K-Drama
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Pq comecei esse bucha?
Olha... Filipinas sempre surpreende ou para muito bom ou para muito ruim. Mas dessa vez ficou num meio termo.A série foi produzida pelo canal Lifetime dream TV, no YouTube, e por conter cenas altamente explícitas, violando as regras da plataforma, foi banida. O canal ainda existe, mas a série não é mais encontrada na web.
A história é bem sem sentido, e se concentra em um rapaz que conhece outro virtualmente e se apaixona, e após algumas tentativas falhas de conhecer o amado, descobre que ele é um fake. Em meio a isso, diversas cenas de sexo quente acontecem na imaginação do protagonista, mas se tirarmos o sexo, a pegação, não sobra nada.
É nítido que a série tem pouco investimento, são poucos cenários, poucos atores, a direção é péssima. Em alguns momentos percebemos falhas na produção, além disso o final é péssimo. Ost, fotografia, atuação, tudo isso foi com Deus em troca da putaria que ao final nem fez sentido, pois o fim da série é totalmente sem lógica.
Eu realmente não veria de novo, nem posso indicar, já que não está mais disponível, mas vcs com certeza não estão perdendo muito.
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Muitos temas importantes de forma leve
Inicialmente, essa série não me convenceu... a mistura de realidade e fantasia só é boa quando o roteiro é muito bom e é muito bem dirigida, então não queria perder tempo arriscando. Quando soube da existência de um casal BL e um GL, aí fiquei interessada (dramas héteros não são minha praia)Sobre o roteiro: A série fala sobre um jovem adolescente chamado Alex, que depois de uma festa muito louca com os amigos da escola/universidade(não entendi direito), acorda no futuro sem se lembrar de como foi parar ali, num mundo onde todos os seus amigos existem e estão vivendo suas vidas de forma boa ou não, mas com destinos que foram modificados naquela festa, onde Alex fotografou a todos com uma máquina que agora pode ser considerada estranha, e essas fotos agora tem uma ligação bizarra com esse futuro paralelo. Para conseguir voltar no tempo e impedir que as coisas tomem esse rumo, Alex precisa da ajuda dos amigos para resolver o mistério das fotos, e isso vai ser feito falando de temas muitooooo importantes e com muitas doses de humor. As histórias de vários personagens acontecem de forma paralela e entrelaçada, mas de forma que nenhuma se sobreponha às outras e se desenvolvam de forma uniforme, esse é um dos pontos mais legais da série. É nítido que a série é uma super produção, mas sem um roteiro bom e bem dirigido, com certeza o produto final seria duvidoso.
Os assuntos abordados nessa série são muito interessantes, polêmicos e importantes, devem ter causado um grande alvoroço na sociedade conservadora da Tailândia. Apesar da abordagem ter sido feita com respeito, propriedade e humor, com certeza essa série foi uma destruidora de tabus. A série também trabalha muito com o elemento surpresa, pois a cada episódio tem um novo plow twist.
Primeiro ponto: Alex e Jean. Alex abusou sexualmente dela na referida festa, num momento em que ambos estavam bêbados. Nesse futuro paralelo, apesar de Jean ser uma mulher de sucesso, uma boa profissional e aparentemente uma mulher forte, ela não conseguiu se livrar do trauma do abuso sofrido e isso a impede de se relacionar com quem quer que seja, mesmo que ela goste da pessoa. Ela não perdoa Alex apesar do desespero dele em tentar provar que mudou, também nunca falou a ninguém sobre o assunto... uma clara alusão ao ciclo de violência sofrida por milhares de mulheres que sofrem caladas com seus traumas, sem ter coragem de denunciarem os agressores e convivendo sozinhas com suas dores físicas e psicológicas. Como o Alex do futuro é ginecologista, existe uma ênfase no sexo seguro e à outros temas ligados a sexo que vão surgir. Não é possível para mim passar pano para o que ele fez, mas é importante citar que ele não fugiu de sua responsabilidade e fez até o impossível para reverter seus erros, pois ele se culpa e busca o perdão dela, e isso traz a reflexão de que ele pôde voltar no tempo e resolver tudo, mas na vida real não é assim.
Segundo ponto: See-ew e Liu. A série mostra eles no futuro como um casal que não mantém relações sexuais, porém See-ew é alguém que tem muitos fetiches e desejos sexuais que ele não compartilha com sua namorada. Essa insegurança dele, e o medo de se abrir com ela, mesmo que ambos se amem e exista uma relativa confiança entre eles, aparentemente é fruto do passado, quando ele era rejeitado devido à sua aparência e jeito de ser, que fez com que ele não tenha coragem de se abrir por medo de rejeição. No final tudo se resolve, e Liu também percebe que gosta dos fetiches dele e sente desejo de transar, mas ela antes também não tinha coragem de falar sobre o assunto, e os dois calados em seus mundos se afastaram. Esse núcleo também trouxe um outro tema importante: o assédio sexual que Liu sofria no trabalho, pelo seu patrão que era bem mais velho que ela, e não denunciava por medo de perder o emprego.
