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Não é BL (fui enganada)
Fui enganada pelas prévias dessa série, que passavam a impressão de que seria um BL, e não tivemos nem mesmo um bromance. A série aproveitou a popularidade de Bas e jogou essa para conquistar o público BL.Apesar dessa decepção, é uma boa série, um roteiro interessante. A premissa envolve uma senhora rica a procura de seu neto, numa história que envolve amor familiar, muita ganância, pessoas de boa e má índole buscando a família rica por motivos diferentes. Não se trata de um mistério ou suspense, pois desde o início sabemos da verdade, mas é um drama familiar com pessoas numa luta por herança.
A série tem um bom elenco, uma boa fotografia, poderia ter uma ost melhor. Posso classificá-la como razoável, no máximo.
Não pretendo rever pois não faz meu estilo, mas com certeza indico.
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Fez história sim!
Assisti 2 moons em 2017, quando foi lançada. escrevo essa resenha agora em 2022, depois de ver a empresa que adaptou as duas primeiras temporadas lançar uma terceira que não condiz com nada da novel.Essa série tem uma importância histórica no mundo BL. É uma adaptação de uma novel de Chiffon Cake, dividida em 3 livros. Nessa história foi contada apenas a parte do livro 1, gerando grande expectativa dos fãs por uma segunda temporada. A série foi responsável por voltar os olhos internacionais, especialmente os da América, para os BL's tailandeses, inclusive, os últimos episódios foram ao ar ao vivo pelo Facebook, levando fãs do mundo inteiro ao delírio.
Muito se criticou a atuação dos atores, todos iniciantes em uma época em que a atuação não era a peça mais importante, mergulhada em polêmicas, um fã service pesado, que inclusive fez com que um dos atores (GODX) se desligasse do elenco antes mesmo de ser anunciada uma nova temporada, pois queria desvincular sua imagem do BL para seguir fazendo lakorns héteros. Os outros cinco meninos (Bas, Kimmon, Copter, Tae e Tee) seguiram em frente, suportando abusos por parte da empresa (MOTIVE VILLAGE), que hoje se sabe que rejeitou inúmeros atores pq eram gays, e tratou o elenco com uma falta de respeito inacreditável. Os meninos nem foram avisados da segunda temporada, eles apenas viram na TV e entenderam que não fariam parte, inclusive Bas ficou sabendo que nenhum dos atores da 1ª temporada participariam, durante uma entrevista ao vivo onde não conteve as lágrimas. Os meninos seguiram em frente, Godx hoje faz sucesso nos lakorns, e os outros 5 protagonistas já fizeram diversas séries, e continuam em evidência.
Depois da fofoca, vamos à história. Uma história belíssima, o primeiro livro foi retratado de forma bem fiel. Os atores apesar de imaturos fizeram seu melhor, e talvez por isso ainda hoje tenham seu espaço na indústria. O único ator que eu realmente não gostei foi justamente o GODX, ele não parecia à vontade em seu papel, além do fato de não combinarem (ele e Bas).
Os outros dois casais não se desenvolveram nessa primeira temporada, essa é uma parte da história que acontece no livro 2, portanto, na segunda temporada.
Tem paixão antiga, romance fofo, amigos maravilhosos, gangue de angels, vilã cobra, uma grande mistura clichê.
A série tem uma ost belíssima, e faço um aparte para dizer o quanto foi linda a apresentação do Bas ao piano cantando Ordinary man.
Amo esse série e vou panfletar ela eternamente.
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Final péssimo.
Esse BL não foi nada do que esperei, e isso não é um elogio.Quando vi o plot de um rapaz humilde que se envolvia com um homem maduro, imaginei algo parecido com Daddy love (com o mesmo ator, Rex Lantano, no papel do jovem). Mas o plot me decepcionou muito, e infelizmente as séries filipinas muitas vezes são estragadas por um roteiro que desanda no final.
O jovem Tupe se apaixona por Rich, que lhe oferece uma vida melhor, amor e muito carinho, mas especialmente confiança. E do nada, na primeira oportunidade ele trai o pai com o filho... a romantização dessa traição pra mim foi o fim. Esse roteirista deveria conseguir outro emprego, pois sinceramente... A série já aparenta ter um orçamento baixo, locação única, apenas os atores principais, somando todos esses fatores não poderia resultar em algo maravilhoso.
A atuação não é maravilhosa, mas existem piores. A ost é coerente, mas não é algo que eu deixaria na minha playlist.
Resumindo: não gostei da série, perdi meu tempo vendo ela, porém não posso dizer que não indico pois creio que a minha opinião pode não ser igual a dos demais.
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Final péssimo
Bem, minha primeira impressão sobre essa série foi péssima, e confesso que tratando-se da China, não espero menos do que uma raiva enorme.Depois que assisti a segunda vez, consegui ver detalhes que não havia percebido (por causa do ranço kkk).
