Quantcast

Details

  • Last Online: Oct 5, 2025
  • Location:
  • Contribution Points: 0 LV0
  • Roles:
  • Join Date: August 10, 2021
Completed
Addicted Heroin (Uncut Ver.)
0 people found this review helpful
Mar 6, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.5
Music 6.0
Rewatch Value 2.0
This review may contain spoilers

Boa, mas não a ponto de viciar

Antes de tudo, afirmo que sou fã incondicional da novel Addicted. Dito isso, é impossível não fazer comparações entre as três adaptações que já existem em forma de série.

A versão produzida pela Tailândia em 2024 é imensamente superior à segunda adaptação chinesa (Stay witch me -2023), e se aproxima bem mais da obra original, obviamente não é igual, foi necessário adaptar aos dias de hoje, e confesso que gostei muito do que vi, o que não quer dizer que não hajam problemas.

Existem vários clichês, são meio-irmãos, enemiers to lovers, tem um pitada de alívio cômico e, mesmo sendo lançada em 2024, a série se passa no ano 2020, quando a pandemia de COVID-19 assolava o mundo. A quarentena foi um argumento utilizado para justificar a fuga sem sentido do casal, sem sentido pois como os dois ficavam de carro sem nunca serem interpelados, como alugavam casas, quartos de hotel, tudo isso sem serem rastreados.
Algumas características da obra original, como a atitude totalmente obsessiva do personagem agora chamado Hero foram bem suavizadas, ouvi bastante críticas sobre isso, mas confesso que entendo o roteirista, algumas coisas seriam muito mal vistas pelo público de hoje, e é necessário entender que boa parte do público BL não assistiu a primeira versao, nem muito menos leu a novel para entender.

O casal principal é muito bom, e confesso que fiquei encantada com a atuação de August, que mostrou que não é só mais um belo rosto no mundo BL. O personagem Hero foi bem construído, com as nuances do personagem original sendo suavizadas pelo jeito carismático, engraçado e fofo.

O personagem Pop me encantou apenas pela química com Hero, pois confesso que em alguns momentos dava vontade de bater nele, ademais, ele também é inexpressivo boa parte do tempo, nas mãos diversas situações ele tem cara de pôker, achei que o personagem poderia ser mais expressivo. Outra coisa que foi ruim, foi que ele foi de 0 a 100 muito rápido sobre gostar de Hero. Ele passou vários EPS simplesmente ignorando as investidas de Hero, e do nada já passam a ter cenas de romance. Oi?

A polêmica cena do sequestro aparece, e mesmo sendo algo lastimável, conseguiram suavizar bastante o episódio, que originalmente culminaria em um estu***.

A situação que envolve a morte da mãe de Hero ficou bem explicada, muito embora o pai de Hero e a mãe de Pop serem odiosos. Não importa o que eles façam numa eventual segunda temporada, nada apaga a péssima mãe que ela é, uma mulher totalmente interesseira que acredita que realmente o dinheiro deve vir primeiro, nem muito menos o pai abusivo. Ahh, mas é que ele tem características militares e lá lá lá, gente, o cara espancou o filho, vários outros personagens, atirou no filho, eu simplesmente não o tolero.

A ex namorada de Pop foi uma boa introdução, apesar de não ter ficado claro como se deu esse namoro, já que ambos são de classes sociais diferentes e o único lugar habitado onde vi Pop ir foi à escola, frequentada por pessoas menos abastadas. Também achei que as atitudes dele são um tanto quanto extremistas, as coisas que ela fez são muito grandes para manter um (ex)namorado que ela sabe que é gay. A namorada de Hero pra mim foi totalmente irrelevante.

A ambientação da série tem um traço melancólico, as cores, os cenários, a ost, tudo remete a um tom dramático.

O irmão de Hero, esse eu odiei. A série terminou e eu não consegui entender qual era a dele, se era invejoso, apaixonado, bom ou ruim. Me passou pela cabeça a ideia de que ele podia ser apaixonado por Hero e por isso levou ele para a viagem e tomou o celular, impedindo a comunicação dos pombinhos, tentou ficar com Pop, não sei bem se por vontade, se era interessado em testar a fidelidade dele, se queria produzir provas contra Pop e destruir o casal, não ficou claro pra mim. Ele é uma incógnita, pois tem atitudes questionáveis e atitudes gentis, enfim, talvez numa próxima temporada fique mais claro.

O casal secundário começou a dar sinais de um romance, porém passaram a fazer coisas sem sentido e o romance não fluiu.

As cenas do dia-a-dia escolar me deixaram encantada.

O EP especial dá indícios de uma segunda temporada. Ele inicia com a narração de Hero mostrando flash backs, passando a ideia de que 8 anos se passaram e tive a impressão que o casal talvez não estivesse mais junto. O final também deixa meio implícito de que algumas coisas só vão se responder com outra season.

Todos os aspectos técnicos funcionam bem, a excessão de uma outra atuação meia boca. Enfim, estou aguardando a segunda temporada prometida.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
A Story to Remember
0 people found this review helpful
Feb 9, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 6.0
Story 6.0
Acting/Cast 6.5
Music 2.5
Rewatch Value 1.5
This review may contain spoilers

Filipinas entregando má qualidade. Zero novidade.

Eu tive algumas expectativas antes de ver a série, mas no primeiro ep já estava frustrada.

A premissa repassada pela sinopse, fala de um romance embalado pela música, mas não acho que seja o caso, apesar de ter sido a música que fez os protagonistas se reencontrarem, ela é apenas um detalhe na série.