Terceiro ponto: Army e Joe. Sinceramente, um dos pontos mais importantes da série é quando Joe se assume assexual, pois esse assunto é sumariamente ignorado quase sempre! Army teve que controlar seus impulsos sexuais para se adaptar a Joe, pois além de tudo, Army aceitava sua sexualidade e Joe não conseguia se entender. Resolvidos os problemas, Joe não era realmente assexual, porém foi importante abordar esse tema, e principalmente a forma respeitosa como Army lidou com ele.
Quarto ponto: Kim e Ice. A história deles mostra um casal no início de suas carreiras profissionais, quando Kim engravida.
Essa parte é um pouco chocante no começo, pois Ice, apesar da pouca idade, não cogita um aborto e começa a fazer um milhão de planos, enquanto Kim, que não se sente pronta para ser mãe, decide sozinha interromper a gravidez. Esse tema envolveu diálogos riquíssimos, tanto com Jean, que ouviu Kim sem preconceitos e julgamentos, tanto com Alex, que foi necessário para fazer seu irmão Ice entender a decisão da namorada, e apoiá-la no final, com muito amor e respeito.
Quinto ponto: Nim e Molly (e Bew). Esse núcleo também fala de temas importantes. Nim e Molly foram as primeiras namoradas uma da outra, mas nesse futuro paralelo elas terminaram. Molly segue sua vida, tentando alavancar sua carreira de atriz, enfrentando o estigma de não ser uma mulher com um corpo que se adequa às exigências do mercado, ao padrão de beleza considerado ideal, mesmo com seu talento. É importante que a líder do projeto seja uma mulher empoderada (Jean), que não permite que Molly desista de seu sonho, e além da oportunidade, também dá o apoio necessário. Devido aa esse trabalho Molly reencontra Nim, agora uma dona de academia, que namora com Bew, uma garota com quem tinha um relacionamento tão sério, que Nim aceitou engravidar artificialmente e ter um filho com ela, um assunto bem polêmico na Tailândia. Com esse reencontro Bew, de uma insensibilidade e falta de responsabilidade afetiva gigante, simplesmente abandona Nim por ciúmes, sem esperar pra saber se a inseminação artificial deu certo, abandonando Nim grávida. Quando Nim e Molly voltam a ficar juntas, outro tema entra em questão: Nim quer apenas uma bed friend, e Molly não aceita ser apenas isso. Além disso, o tema do aborto volta à cena, e mesmo o aborto no primeiro trimestre de gravidez sendo permitido por lei na tailândia, dois abortos numa mesma série que já traz tantas polêmicas é algo bem corajoso de se mostrar.
Sexto ponto: Jedi e Rose. Rose é uma mulher trans que namora com Jedi, isso por si só já é uma polêmica. Junto a isso vem o fato de ambos terem um relacionamento aberto, que é outro tema contraditório. Os dois enfrentam preconceitos, mas o amor entre eles não se abala.
Sétimo ponto: Kat. Ela também tem um trauma, sempre foi uma mulher que viveu livremente e isso, como é comum no mundo machista em que vivemos, custou caro. Ela, por não querer se apegar, acabou sofrendo violência física de um homem que não aceitou ser rejeitado, e adquirindo traumas horríveis. Seu único alento era o amigo Alex, que sempre a recebia sem julgamentos, e suas amigas mais próximas. Gostei do desfecho da história dela.
Na verdade, todas as histórias tiveram um final feliz. O que me incomodou foi a forma como tudo se resolveu... do nada aparece um padrasto de Alex com uma história sem pé nem cabeça sobre a câmera, que faz com que tudo se resolva magicamente, pensei que teríamos um desfecho mais elaborado.
Os outros pontos, como atuação, ost, filmografia, fotografia, química entre personagens, tudo isso esteve perfeito.
Muito provavelmente não vou rever a série, já que já conheço todos os desfechos, mas realmente gostaria que todos pudessem assistir.
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Péssimo
Não sei quem inventou esse formato de série gravada pelo TicToc, mas pelo amor de Deus, deveria parar. Episódios, de 2 minutos, isso é algo totalmente sem cabimento... eu espero acabar a série e vejo um compilado, só assim pra conseguirem minha audiência.A história é péssima, não faz sentido algum. Não sei até agora quem enviou o robô, não sei o que foi feito da namorada, não definiram um padrão de realidade ou da fantasia, misturaram tudo e terminou um grande nada.