A série conta a história de um rapaz chamado Liang Ze, que procura um pet shop e acaba tornado-se amigo do dono, Hang Hang, e posteriormente seu namorado, porém um namoro meio que unilateral da parte de Hang Hang, pois mesmo admitindo sentimentos e atração. Liang Ze não tolera a ideia de fazer sexo com um homem.
Vou passar pano para Liang Ze. Estamos falando da China, no ano de 2016 (seis anos atrás), então, é totalmente compreensível que um jovem se sentisse totalmente inseguro nessas circunstâncias. Liang Ze ficou confuso, preso em seu próprio preconceito e nos padrões de relacionamento impostos pela sociedade, em detrimento de seus próprios desejos. Junte isso, ao fato de que pela fala de seu irmão e cunhada, ele já tinha uma personalidade difícil e costumava afastar as pessoas com quem se relacionava, não posso achar um absurdo seu modo de agir, não se muda toda uma mentalidade da noite para o dia.
Da mesma forma, Hang Hang, mesmo apaixonado não aceitou ficar ao lado de quem amava se não fosse em um relacionamento estável, preferiu ir embora do que perder a dignidade e aceitar uma vida de sofrimento, e sim, ele foi um exemplo de empoderamento. Apesar de tudo, ele se conhecia, se entendia e se aceitava, não se permitia estar em posição inferior aos outros por causa de sua opção sexual.
Dito tudo isso, eu passei a ver a história com outros olhos, é apenas uma história que poderia ser real, uma história que se repete todos os dias em qualquer lugar do mundo, e o que nos dá raiva, que é ver a situação de cada personagem, é justamente aquilo que muitas vezes presenciamos na vida real, alguém que nega seus sentimentos por causa da família ou sociedade, e alguém que mesmo sofrendo prefere deixar ir e seguir em frente.
A produção é boa, tratando-se de 2016, a ost é bem bonita e a atuação impecável. Minha crítica é apenas o final da série, que termina em aberto, dando a abertura para um ep especial ou segunda temporada que nunca aconteceu.
Recomendo essa série, e se não entender o conceito, veja de novo, como eu fiz.
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Unlocked
A ideia dessa série é muito boa. Mostrar um lado dos relacionamentos que se assemelha aos da vida real em meio à quarentena. Situações que com certeza não romantizaram o confinamento, e mostraram um mostro que milhares de pessoas estavam enfrentando, que é manter um relacionamento, ou conseguir sair dele, no contexto da pandemia, seja relacionamento amoroso, familiar, amizades...Em todas as histórias eu gostei do roteiro e da atuação, vi alguns poucos furos, por exemplo, no ep 04 não entendi o que realmente aconteceu com o marido do Sr. Greg, se ele morreu ou foi embora de casa, no ep 05, como a mãe do garoto ficou sabendo como ele ganhava a vida e o porquê de expor ele daquela forma, mas de forma geral, é uma ótima série, os atores fizeram um belo trabalho, tem músicas lindas e eu recomendo muito.
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Fora do padrão
As séries japonesas já tem um padrão de excelência no quesito atuação. Essa em especial, já começa bem a partir da abertura, onde ao invés de vários spoillers como é comum nas séries tailandesas, temos os protagonistas cantando e dançando a música principal da trilha sonora, uma música dançante, com uma letra super engraçada.Quando somamos a atuação, a história totalmente fora dos padrões conhecidos (talvez por isso tão envolvente), a música e a fotografia, temos uma série apaixonante e que nos prende do início ao fim.
O casal secundário é simplesmente lindo e tem uma química perfeita, mais do que o casal principal em minha opinião.
Enfim, super indico essa série, o Japão arrasa nas produções e com certeza voltarei a assistir essa obra de arte.
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Se quer um BL óbvio, procure outro
Assisti a primeira vez: achei estranho, confuso. Assisto a segunda vez: achei perturbador. Assisti a terceira vez e entendi que a mágica dessa série está no implícito, é um drama mental, e se você é alguém que não gosta de mergulhar nas camadas da ora, talvez não goste.Quando eu realmente entendi, vi que o que eu estava considerando ilógico a primeira vista era lógico até demais, e esse drama é necessário, pois a saúde mental é constantemente negligenciada nesse tipo de série. Essa série é arte nos seus mínimos detalhes. Racoon é belo, carismático, carinhoso, educado, aparentemente "o homem perfeito", a série nos dá esse desenho para em seguida desafiar nossas mentes com a construção dele, que ao fim da série já nos fez chorar várias vezes, pois a perfeição vista na superfície é estilhaçada à medida que nos envolvemos na história dele, nas dores e naquilo que ele quer ser.
