurdos começam quando Sarah, a gêmea trans, "acidentalmente" marca com os dois namorados de virem ao mesmo tempo visitá-la. Ao invés dela desmarcar com um deles, ela prefere pedir a seu irmão supostamente hétero para se travestir dela e ela conseguir atender os dois bofes ao mesmo tempo. Na hora do sexo ela troca de lugar e transa com os dois. Claramente a farsa é descoberta e dá em merda.
O namorado Jessie é rico, pode proporcionar coisas boas. Mas as falhas de produção com esse ator são até engraçadas, a cada cena ele aparece com um corte de cabelo ou cor de cabelo diferente.
O namorado Nathan é mais humilde, mas Sarah o ama também... O babado é que quando o barraco desaba, ele percebe que gostou mais da versão atual da namorada (Elmo), e acaba ficando com Elmo escondido, até Sarah descobrir e eles brigarem feio.
Fiz questão de pontuar isso, não apenas para contar a história, mas para que eu possa explicar onde falta a lógica. Nos primeiros eps é perceptível que Elmo se interessa pelo empregado Alvin, mas nada acontece entre eles. Como Elmo sendo "hétero" poderia substituir a irmã????
A história termina com Elmo confessando pra sua ex namorada da América que é gay e está com um namorado que ninguém sabe de onde surgiu... Os dois envolvidos com os gêmeos (Nathan e Jessie) simplesmente somem sem explicação nenhuma. A cena final é uma festa promovida por Sarah, com toda a família e amigos presentes, mas não mostram nada sobre a reconciliação dos gêmeos entre si ou com o pai, véi, tem tantos furos que parece uma peneira...
Sinceramente, eu não perderia meu tempo vendo de novo, já vi piores, mas é uma tortura visual até mesmo pra quem curte baixas produções... Até a ost é lamentável. Não recendo, sinceramente...
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Saneha Stories Season 4: Thanon Sai Saneha
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Uma realidade retratada de forma perfeita.
Gosto muito das Séries Saneha/ Sanaeha, muito por saber que são histórias reais. Claro que existe uma floreada nos enredos para agradar mais aos expectadores, mas mesmo assim não são histórias surreais com as dos BL's. São histórias que acontecem na vida de diversas pessoas e o final é sempre uma incógnita, raramente consigo prever.Sobre essa série em específico, o próprio título já diz tudo: para o amor não há limites de gênero. Isso fica claro desde o primeiro EP.
A série é composta por 5 arcos, cada um tem 2 EPS. Além dos atores BL que amamos, podemos sentir a verdade e até a dor dos personagens, no meu caso, consegui me identificar muito.
O primeiro arco conta a história de Nicky, um rapaz que já tinha seu futuro definido, uma garota que era amiga de infância para casar depois da faculdade, mas vai descobrir que também ama homens quando se envolve com um amigo. Fazendo um recorte social do LGBTQIAP+ na Ásia, esse EP mostra o quanto é difícil ser bissexual, sabendo que todos passamos por uma fase de auto descoberta, como é confuso entender que para vc o gênero não faz diferença. Se para o bissexual já é difícil, imagine para a sociedade? Segundo arco fala sobre a vida de uma lésbica que não tinha muita sorte no amor. O terceiro sobre um jovem gay que pretende casar com uma mulher pois sua mãe não aceita que seu filho não case com uma mulher. O quarto trata sobre muitos assuntos ligados às questões de gênero e orientação sexual, e o último sobre um rapaz que foi pai na adolescência, e depois veio a entender que era gay.
A lição que eu vejo nessas histórias é que REALMENTE caráter, fidelidade, amor, nada disso está atrelado ao rótulo que você ou seu relacionamento levam. Não importa se é homem e mulher, homem com homem, mulher com mulher, bi, todas as pessoas tem um caráter e levam isso para dentro de sua vida amorosa.