A série traz aquele clichê de crianças que eram melhores amigas e foram separadas, para se reencontrarem e se apaixonarem. Quando a sinopse fala que a "música os uniu", é devido ao fato de um ser dono de um restaurante que precisa alavancar suas vendas, e o outro ser um músico que precisa de emprego, e assim eles se encontram e se apaixonam quase à primeira vista, e logo se reconhecem também.

Algumas situações me chamaram atenção. Primeiro, Ford foi contratado para cantar, mas é o que ele menos faz. Segundo, ele além de não cantar se ausenta com muita frequência ao lado de Raver, creio que mesmo que seu sócio não gostasse dele ficaria puto. A infância de Ford é marcada pelo abandono da mãe, a quem ele inicialmente repudia, mas sem nenhuma explicação que nos faça entender a mudança, ele quer ir atrás dela e ficar bem.

Quando a personagem Sofia chegou, também foi mostrado o passado com Jazmine, ponto para a série. Inicialmente pensei que ela seria a vilã, a pessoa que queria separar o casal, mas na verdade não foi assim, e toda a situação envolvendo o filho foi muito forçada a meu ver, inclusive a chateação de Ford, totalmente infantil! Achei um absurdo o sócio não ter sido exposto depois de esconder que sabia o motivo de Sofia ter ido embora mesmo vendo o sofrimento do "amigo", dele ter encorajado ela a partir e a abortar o filho. Ele também não ser punido e ainda terminar com um cara tão legal, foi algo que detestei.

Porém o mais absurdo, o mais sem noção, o que me fez perder de vez a fé nas Filipinas, foi o câncer de Barbie. Gente, pelo amor de Deus, o que diabos tinha a ver????? Como inserem um plot desse sem que ele dialogue em nada com a história, do nada, sem um aprofundamento, ou sem pegar a história e usar ao menos para conscientização??? Não fez nenhum sentido, fiquei tipo: quê????????

A trama se passa basicamente em 4 locações: o bar na maior parte do tempo, a praia, durante a viagem de Raver e Ford, o parquinho onde Sofia leva o filho, e a escola em alguns flashbacks. A ost é melancólica, com exceção da música de abertura que é legalzinha. A abertura não contém spoilers, ponto pra eles de novo. A atuação é realmente meia boca, com raras exceções, e o que me prendeu de fato foi a química do casal principal, isso eles tinham de sobra.

A série tem muitas temáticas interessantes, mas infelizmente não se aprofundou de forma decente em nenhuma delas:
Casais homoafetivos, pessoas trans, aborto, abandono materno, amor não correspondido, doenças, amizade, família. Tinha muito potencial para ser uma boa série, ou pelo menos se criar um bom roteiro, mas MAIS UMA VEZ foi uma decepção.

Apesar disso, não desencorajo ninguém, apenas não assistirei de novo.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
A Breeze of Love
0 people found this review helpful
Feb 7, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 7.0
Acting/Cast 8.0
Music 9.5
Rewatch Value 2.0
This review may contain spoilers

Entregou pouco

Bem, essa não é uma das minhas séries favoritas, mas também não está entre as piores.

Roteiro: o plot não faz sentido. Os dois protagonistas já se conheciam desde a escola, e voltam a se encontrar na universidade, no primeiro momento de forma pouco amistosa. Ban Dong Wook sofre de insônia crônica, e descobre que magicamente consegue dormir se estiver com Do Hyun. Eu realmente gostaria que fosse melhor explicado o motivo dessa insônia, bem como o porquê dela sumir quando está perto da pessoa amada, digo isso pq no último EP ele confessa que estava apaixonado desde a escola. A história é totalmente centrada nos dois protagonistas, não existem histórias paralelas, famílias, ex voltando do além. As únicas pessoas que tem alguma relevância são os amigos, e mesmo assim eles tem uma boa relação. Não existe um vilão, cheguei até a pensar que existiria um triângulo amoroso, mas o único conflito que vem à tona antes do final, é Do Hyun descobrir que seu amado gosta de estar com ele pq consegue dormir, e se sentir frustrado, enganado, muito embora até esse momento ele não tenha demonstrado nenhum sentimento.

Quando eles conseguiram ficar juntos, foi bom ver finalmente Do Hyun com o rosto sorridente, já que ficou inexpressivo a série inteira. Isso não comprometeu sua atuação, mas passou a imagem de alguém chato demais. Os flashbacks também apareciam do nada, e às vezes eu fiquei um pouco confusa sobre o que era presente ou passado. E minha última crítica é sobre a construção do relacionamento. Parece que o tempo de tela era muito curto, e só no último EP a história se resolve, Do Hyun passou 7 capítulos apenas tentando fugir ou ignorar Ban Dong Wook, e literalmente do nada vai de 0 a 100. Inclusive, no presente, todos os diálogos entre os protagonistas eram vagos e sem nenhum conteúdo importante, a contrução da história do amor deixou muito a desejar.

Os aspectos técnicos estão de parabéns, a ost é linda, cenografia, fotografia, tudo funciona com muita qualidade.

Enfim, não voltarei a assistir, mas gostei da série, apesar das falhas e com certeza recomendo.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
You Never Eat Alone
0 people found this review helpful
Feb 2, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 5.5
Acting/Cast 9.0
Music 1.5
Rewatch Value 1.5
This review may contain spoilers

Show! (De horror)

Plots sem sentido em BL's é algo que já estou farta de ver, mas esse merece destaque entre os piores, sinceramente.