Iniciamos com um enredo totalmente diferente, que nos leva à alguns plot twists fantásticos! E esses plots são justamente o que vai moldar a lógica do problema mental vivenciado pelo prota. A atuação deles é muito boa, os momentos de intimidade são mais interessantes do que cenas de sexo, pois trazem conforto, duas pessoas que conseguem se abrir e conversar, se relacionar sem o peso de obrigatoriamente rotular e relação e se sentirem bem assim. Além disso ost é belíssima.
Os ex parceiros aparecerem não foi um problema pra mim, pois eram presenças necessárias para que a história ficasse bem explicada ao final. Amei a conversa sobre a importância do psiquiatra, de medicação quando é necessária, isso realmente deveria ter sido mais aprofundado, existiu tempo para isso, porém por algum motivo decidiram que passar cenas imensas sobre os bastidores era algo mais interessante.
Ao final de tudo entendemos os traumas, medos e anseios que fazem com que Racoon seja tão especial, essa série realmente não é para todos!
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Não indico
Acho que essa é umas das resenhas mais difíceis que já escrevi. Ansiei por essa série, minhas expectativas eram altas e caíram no chão após o terceiro episódio, a partir desse ponto, eu assisti apenas na esperança de que mudasse algo ou porque não gosto de dropar.No primeiro episódio a série já entrega que existe interesse romântico da parte de Phat. Minha perspectiva é que o chefe fosse um galinha incorrigível que nos últimos capítulos ia se apaixonar por Phat também, mas desisti de entender quando percebi que Elyes também gostava dele e mesmo assim tinha atitudes desprezíveis, a pior de todas obviamente era ser responsável por sua agenda de sex friends.
A série tinha potencial se o roteiro não parecesse feito por um bando de adolescentes que misturaram suas fanfics. Apesar de ter boa fotografia, ost, ambientação, também existiram uns flash baks meio confusos, alguns eu só vim entender que eram flash back depois da cena, teve uns erros de câmera e a ost romântica aparecia do nada em momentos aleatórios. Mas de que adiantaria os detalhes técnicos funcionarem perfeitamente se o roteiro é totalmente confuso? Muito tempo de tela gasto de forma inadequada, nenhum dos casais tinham a química que prende o interesse do expectador, a atuação de quase todos era mediana pra baixo (excessão de Kad, que levou a série nas costas no quesito atuação). A expressão de Elyes nunca parecia natural, e os dois vilões, misericórdia! Mais caricatos impossível.
Falando em casais, vamos falar deles:
1. Nosso casal principal, Elyes e Phat: relacionamento tóxico, manipulador e abusivo da parte de Elyes. Vocês têm ideia do que é você colocar alguém que supostamente vc ama em segredo para organizar seus compromissos sexuais enquanto tenta controlar a vida dele para que continue girando em torno de si? Colocar ele como assistente, motorista, substituto em encontros não desejados, organizador dos jantares, hotéis, presentes, esperar no carro enquanto o cara que ele ama come alguém, e ainda ser humilhado SENDO GARÇOM de Elyes com Kim depois de ter transado com ele? Isso não faz nenhum sentido, e espero que essa "arte da conquista" não vire moda. Tudo isso acontecia com a submissão de Phat, que aliás é um personagem sem uma gota de auto estima. Elyes poderia ter escolhido Phat de início, mas optou por humilhar ele (mesmo o amando e sabendo que era recíproco), Phat implorava um eu te amo enquanto o outro fazia cara de pôker, desistia do amor, ia embora, e quando achávamos que ele ia colocar o chefe em seu devido lugar ele voltava rastejando ao menor sinal de carinho, como um pequeno cachorro que esquece que foi chutado assim que vê a comida, sem nenhuma dignidade.
Elyes é tão idiota que ainda sente o trauma do ex que o traiu e abandonou sem explicações, e usava seu amante mais constante (Kim) como depósito de suas desilusões. Não defendo Kim pq ele sabia que não tinha sentimento envolvido mas se deixava usar, me parece que ele era meio que psicólogo de Elyes (nossa, que ético!)
Quando Paeng apareceu, pela primeira vez em 18 anos de BL eu desejei que a mulher fosse uma grande vilã que faria Elyes ter mais respeito por Phat, mas ele só ficou mais tóxico, e a garota tentou mas no segundo fora desistiu e não ficou entre eles, uma pena!
O segundo casal: Thiranai e Thiti- posso dizer que esse casal e surpreendeu um pouco, conseguiram que eu não prevesse de imediato o que viria a seguir envolvendo eles. Num primeiro momento, até simpatizei por Thiranai, mas quando percebi que ele só amava ao dinheiro e a si próprio, até tive pena de Thiti. Não vou passar pano pra ele, mas obviamente ele tinha uma grande dependência emocional e Thiranai usou isso para tentar prejudicar a empresa de Elyes. Eu ainda não entendi qual era a relação anterior dele com Elyes, isso foi uma ponta solta. Elyes conhecia o inimigo mas não sabia quem era o namorado, e Paeng por acaso sabia de tudo? poderiam ter encontrado uma saída mais inteligente. Aliás, preciso falar sobre o absurdo que foi Thiranai ir na empresa, transar com Thiti que estava tentando roubar dados importantes e ninguém via isso? Não existe sistema de segurança na Tailândia?