A atuação é no máximo razoável, com excessão de Lego que atua um pouco melhor. Não tem uma ost legal. Eu não posso esperar uma alta produção de uma série do Tik Tok, mas o núcleo de atores é diminuto e a única locação é o cenário do apartamento.
A cenografia não é ruim, mas também não é profissional, enfim, perdi meu tempo e não indico a ninguém.
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Poesia
Um dos melhores BL'S já produzidos. Posso resumi-lo em uma palavra: poesia. esse BL é uma poesia do início ao fim. Uma história de amor, bondade, compaixão que ultrapassa qualquer obstáculo, até a morte.O plot por si só já chama muita atenção. Um médico dedicado, que passa seus dias e noites salvando vidas, tendo que lidar com um ceifador de almas, que justamente leva as almas dos mortos que o Dr. Prakan gostaria de salvar. O tema foge do lugar comum, mas o conjunto da obra é sensacional. Sanya tinha uma doença mortal, sabia que não tinha esperanças, e vivia conformado em esperar a morte. Tudo mudou quando ele se tornou amigo do pequeno Prakan, que também tinha uma grave doença e precisava de um coração. Sanya quis que quando morresse, seu coração pudesse salvar aquele menino, e após sua morte ele aceitou um emprego como ceifador de almas, com a única intenção de ver aquele menino que queria ser médico como o pai, crescer com seu coração no peito e salvando outras vidas. Para poder acompanhar esse crescimento, ele fez um acordo no submundo, que desandou no momento em que o menino cresceu e se tornou um belo homem, pelo qual Sanya se apaixonou. Após Sanya se tornar um ceifador, todas as memórias dos que o viram em vida seriam apagadas, mas o Dr. Prakan estranhamente tinha a impressão de familiaridade, e aqui quero citar a magnífica sonoplastia que mostrava os batimentos cardíacos. Óbvio que em meio a todo esse romance existiram muitos conflitos, sofrimento, perdas, duvidas, renúncias, mas ao final o amor venceu. E venceu de forma sublime... mostrando que é mais forte que a morte, e que não se limita apenas ao "carnal".
Sobre a atuação, não há questionamentos. Foi perfeita do início ao fim. A ost é sublime, na voz apaixonante de Boy Sompob. Sonoplastia, fotografia, locações, não tenho absolutamente nada para reclamar.
É uma série que vou visitar sempre que a saudade bater, e também que eu indico de todo coração. Uma verdadeira obra de arte.
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Não é BL (fui enganada)
Fui enganada pelas prévias dessa série, que passavam a impressão de que seria um BL, e não tivemos nem mesmo um bromance. A série aproveitou a popularidade de Bas e jogou essa para conquistar o público BL.Apesar dessa decepção, é uma boa série, um roteiro interessante. A premissa envolve uma senhora rica a procura de seu neto, numa história que envolve amor familiar, muita ganância, pessoas de boa e má índole buscando a família rica por motivos diferentes. Não se trata de um mistério ou suspense, pois desde o início sabemos da verdade, mas é um drama familiar com pessoas numa luta por herança.
A série tem um bom elenco, uma boa fotografia, poderia ter uma ost melhor. Posso classificá-la como razoável, no máximo.
Não pretendo rever pois não faz meu estilo, mas com certeza indico.
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Final péssimo.
Esse BL não foi nada do que esperei, e isso não é um elogio.Quando vi o plot de um rapaz humilde que se envolvia com um homem maduro, imaginei algo parecido com Daddy love (com o mesmo ator, Rex Lantano, no papel do jovem). Mas o plot me decepcionou muito, e infelizmente as séries filipinas muitas vezes são estragadas por um roteiro que desanda no final.
O jovem Tupe se apaixona por Rich, que lhe oferece uma vida melhor, amor e muito carinho, mas especialmente confiança. E do nada, na primeira oportunidade ele trai o pai com o filho... a romantização dessa traição pra mim foi o fim. Esse roteirista deveria conseguir outro emprego, pois sinceramente... A série já aparenta ter um orçamento baixo, locação única, apenas os atores principais, somando todos esses fatores não poderia resultar em algo maravilhoso.
A atuação não é maravilhosa, mas existem piores. A ost é coerente, mas não é algo que eu deixaria na minha playlist.
Resumindo: não gostei da série, perdi meu tempo vendo ela, porém não posso dizer que não indico pois creio que a minha opinião pode não ser igual a dos demais.