História: Ruim, totalmente sem pé nem cabeça. A cada ep iam entrando personagens que deixavam tudo mais sem sentido, talvez o plot devesse ser "transtornos mentais ou condições neuro divergentes". Um jovem traumatizado por perder sua avó e que não consegue comer sozinho? Como ele conseguiu atingir a idade da faculdade sem que isso fosse levado em consideração pela família? Família essa, que aparentemente não percebe os problemas do filho e simplesmente decidiram ir embora. Diew luta a série inteira para vencer seus traumas, mas não é o que acontece, parece que todas as soluções são apenas paliativas, até porque, os outros tem suas vidas para lidar, não é como se ele fosse a pessoa mais importante na vida de todos, é mais como se ele fosse uma criança que quer um doce e o adulto enrola ele com outra coisa para ele parar de pedir. Sobre BL, vejo mais como um bromance, já que ninguém namora com ninguém claramente

A produção da série fez um bom trabalho, pois a única coisa da qual não se pode reclamar são os aspectos técnicos, a fotografia utiliza muitas cores para ilustrar o que deveria ser uma comedia.
Eles conseguiram um ponto em meio a esse caos quando deram um enfoque às receitas, a culinária tailandesa é bem diversificada.

Atuação: a atuação não é ruim, o ruim é o contexto geral. Colocaram diversos atores que estavam no hype para melhorar a aceitação, mas mesmo assim não consigo ver a série com bons olhos, aliás, consegui concluir na força do ódio, apenas por não gostar de dropar nada.

Musica: A ost combina com a série, mas não é o tipo de música que eu particularmente gosto, não entrou na minha playlist.

Reassirtir: nem se eu fosse obrigada. Maior perda de tempo da vida.

Geral: eu não desencorajo quem pretende assistir, pois pessoas tem gostos distintos, mas não é uma série que eu indicaria particularmente.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
You Make Me Dance
0 people found this review helpful
Feb 2, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 9.5
Acting/Cast 9.5
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Confesso que dancei junto...

Eu realmente amo esse drama, e gostaria que ele tivesse tido um EP especial contando a vida deles quando finalmente tiveram paz.

Essa história me encantou por vários motivos. Primeiro, ela fugiu muito do lugar comum, quem imaginaria um agiota e um dançarino? A química deles era muito forte, o ator que interpreta o agiota tem uma presença de espírito fascinante, uma aura de força e respeito.
Segundo, ela tem uma coisa interessante, não encontro a palavra correta, pois Song Si On e Jin Hong Seok são duas pessoas completamente opostas, mas de forma complementar, o que falta em um está no outro. Quebrando alguns paradigmas, quem se apaixonou primeiro foi justamente Jin Hong Seok, de uma forma totalmente inóspita, foi cobrar e se apaixonou, é até um pouco hilário.
Song Si On não era um pessoa ruim, adquiriu dividas apenas por não ter ninguém em quem se apoiar, e como todo pobre, parece que o universo conspirava pra piorar tudo. A mãe simplesmente o abandonou, deu pra sentir a dor dele na cena do telefone, não tinha família, e a única pessoa que pensava ser amigo, era um grande FDP.

Nessa obra, a cinematografia, fotografia e roteiro trabalharam juntos para trazer a simbologia da lenda do fio vermelho, cor utilizada no título da série (pôster), em cada momento importante, cor da echarpe com que Ji Hong Seok amarrou os pés de Song Si On, cor dos remendos da bairra de treinamento, enfim, a cor vermelha esteve sempre presente ilustrando a lenda contada nos primeiros minutos da série.
A ost é muito tocante, linda. A atuação de fato foi excelente, e confesso que dei muita risada com a situação inesperada do fotógrafo.

Uma personagem que não entendi muito bem foi a patroa. Apesar de saber que ela gostava de Ji Hong Seok, foi meio estranho ela ir até a casa, perceber que algo romântico podia estar acontecendo, sei lá, achei essa parte forçada, outra coisa que me deixou pensativa foi não entender o motivo pelo qual Ji Hong Seok simplesmente foi embora após toda a situação estar resolvida. E convenhamos que o programa de rádio ser a peça que uniu o casal é meio sem lógica...

Independente de tudo, foi muito intensa, tem momentos fofos e eu com certeza sinto um grande conforto vendo ela. Recomendo sim.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
You're My Sky
0 people found this review helpful
Feb 1, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 9.5
Acting/Cast 9.5
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Na minha lista de séries tops

Essa é uma série que traz emoções fortes sempre que a revejo, emoções boas, a alegria de ver uma obra que celebra o amor e a nossa fragilidade enquanto humanos que somos. A cinematografia seguiu o ritmo de outros BL's de sucesso na época, e explorou bastante o recurso das cores.

Quando iniciei, minha expectativa era a de um típico BL sobre universidade e esportes. Na verdade, a universidade fica totalmente em segundo plano, o tema central, que norteia toda a série é o esporte e a amizade entre os garotos, e os amores que vão surgir entre os três casais principais.

Para falar dos casais, é importante frisar que a série conseguiu um feito difícil, conseguiu fazer a construção dos relacionamentos amorosos de forma certeira, o desenvolvimento foi gradual e perceptível. Casa casal com sua história pessoal, mas em comum eles ficaram do EP 1 ao 5 apenas desenvolvendo, paquerando, nos envolvendo na magia do amor deles.

Os 3 casais sao:
O principal:
Thorn e Fah- O clichê de jovens que se conheceram na infância e acabam se apaixonando. No caso deles, o acréscimo do esporte temperou ainda mais a situação, pois existia algo além do amor, eles tinham a mesma meta de vida. Eu particularmente não achei a atuação de Fah tão boa assim, em compensação, Thorn é um ator excepcional, principalmente nas cenas dramáticas. Eles dois juntos não me pareciam ter muita química, mas eu relevei.