Terceiro casal: Run e Fei Long- Aqui foi onde desisti da vida. Run abandonou Elyes para ficar com Fei Long para que ele ajudasse seu irmão e único parente vivo. Pelo que entendi Fei Long queria Run apenas para tirar o que Elyes amava, mas o que foi aquilo deles terminarem juntos e se amando? Run sofreu a síndrome de Estocolmo? Onde está a punição de Fei Long por seus maus atos? Isso foi uma grande piada, o único final digno era Fei Long sofrendo as consequências de suas ações e Run sendo feliz sozinho ou até mesmo com alguém aleatório que aparecesse o final, qualquer coisa, menos o que aconteceu.
A hora da luta! A cena que deveria ser o climáx antes do final feliz, foi patética! A coreografia péssima, as armas não serviam para nada, o motivo da disputa era confuso, não entendi o porquê de sequestrar Run ao invés de Phat, já que foi Elyes que tecnicamente destruiu Thiranai...
Gostei dos amigos de Phat, especialmente da sinceridade de Chon quando deu um ultimato em Elyes: vc não é burro e sabe que ele te ama, então se não o ama desaparece da vida dele kkkkkkkkkkk.
Enfim, as histórias secundárias não se encaixavam bem na história principal, era meio ilógico. O chefe todos os dias pedia que cancelassem sua agenda, não sei como essa empresa funcionava.
Em suma, o plot é péssimo, nada faz sentido, a atuação é ruim e você vai passar raiva até o final. Eu não veria de novo nem amarrada.
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O herói é na verdade o vilão
O que me chamou atenção nesse BL, confesso que foi a beleza dos protagonistas. Num segundo momento, a atuação deles me pegou muito! Precisamos analisar que esse drama é de baixo orçamento, com um núcleo diminuto de atores e apenas duas locações (quarto e café), mas mesmo assim conseguiu conquistar meu coraçãoA primeira cena já me encantou, pois toda a ambientação, sonoplastia e fotografia remetiam à melancolia do momento, Tae Ha encontrando seu grande amor e tendo que contar a ele sobre o casamento, e a tristeza com que Ji Un ouvindo essa informação, em choque, tendo a certeza que perdeu para sempre. O conjunto da cena é impecável... o olhar de tristeza, as cores frias, o tom das vozes, e a cena que se segue onde toda a tensão culmina numa transa tão carinhosa... cereja no bolo.
O BL é curtíssimo, apenas 4 episódios minúsculos, e isso causa um grande problema: perguntas sem respostas e sem tempo para serem explicadas. Por que houve a separação de um casal que claramente se ama? Por que eles perderam o contato? Por que diabos Tae Ha foi ficar noivo de uma mulher? Essa última questão é até um pouco polêmica, pois "ficar" com a mulher não teria problema, afinal o B de LGBT não é de biscoito, a questão problemática é fazer ela acreditar num amor que não existe a ponto de prometer casamento.
Um ponto que me deixou desconfortável, foi a série meio que transformar a garota numa vilã, quando na verdade ela era a vítima. Ver Ji Un se ajoelhar pra ela foi um ato muito humilhante também, já que ele se ajoelhou para que ele perdoasse o outro, quando esse outro nem mesmo foi capaz de ser honesto com ela. Tae Ha sim, ele merecia ser chamado de vilão, teve o melhor dos dois com muita facilidade, deixou quando quis, pegou quando quis também. Nã podemos esquecer que além de tudo ele traiu seu relacionamento, isso deixa seu caráter bem questionável (porém eu o amo mesmo assim).
A atuação foi incrível, eles conseguiram transmitir os sentimentos com muita veracidade.
No final das contas, esse drama deixa margem para outra temporada, ou mostrando os acontecimentos anteriores a esse encontro, ou mostrando a vida deles no futuro, enfim, tenho esperanças. Esse é um BL que vou rever muitas vezes, e que sempre vou indicar.
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Mais um GL pra ocupar meu coração
PS: pra quem ainda não assistiu, tem alerta de gatilho na série (sui***io)Sendo sincera, eu não esperava muito dessa série, imaginei um monte de clichês e situações totalmente previsíveis, mas é verdade que me surpreendi positivamente.