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Final péssimo
Bem, minha primeira impressão sobre essa série foi péssima, e confesso que tratando-se da China, não espero menos do que uma raiva enorme.Depois que assisti a segunda vez, consegui ver detalhes que não havia percebido (por causa do ranço kkk).
A série conta a história de um rapaz chamado Liang Ze, que procura um pet shop e acaba tornado-se amigo do dono, Hang Hang, e posteriormente seu namorado, porém um namoro meio que unilateral da parte de Hang Hang, pois mesmo admitindo sentimentos e atração. Liang Ze não tolera a ideia de fazer sexo com um homem.
Vou passar pano para Liang Ze. Estamos falando da China, no ano de 2016 (seis anos atrás), então, é totalmente compreensível que um jovem se sentisse totalmente inseguro nessas circunstâncias. Liang Ze ficou confuso, preso em seu próprio preconceito e nos padrões de relacionamento impostos pela sociedade, em detrimento de seus próprios desejos. Junte isso, ao fato de que pela fala de seu irmão e cunhada, ele já tinha uma personalidade difícil e costumava afastar as pessoas com quem se relacionava, não posso achar um absurdo seu modo de agir, não se muda toda uma mentalidade da noite para o dia.
Da mesma forma, Hang Hang, mesmo apaixonado não aceitou ficar ao lado de quem amava se não fosse em um relacionamento estável, preferiu ir embora do que perder a dignidade e aceitar uma vida de sofrimento, e sim, ele foi um exemplo de empoderamento. Apesar de tudo, ele se conhecia, se entendia e se aceitava, não se permitia estar em posição inferior aos outros por causa de sua opção sexual.
Dito tudo isso, eu passei a ver a história com outros olhos, é apenas uma história que poderia ser real, uma história que se repete todos os dias em qualquer lugar do mundo, e o que nos dá raiva, que é ver a situação de cada personagem, é justamente aquilo que muitas vezes presenciamos na vida real, alguém que nega seus sentimentos por causa da família ou sociedade, e alguém que mesmo sofrendo prefere deixar ir e seguir em frente.
A produção é boa, tratando-se de 2016, a ost é bem bonita e a atuação impecável. Minha crítica é apenas o final da série, que termina em aberto, dando a abertura para um ep especial ou segunda temporada que nunca aconteceu.
Recomendo essa série, e se não entender o conceito, veja de novo, como eu fiz.
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Terceira série BL daTailândia
Esse final de semana eu maratonei pela milésima vez "Make it right", a primeira temporada, e é incrível a quantidade de sentimentos que essa série consegue nos transmitir.Eu tenho o hábito de situar a série historicamente. Essa série foi produzida quando a Tailândia ainda engatinhava no mundo BL. Antes dela, houve o sucesso estrondoso do filme "Love of Siam", um mês depois o Japão lançou o primeiro filme da série "Takumi Kun", em 2012 foi lançado um arco do "Club Friday", que como se trata de história real, não se encaixa no gênero BL, em seguida o estrondoso sucesso de "Hormones", que começou em 2013 e rendeu 3 temporadas, e em 2014, outro fenômeno: "Love sick", que ganhou duas temporadas. Observem que desde Love of Siam, Hormones e Love sick, as séries BL eram ambientadas nas escolas não nas universidades como é comum atualmente.
Essa série é linda, realmente linda, e o roteiro é sensacional, apesar dos furos. Antes de tudo vou falar sobre os furos (geralmente eu deixo essa parte por último), e nem tem nada a ver com militância, até pq é preciso entender que a minha realidade no Brasil hoje é totalmente diferente de um país asiático, principalmente a seis anos atrás. A série começa com vários adolescentes bebendo até caírem, isso nem é uma crítica, é uma observação, pois não adianta militar sobre algo que infelizmente é normal em qualquer lugar, talvez essa tenha sido a receita de sucesso entre os jovens, mostrar certos pontos da realidade sem pudor causou uma identificação com os adolescentes.
O outro ponto de observação, e aqui realmente é uma crítica, é sobre o sexo sem consentimento. Na primeira vez de Tee e Fuse, Tee estava sóbrio, enquanto Fuse estava totalmente embriagado e não tinha condições de consentir o sexo. Na primeira vez de Book e Frame, Book foi praticamente estuprado, e de forma tão violenta que ficou doente, não tenho como passar pano para isso.
No mais, não tenho problemas com o roteiro. A série mostra o período da adolescência de forma muito real, as dúvidas sobre o corpo, sexualidade, as confusões de sentimentos, a descoberta do amor, as decepções amorosas, os dramas, a amizade, o bullying que muitas vezes é feito de forma cruel pelos próprios amigos, com ou sem intenção, a auto aceitação, o preconceito que muitas vezes começa dentro de casa, nossa! Não sei como conseguiram colocar todos esses temas em apenas 12 episódios e trabalhar bem cada um deles.