Os secundários:
Aii e Saen- Poderia ser o clássico enemiers to lovers, mas na verdade não é. Aii já era veterano, e talvez por um furo no roteiro, não ficou claro para mim se Saen já o conhecia antes ou se apaixonou à primeira vista. O caso é que Saen, mesmo sendo mais jovem, lutou até conquistar seu amado, que aparentemente tinha medo da opinião dos outros, mas acabou cedendo. O casal tem potencial e química, o Saen tem uma carinha de cafajeste de me conquistou.

Dome e wee- esse foi o casal mais polêmico. Dome namorava com a irmã de Wee, mas acabou se apaixonando por ele. Tinha tudo pra sofrer muito hate, mas a construção do casal conseguiu passar a ideia de que eles não tiveram culpa de se apaixonarem, e até a própria Sam acabou entendendo e incentivando. A única coisa que me incomodou nesse casal foi eles não terem ficado juntos mais tempo, só se entenderem nos últimos minutos de série, muita química dispersicada. Talvez a lição que eles tragam é sobre a existência do certo ou errado no amor.

Para além dos casais, a série explora algumas facetas do comportamento humano que são criticadas, não romantizando os erros, mas mostrando que o ser humano tem suas falhas, e às vezes não ser perfeito tem até suas vantagens. Um desses casos é o do treinador mais severo. No inicio, a impressão que temos é apenas sobre seu caráter duvidoso, até a conversa dele e Thorn, quando ele fala que entende que seu comportamento se assemelha a alguém que ensina crianças a serem egoistas, mas que por outro lado, ele é o melhor dentro do trabalho que faz. Essa fala humanizou o personagem, mostrando que temos defeitos e isso não é motivo para sermos julgados (a menos que sejam crimes hehehe), pois também temos qualidades. Outro momento, foi quando Thorn pirou para voltar a jogar e ganhar a qualquer custo, permitindo que a ira subisse a cabeça, desconsiderando seu time, seu amigos e até seu amor. Quando ele chora e desabafa, fica claro que ele apenas tinha medo de ser deixado para trás.

No último EP, achei um ponto que me deixou reflexiva... Os garotos falando que fizeram a faculdade apenas para seguir os amigos, porém iam seguir outros caminhos. Na vida real isso acontece todos os dias.

A produção dessa série é impecável! Um roteiro muito bom, bem dirigido, tem uma fotografia de milhões, e uma estética que valoriza as cores e o ambiente mais jovial. A ost é linda, e tem o ritmo adequado para a serie. No geral, a atuação foi de mediana para boa, depende do ator. Todas os casais tinham suas questões pessoais, mas não eram grandes dramas, como uma terceira pessoa, ex, familia problematica, nada disso. Até a Sam aceitou ser trocada pelo irmão sem fazer nenhum escândalo.

Três EPS me deixaram no ápice do calor:
O EP 6, que foi o EP da revelação. Parece que como um véu que cai, todos passam a entender seus sentimentos, e isso aconteceu da forma mais linda, graças ao trabalho de construção dos EPS anteriores.

O EP 9 foi o da fornicação kkkkkkkkk, os casais ficaram juntos nesse dia, e até DomeWee não conseguiram dominar as emoções.

O EP 10 mostra todos os casais entrando em crise, que se agrava no 11 e no 12 todos são felizes para sempre.

Por fim, termino dizendo que essa série é maravilhosa e muito profunda, existem muitas camadas exploradas e não é apenas um BL juvenil clichê. Com certeza eu verei de novo e rexomendo.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
You Made My Day
0 people found this review helpful
Jan 31, 2025
5 of 5 episodes seen
Completed 0
Overall 6.0
Story 6.0
Acting/Cast 9.0
Music 2.0
Rewatch Value 2.0
This review may contain spoilers

Propaganda enganosa kkkkk, prometeram uma série e não veio aí.

Para ser bem sincera, se você espera uma série, com enredo e tudo o mais, já te aviso que não é o caso.
Trata-se de uma empresa de inaladores, que decidiu fazer uma propaganda diferenciada, usando o hype gigante que os atores principais ( Boom e Tar) estavam na época devido ao sucesso estrondoso da série que protagonizaram (I will knok you), e com isso, agradando à comunidade BL, uma bolha em constante crescimento.

Eles criaram uma narrativa sobre dois "amigos" que estão organizando a festa de aniversário da avó de um deles quando o doguinho deles some, causando preocupação e a necessidade de procurá-lo.

Na verdade, o que me fez ver os 5 eps foi a fofura do casal, as paisagens belíssimas e amostras culturais, crenças (a cor da camisa ter a ver com o dia da semana me pegou). A tal narrativa não tinha nada de interessante, mas foi bom ver os meninos de novo.