Vou tentar dividir a série em duas metades para poder fazer uma análise mais detalhada de tudo. Wan não era apenas a garota rica e mimada que imaginei. Ela não tinha culpa de ser privilegiada, e de fato eu não consigo entender o porquê da maldade dos outros para com ela, muito embora ela tenha atitudes reprováveis em relação à Pleng, mas acredito que a intimidade nos traz pra um mundo onde é permitido se emburrar de vez em quando. Pleng sempre soube seu lugar, entendia que era apenas a filha da empregada, e mesmo sabendo que ela já amava Wan, ela fazia bem seu papel de melhor amiga, ela também protegia seu amor a todos custo, escondendo suas boas notas para que Wan não se sentisse mal, assumindo culpas que não eram suas, isso foi legal? Claro que não, foi até meio doentio. Mas amor e razão nunca andaram de mãos dadas mesmo...
A superficialidade da personagem Wan desapareceu no momento em que a catástrofe familiar começou. Uma menina rica, criada em berço de ouro e com todas as honrarias, perdeu ao mesmo tempo o seu pai, sua mãe e toda a sua fortuna. A carga emocional necessária para dar credibilidade à atuação foi enorme, e a atriz fez isso de forma magistral.
Uma grande surpresa pra mim foi a família de Pleng. Apesar do contexto financeiro da família ser precário, nada justifica tratar Wan da forma como fizeram, uma vez que os pais de Wan cuidaram de Pleng com tanto esmero. O pai era ridiculamente miserável, mas a atitude da mãe foi muito pior... Enfim. Wan, sem nenhuma perspectiva de futuro, teve mais dignidade que todos os outros juntos. O que deixou a desejar, em minha opinião, foi uma explicação mais detalhada sobre o que aconteceu com os negócios do pai. Talvez ele quis poupar a filha e não deixar uma carta explicando, mas os telespectadores mereciam saber.
A segunda parte (após o salto temporal de 13 anos) me trouxe algumas coisas que realmente não entendi. Se Pleng sempre amou Wan e esperou por ela, pq motivo se casou? O pai de Pleng desapareceu e não foi dito nada sobre isso. Quando Wan decidiu ficar e aceitar o emprego, do nada ela parecia de novo a garota rica que tinha sido, as roupas surradas desapareceram num piscar de olhos...
É inegável a química das duas, a atuação de Pleng foi perfeita, ela exalava desejo e tinha urgência em se satisfazer depois de uma espera tão longa, além disso, os momentos de tensão, como o trauma das 4 da manhã e os arroubos de raiva com o ex foram um espetáculo. Já Wan, temendo estragar a vida de sua amada preferia se retrair e fugir, mas as expressões dela eram muito bem trabalhadas, era possível sentir a confusão, o medo e o desejo juntos.
A parte final realmente me irritou. É exaustivo ver repetidamente em séries BL e GL vilões sem punição, simplesmente chegando no último minuto mostrando arrependimento, e fica tudo bem! Não, não fica tudo bem! Da mesma forma que não é legal colocar mulheres como plot de conflito entre casais BL, também é complicado colocar homens que fizeram coisas questionáveis como salvadores da pátria, como se as mulheres não se bastassem por si só, no caso, o ex marido obssecado e sem noção de suas próprias atitudes sem noção. Perguntas sem respostas: qual o motivo de Pleng não querer intimidades? Pq isso não foi explicado?
A trilha sonora é uma das minhas preferidas, é linda e coerente com a série, que por falar nisso, não deixa a desejar em nenhum critério técnico, principalmente na atuação.
Se verei de novo? Não sei. Mas posso dizer que amei cada segundo.
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Pra ser considerada ruim ainda precisa melhorar muito.
Eu gostaria de avaliar melhor algumas produções filipinas, mas as produtoras não se ajudam... O baixo orçamento é notório, mas nada justifica um roteiro onde nada se aproveita!Para iniciar, vamos falar sobre a história: poderia ser mais um clichê sobre dois corações partidos que se encontram e se apaixonam, lugar comum, porém aceitável. Mas as inconsistências são muitas! Evy está arrasado no primeiro momento do chute na bunda, nesse momento, de imediato Joshua vem e se declara a ele, e eles simplesmente se beijam???? Joshua é um palhaço, ou nós expectadores somos?
As prévias são imensas e consomem muito do pouco tempo de tela.
Todos os aspectos técnicos nessa série são problemáticos, fotografia, filmografia, ost (inclusive parece que essa produtora só tem essa ost), qualidade de some imagem, nada se aproveita.
Apesar de o elenco ter um ponto, pois amo o fato de que eles usam mulheres trans e pessoas LGBT+ em geral em papéis de destaque, é notório que mesmo após atuarem em diversas séries, a atuação permanece entre ruim e mediana, em especial Rod Grande Corpuz, que já fez vários protagonistas.
Além disso, algumas coisas não fazem muito sentido, quando no primeiro ep Evy dá a entender que mantém relações sexuais com seu ex tóxico, mas em determinado momento quando ele se assusta achando que estava sendo atacado ele mete um "não me mate pq sou virgem", confesso que ri de vergonha alheia.