Outros pontos foram falados, e eu gritei ao ver uma história sobre a vida de pessoas transgênero, e principalmente mostrando a diferença entre gênero e orientação sexual. A assexualidade foi abordada, o respeito e consentimento. A maternidade e paternidade de pessoas homoafetivas, a auto aceitação, as críticas, o preconceito de todos, inclusive de si mesmo ou da família. A cirurgia de redesignação sexual, olha, foram tantos pontos contemplados que na minha opinião essa série deveria ganhar um óscar!
Eu realmente terminei comovida, verei de novo quando tiver tempo e sim, indico muitooo!
Ps: a única coisa que eu mudaria seria a ost, mas mesmo assim dou um 10 por essa música já fazer parte da identidade dessas séries.
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Não assistam com grandes expectativas
Bom, a série é curta, só tem 5 EPS contando com o especial, os EPS tem em média 20 e poucos minutos e os núcleo de atores se resume praticamente a 5 personagens. Não que esse último seja algo ruim, com tão pouco tempo de tela, a solução inteligente foi focar absolutamente no casal. Até mesmo as locações deixam claro que não houve um bom investimento, o que me faz pensar que a ideia da série era "testar" o ship para futuros trabalhos.A série conta a história de um rapaz universitário que mora sozinho, até que um dia sua mãe liga avisando que o filho de uma amiga está indo morar com ele, mesmo à contragosto ele recebe o rapaz e em pouco tempo eles passam de colegas a amigos, de amigos a amantes.
É preciso dizer que os aspectos técnicos são nada mais que medianos, não existem histórias secundárias se desenvolvendo. A atuação não é boa, Game (James) é um ator que nessa série não é nada expressivo e aparentemente é bem tenso na maior parte do tempo, como se ele soubesse a fala mas não conseguisse entrar no personagem. A amiga de Sky atua de forma muito caricata, afetada. O único que tem um bom desempenho é Golf Trithep, que atua como Sky. A ost dessa série é a única coisa que não posso colocar defeitos, ela é simplesmente linda.
Apesar dos pesares é uma série fofinha. Não existem dramas nem vilões, apenas um amor se desenvolvendo e um final feliz com beijinho (selinho) e tudo. Eu não pretendo rever, mas com certeza recomendo.
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Mais atual, impossível!
A série é de 2014, mas a temática não poderia ser mais atual. Ela fala basicamente solidão. Não é solitude, e realmente a solidão... sobre pessoas que moram sozinhas eu um prédio (aps n° 401 ao 410) e outras que fazem faculdade no mesmo lugar, ou tem algum tipo de ligação com algum deles. De uma forma bem interessante, a série vai conectando a cada EP os personagens, conseguindo dar protagonismo novo a cada capítulo. A solidão da qual a série trata, é de um mundo onde as pessoas estão vivendo "o advento das redes sociais", e muito embora se conheçam, sejam vizinhos ou colegas, cada um deles se sente sozinho e usa as redes para preencher seus vazios de alguma forma.A série aborda temas muito importantes, como o casal do EP 1 (Jaegun e Terk) que não conseguem expressar um ao outro seus sentimentos e fazem uma grande confusão. Ou quando Neptune de forma ilógica pede a seu namorado pra ele postar em suas redes que é gay para afastar as mulheres dele, sem imaginar que isso iria fazer com que ele se interessasse por um outro homem. Ou quando um jovem conhece e se interessa por uma garota na internet que na vdd é comprometida e ele nem imagina. Irmãos que moram juntos mas vivem cada um em seu próprio mundo, pois o mais novo é viciado em jogos virtuais, casais imaginários, a garota que precisa fingir ser lésbica para ter um grupo de amigas, mas secretamente mantém uma página de redes sociais dedicada à belos garotos. O ator famoso que não pode ter relacionamentos, nem mesmo amigos íntimos, para não desagradar os fãs... Enfim, nada disso é assunto do passado, vivemos hoje isso de forma muito mais séria. Com certeza uma série interessante, consegue desenvolver bem todas as histórias, e de bônus, ainda é possível ver atores que hoje brilham na telinha em sua versão adolescente, como Victor, Toptap, Mek, Off, Tay Tawan, New, Tao, Gun, Jennie, Godji...