Como não se trata realmente de uma série, não vou falar muito. Mas imploro que façam um penteado melhor no Tar, o pobre rapaz não merecia esse penteado horroroso.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Y Journey: Stay Like a Local
0 people found this review helpful
Jan 27, 2025
6 of 6 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 4.0
Rewatch Value 4.0
This review may contain spoilers

Linda forma de fomentar o turismo sustentável

Gostei muito, uma maneira diferente de divulgar a cultura da Tailândia para os fãs de BL pelo mundo afora. Falo da cultura que não é retratada de forma detalhada nas séries, lugares lindos, cada um com sua particularidade e distantes da loucura das grandes cidades. A intenção é fomentar o turismo sustentável, mostrando além das belezas, a forma de viver dos moradores e pontos atrativos para turistas, que com certeza vão além das belas paisagens. Os EPS são curtos, de mais ou menos 8 minutos, então é possível ver todos rapidinho. A série realmente traz uma fotografia incrível, e as atuações também estão boas, sempre focando apenas na atuação do casal principal. Os aspectos técnicos não deixam nada a desejar, senti apenas a falta de uma ost marcante, mas creio que a falta dela é intencional, para que o foco da mensagem não seja desviado para nada.
Infelizmente as traduções que consegui ver, não mostram os nomes dos locais, isso é um problema, embora apresentem muito do valor das crenças locais, culinária, templos, feiras e costumes, mas sem saber de onde são não faz muito sentido.
No primeiro ep temos Frank e LongLee.
Devo dizer que gostei da atuação dos dois, pois nas últimas séries em que atuaram juntos eu particularmente não gostei. O ponto central é a cultura voltada às crenças religiosas, além de outros aspectos.
No segundo EP temos Net e James.
Gostei da descrição de alguns pratos, principalmente quando falou sobre o durião, que me parece ser um vegetal que aparentemente não é muito valorizado e a mãe acabou criando um prato para aproveitar ele. Os garotos usando seus conhecimentos científicos para melhorar a criação e venda de novos produtos com ingredientes locais foi super legal. A mensagem no final sobre o processamento de alimentos como forma de evitar desperdício foi muito boa.
No terceiro EP temos Fluke e Judo.
Esse EP fala sobre a valorização da mão de obra e culinária de um determinado lugar paradisíaco, eles não mostram o lado difícil, mostram os pontos positivos, do quanto os moradores são capazes de buscar recursos naturais e produzirem sua alimentação e buscarem seus ganha pão.
O quarto EP traz Max e Nat se perdendo em um lugar remoto e precisando acampar, mesmo sendo pessoas totalmente urbanas, o que deixa a situação um pouco cômica, já que nem a barraca eles sabem armar direito. Além disso, a descrição de receitas locais e as paisagens são envolventes. Como o EP se passa à beira de um rio, o tema principal acaba sendo a necessidade de cuidar dos recursos hídricos.
O quinto EP temos Mos e Isbanky, a ideia central é a reciclagem e o cuidado com o lixo que jogamos na natureza, que além se sujar e enfiar, ainda coloca em risco espécies animais. O ponto alto é o centro de reciclagem, onde diversas coisas do dia a dia são feitas com material reutilizável que seria lixo.
No sexto EP temos Dew e Yoon. Pra mim foi o EP menos coerente, mas a ideia central era energia renovável.

Enfim, não é algo que eu ficaria voltando pra ver, mas é gostosinha, ver nossos ships queridos interagindo é maravilhoso, e com certeza a beleza e a cultura retratadas nos enchem os olhos.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
War of Y
0 people found this review helpful
Jan 24, 2025
20 of 20 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

A verdade dói mas tem que ser dita

Essa série foi maravilhosa! Uma de várias que denunciaram situações ruins que os atores vivenciam nos bastidores, abusos, saúde mental comprometida, o relacionamento com seus agentes, e a competição acirrada entre eles, já que todos querem estar no topo, e no topo não tem lugar para todos ao mesmo tempo. E o que é necessário fazer para chegar ao topo? E em seguida, como se manter lá? Infelizmente, aqui se aplica a máxima de Maquiavel, "os fins justificam os meios".
O primeiro arco é realmente dramático e muito pesado, é doloroso saber que retrata situações reais. Tem como tema central um casal de protagonistas que estão em evidência, e que por trás das câmeras tem um relacionamento real, sem que ninguém mais saiba. Isso é interessante de ser abordado, a cultura do fanservice foi um grande desserviço, e acabou estigmatizando os relacionamentos entre atores Y sempre como falsos, e também o fato de que mesmo que seja real eles não se sentem à vontade para confessar, pois os danos nas carreiras podem ser irreparáveis. Esse arco também mostra a diferença de tratamento por parte das produtoras quando os atores estão no "hype" ou não. Outra faceta horrenda, é a tentativa de prostituir os atores, tentando trocar sexo por favores pessoais, com a conivência de seus agentes, agentes esses a quem os atores chamam de pai ou mãe, que foram tirados de suas famílias com a promessa de cuidado e um futuro promissor. A cena da banheira foi muito forte, onde Pan tenta se limpar pq se acha sujo depois do encontro com o velho tarado. Outro ponto importante abordado, é a necessidade de validação através das redes sociais, e os efeitos psicológicos que podem ocorrer caso essa validação não venha. Além disso, é necessário estar pronto para ser descartado quando algo vai mal e se é cancelado. Detalhe, pra ser descartado não se precisa fazer algo errado, basta negar qualquer coisa ao sistema... Seng se negou a se prostituir, e pagou por isso. As próprias agentes do casal vendiam histórias negativas sobre eles para atrair mídia, é de dar nojo.
Um aparte para falar da atuação do Seng, que melhorou mil vezes desde sua última série (Secret crush on you).
Não tenho nenhuma reclamação sobre esse arco. Achei muito bom, e ainda foi coroado com a presença de P'New, Santa e Earth no final. Meu coração ficou quentinho por ver que eles terminaram juntos.
O segundo arco dá visibilidade ao casal secundário do primeiro. Esse arco mostra a verdadeira faceta dos agentes, o fingimento, as mentiras e situações onde a confiança é quebrada, e onde os atores percebem que na verdade são apenas peões em um jogo de poder e dinheiro. Outra situação explorada é a dos haters, e até onde eles podem ir, bem como os fãs que acreditam ter direito sobre seus ídolos.
Também é mostrado de que forma os novos ídolos são recrutados e moldados para serem ships potenciais, e claro, o direito que é tomado dos atores de falar sobre sua vida amorosa. Nesse arco, o grande plot Twist é descobrir que o mais "inocente" era o culpado de todos os planos mirabolantes e manipulava situações para que tivessem o resultado que ele desejava.
O terceiro arco fala de um reality show, onde 6 membros vão disputar a preferência do público fazendo apresentações artísticas, provas e mostrando seu dia-a- dia no confinamento. Nesse arco é mostrado que os seres humanos possuem diversas facetas, e muitos são capazes de tudo para conseguirem o que querem, nesse caso, vencer o programa. Temos a problematização do termo "esposa", tópico bastante debatido usualmente dentro da bolha BL. A fala de Wang sobre os ídolos BL não poderem reclamar ou escolher diversas coisas, e serem obrigados a entregar o que o mercado solicita, realmente deixa claro como funcionam os bastidores das séries que amamos. Além disso, o problema de que não importa talento ou carisma, na verdade o mercado impõe o que quer e os fãs tem a ilusão de que escolheram.