Aedan claramente é o modelo da revista de Evy pq diacho Evy não o reconheceu?
E quem foi o gênio que achou que seria inteligente fazer Aedan confundir Evy com sua ex noiva?? Não faz nenhum sentido. Do nada, literalmente do nada, o relacionamento vai de 0 a 1000, e acaba de coroar a desgraça com um final aberto!!!
São muitos questionamentos, e todos eles me levam à conclusão de que não quero nunca mais ver isso, e sinceramente, também não indico.
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Boa, mas não a ponto de viciar
Antes de tudo, afirmo que sou fã incondicional da novel Addicted. Dito isso, é impossível não fazer comparações entre as três adaptações que já existem em forma de série.A versão produzida pela Tailândia em 2024 é imensamente superior à segunda adaptação chinesa (Stay witch me -2023), e se aproxima bem mais da obra original, obviamente não é igual, foi necessário adaptar aos dias de hoje, e confesso que gostei muito do que vi, o que não quer dizer que não hajam problemas.
Existem vários clichês, são meio-irmãos, enemiers to lovers, tem um pitada de alívio cômico e, mesmo sendo lançada em 2024, a série se passa no ano 2020, quando a pandemia de COVID-19 assolava o mundo. A quarentena foi um argumento utilizado para justificar a fuga sem sentido do casal, sem sentido pois como os dois ficavam de carro sem nunca serem interpelados, como alugavam casas, quartos de hotel, tudo isso sem serem rastreados.
Algumas características da obra original, como a atitude totalmente obsessiva do personagem agora chamado Hero foram bem suavizadas, ouvi bastante críticas sobre isso, mas confesso que entendo o roteirista, algumas coisas seriam muito mal vistas pelo público de hoje, e é necessário entender que boa parte do público BL não assistiu a primeira versao, nem muito menos leu a novel para entender.
O casal principal é muito bom, e confesso que fiquei encantada com a atuação de August, que mostrou que não é só mais um belo rosto no mundo BL. O personagem Hero foi bem construído, com as nuances do personagem original sendo suavizadas pelo jeito carismático, engraçado e fofo.
O personagem Pop me encantou apenas pela química com Hero, pois confesso que em alguns momentos dava vontade de bater nele, ademais, ele também é inexpressivo boa parte do tempo, nas mãos diversas situações ele tem cara de pôker, achei que o personagem poderia ser mais expressivo. Outra coisa que foi ruim, foi que ele foi de 0 a 100 muito rápido sobre gostar de Hero. Ele passou vários EPS simplesmente ignorando as investidas de Hero, e do nada já passam a ter cenas de romance. Oi?
A polêmica cena do sequestro aparece, e mesmo sendo algo lastimável, conseguiram suavizar bastante o episódio, que originalmente culminaria em um estu***.
A situação que envolve a morte da mãe de Hero ficou bem explicada, muito embora o pai de Hero e a mãe de Pop serem odiosos. Não importa o que eles façam numa eventual segunda temporada, nada apaga a péssima mãe que ela é, uma mulher totalmente interesseira que acredita que realmente o dinheiro deve vir primeiro, nem muito menos o pai abusivo. Ahh, mas é que ele tem características militares e lá lá lá, gente, o cara espancou o filho, vários outros personagens, atirou no filho, eu simplesmente não o tolero.
A ex namorada de Pop foi uma boa introdução, apesar de não ter ficado claro como se deu esse namoro, já que ambos são de classes sociais diferentes e o único lugar habitado onde vi Pop ir foi à escola, frequentada por pessoas menos abastadas. Também achei que as atitudes dele são um tanto quanto extremistas, as coisas que ela fez são muito grandes para manter um (ex)namorado que ela sabe que é gay. A namorada de Hero pra mim foi totalmente irrelevante.
A ambientação da série tem um traço melancólico, as cores, os cenários, a ost, tudo remete a um tom dramático.
O irmão de Hero, esse eu odiei. A série terminou e eu não consegui entender qual era a dele, se era invejoso, apaixonado, bom ou ruim. Me passou pela cabeça a ideia de que ele podia ser apaixonado por Hero e por isso levou ele para a viagem e tomou o celular, impedindo a comunicação dos pombinhos, tentou ficar com Pop, não sei bem se por vontade, se era interessado em testar a fidelidade dele, se queria produzir provas contra Pop e destruir o casal, não ficou claro pra mim. Ele é uma incógnita, pois tem atitudes questionáveis e atitudes gentis, enfim, talvez numa próxima temporada fique mais claro.
O casal secundário começou a dar sinais de um romance, porém passaram a fazer coisas sem sentido e o romance não fluiu.
As cenas do dia-a-dia escolar me deixaram encantada.