Algo muito especial nessa série, é a primeira confissão de amor entre Tee e Fuse, guardarei a cena no coração para sempre. Uma história de milhões, uma ost linda, uma fotografia muito boa. Lembro-me da quantidade de críticas dos fãs brasileiros a respeito da atuação dos meninos, mas lembrem-se, eram adolescentes em seus primeiros papeis, falando sobre um tema que apesar de ter milhões de fãs, tinha um continente inteiro de muito preconceito, e sim, eles andaram para que nossas super produções BL de hoje pudessem correr.
Realmente indico muito essa série, pretendo revê-la muitas vezes ainda.
OBS: O bônus é ver vários amores atuais no início de suas carreiras, como Mean, Plan, Ohm Pawat, Boom e Peak, e diversos outros.
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Unlocked
A ideia dessa série é muito boa. Mostrar um lado dos relacionamentos que se assemelha aos da vida real em meio à quarentena. Situações que com certeza não romantizaram o confinamento, e mostraram um mostro que milhares de pessoas estavam enfrentando, que é manter um relacionamento, ou conseguir sair dele, no contexto da pandemia, seja relacionamento amoroso, familiar, amizades...Em todas as histórias eu gostei do roteiro e da atuação, vi alguns poucos furos, por exemplo, no ep 04 não entendi o que realmente aconteceu com o marido do Sr. Greg, se ele morreu ou foi embora de casa, no ep 05, como a mãe do garoto ficou sabendo como ele ganhava a vida e o porquê de expor ele daquela forma, mas de forma geral, é uma ótima série, os atores fizeram um belo trabalho, tem músicas lindas e eu recomendo muito.
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Fora do padrão
As séries japonesas já tem um padrão de excelência no quesito atuação. Essa em especial, já começa bem a partir da abertura, onde ao invés de vários spoillers como é comum nas séries tailandesas, temos os protagonistas cantando e dançando a música principal da trilha sonora, uma música dançante, com uma letra super engraçada.Quando somamos a atuação, a história totalmente fora dos padrões conhecidos (talvez por isso tão envolvente), a música e a fotografia, temos uma série apaixonante e que nos prende do início ao fim.
O casal secundário é simplesmente lindo e tem uma química perfeita, mais do que o casal principal em minha opinião.
Enfim, super indico essa série, o Japão arrasa nas produções e com certeza voltarei a assistir essa obra de arte.
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Se quer um BL óbvio, procure outro
Assisti a primeira vez: achei estranho, confuso. Assisto a segunda vez: achei perturbador. Assisti a terceira vez e entendi que a mágica dessa série está no implícito, é um drama mental, e se você é alguém que não gosta de mergulhar nas camadas da ora, talvez não goste.Quando eu realmente entendi, vi que o que eu estava considerando ilógico a primeira vista era lógico até demais, e esse drama é necessário, pois a saúde mental é constantemente negligenciada nesse tipo de série. Essa série é arte nos seus mínimos detalhes. Racoon é belo, carismático, carinhoso, educado, aparentemente "o homem perfeito", a série nos dá esse desenho para em seguida desafiar nossas mentes com a construção dele, que ao fim da série já nos fez chorar várias vezes, pois a perfeição vista na superfície é estilhaçada à medida que nos envolvemos na história dele, nas dores e naquilo que ele quer ser.
Iniciamos com um enredo totalmente diferente, que nos leva à alguns plot twists fantásticos! E esses plots são justamente o que vai moldar a lógica do problema mental vivenciado pelo prota. A atuação deles é muito boa, os momentos de intimidade são mais interessantes do que cenas de sexo, pois trazem conforto, duas pessoas que conseguem se abrir e conversar, se relacionar sem o peso de obrigatoriamente rotular e relação e se sentirem bem assim. Além disso ost é belíssima.
Os ex parceiros aparecerem não foi um problema pra mim, pois eram presenças necessárias para que a história ficasse bem explicada ao final. Amei a conversa sobre a importância do psiquiatra, de medicação quando é necessária, isso realmente deveria ter sido mais aprofundado, existiu tempo para isso, porém por algum motivo decidiram que passar cenas imensas sobre os bastidores era algo mais interessante.
Ao final de tudo entendemos os traumas, medos e anseios que fazem com que Racoon seja tão especial, essa série realmente não é para todos!