No último arco, o ship que ganhou o concurso do arco passado está gravando a série, ambos estão crescendo e ganhando muitos fãs. Um ponto problematizado, são os contratos assinados pelos ídolos, onde eles se comprometem a não ter nenhum relacionamento amoroso com ninguém, mas o que fazer nessa situação quando realmente se apaixonam? E se essa paixão é por uma mulher? Vemos aqui um triângulo amoroso interessante.
Nesse arco se mostra um tipo de abuso mental, os ídolos são obrigados a saber de certas coisas, mesmo que não tenham nenhuma aptidão para aquilo, como foi o caso do skate. O discurso final de Wang foi o mais puro suco da hipocrisia...
Um ponto importante, é que acima de tudo e todos, em todos os arcos, existia Wang nos bastidores moldando as situações e manipulando a todos, como se fossem marionetes.
Enfim, mostrar a realidade não agrada a todos, mas é importante que diretores e produtoras tenham a coragem de expôr o que acontece por trás das câmeras BL, para que essa indústria passe a ser igual a qualquer outra, com respeito acima de tudo.
A série é longa, cada arco tem 5 EPS, totalizando 20, mas que valem cada minuto.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
VIP Only
0 people found this review helpful
Jan 21, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.0
Music 5.5
Rewatch Value 5.5
This review may contain spoilers

Morno

Bem, não há muita coisa a ser dita. A série é boa, daquelas que deixam o coração quentinho, não precisa de cenas apelativas para chamar atenção.
O roteiro não é exatamente um clichê, mas também não tem nada de muito interessante, um escritor sem inspiração e o dono de um restaurante que se aproximam e se tornam amantes. Alguns obstáculos entre os dois (para variar hehe), como a mãe exploradora, ex que volta do além, e o próprio senso de justiça do chefe, que teme entrar em um relacionamento que talvez leve seu amor a sofrer ataques de sua mãe.

A série é bem previsível, mas confesso que ver o escritor tomando as rédeas do relacionamento e dando um fecho na mãe do outro lavou minha alma. Gostei que os origamis foram mostrados, é uma arte belíssima, e também da comida, que também foi parte importante da série.

O desenvolvimento dos protagonistas acontece num ritmo adequado, existe muita química entre eles e quando eles se resolvem de vez é algo lindo de se ver. A ost da série é linda! Bem como a fotografia e tudo o mais.

Eu não assistiria de novo, mas encorajo quem deseja ver. A série tem um EP especial com o spin-off do casal. OBS: ficou provado que a beleza de Stan Huang se destaca com ou sem bigode ou barba.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Venus in the Sky
0 people found this review helpful
Jan 15, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 7.0
Acting/Cast 7.0
Music 7.0
Rewatch Value 1.0
This review may contain spoilers

Esperei muito e recebi pouco

Sobre o plot, nada de muito fantástico. O casal principal era amigo 3 anos antes e quando Vênus declarou seu amor Sky não o aceitou, o motivo realmente não ficou claro para mim. Agora, passado esse tempo, Sky está totalmente apaixonado e correndo atrás do amor de Vênus, que agora tem um certo trauma da decepção que a rejeição trouxe e não o quer mais.

Existem dois casais secundários, os dois com uma relação estabelecida e saudável, apenas com alguns desentendimentos comuns na vida a dois.
Apesar do desenvolvimento fraco (não sabemos como começou nada entre eles etc...),.os dois casais falam sobre problemas comuns de casais reais, como confiar, dividir problemas, exaustão a ponto de não dar atenção ao outro, falta de diálogo etc.

A série me passa uma vibe de baixa produção. Poucos atores, poucas locações, apenas uma música na ost, atuação fraca. Mas não acho que seja o caso por causa da quantidade de propagandas. Prefiro achar que eles investiram na qualidade da produção, que realmente tinha uma boa imagem, sonoplastia, fotografia, etc. No mais, a história é extremamente enfadonha, 10 EPS com mais de 1h de duração, não faz o menor sentido. A história se arrastando, sem graça, sem muita coisa que cative o expectador. E ainda teve 1 EP especial que realmente não agregou nada a série, foi só mais do mesmo.

Não gosto quando isso acontece, mas infelizmente a única coisa realmente boa dessa série são as cenas quentes, os casais tem química para transar e isso é indiscutível. Confesso que me diverti com as loucuras sexuais do irmão de Vênus.