A ost deve ser lembrada, é muito bonita! E os demais aspectos, pra uma série de 2014 são muito bons. Recomendo muito!
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Se vc viu e não gostou, veja de novo
Quando assisti esse drama a primeira vez, em 2018, sinceramente achei chato e enfadonho. Esses dias resolvi rever, e para minha surpresa ele me prendeu do início ao fim, chorei e sorri junto com os personagens, consegui ver que cada história tem muita complexidade e lições valiosas.Vamos lá. Para entender a série, também é preciso entender o contexto sociocultural em que ela estava inserida quando foi lançada (Japão - 2018). Quando conseguimos fazer isso, é quase impossível não achar o diretor e toda a equipe gigantes, pois vários temas que seriam muito polêmicos foram abordados da melhor forma possível, sem enfrentamento, sem deboche, com respeito e responsabilidade, a ponto de se impor seu ponto de vista sem agredir os que pensam diferente.
A escolha das famílias e o fato delas irem morar todas no mesmo complexo nos passa a ideia de que é possível conviver com as diferenças, mudar nosso comportamento para melhor e aceitar que nem sempre as coisas serão como queremos.
O complexo tinha 4 famílias:
A primeira era de um casal jovem e feliz que queriam muito ter filhos, mas mesmo não existindo problemas de saúde, não conseguiam. Essa família trouxe o tópico de que casais sem filhos não são inteiros, que existe a necessidade de crianças para a família ser completa. Confesso que chorei de alegria quando Nana conseguiu engravidar, e de tristeza quando ela perdeu o bb. Chorei ao ver ela e o esposo sofrendo ao tomarem a decisão de desistir, e antes disso, ela abandonando o esposo pq entendia que não podia dar "felicidade" a ele, deixando claro que a sociedade entendia que uma família só era feliz e completa com descendentes. Ainda sobre essa família, quando a cunhada de Nana engravidou, também foram abordados alguns tabus, como o parto cesariana, que é alvo de preconceito até hoje, uma vez que o natural seria o parto normal, o desespero e insegurança dela quando não se achou suficiente para ser mãe, e o suporte das mães de Nana e seu esposo, que foram fundamentais. Isso para não falar do anjo que foi o patrão dela, que simplesmente jogou na cara dos telespectadores que mulheres devem ser valorizadas em seus empregos.
O segundo casal morava junto antes de serem casados, isso por si só já é algo um pouco disfuncional. Fica mais tenso ao se descobrir que eles optaram por não terem filhos, fato que, de acordo com o exposto acima, já esclarece que eles seriam alvo de preconceitos.
A situação piora quando descobre-se que o marido já foi casado e tem um filho a quem nunca (aparentemente) deu atenção. A ex esposa faleceu e o menino ficou com sua avó, agora precisa ir morar com o pai e simplesmente ele tem que convencer sua amada a aceitar um filho de outro relacionamento que ela nem sabia que existia, sendo que ela não quer filhos de jeito nenhum. O plot acontece pq o menino é bem maduro e entende que não ir com o pai vai causar problemas à sua avó doente (sinceramente ainda estou me perguntando quem ficou tomando conta dela), enquanto o pai está lidando com o dilema de escolher entre o filho e a noiva, que acaba cedendo, e afinal acaba amando o menino. Justamente ela, que não queria crianças de forma alguma, recebeu e amou o menino como se fosse dela.