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Não indico
Acho que essa é umas das resenhas mais difíceis que já escrevi. Ansiei por essa série, minhas expectativas eram altas e caíram no chão após o terceiro episódio, a partir desse ponto, eu assisti apenas na esperança de que mudasse algo ou porque não gosto de dropar.No primeiro episódio a série já entrega que existe interesse romântico da parte de Phat. Minha perspectiva é que o chefe fosse um galinha incorrigível que nos últimos capítulos ia se apaixonar por Phat também, mas desisti de entender quando percebi que Elyes também gostava dele e mesmo assim tinha atitudes desprezíveis, a pior de todas obviamente era ser responsável por sua agenda de sex friends.
A série tinha potencial se o roteiro não parecesse feito por um bando de adolescentes que misturaram suas fanfics. Apesar de ter boa fotografia, ost, ambientação, também existiram uns flash baks meio confusos, alguns eu só vim entender que eram flash back depois da cena, teve uns erros de câmera e a ost romântica aparecia do nada em momentos aleatórios. Mas de que adiantaria os detalhes técnicos funcionarem perfeitamente se o roteiro é totalmente confuso? Muito tempo de tela gasto de forma inadequada, nenhum dos casais tinham a química que prende o interesse do expectador, a atuação de quase todos era mediana pra baixo (excessão de Kad, que levou a série nas costas no quesito atuação). A expressão de Elyes nunca parecia natural, e os dois vilões, misericórdia! Mais caricatos impossível.
Falando em casais, vamos falar deles:
1. Nosso casal principal, Elyes e Phat: relacionamento tóxico, manipulador e abusivo da parte de Elyes. Vocês têm ideia do que é você colocar alguém que supostamente vc ama em segredo para organizar seus compromissos sexuais enquanto tenta controlar a vida dele para que continue girando em torno de si? Colocar ele como assistente, motorista, substituto em encontros não desejados, organizador dos jantares, hotéis, presentes, esperar no carro enquanto o cara que ele ama come alguém, e ainda ser humilhado SENDO GARÇOM de Elyes com Kim depois de ter transado com ele? Isso não faz nenhum sentido, e espero que essa "arte da conquista" não vire moda. Tudo isso acontecia com a submissão de Phat, que aliás é um personagem sem uma gota de auto estima. Elyes poderia ter escolhido Phat de início, mas optou por humilhar ele (mesmo o amando e sabendo que era recíproco), Phat implorava um eu te amo enquanto o outro fazia cara de pôker, desistia do amor, ia embora, e quando achávamos que ele ia colocar o chefe em seu devido lugar ele voltava rastejando ao menor sinal de carinho, como um pequeno cachorro que esquece que foi chutado assim que vê a comida, sem nenhuma dignidade.
Elyes é tão idiota que ainda sente o trauma do ex que o traiu e abandonou sem explicações, e usava seu amante mais constante (Kim) como depósito de suas desilusões. Não defendo Kim pq ele sabia que não tinha sentimento envolvido mas se deixava usar, me parece que ele era meio que psicólogo de Elyes (nossa, que ético!)
Quando Paeng apareceu, pela primeira vez em 18 anos de BL eu desejei que a mulher fosse uma grande vilã que faria Elyes ter mais respeito por Phat, mas ele só ficou mais tóxico, e a garota tentou mas no segundo fora desistiu e não ficou entre eles, uma pena!
O segundo casal: Thiranai e Thiti- posso dizer que esse casal e surpreendeu um pouco, conseguiram que eu não prevesse de imediato o que viria a seguir envolvendo eles. Num primeiro momento, até simpatizei por Thiranai, mas quando percebi que ele só amava ao dinheiro e a si próprio, até tive pena de Thiti. Não vou passar pano pra ele, mas obviamente ele tinha uma grande dependência emocional e Thiranai usou isso para tentar prejudicar a empresa de Elyes. Eu ainda não entendi qual era a relação anterior dele com Elyes, isso foi uma ponta solta. Elyes conhecia o inimigo mas não sabia quem era o namorado, e Paeng por acaso sabia de tudo? poderiam ter encontrado uma saída mais inteligente. Aliás, preciso falar sobre o absurdo que foi Thiranai ir na empresa, transar com Thiti que estava tentando roubar dados importantes e ninguém via isso? Não existe sistema de segurança na Tailândia?
Terceiro casal: Run e Fei Long- Aqui foi onde desisti da vida. Run abandonou Elyes para ficar com Fei Long para que ele ajudasse seu irmão e único parente vivo. Pelo que entendi Fei Long queria Run apenas para tirar o que Elyes amava, mas o que foi aquilo deles terminarem juntos e se amando? Run sofreu a síndrome de Estocolmo? Onde está a punição de Fei Long por seus maus atos? Isso foi uma grande piada, o único final digno era Fei Long sofrendo as consequências de suas ações e Run sendo feliz sozinho ou até mesmo com alguém aleatório que aparecesse o final, qualquer coisa, menos o que aconteceu.