O EP especial dá indícios de uma segunda temporada. Ele inicia com a narração de Hero mostrando flash backs, passando a ideia de que 8 anos se passaram e tive a impressão que o casal talvez não estivesse mais junto. O final também deixa meio implícito de que algumas coisas só vão se responder com outra season.
Todos os aspectos técnicos funcionam bem, a excessão de uma outra atuação meia boca. Enfim, estou aguardando a segunda temporada prometida.
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Que história maluca.
Sentimentos controversos sobre essa série pairam sobre mim. Em relação à produção, com certeza está de parabéns. A fotografia, cenografia, filmografia, tudo me passou o sentimento que a série intentava passar, não é apenas um romance, é também um drama que precisava ter uma aura melancólica para que surtisse o efeito esperado. Faço um adendo pela brilhante utilização da música "Until we meet again", tema da série de mesmo nome, e produzida pela mesma empresa, na belíssima voz de Boy Sompob. Poucas vezes eu vi BL com ost repetida, e nesse caso, o brilhantismo se dá por se tratarem de histórias totalmente diferentes, mas com o "amor impossível" em comum.Porém, muitas coisas me deixaram confusa, e confesso que revi a série inteira para conseguir entender. Em certo momento, a série estava monótona e arrastada, como se coisas sem sentido acontecessem apenas para preencher o tempo de tela. Não curto muito esses plots que misturam realidade e fantasia... Na primeira viagem no tempo, Suansoon volta no tempo para evitar a morte de Ongsa. Após isso eu senti muita confusão, se ele voltou no tempo, logo mudou o futuro, mas por que motivo ninguém se lembrava dele após ele voltar para seu ano real? Isso também acontece quando Ongsa volta no tempo, e me deixou até tonta, ninguém além deles se lembrava de nada, a viagem ao passado só alterava o futuro deles dois e nada mais.
A série é bem imprevisível, e se assistir com atenção, mesmo com muita confusão, ainda assim não irá entender tudo o que aconteceu. Isso porque simplesmente não existem explicações lógicas para nada que envolva o lado fantástico da história, nada! As idas e voltas no tempo acontecem, descobrimos o porquê aconteceram, eles estavam apenas tentando salvarem a vida um do outro, até Ongsa chegar à conclusão de que eles não deveriam se conhecer, mas fez um pedido para que no futuro eles pudessem ficar juntos. Mas essa parte também é confusa, já que os dois se lembravam de tudo após se encontrarem, além de muitos furos, poderiam existir muitas explicações melhores para resolver a morte no futuro, mas talvez não se encaixaram na ideia da série (apesar de fazerem mais sentido), sem falar que nenhum deles achava anormal essas viagens no tempo, eles simplesmente aceitavam como se fosse algo comum. Enfim, não existiu uma preocupação em construir uma explicação decente para as coisas que aconteceram, e por isso a série perde muitos pontos.
Uma coisa que passou despercebida, foi o fato de que quando Suansoon voltou no tempo, ele simplesmente trocava de roupa toda hora, e eu realmente não entendi de onde aquelas roupas saíam, sem falar que era meio bizarro o fato dele enquanto adolescente não ter absolutamente nenhum parente, como assim? É realmente possivel viver assim na Tailândia? Quem pagava as contas dele, já que ele não trabalhava?
Porque ninguém achou estranho o relacionamento de um adolescente menor de idade com um homem que tinha praticamente o dobro da idade dele? E nessas idas e vindas no tempo, o senhorzinho dono da locadora morria e ressuscitava a cada viagem?
Em relação aos atores, eu realmente gostei da atuação, principalmente do ator Mix (Suansoon adolescente), apesar de Tor (Ongsa adolescente) ter mais cenas emotivas, Mix conseguiu transmitir os sentimentos de forma muito genuína, para mim foi o melhor papel do Mix até hoje. Todos os outros também atuam bem, e o elenco tem química . Não existem cenas N/C, os momentos íntimos são apenas fofos, e graças a Deus não existem famílias homofóbicas nem terceiras pessoas invadindo o relacionamento. A série não tem vilão, o único vilão é o destino, que nas palavras de Ongsa parece que odeia o casal.
Enfim, vou deixar a série para os que ainda não viram, mas para mim, foi um erro do Studio Wabi Sabi, e é uma mancha no currículo de P'New. Assista para tirar suas conclusões.
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Filipinas entregando má qualidade. Zero novidade.
Eu tive algumas expectativas antes de ver a série, mas no primeiro ep já estava frustrada.A premissa repassada pela sinopse, fala de um romance embalado pela música, mas não acho que seja o caso, apesar de ter sido a música que fez os protagonistas se reencontrarem, ela é apenas um detalhe na série.