O terceiro casal é um clichê que não é clichê. Um casal homossexual que mora junto, porém sem que ninguém saiba de seu relacionamento. Esse segredo todo se dá por três motivos: 1. Eles tem uma diferença de idade de mais de 20 anos. 2. O mais novo foi criado num abrigo, por isso não tem ninguém nem muita perspectiva de futuro (é o que veremos hahaha), e o mais velho é filho único de uma mãe que espera ver seus netos antes de morrer, além de ser muito homofóbica. 0 3 é que o mais velho mesmo não admitindo também tem muito preconceito, ele se auto discrimina, e não permite que ninguém saiba sobre sua sexualidade. Claro que uma tempestade vem a seguir, pois uma louca é apaixonada por ele e sai colocando cartazes no complexo e no trabalho dele informando que ele é gay, a ponto dele ser alvo de fofocas por todos os lados. Por um lado isso foi bom, pq ele tascou um foda-se e enfrentou a todos em nome de seu amor, que por sinal, depois de ouvir da desquerida que gostava do mais velho que ele não o merecia por causa do status, simplesmente terminou o ensino médio e lutou até entrar em uma faculdade.
O último casal é mais problemático. Eles tem a família de comercial de margarina, tudo aparentemente é perfeito! O marido é uma pessoa maravilhosa, porém está desempregado e sofre com a pressão da mulher. A filha mais velha está sendo obrigada pela mãe e fazer um curso que não quer, pois ama dançar e quer isso para seu futuro, mas a mãe não aceita. A mãe é fofoqueira, preconceituosa, vive de aparências pq quer ser bem vista na sociedade, mesmo com sua família afundada em problemas. Ela é a personagem que tem mais mudanças ao fim de tudo, pq todos os outros 3 casais foram vítimas de seu preconceito cruel, mas são essas famílias que ajudam ela quando ela está em apuros. Só depois de levar muito tapa na cara é que ela entende que viver de aparências não é viver bem.
Enfim, uma série preciosa, profunda, uma ost linda, atuação perfeita, não tenho absolutamente nada para criticar.
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Um plot de ótimo nível
Merece um 10? Não! Porém é preciso dizer que para uma série de baixo orçamento filipina, essa foi melhor do que a maioria que já assisti, inclusive tenho elogios à evolução de Rod Grande Corpuz, que realmente vem melhorando. Também gosto de parabenizar a Filipinas por sempre dar oportunidade à pessoas trans em papéis de destaque.O ponto que me deixa interessada nessas séries Filipinas, talvez seja o que muita gente brasileira não gosta. Elas não séries BL, não tem a romantização do gênero (falo a maioria de baixo orçamento). Além disso são séries que exploram roteiros e cenários muito próximo da realidade de pessoas de baixa renda daquele país e de muitos outros. Ao invés das grandes universidades, empresas, mansões, vemos bairros periféricos e pessoas comuns, muitos sem oportunidade nenhuma na vida, precisando lutar com as armas que tem para ter o pão de cada dia. Nesse contexto, entram a prostituição, o tráfico, a miséria e as facetas mais vulneráveis do ser humano, o que torna as séries realistas.
Sobre essa em específico, tiveram muitos furos, mas apesar disso me prendeu.
Inicialmente percebemos que algumas informações ficam faltando, mas creio que é pelo fato da série estar sendo contada pela ótica de Indigo, que não tem onisciência. Achei que o desenvolvimento do casal foi muito rápido, no começo odiei Miranda, mas foi impossível não sentir empatia diante do que ela sofreu. Achei que faltaram explicações sobre a doença de Xiao, e o final é realmente ilógico... Vemos Indigo terminar sua conversa com a psiquiatra, e descobrimos que ela está a serviço de Miranda quando ela dispensa Indigo e entrega um envelope à ela. Fiquei esperando uma explicação sobre isso, já que Indigo não teve nada a ver com Miranda, e esse final me deu a impressão de que uma próxima temporada está sendo feita, aliás, eu nem sabia que existe uma primeira temporada e essa é a segunda, estou buscando uma forma de assistir e depois venho falar sobre.
Enfim, gostei, quando eu conseguir assistir à primeira temporada certamente verei essa de novo, e espero uma continuação em breve.
Ps: a ost é maravilhosa.
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