A hora da luta! A cena que deveria ser o climáx antes do final feliz, foi patética! A coreografia péssima, as armas não serviam para nada, o motivo da disputa era confuso, não entendi o porquê de sequestrar Run ao invés de Phat, já que foi Elyes que tecnicamente destruiu Thiranai...
Gostei dos amigos de Phat, especialmente da sinceridade de Chon quando deu um ultimato em Elyes: vc não é burro e sabe que ele te ama, então se não o ama desaparece da vida dele kkkkkkkkkkk.
Enfim, as histórias secundárias não se encaixavam bem na história principal, era meio ilógico. O chefe todos os dias pedia que cancelassem sua agenda, não sei como essa empresa funcionava.
Em suma, o plot é péssimo, nada faz sentido, a atuação é ruim e você vai passar raiva até o final. Eu não veria de novo nem amarrada.
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O herói é na verdade o vilão
O que me chamou atenção nesse BL, confesso que foi a beleza dos protagonistas. Num segundo momento, a atuação deles me pegou muito! Precisamos analisar que esse drama é de baixo orçamento, com um núcleo diminuto de atores e apenas duas locações (quarto e café), mas mesmo assim conseguiu conquistar meu coraçãoA primeira cena já me encantou, pois toda a ambientação, sonoplastia e fotografia remetiam à melancolia do momento, Tae Ha encontrando seu grande amor e tendo que contar a ele sobre o casamento, e a tristeza com que Ji Un ouvindo essa informação, em choque, tendo a certeza que perdeu para sempre. O conjunto da cena é impecável... o olhar de tristeza, as cores frias, o tom das vozes, e a cena que se segue onde toda a tensão culmina numa transa tão carinhosa... cereja no bolo.
O BL é curtíssimo, apenas 4 episódios minúsculos, e isso causa um grande problema: perguntas sem respostas e sem tempo para serem explicadas. Por que houve a separação de um casal que claramente se ama? Por que eles perderam o contato? Por que diabos Tae Ha foi ficar noivo de uma mulher? Essa última questão é até um pouco polêmica, pois "ficar" com a mulher não teria problema, afinal o B de LGBT não é de biscoito, a questão problemática é fazer ela acreditar num amor que não existe a ponto de prometer casamento.
Um ponto que me deixou desconfortável, foi a série meio que transformar a garota numa vilã, quando na verdade ela era a vítima. Ver Ji Un se ajoelhar pra ela foi um ato muito humilhante também, já que ele se ajoelhou para que ele perdoasse o outro, quando esse outro nem mesmo foi capaz de ser honesto com ela. Tae Ha sim, ele merecia ser chamado de vilão, teve o melhor dos dois com muita facilidade, deixou quando quis, pegou quando quis também. Nã podemos esquecer que além de tudo ele traiu seu relacionamento, isso deixa seu caráter bem questionável (porém eu o amo mesmo assim).
A atuação foi incrível, eles conseguiram transmitir os sentimentos com muita veracidade.
No final das contas, esse drama deixa margem para outra temporada, ou mostrando os acontecimentos anteriores a esse encontro, ou mostrando a vida deles no futuro, enfim, tenho esperanças. Esse é um BL que vou rever muitas vezes, e que sempre vou indicar.
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Mais um GL pra ocupar meu coração
PS: pra quem ainda não assistiu, tem alerta de gatilho na série (sui***io)Sendo sincera, eu não esperava muito dessa série, imaginei um monte de clichês e situações totalmente previsíveis, mas é verdade que me surpreendi positivamente.
Vou tentar dividir a série em duas metades para poder fazer uma análise mais detalhada de tudo. Wan não era apenas a garota rica e mimada que imaginei. Ela não tinha culpa de ser privilegiada, e de fato eu não consigo entender o porquê da maldade dos outros para com ela, muito embora ela tenha atitudes reprováveis em relação à Pleng, mas acredito que a intimidade nos traz pra um mundo onde é permitido se emburrar de vez em quando. Pleng sempre soube seu lugar, entendia que era apenas a filha da empregada, e mesmo sabendo que ela já amava Wan, ela fazia bem seu papel de melhor amiga, ela também protegia seu amor a todos custo, escondendo suas boas notas para que Wan não se sentisse mal, assumindo culpas que não eram suas, isso foi legal? Claro que não, foi até meio doentio. Mas amor e razão nunca andaram de mãos dadas mesmo...