As famílias foram pouco exploradas, o que é estranho numa série tão arrastada, parecia não ter fim, e a cada ep esperávamos algo novo e nada acontecia. Mas pelo menos a relação de irmãos entre J e Vênus era saudável.

Tive a impressão que propositalmente existiam sempre alguns elementos que remetam ao nome Sky (céu), com imagens do céu bem azul com nuvens em movimento, e até a colcha da cama de Sky.

Enfim, eu não assistirei de novo, mas não desencorajou quem deseja encarar...

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Unintentional Love Story
0 people found this review helpful
Jan 1, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 9.5
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Tem espaço para melhorias, mas é muito bom!

Roteiro: um roteiro leve, com poucas falhas e um um romance com desenvolvimento decente do casal principal. Os personagens protagonistas são bem profundos, para quem viu atentamente a história, ela não tem nada de simples.
De início, a saída de Ji Won Young de seu emprego mostra um censo de caráter interessante, não sei se é algo cultural na Coréia do Sul, mas me chamou atenção. Ele não foi demitido, mas acreditava que por seu superior ter sido pego roubando, ele deveria sair também, mesmo sem ter culpa. O desenvolvimento desse personagem é bom, mas não aconteceu nada fora do esperado. Ele saiu para uns dias de folga, encontrou Tae Joon e se aproximou dele, se apaixonou e infelizmente não teve tempo de contar a verdade por trás de sua aparição naquela pequena cidade. Isso me trouxe outra interrogação, sobre o caráter do chefe... Ele se despediu de Ji Won dizendo que ele tirasse férias, mas quando Ji Won ligou falando sobre quem ele encontrou, ele mudou o discurso, falando que se Tae Joon conseguisse trazê-lo teria seu emprego de novo (???).
Ainda sobre isso, creio que a falta de comunicação comum nas séries BL foi uma chatice, mas precisou acontecer para que a série chegasse ao final esperado. Ji Won poderia ter explicado tudo para seu amado, e tentado se redimir, mas precisou que o chefe viesse lá da baixa da égua pra contar tudo entes e quebrar a confiança de quem já não confiava em ninguém.

Sobre Yoon Tae Joon, que personagem profundo! Ele tem o rosto totalmente frio, mas seus olhos gritam seus reais sentimentos, o ator é realmente muito bom. Ele se sentiu ferido no final, pois tinha problemas em confiar e se sentiu traído, mas mesmo assim, continuou fazendo o que achava que seria bom para seu amado.
Ainda sobre ele, me ficaram duas dúvidas. A primeira é sobre a valorização do artesanato dele, como assim ele ser tão famoso pelas suas obras? Pergunto com sinceridade genuína, pois essa valorização não é algo que eu sinta no meu país.
Segundo, se ele era assim tão famoso, como conseguiu se manter escondido? Ok, ele se mudou para uma pequena cidade, mas nessa cidade ninguém nunca ouviu falar dele? Nenhum cliente nunca o reconheceu? Como pode isso, já que ele era muito famoso por sua arte? Essa parte não fez sentido. Ele no final se permitir fazer algo que ele.nao queria por achar que isso traria benefícios para seu amado foi lindo! E que bom que o final é feliz!

A série não tem vilões maquiavélicos, não tem cenas N/C, nem tampouco grandes plot twists, mas é linda! O romance na dose certa, a conquista, o jogo da paquera, os sentimentos sendo descobertos aos poucos deixando eles nervosos. São abordados temas relevantes como confiança, comunicação entre os casais, senso de justiça, caráter.
A ost da série é impecável, bem como a atuação e os detalhes técnicos. OBS: para um bom observador, existiram alguns erros de continuidade, mas que não comprometem as cenas.

Os beijos poderiam ser melhores? Sim! O casal secundário merecia um desenvolvimento ou um spin-off? Com certeza!

Enfim, eu amei! Voltarei a assistir com toda certeza, recomendo a todos.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Alter
0 people found this review helpful
Dec 23, 2024
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 5.5
Story 6.0
Acting/Cast 6.0
Music 1.0
Rewatch Value 1.0
This review may contain spoilers

Eu quero de volta o tempo que perdi vendo isso....

Mais uma produção filipina de atuação duvidosa, plot sem lógica e péssima produção. Vamos por partes!

O plot inicial já é até clichê: gêmeas que trocam de lugar e uma delas se apaixona pelo amor da outra. Porém eles incrementaram no absurdo... Uma das gêmeas é uma mulher trans, que mora com os empregados na casa da família, numa área rural. O outro é um homem gay, mas que esconde isso (inclusive tem uma namorada) e mora nos EUA, mas veio visitar a irmã. A mãe é falecida e o pai era um homem mau com quem eles não tem muito contato.

Os absurdos começam quando Sarah, a gêmea trans, "acidentalmente" marca com os dois namorados de virem ao mesmo tempo visitá-la. Ao invés dela desmarcar com um deles, ela prefere pedir a seu irmão supostamente hétero para se travestir dela e ela conseguir atender os dois bofes ao mesmo tempo. Na hora do sexo ela troca de lugar e transa com os dois. Claramente a farsa é descoberta e dá em merda.

O namorado Jessie é rico, pode proporcionar coisas boas. Mas as falhas de produção com esse ator são até engraçadas, a cada cena ele aparece com um corte de cabelo ou cor de cabelo diferente.