A série traz aquele clichê de crianças que eram melhores amigas e foram separadas, para se reencontrarem e se apaixonarem. Quando a sinopse fala que a "música os uniu", é devido ao fato de um ser dono de um restaurante que precisa alavancar suas vendas, e o outro ser um músico que precisa de emprego, e assim eles se encontram e se apaixonam quase à primeira vista, e logo se reconhecem também.
Algumas situações me chamaram atenção. Primeiro, Ford foi contratado para cantar, mas é o que ele menos faz. Segundo, ele além de não cantar se ausenta com muita frequência ao lado de Raver, creio que mesmo que seu sócio não gostasse dele ficaria puto. A infância de Ford é marcada pelo abandono da mãe, a quem ele inicialmente repudia, mas sem nenhuma explicação que nos faça entender a mudança, ele quer ir atrás dela e ficar bem.
Quando a personagem Sofia chegou, também foi mostrado o passado com Jazmine, ponto para a série. Inicialmente pensei que ela seria a vilã, a pessoa que queria separar o casal, mas na verdade não foi assim, e toda a situação envolvendo o filho foi muito forçada a meu ver, inclusive a chateação de Ford, totalmente infantil! Achei um absurdo o sócio não ter sido exposto depois de esconder que sabia o motivo de Sofia ter ido embora mesmo vendo o sofrimento do "amigo", dele ter encorajado ela a partir e a abortar o filho. Ele também não ser punido e ainda terminar com um cara tão legal, foi algo que detestei.
Porém o mais absurdo, o mais sem noção, o que me fez perder de vez a fé nas Filipinas, foi o câncer de Barbie. Gente, pelo amor de Deus, o que diabos tinha a ver????? Como inserem um plot desse sem que ele dialogue em nada com a história, do nada, sem um aprofundamento, ou sem pegar a história e usar ao menos para conscientização??? Não fez nenhum sentido, fiquei tipo: quê????????
A trama se passa basicamente em 4 locações: o bar na maior parte do tempo, a praia, durante a viagem de Raver e Ford, o parquinho onde Sofia leva o filho, e a escola em alguns flashbacks. A ost é melancólica, com exceção da música de abertura que é legalzinha. A abertura não contém spoilers, ponto pra eles de novo. A atuação é realmente meia boca, com raras exceções, e o que me prendeu de fato foi a química do casal principal, isso eles tinham de sobra.
A série tem muitas temáticas interessantes, mas infelizmente não se aprofundou de forma decente em nenhuma delas:
Casais homoafetivos, pessoas trans, aborto, abandono materno, amor não correspondido, doenças, amizade, família. Tinha muito potencial para ser uma boa série, ou pelo menos se criar um bom roteiro, mas MAIS UMA VEZ foi uma decepção.
Apesar disso, não desencorajo ninguém, apenas não assistirei de novo.
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Entregou pouco
Bem, essa não é uma das minhas séries favoritas, mas também não está entre as piores.Roteiro: o plot não faz sentido. Os dois protagonistas já se conheciam desde a escola, e voltam a se encontrar na universidade, no primeiro momento de forma pouco amistosa. Ban Dong Wook sofre de insônia crônica, e descobre que magicamente consegue dormir se estiver com Do Hyun. Eu realmente gostaria que fosse melhor explicado o motivo dessa insônia, bem como o porquê dela sumir quando está perto da pessoa amada, digo isso pq no último EP ele confessa que estava apaixonado desde a escola. A história é totalmente centrada nos dois protagonistas, não existem histórias paralelas, famílias, ex voltando do além. As únicas pessoas que tem alguma relevância são os amigos, e mesmo assim eles tem uma boa relação. Não existe um vilão, cheguei até a pensar que existiria um triângulo amoroso, mas o único conflito que vem à tona antes do final, é Do Hyun descobrir que seu amado gosta de estar com ele pq consegue dormir, e se sentir frustrado, enganado, muito embora até esse momento ele não tenha demonstrado nenhum sentimento.
Quando eles conseguiram ficar juntos, foi bom ver finalmente Do Hyun com o rosto sorridente, já que ficou inexpressivo a série inteira. Isso não comprometeu sua atuação, mas passou a imagem de alguém chato demais. Os flashbacks também apareciam do nada, e às vezes eu fiquei um pouco confusa sobre o que era presente ou passado. E minha última crítica é sobre a construção do relacionamento. Parece que o tempo de tela era muito curto, e só no último EP a história se resolve, Do Hyun passou 7 capítulos apenas tentando fugir ou ignorar Ban Dong Wook, e literalmente do nada vai de 0 a 100. Inclusive, no presente, todos os diálogos entre os protagonistas eram vagos e sem nenhum conteúdo importante, a contrução da história do amor deixou muito a desejar.
Os aspectos técnicos estão de parabéns, a ost é linda, cenografia, fotografia, tudo funciona com muita qualidade.
Enfim, não voltarei a assistir, mas gostei da série, apesar das falhas e com certeza recomendo.
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