A superficialidade da personagem Wan desapareceu no momento em que a catástrofe familiar começou. Uma menina rica, criada em berço de ouro e com todas as honrarias, perdeu ao mesmo tempo o seu pai, sua mãe e toda a sua fortuna. A carga emocional necessária para dar credibilidade à atuação foi enorme, e a atriz fez isso de forma magistral.
Uma grande surpresa pra mim foi a família de Pleng. Apesar do contexto financeiro da família ser precário, nada justifica tratar Wan da forma como fizeram, uma vez que os pais de Wan cuidaram de Pleng com tanto esmero. O pai era ridiculamente miserável, mas a atitude da mãe foi muito pior... Enfim. Wan, sem nenhuma perspectiva de futuro, teve mais dignidade que todos os outros juntos. O que deixou a desejar, em minha opinião, foi uma explicação mais detalhada sobre o que aconteceu com os negócios do pai. Talvez ele quis poupar a filha e não deixar uma carta explicando, mas os telespectadores mereciam saber.
A segunda parte (após o salto temporal de 13 anos) me trouxe algumas coisas que realmente não entendi. Se Pleng sempre amou Wan e esperou por ela, pq motivo se casou? O pai de Pleng desapareceu e não foi dito nada sobre isso. Quando Wan decidiu ficar e aceitar o emprego, do nada ela parecia de novo a garota rica que tinha sido, as roupas surradas desapareceram num piscar de olhos...
É inegável a química das duas, a atuação de Pleng foi perfeita, ela exalava desejo e tinha urgência em se satisfazer depois de uma espera tão longa, além disso, os momentos de tensão, como o trauma das 4 da manhã e os arroubos de raiva com o ex foram um espetáculo. Já Wan, temendo estragar a vida de sua amada preferia se retrair e fugir, mas as expressões dela eram muito bem trabalhadas, era possível sentir a confusão, o medo e o desejo juntos.
A parte final realmente me irritou. É exaustivo ver repetidamente em séries BL e GL vilões sem punição, simplesmente chegando no último minuto mostrando arrependimento, e fica tudo bem! Não, não fica tudo bem! Da mesma forma que não é legal colocar mulheres como plot de conflito entre casais BL, também é complicado colocar homens que fizeram coisas questionáveis como salvadores da pátria, como se as mulheres não se bastassem por si só, no caso, o ex marido obssecado e sem noção de suas próprias atitudes sem noção. Perguntas sem respostas: qual o motivo de Pleng não querer intimidades? Pq isso não foi explicado?
A trilha sonora é uma das minhas preferidas, é linda e coerente com a série, que por falar nisso, não deixa a desejar em nenhum critério técnico, principalmente na atuação.
Se verei de novo? Não sei. Mas posso dizer que amei cada segundo.
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Pra ser considerada ruim ainda precisa melhorar muito.
Eu gostaria de avaliar melhor algumas produções filipinas, mas as produtoras não se ajudam... O baixo orçamento é notório, mas nada justifica um roteiro onde nada se aproveita!Para iniciar, vamos falar sobre a história: poderia ser mais um clichê sobre dois corações partidos que se encontram e se apaixonam, lugar comum, porém aceitável. Mas as inconsistências são muitas! Evy está arrasado no primeiro momento do chute na bunda, nesse momento, de imediato Joshua vem e se declara a ele, e eles simplesmente se beijam???? Joshua é um palhaço, ou nós expectadores somos?
As prévias são imensas e consomem muito do pouco tempo de tela.
Todos os aspectos técnicos nessa série são problemáticos, fotografia, filmografia, ost (inclusive parece que essa produtora só tem essa ost), qualidade de some imagem, nada se aproveita.
Apesar de o elenco ter um ponto, pois amo o fato de que eles usam mulheres trans e pessoas LGBT+ em geral em papéis de destaque, é notório que mesmo após atuarem em diversas séries, a atuação permanece entre ruim e mediana, em especial Rod Grande Corpuz, que já fez vários protagonistas.
Além disso, algumas coisas não fazem muito sentido, quando no primeiro ep Evy dá a entender que mantém relações sexuais com seu ex tóxico, mas em determinado momento quando ele se assusta achando que estava sendo atacado ele mete um "não me mate pq sou virgem", confesso que ri de vergonha alheia.
Aedan claramente é o modelo da revista de Evy pq diacho Evy não o reconheceu?
E quem foi o gênio que achou que seria inteligente fazer Aedan confundir Evy com sua ex noiva?? Não faz nenhum sentido. Do nada, literalmente do nada, o relacionamento vai de 0 a 1000, e acaba de coroar a desgraça com um final aberto!!!
São muitos questionamentos, e todos eles me levam à conclusão de que não quero nunca mais ver isso, e sinceramente, também não indico.
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