O namorado Nathan é mais humilde, mas Sarah o ama também... O babado é que quando o barraco desaba, ele percebe que gostou mais da versão atual da namorada (Elmo), e acaba ficando com Elmo escondido, até Sarah descobrir e eles brigarem feio.

Fiz questão de pontuar isso, não apenas para contar a história, mas para que eu possa explicar onde falta a lógica. Nos primeiros eps é perceptível que Elmo se interessa pelo empregado Alvin, mas nada acontece entre eles. Como Elmo sendo "hétero" poderia substituir a irmã????
A história termina com Elmo confessando pra sua ex namorada da América que é gay e está com um namorado que ninguém sabe de onde surgiu... Os dois envolvidos com os gêmeos (Nathan e Jessie) simplesmente somem sem explicação nenhuma. A cena final é uma festa promovida por Sarah, com toda a família e amigos presentes, mas não mostram nada sobre a reconciliação dos gêmeos entre si ou com o pai, véi, tem tantos furos que parece uma peneira...

Sinceramente, eu não perderia meu tempo vendo de novo, já vi piores, mas é uma tortura visual até mesmo pra quem curte baixas produções... Até a ost é lamentável. Não recendo, sinceramente...

Read More

Was this review helpful to you?
Jul 24, 2024
2 of 2 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Uma realidade retratada de forma perfeita.

Gosto muito das Séries Saneha/ Sanaeha, muito por saber que são histórias reais. Claro que existe uma floreada nos enredos para agradar mais aos expectadores, mas mesmo assim não são histórias surreais com as dos BL's. São histórias que acontecem na vida de diversas pessoas e o final é sempre uma incógnita, raramente consigo prever.
Sobre essa série em específico, o próprio título já diz tudo: para o amor não há limites de gênero. Isso fica claro desde o primeiro EP.
A série é composta por 5 arcos, cada um tem 2 EPS. Além dos atores BL que amamos, podemos sentir a verdade e até a dor dos personagens, no meu caso, consegui me identificar muito.
O primeiro arco conta a história de Nicky, um rapaz que já tinha seu futuro definido, uma garota que era amiga de infância para casar depois da faculdade, mas vai descobrir que também ama homens quando se envolve com um amigo. Fazendo um recorte social do LGBTQIAP+ na Ásia, esse EP mostra o quanto é difícil ser bissexual, sabendo que todos passamos por uma fase de auto descoberta, como é confuso entender que para vc o gênero não faz diferença. Se para o bissexual já é difícil, imagine para a sociedade? Segundo arco fala sobre a vida de uma lésbica que não tinha muita sorte no amor. O terceiro sobre um jovem gay que pretende casar com uma mulher pois sua mãe não aceita que seu filho não case com uma mulher. O quarto trata sobre muitos assuntos ligados às questões de gênero e orientação sexual, e o último sobre um rapaz que foi pai na adolescência, e depois veio a entender que era gay.
A lição que eu vejo nessas histórias é que REALMENTE caráter, fidelidade, amor, nada disso está atrelado ao rótulo que você ou seu relacionamento levam. Não importa se é homem e mulher, homem com homem, mulher com mulher, bi, todas as pessoas tem um caráter e levam isso para dentro de sua vida amorosa.
Outros pontos foram falados, e eu gritei ao ver uma história sobre a vida de pessoas transgênero, e principalmente mostrando a diferença entre gênero e orientação sexual. A assexualidade foi abordada, o respeito e consentimento. A maternidade e paternidade de pessoas homoafetivas, a auto aceitação, as críticas, o preconceito de todos, inclusive de si mesmo ou da família. A cirurgia de redesignação sexual, olha, foram tantos pontos contemplados que na minha opinião essa série deveria ganhar um óscar!
Eu realmente terminei comovida, verei de novo quando tiver tempo e sim, indico muitooo!

Ps: a única coisa que eu mudaria seria a ost, mas mesmo assim dou um 10 por essa música já fazer parte da identidade dessas séries.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Roommate
0 people found this review helpful
Jul 21, 2024
4 of 4 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 6.5
Acting/Cast 7.0
Music 10
Rewatch Value 2.5
This review may contain spoilers

Não assistam com grandes expectativas

Bom, a série é curta, só tem 5 EPS contando com o especial, os EPS tem em média 20 e poucos minutos e os núcleo de atores se resume praticamente a 5 personagens. Não que esse último seja algo ruim, com tão pouco tempo de tela, a solução inteligente foi focar absolutamente no casal. Até mesmo as locações deixam claro que não houve um bom investimento, o que me faz pensar que a ideia da série era "testar" o ship para futuros trabalhos.

A série conta a história de um rapaz universitário que mora sozinho, até que um dia sua mãe liga avisando que o filho de uma amiga está indo morar com ele, mesmo à contragosto ele recebe o rapaz e em pouco tempo eles passam de colegas a amigos, de amigos a amantes.

É preciso dizer que os aspectos técnicos são nada mais que medianos, não existem histórias secundárias se desenvolvendo. A atuação não é boa, Game (James) é um ator que nessa série não é nada expressivo e aparentemente é bem tenso na maior parte do tempo, como se ele soubesse a fala mas não conseguisse entrar no personagem. A amiga de Sky atua de forma muito caricata, afetada. O único que tem um bom desempenho é Golf Trithep, que atua como Sky. A ost dessa série é a única coisa que não posso colocar defeitos, ela é simplesmente linda.

Apesar dos pesares é uma série fofinha. Não existem dramas nem vilões, apenas um amor se desenvolvendo e um final feliz com beijinho (selinho) e tudo. Eu não pretendo rever, mas com certeza recomendo.

Read More

Was this review helpful to you?