This review may contain spoilers
Amar é esperar… e esperar… e esperar.
Eu assisti e senti a necessidade de rever essa temporada para conseguir formar uma opinião mais completa. O começo é ótimo: temos o nosso “atacante” Shin, sempre presente e deixando claro o quanto gosta do Minato. Ele não perde uma oportunidade de se aproximar, de demonstrar carinho e testar os limites, enquanto o Minato, mais contido, reage com hesitação a cada pequena abertura que surge.
Nesse ponto, eu até achei correto o Minato afastar o Shin, principalmente pelo fato de o Shin ainda ser menor de idade. Somado a isso, os próprios pensamentos do Minato deixam claro o conflito interno que ele vivia. Por isso, essa parte me pareceu convincente e necessária dentro do contexto da história.
O desenvolvimento da temporada é lento. Vemos o Shin insistindo, permanecendo ali, tentando, enquanto o Minato recua constantemente. Entendemos os traumas do Minato, sim, mas chega um momento em que dá vontade de dizer: ok, já entendemos… agora talvez seja hora de dar espaço para o amor de novo?
Ainda assim, é interessante acompanhar os dois. Mesmo quando a gente passa raiva, é um sentimento bom, porque sabemos que estamos lidando com uma obra de ficção e que, no fim, tudo se encaminha. Esse desconforto acaba fazendo parte da experiência.
E podemos falar sobre o elenco? Todos agregam à história do seu próprio jeito, trazendo mais profundidade para a narrativa. Mas o Asuka acaba se sobressaindo: um verdadeiro divo debochado, que rouba a cena sempre que aparece e faz com que, muitas vezes, a gente se pegue torcendo para que ele se dê muito bem com seu parceiro.
E então vem o final, que deixa o coração aquecido depois de tanto estresse. Ele traz o momento de coragem do Minato, que finalmente se entrega ao sentimento de amar e, mais importante, consegue transbordar isso para o Shin. É um encerramento que recompensa toda a paciência do espectador.
Eu recomendo esse dorama, sim — principalmente para quem tem paciência com o Minato.
Nesse ponto, eu até achei correto o Minato afastar o Shin, principalmente pelo fato de o Shin ainda ser menor de idade. Somado a isso, os próprios pensamentos do Minato deixam claro o conflito interno que ele vivia. Por isso, essa parte me pareceu convincente e necessária dentro do contexto da história.
O desenvolvimento da temporada é lento. Vemos o Shin insistindo, permanecendo ali, tentando, enquanto o Minato recua constantemente. Entendemos os traumas do Minato, sim, mas chega um momento em que dá vontade de dizer: ok, já entendemos… agora talvez seja hora de dar espaço para o amor de novo?
Ainda assim, é interessante acompanhar os dois. Mesmo quando a gente passa raiva, é um sentimento bom, porque sabemos que estamos lidando com uma obra de ficção e que, no fim, tudo se encaminha. Esse desconforto acaba fazendo parte da experiência.
E podemos falar sobre o elenco? Todos agregam à história do seu próprio jeito, trazendo mais profundidade para a narrativa. Mas o Asuka acaba se sobressaindo: um verdadeiro divo debochado, que rouba a cena sempre que aparece e faz com que, muitas vezes, a gente se pegue torcendo para que ele se dê muito bem com seu parceiro.
E então vem o final, que deixa o coração aquecido depois de tanto estresse. Ele traz o momento de coragem do Minato, que finalmente se entrega ao sentimento de amar e, mais importante, consegue transbordar isso para o Shin. É um encerramento que recompensa toda a paciência do espectador.
Eu recomendo esse dorama, sim — principalmente para quem tem paciência com o Minato.
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